Categoria 1 / Módulo 0787 perguntas
Categoria 1 · Módulo 07 · exame 15.10.2026, pergunta 13

Antenas e propagação avançada · Antenas, linhas e adaptação

Se um dipolo de meia onda ressonante a uma dada frequência for alongado fisicamente, a sua impedância, para essa frequência,

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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção B: torna-se Indutiva
Porque é esta resposta?
Perto da primeira ressonância, alongar um dipolo de meia onda mantendo a frequência de trabalho torna a reactância de entrada indutiva, opção 2. Encurtar produz a tendência capacitiva. A regra pressupõe uma alteração moderada perto da ressonância original; a formulação não deve ser extrapolada para qualquer comprimento ou instalação.

Erro comum: Responder com a tendência capacitiva da variante em que o dipolo é encurtado.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 9

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual das seguintes afirmações está correta?

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Resposta de referência
Opção D: A ionosfera constitui uma blindagem à volta da Terra, a campos eletromagnéticos em determinadas frequências
Porque é esta resposta?
A ionosfera refracta de volta à Terra certas ondas que, por isso, não atravessam livremente para o espaço. É neste sentido limitado que a opção a chama «blindagem». O efeito depende da frequência, ionização e ângulo de incidência; a ionosfera não é uma gaiola metálica nem bloqueia todas as frequências.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · exame 29.10.2026, pergunta 3

Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026

Qual o efeito da atividade auroral nas comunicações via rádio?

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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção D: Os sinais CW têm um tom oscilante
Porque é esta resposta?
A opção 4 é a resposta assinalada no exame: os sinais CW podem apresentar um tom oscilante na propagação auroral. A dispersão e a instabilidade do trajecto alteram o sinal; não se trata de melhorar a pureza do tom.

Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.

Categoria 1 · Módulo 07 · exame 29.10.2026, pergunta 4

Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026

Em que zona da ionosfera se produz a atividade auroral?

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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção D: Ao nível da camada E
Porque é esta resposta?
Entre as opções apresentadas, a resposta aceite é a opção 4, camada E. A pergunta enquadra a actividade auroral relevante para a propagação rádio por camadas ionosféricas; não pede a causa da aurora nem a região geográfica equatorial.

Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.

Categoria 1 · Módulo 07 · exame 29.10.2026, pergunta 5

Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026

O que acontece normalmente às ondas de rádio com frequências inferiores à frequência mínima utilizável (LUF)?

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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: São totalmente absorvidas pela ionosfera
Porque é esta resposta?
A resposta aceite no exame é a opção 3, «São totalmente absorvidas pela ionosfera». Para compreender o conceito, abaixo da LUF a absorção e o ruído impedem a comunicação com a qualidade exigida no percurso. «Totalmente» é uma simplificação do enunciado: o limiar depende do enlace e não implica desaparecimento universal de toda a energia. A variante sobre frequências inferiores à MUF é outra pergunta, com resposta diferente.

Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.

Categoria 1 · Módulo 07 · exame 30.10.2026, pergunta 20

Antenas, linhas e adaptação · Antenas, linhas e adaptação

Qual das frases está correta?

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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: Um guia de ondas tem menos perdas de Joule que um cabo coaxial
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta assinalada no exame. Na banda de micro-ondas apropriada, um guia metálico oco pode ter menores perdas de condução (Joule) que uma linha coaxial: as correntes distribuem-se pelas paredes, com menor densidade. Não significa ausência de perdas nem uma comparação universal para quaisquer dimensões, materiais ou frequência. O guia só opera acima da frequência de corte do modo e pode ter secção rectangular ou circular.

Erro comum: Aplicar a comparação de perdas fora da banda útil ou supor que todos os guias têm secção circular.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 183

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Duma forma geral, as antenas parabólicas são mais utilizadas em

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Resposta de referência
Opção D: SHF
Porque é esta resposta?
O reflector parabólico concentra a energia numa direcção e pode oferecer elevado ganho quando a sua abertura é grande relativamente ao comprimento de onda. Em SHF, os comprimentos de onda curtos permitem obter essa relação com dimensões práticas; não é uma questão de polarização.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 184

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

De que forma se pode aumentar a tensão de saída de uma antena loop de recepção?

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Resposta de referência
Opção D: Aumentando o numero de espiras de arame no loop ou a área da estrutura do loop
Porque é esta resposta?
Uma loop de recepção pode aumentar a tensão disponível com mais espiras ou maior área, respeitando a frequência de ressonância, as perdas e a tensão máxima.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 185

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual deverá ser aproximadamente o comprimento físico de uma antena dipolo de meia onda ajustada a uma frequência de 3,55 MHz?

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Resposta de referência
Opção C: 40 m
Porque é esta resposta?
A meia onda no espaço livre é aproximadamente \(150/f\), em metros quando f está em MHz. A 3,55 MHz resulta \(150/3,55\approx42,3\,\mathrm m\). A correcção prática de extremidade encurta o dipolo para cerca de 40 m, a opção aproximada. O comprimento final depende do condutor, altura e ambiente e exige ajuste.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 186

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual deverá ser aproximadamente o comprimento físico de uma antena dipolo de meia onda ajustada a uma frequência de 14,2 MHz?

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Resposta de referência
Opção D: 10,5 m
Porque é esta resposta?
Com f em MHz, a meia onda no espaço livre é aproximadamente \(150/f\) metros. Para 14,2 MHz, \(150/14,2\approx10,56\,\mathrm m\), correspondendo à opção aproximada 10,5 m. Um dipolo real ressonante é geralmente um pouco mais curto por efeitos de extremidade e deve ser ajustado à instalação.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 187

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual a principal vantagem de um dipolo dobrado relativamente ao dipolo de Hertz?

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Resposta de referência
Opção A: Ocupa menos espaço, sendo mais fácil a sua instalação
Porque é esta resposta?
A resposta histórica «ocupa menos espaço» não é uma vantagem geral do dipolo dobrado: os dois condutores paralelos mantêm uma extensão próxima de meia onda, semelhante à de um dipolo simples da mesma frequência. A diferença característica é a impedância, aproximadamente quatro vezes maior para condutores iguais. Isso facilita a adaptação a certas linhas equilibradas, mas não automaticamente a qualquer emissor. Nenhuma alternativa exprime sem condições uma vantagem universal.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 188

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

A impedância no ponto de alimentação de um dipolo dobrado é

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Resposta de referência
Opção A: quatro vezes maior que a impedância de um dipolo simples
Porque é esta resposta?
O dipolo dobrado pode ser disposto de forma compacta e oferece normalmente uma impedância nominal próxima de \(300 Ω\) em condições de referência, quatro vezes a ordem de grandeza de um dipolo simples de cerca de \(75 Ω\).

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 189

Propagação e link budget · Erros frequentes

Como varia o ganho de uma antena parabólica com a duplicação da frequência de funcionamento?

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Resposta de referência
Opção C: O ganho aumenta 6 dB
Porque é esta resposta?
Para um reflector parabólico de diâmetro e eficiência constantes, o ganho é proporcional ao quadrado da frequência. Duplicar a frequência multiplica o ganho linear por quatro: \(10\log_{10}(4)\approx6\,\mathrm{dB}\). A regra exige que o reflector e a alimentação funcionem adequadamente nas duas frequências; não se deduz do comportamento de uma antena de fio.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 190

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual é aproximadamente a impedância do ponto de alimentação no centro de uma antena de dipolo dobrado?

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Resposta de referência
Opção A: 300 Ohm
Porque é esta resposta?
O dipolo dobrado pode ser disposto de forma compacta e oferece normalmente uma impedância nominal próxima de \(300 Ω\) em condições de referência, quatro vezes a ordem de grandeza de um dipolo simples de cerca de \(75 Ω\).

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 191

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Por que razão é necesário saber a impedância do ponto de alimentação de uma antena?

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Resposta de referência
Opção A: Para adaptar as impedâncias e assim obter as máxima transferência de potência da linha de alimentação
Porque é esta resposta?
A impedância no ponto de alimentação determina como a antena carrega a linha. Conhecê-la permite escolher a linha ou uma rede de adaptação, reduzindo reflexões e favorecendo a transferência de potência. Estar em ressonância não garante, por si só, a impedância resistiva necessária à linha.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 192

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Como se designa a razão entre a potência radiada por uma antena e a potência que lhe é entregue?

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Resposta de referência
Opção C: Eficiência de radiação da antena
Porque é esta resposta?
A eficiência de radiação é \(P_{\mathrm{radiada}}/P_{\mathrm{entregue}}\). No modelo resistivo, \(\eta=\frac{R_{\mathrm{rad}}}{R_{\mathrm{rad}}+R_{\mathrm{perdas}}}\): a resistência total reúne radiação e perdas. Aumentar perdas não aumenta a potência radiada nem a eficiência.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 193

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Para qualquer antena, a sua área efetiva é

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Resposta de referência
Opção C: diretamente proporcional à sua diretividade
Porque é esta resposta?
À mesma frequência e eficiência, a área efectiva é proporcional ao ganho e, portanto, à directividade. A relação geral é \(A_e=G\lambda^2/(4\pi)\), com Ae em m², λ em m e G linear, sem unidade. Numa antena sem perdas, G coincide com a directividade. A afirmação não permite comparar frequências ou perdas diferentes ignorando essas condições.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 194

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Como varia a largura de feixe de uma antena com o aumento do ganho?

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Resposta de referência
Opção D: Diminui
Porque é esta resposta?
Ganho é a concentração de energia e não a sua amplificação, se o ganho aumenta, a largura do feixe diminui, ex: uma lanterna a apontar para uma superficie faz um circulo que aumenta com a distancia e diminui o (ganho ou intensidade da luz) , o contrario também pode ocorrer.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 195

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

A eficiência de radiação de uma antena pode ser expressa como o quociente entre a

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Resposta de referência
Opção B: resistência de radiação e a resistência total da antena
Porque é esta resposta?
A eficiência de radiação é \(P_{\mathrm{radiada}}/P_{\mathrm{entregue}}\). No modelo resistivo, \(\eta=\frac{R_{\mathrm{rad}}}{R_{\mathrm{rad}}+R_{\mathrm{perdas}}}\): a resistência total reúne radiação e perdas. Aumentar perdas não aumenta a potência radiada nem a eficiência.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 196

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual das seguintes afirmações está correta?

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Resposta de referência
Opção A: A antena é um elemento recíproco, ou seja o seu princípio de funcionamento é idêntico na emissão e na receção
Porque é esta resposta?
Para uma antena passiva linear e recíproca nas mesmas condições, as características direccionais de emissão e recepção correspondem-se. Reciprocidade não significa radiar igualmente em todas as direcções nem ter a mesma resposta às duas polarizações.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 197

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Se um dipolo de meia onda ressonante a uma dada frequência for encurtado fisicamente, a sua impedância, para essa frequência,

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Resposta de referência
Opção A: torna-se capacitiva
Porque é esta resposta?
Se um dipolo de meia onda ressonante for encurtado fisicamente, a sua impedância se tornará capacitiva para a frequência de ressonância. Isso ocorre porque o encurtamento da antena resulta em uma diminuição do comprimento efetivo da antena e afeta as suas propriedades de impedância. Se dminuirmos o tamanho o que podemos fazer para compensar o encurtamento é colocar uma bobine que tem que contrabalançar o efeito capacitivo da antena, se aumentasse o comprimento colocariamos um condensador.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 198

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Quais as componentes da resistência total de uma antena?

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Resposta de referência
Opção D: Resistência de radiação e resistência de perdas
Porque é esta resposta?
A eficiência de radiação é \(P_{\mathrm{radiada}}/P_{\mathrm{entregue}}\). No modelo resistivo, \(\eta=\frac{R_{\mathrm{rad}}}{R_{\mathrm{rad}}+R_{\mathrm{perdas}}}\): a resistência total reúne radiação e perdas. Aumentar perdas não aumenta a potência radiada nem a eficiência.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 199

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

A antena isotrópica

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Resposta de referência
Opção D: não tem existência física servindo apenas como modelo de referência
Porque é esta resposta?
Uma antena isotrópica é uma referência ideal, não uma antena física.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 200

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

De que forma se pode melhorar a eficiência de uma antena vertical HF de quarto de onda com ligação à terra?

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Resposta de referência
Opção A: Instalando um bom sistema radial de terra
Porque é esta resposta?
Num monopolo de quarto de onda ligado à terra, um sistema de radiais adequado melhora o caminho de retorno e pode reduzir perdas de terra. Isso melhora a eficiência; é distinto do problema de um loop de terra entre equipamentos.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 201

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

No padrão de radiação de antena da figura, qual é a relação aproximada frente/costas?

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
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Resposta de referência
Opção D: 40 dB
Porque é esta resposta?
A relação frente/costas compara o nível na direcção principal com o da direcção oposta, a 180°. No diagrama original, a frente está perto de 0 dB e as costas perto de −40 dB: a diferença é aproximadamente 40 dB. Mede-se a separação entre esses dois níveis, não apenas a extensão total da escala radial.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 202

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Uma antena omnidirecional real

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Resposta de referência
Opção D: apresenta um diagrama de radiação omnidirecional num dado plano
Porque é esta resposta?
Uma antena omnidireccional real tem resposta aproximadamente igual em todas as direcções de um plano, habitualmente o azimutal. A resposta noutros planos pode variar muito e conter nulos. Não é uma antena isotrópica, que é o modelo ideal com igual radiação em todas as direcções do espaço.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 203

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Quando a polarização de uma antena de receção não é mesma que a polarização da onda eletromagnética incidente (que se pretende receber), diz-se que

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Resposta de referência
Opção A: existe desadaptação de polarizações
Porque é esta resposta?
Há desadaptação de polarizações quando a polarização da antena receptora não coincide com a da onda incidente. Essa diferença reduz a potência recebida, mesmo que frequência e impedância estejam correctamente ajustadas.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 204

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual a polarização de uma onda eletromagnética se o campo magnético for paralelo à superfície da Terra?

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Resposta de referência
Opção D: Vertical
Porque é esta resposta?
A polarização é definida pela orientação do campo eléctrico. Para propagação aproximadamente horizontal, se o campo magnético for paralelo ao solo, o campo eléctrico é vertical e a polarização é vertical. Os dois campos são perpendiculares; é incorrecto atribuir a polarização directamente à orientação do campo magnético.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 205

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

O que é a frequência de corte num guia de ondas?

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Resposta de referência
Opção B: É a frequência abaixo da qual não existe propagação no guia de ondas
Porque é esta resposta?
A frequência de corte de um modo num guia de ondas é o limite abaixo do qual esse modo não se propaga e o campo é evanescente. Depende da geometria e do modo, não do comprimento total do guia. Acima do corte, respeitar a banda do modo escolhido para evitar outros modos e perdas excessivas.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 206

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

O que é um balun?

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Resposta de referência
Opção C: É um dispositivo que permite a interligação entre elementos balanceados e não balanceados
Porque é esta resposta?
Um balun ajuda a ligar uma carga equilibrada a uma linha não equilibrada e pode também reduzir corrente de modo comum; não é um transformador mágico que corrige qualquer desadaptação.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 207

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Que razão existe para a frequente utilização de uma antena Yagi em radiocomunicações na faixa dos 14 MHz?

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Resposta de referência
Opção C: Ajuda a reduzir a interferência oriunda de outras estações localizadas ao lado ou por detrás da antena
Porque é esta resposta?
Uma Yagi na faixa dos 14 MHz é útil por concentrar energia e rejeitar melhor sinais vindos dos lados ou de trás; o ganho concreto e a relação frente/costas dependem do projecto.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 208

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Em que consiste o fator de velocidade de uma linha de transmissão?

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Resposta de referência
Opção D: Consiste na razão entre a velocidade da onda na linha de transmissão e a velocidade da luz no vácuo
Porque é esta resposta?
O factor de velocidade é \(VF=v/c\): a velocidade da onda na linha dividida pela velocidade da luz no vácuo. As duas velocidades usam m/s e a razão não tem unidade. Num coaxial habitual é menor do que um; por isso um quarto de onda físico no cabo é mais curto do que um quarto de onda no espaço livre.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 209

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Um cabo coaxial é um elemento

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Resposta de referência
Opção C: não balanceado
Porque é esta resposta?
O coaxial é uma linha não balanceada: o condutor interior é envolvido pelo exterior, usado como retorno e blindagem. Uma linha paralela equilibrada tem outra geometria e simetria; não se deve confundir blindagem com balanceamento.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 210

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual a alteração sofrida pela atenuação do cabo coaxial à medida que aumenta a frequência do sinal transmitido

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Resposta de referência
Opção B: Aumenta
Porque é esta resposta?
Para um mesmo cabo e comprimento, a atenuação tende a aumentar com a frequência, devido às perdas nos condutores e no dieléctrico. Deve consultar-se a ficha do cabo para o valor real; factor de velocidade e atenuação são grandezas diferentes.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 211

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Duma forma geral como varia a atenuação de um cabo coaxial à medida que aumenta a frequência do sinal transmitido?

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Resposta de referência
Opção B: Aumenta
Porque é esta resposta?
Para um mesmo cabo e comprimento, a atenuação tende a aumentar com a frequência, devido às perdas nos condutores e no dieléctrico. Deve consultar-se a ficha do cabo para o valor real; factor de velocidade e atenuação são grandezas diferentes.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 212

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual o comprimento físico de uma linha de transmissão coaxial que a nível elétrico apresenta 1/4 do comprimento de onda à frequência de 14,1 MHz (para um fator de velocidade de 0,66)?

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Resposta de referência
Opção C: 3,5 m
Porque é esta resposta?
\(\frac14\times\frac{300}{14,1}\times0,66=0,25\times21,2765\times0,66\approx3,51\,\mathrm m\).
Raciocínio passo a passo
  1. O quarto de onda físico é \(\ell=VF\,c/(4f)\). Com c em cerca de 300 milhões de m/s e f em MHz, usar \(\ell=VF\times300/(4f)\) metros.
  2. \(\ell=0,66\times300/(4\times14,1)\,\mathrm m\approx3,51\,\mathrm m\), cerca de 3,5 m.

Erro comum: Inverter a fórmula, usar a grandeza errada ou ignorar as unidades.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 213

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual o comprimento físico de uma linha de transmissão coaxial que a nível elétrico apresenta 1/4 do comprimento de onda à frequência de 7,2 MHz (para um fator de velocidade de 0,66)?

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Resposta de referência
Opção B: 6,9 m
Porque é esta resposta?
Um quarto de onda no coaxial mede o quarto de onda no espaço livre multiplicado pelo factor de velocidade. Com 7,2 MHz e VF de 0,66, o comprimento físico é \(0,66\times300/(4\times7,2)=6,875\,\mathrm m\), aproximadamente 6,9 m. A forma numérica usa f em MHz e a velocidade da luz aproximada por 300 milhões de m/s.
Raciocínio passo a passo
  1. O quarto de onda físico é \(\ell=VF\,c/(4f)\); VF é a razão de velocidades, c a velocidade da luz e f a frequência.
  2. Com f em MHz, \(\ell=0,66\times300/(4\times7,2)\,\mathrm m=6,875\,\mathrm m\), cerca de 6,9 m.

Erro comum: Inverter a fórmula, usar a grandeza errada ou ignorar as unidades.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 214

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Como se designa a razão entre a velocidade real de um sinal numa linha de transmissão e a velocidade da luz no vácuo?

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Resposta de referência
Opção A: Fator de velocidade
Porque é esta resposta?
O factor de velocidade é \(VF=v/c\): a velocidade da onda na linha dividida pela velocidade da luz no vácuo. As duas velocidades usam m/s e a razão não tem unidade. Num coaxial habitual é menor do que um; por isso um quarto de onda físico no cabo é mais curto do que um quarto de onda no espaço livre.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 216

Propagação e link budget · Ruído, sensibilidade e margem

Que tipo de equipamento de receção é desejável para comunicações via reflexão lunar?

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Resposta de referência
Opção D: Equipamento de baixo ruído
Porque é esta resposta?
A reflexão lunar tem perdas de percurso elevadas e produz sinais fracos. Um receptor de baixo ruído preserva melhor a relação sinal/ruído; ganhos de antena e perdas da instalação continuam a entrar no orçamento da ligação.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 217

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Como se designa a camada que se forma ocasionalmente na região E?

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Resposta de referência
Opção C: Esporádica E
Porque é esta resposta?
As regiões ionosféricas são uma explicação física, não camadas com comportamento constante: a região D absorve sobretudo frequências mais baixas durante o dia e desaparece ou enfraquece à noite; a região E pode reflectir ou refractar sinais em certas condições; a E esporádica pode abrir percursos inesperados, sobretudo em VHF, durante intervalos curtos; a região F , em especial a F2 , é importante para percursos de HF de longa distância e varia com hora, estação, latitude e actividade solar.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 218

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual das seguintes camadas ionosféricas absorve mais sinais de grandes saltos durante o dia nas frequências inferiores aos 10 MHz?

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Resposta de referência
Opção D: A camada D
Porque é esta resposta?
As regiões ionosféricas são uma explicação física, não camadas com comportamento constante: a região D absorve sobretudo frequências mais baixas durante o dia e desaparece ou enfraquece à noite; a região E pode reflectir ou refractar sinais em certas condições; a E esporádica pode abrir percursos inesperados, sobretudo em VHF, durante intervalos curtos; a região F , em especial a F2 , é importante para percursos de HF de longa distância e varia com hora, estação, latitude e actividade solar.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 219

Propagação e link budget · Perda em espaço livre

Numa ligação hertziana, utilizando o modelo de propagação em espaço livre, a potência na antena de receção é

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Resposta de referência
Opção B: inversamente proporcional ao quadrado da distância que a separa da antena de emissão
Porque é esta resposta?
Imaginando a fonte isotropica, se a distancia duplica,a area vai ser quatro vezes maior é inversamente proporcional ao quadrado da distância.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 220

Propagação e link budget · Trajectórias de propagação

À medida que aumenta a frequência do sinal, como se altera a propagação de ondas terrestres?

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Resposta de referência
Opção B: diminui
Porque é esta resposta?
A onda de superfície acompanha o solo, mas sofre perdas que dependem da frequência e da condutividade do terreno. Em geral, aumentar a frequência torna esse mecanismo menos eficaz e reduz o alcance; não significa que toda a propagação desapareça.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 221

Propagação e link budget · Trajectórias de propagação

Quando nos referimos a ondas rádio, qual das seguintes afirmações está correta?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: A atenuação provocada pelos gases atmosféricos e pela chuva afeta significativamente a propagação acima de 10 GHz
Porque é esta resposta?
Em micro-ondas elevadas, a chuva e a absorção por gases atmosféricos podem acrescentar atenuação importante à perda do percurso. Acima de cerca de 10 GHz estes efeitos tornam-se especialmente relevantes no planeamento, dependendo da frequência, intensidade da chuva e comprimento do trajecto. Não aumentam de forma uniforme: há janelas e bandas de absorção.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 222

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Como se costuma designar frequência crítica da camada E da ionosfera?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: foE
Porque é esta resposta?
As frequências críticas são indicadas como foE e foF2 para as camadas E e F2.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 223

Propagação e link budget · Ruído, sensibilidade e margem

A receção satisfatória de comunicações nas faixas dos serviços de amador e de amador por satélite dependem da relação sinal/ruído. Qual dos seguintes tipos de ruído deve ser considerado?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é a resposta didáctica da fonte: o ruído interno do receptor, o ruído atmosférico e o ruído cósmico podem contribuir para a relação sinal/ruído. A pergunta usa uma classificação introdutória; a contribuição concreta depende da frequência, largura de banda, local e receptor.

Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 224

Propagação e link budget · Trajectórias de propagação

Numa ligação ponto a ponto, como se pode aumentar o horizonte rádio?

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Resposta de referência
Opção C: Por aumento da altura das torres que suportam as antenas de emissão e de receção
Porque é esta resposta?
Aumentar a altura das antenas amplia o horizonte rádio e pode desobstruir o percurso de linha de vista. Não garante uma ligação: relevo, zona de Fresnel, perdas e condições atmosféricas continuam a influenciar o resultado.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 225

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Em que consiste o índice do fluxo solar?

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Resposta de referência
Opção D: Medida da atividade solar na faixa dos 2,8 GHz
Porque é esta resposta?
O índice de fluxo solar F10.7 mede a emissão rádio do Sol a 10,7 cm, aproximadamente 2,8 GHz. É um indicador da actividade solar usado para interpretar condições ionosféricas. Não é o índice K, que descreve perturbação geomagnética.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 226

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Em que consiste o índice K do fluxo (K-index??

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Resposta de referência
Opção B: Medida da da estabilidade de curta duração do campo magnético solar
Conclusão da sebenta
O índice K quantifica perturbações do campo geomagnético terrestre em intervalos curtos; nenhuma opção o exprime com rigor.
Porque é esta resposta?
A fonte histórica assinala historicamente a opção 2, mas nenhuma opção define rigorosamente o índice K. O índice K é uma medida quase logarítmica da perturbação geomagnética observada num intervalo curto; não é uma medida da estabilidade do campo magnético solar nem do fluxo rádio solar. A pergunta fica visível com ressalva e não deve ser usada como resposta única no futuro motor de testes.

Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 227

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Em que consistem os distúrbios geomagnéticos?

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Resposta de referência
Opção D: Alteração significativa do campo magnético da Terra num curto período de tempo
Porque é esta resposta?
Distúrbios geomagnéticos são variações significativas do campo magnético terrestre em intervalos relativamente curtos, associadas à interacção com o vento solar. Podem perturbar a ionosfera e a propagação rádio. Não são a mesma grandeza que o fluxo rádio solar medido a 2,8 GHz.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 228

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Ao contrário das faixas de HF, as faixas de VHF e de UHF são frequentemente usadas para comunicações via satélite porque

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Resposta de referência
Opção A: as ondas eletromagnéticas associadas às frequências de VHF e de UHF são pouco afetadas pela ionosfera no seu caminho de e para o satélite
Porque é esta resposta?
As faixas de VHF e UHF são menos afetadas pela ionosfera, o que facilita a comunicação via satélite, pois as ondas eletromagnéticas nessas frequências são pouco atenuadas e desviadas pelo ambiente ionosférico. O princípio técnico é estável, mas a condição regulamentar deve ser confirmada na fonte oficial da data aplicável.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 229

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual das seguintes vantagens para as radiocomunicações resulta de períodos de elevada atividade geomagnética?

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Resposta de referência
Opção C: Melhoria da propagação de longo percurso de sinais de alta-frequência
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 3 («Melhoria da propagação de longo percurso de sinais de alta-frequência»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: A actividade geomagnética elevada pode favorecer propagação auroral de sinais VHF, como descreve a opção 1. Não representa uma melhoria geral dos percursos HF: pode degradar a propagação polar e aumentar a absorção ou a instabilidade. A opção histórica 3 deve ser lida com esta ressalva. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.

Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 230

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual a faixa que permite melhores possibilidades de uma boa ligação, se a frequência máxima utilizável (MUF) entre duas estações for de 22 MHz?

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Resposta de referência
Opção B: 21 MHz
Porque é esta resposta?
A MUF indica a frequência máxima utilizável para comunicações via propagação ionosférica. Se a MUF é de 22 MHz, a melhor faixa para uma boa ligação será a mais próxima dessa frequência, que é a faixa de 21 MHz. O princípio técnico é estável, mas a condição regulamentar deve ser confirmada na fonte oficial da data aplicável.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 231

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual a faixa que permite melhores possibilidades de uma boa ligação, se a frequência máxima utilizável (MUF) entre duas estações for de 16 MHz?

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Resposta de referência
Opção C: 14 MHz
Porque é esta resposta?
Para uma ligação, a MUF é a frequência máxima utilizável sob determinadas condições e geometria.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 232

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Que medida se deve tomar para obter uma atenuação baixa nas transmissões de HF?

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Resposta de referência
Opção A: Selecionar uma frequência imediatamente inferior à frequência máxima utilizável (MUF)
Porque é esta resposta?
Entre os efeitos concorrentes na propagação HF, frequências mais altas dentro da janela utilizável tendem a sofrer menos absorção ionosférica. A opção aponta a escolher abaixo da MUF, sem a ultrapassar. Isso não elimina a absorção da região D nem garante a ligação; a frequência de trabalho deve deixar margem para as variações do percurso.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 233

Propagação e link budget · Resumo e glossário

Numa ligação rádio, verifica-se que existe uma variação no tempo do nível do sinal na receção, ainda que potência se mantenha constante. Que nome se dá a este fenómeno?

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Resposta de referência
Opção B: Desvanecimento
Porque é esta resposta?
Desvanecimento é a variação do nível recebido ao longo do tempo, mesmo com potência emitida constante. Alterações da propagação e interferência entre percursos com fases diferentes podem fazê-lo aumentar ou diminuir. Não implica necessariamente uma variação de potência no emissor.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 234

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

O que significa a sigla LUF?

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Resposta de referência
Opção A: "Lowest Usable Frequency"
Porque é esta resposta?
A LUF é a frequência mais baixa utilizável antes de a absorção e o ruído tornarem a ligação inadequada.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 235

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

O que acontece à propagação de HF quando a frequência mínima utilizável (LUF) excede a frequência máxima utilizável (MUF)?

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Resposta de referência
Opção A: Não será possível manter comunicações em HF no percurso em causa
Porque é esta resposta?
A LUF é o limite inferior utilizável, condicionado por absorção, ruído e qualidade exigida; a MUF é o limite superior para o percurso ionosférico. Se a LUF ultrapassar a MUF, não sobra uma janela de frequências que satisfaça simultaneamente os dois limites para aquela ligação e condições.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 236

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

O que acontece normalmente às ondas de rádio com frequências inferiores à frequência máxima utilizável (MUF) que são enviadas para a ionosfera?

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Resposta de referência
Opção A: São devolvidas à Terra.
Porque é esta resposta?
Abaixo da MUF do percurso, a ionosfera pode refractar o sinal de volta à Terra nas condições geométricas consideradas. A resposta é uma simplificação: estar abaixo da MUF não basta para receber, pois absorção, LUF, ruído e potência também intervêm. Não se deve generalizar o retorno útil a qualquer frequência inferior.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 237

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Nas comunicações em onda curta, qual o significado da sigla NVIS?

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Resposta de referência
Opção B: "Near Vertical Incidence Skywave"
Porque é esta resposta?
NVIS significa Near Vertical Incidence Skywave, propagação ionosférica com incidência quase vertical. A antena lança energia em ângulos elevados e o retorno permite cobrir distâncias regionais, em vez de visar apenas grandes saltos. A frequência tem de permitir o retorno para essa incidência e condições.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 238

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

O que significa "ângulo crítico" no contexto da propagação de ondas de rádio?

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Resposta de referência
Opção D: O maior ângulo de partida que devolve uma onda de rádio à Terra sob condições ionosféricas específicas
Porque é esta resposta?
O ângulo crítico é a condição geométrica associada ao maior ângulo de elevação que ainda permite o retorno para uma frequência e camada específicas; a formulação deve ser acompanhada do modelo adoptado.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 239

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Como se designa a distância medida à superfície da Terra entre a base da antena e o ponto onde o raio emitido pela antena toca a superfície da Terra?

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Resposta de referência
Opção C: Horizonte rádio
Porque é esta resposta?
O horizonte rádio pode exceder o horizonte geométrico devido à refracção atmosférica.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 240

Propagação e link budget · Perda em espaço livre

Numa ligação hertziana, em que o primeiro elipsoide de Fresnel está desobstruído, a atenuação entre as duas estações envolvidas na ligação

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Resposta de referência
Opção A: é muito menor que a atenuação em espaço livre
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 1 («é muito menor que a atenuação em espaço livre»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: Com o primeiro elipsóide de Fresnel suficientemente desobstruído, a atenuação tende a aproximar a perda em espaço livre do percurso idealizado, como descreve a opção 3. A desobstrução não implica uma perda muito inferior à de espaço livre, como afirma a opção histórica 1; obstáculos, difracção, polarização e perdas reais podem acrescentar diferenças. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.

Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 241

Propagação e link budget · Perda em espaço livre

Numa ligação rádio, a atenuação em espaço livre é tanto maior quanto

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: maior for a frequência
Porque é esta resposta?
No modelo de perda básica em espaço livre, mantendo a distância e os ganhos de antena, a perda aumenta com a frequência: é proporcional ao quadrado da frequência em escala linear. Duplicar a frequência acrescenta aproximadamente 6 dB de perda. Esta comparação não mantém constante a área efectiva das antenas; o modelo e as condições devem ser identificados.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 249

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Para que efeito pode um medidor de impedância da antena ser usado?

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Resposta de referência
Opção B: Para pré-sintonizar um sintonizador de antena
Porque é esta resposta?
Um medidor de impedância permite observar a resistência e a reactância apresentadas pelo conjunto antena/sintonizador. Pode ajustar-se previamente o sintonizador até aproximar a impedância pretendida pelo emissor, com um sinal de ensaio apropriado. Isso não testa a capacidade de suportar potência nem elimina perdas na antena ou linha.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 270

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual o tipo de polarização mais comum na propagação de ondas terrestres?

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Resposta de referência
Opção A: Vertical
Porque é esta resposta?
A polarização vertical é habitual na propagação por onda de superfície ao longo do solo. As condições de contorno e perdas no terreno desfavorecem a componente horizontal. A orientação é a do campo eléctrico, e esta preferência não se aplica automaticamente a todos os outros modos de propagação.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 271

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual é provavelmente o tipo de propagação a decorrer quando os sinais de rádio percorrem a linha onde termina a luz do dia e começa a escuridão?

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Resposta de referência
Opção D: Propagação pela grey-line
Porque é esta resposta?
A propagação pela greyline ocorre junto da faixa de transição entre o dia e a noite. Pode favorecer determinadas bandas e percursos de HF, sem garantir uma ligação.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 272

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual a vantagem de uso de uma antena com (traps)?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Pode ser usada para o funcionamento em multibandas
Porque é esta resposta?
Uma antena com traps pode funcionar em várias bandas ao seleccionar diferentes comprimentos eléctricos, mas introduz perdas, limitações de potência e possíveis ressonâncias indesejadas.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 273

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual a desvantagem de uso de uma antena multibanda com (traps)?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Pode radiar harmónicos
Porque é esta resposta?
Os traps permitem comportamento multibanda, mas não garantem rejeição dos harmónicos produzidos pelo emissor. A antena pode radiar energia harmónica que lhe chegue; essa possibilidade não significa que uma antena passiva linear crie harmónicos por si mesma.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 281

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Que característica apresentam os sinais de HF scatter?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Som oscilante
Porque é esta resposta?
No HF scatter, componentes espalhadas podem chegar por vários percursos, com atrasos e fases diferentes. A sua combinação pode dar som oscilante e distorção; não é o mesmo que uma recepção por um único percurso ionosférico estável.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 282

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual a causa para a frequente distorção dos sinais de HF scatter?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Dispersão da energia pela zona de silêncio através de vários percursos de ondas de rádio
Porque é esta resposta?
No HF scatter, componentes espalhadas podem chegar por vários percursos, com atrasos e fases diferentes. A sua combinação pode dar som oscilante e distorção; não é o mesmo que uma recepção por um único percurso ionosférico estável.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 283

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual a causa para a atividade auroral?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Emissão pelo Sol de parttículas carregadas eletricamente
Porque é esta resposta?
A actividade auroral está associada a partículas carregadas provenientes do Sol e à sua interacção com o campo geomagnético e a atmosfera. Pode favorecer espalhamento auroral de sinais, sem garantir melhores condições gerais de HF.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 286

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual o maior inconveniente de uma antena loop de fio para efeitos de radiogoniometria?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Tem um padrão bidireccional
Porque é esta resposta?
Uma loop de fio usada em radiogoniometria tem normalmente um padrão bidireccional, pelo que pode existir ambiguidade de 180°.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 370

Propagação e link budget · Trajectórias de propagação

Qual a causa provável para o eco que ouve num sinal recebido de uma estação distante?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Receção de sinal por mais do que um trajeto
Porque é esta resposta?
Quando chegam cópias do mesmo sinal por trajectos de durações diferentes, o receptor pode ouvir eco. É um efeito de multipercurso; descrever apenas os caminhos sem mencionar a diferença de atraso não explica a resposta.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 376

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Por que razão é menor o comprimento físico de uma linha de transmissão de cabo coaxial do que o seu comprimento elétrico?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Os sinais elétricos propagam-se mais lenta,emte num cabo coaxial do que no ar
Porque é esta resposta?
Se o factor de velocidade for 0,66 , um quarto de onda físico é \(0,66 × λ/4\).

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 383

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Como se costuma designar frequência crítica da camada F2 da ionosfera?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: foF2
Porque é esta resposta?
As frequências críticas são indicadas como foE e foF2 para as camadas E e F2.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 384

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual das seguintes afirmações é verdadeira no que respeita à absorção ionosférica próxima da frequência máxima utilizável (MUF)?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: A absorção será mínima
Porque é esta resposta?
A opção exprime a tendência didáctica de menor absorção nas frequências mais altas ainda utilizáveis no percurso ionosférico. «Absorção mínima junto da MUF» não é uma lei universal nem significa absorção nula: a MUF é um limite de retorno, e a atenuação depende da ionização, região D, percurso e condições. Não se deve ultrapassar a MUF para tentar reduzir perdas.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 385

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual a polarização de uma onda eletromagnética se o campo magnético for perpendicular à superfície da Terra?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Horizontal
Porque é esta resposta?
Por isso, a descrição “polarização horizontal/vertical” deve dizer a que campo se refere: se o campo magnético é paralelo ao solo, o campo eléctrico é vertical; se o campo magnético é perpendicular ao solo, o campo eléctrico é horizontal, assumindo propagação aproximadamente horizontal.

Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 386

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Um dipolo de Hertz é um elemento

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: balanceado
Porque é esta resposta?
Um dipolo simétrico alimentado ao centro é balanceado: os dois braços têm papéis equivalentes e correntes de igual amplitude e sentidos opostos na referência de alimentação. Isso distingue-o do coaxial não balanceado. Balanceamento não é o mesmo que ter 50 Ω, 75 Ω ou 300 Ω de impedância.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 387

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Qual dos seguintes dispositivos pode ser utilizado para fins de adaptação de impedâncias em RF

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Todas as opções são válidas
Porque é esta resposta?
Um transformador pode adaptar impedâncias pela relação de espiras; uma rede π pode fazê-lo com reactâncias; um troço de linha pode transformar a impedância conforme o comprimento eléctrico e a impedância característica. Assim, todas as opções podem servir para adaptação RF, se dimensionadas para a carga, frequência e potência.

Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 392

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Quais os fatores que afetam a máxima frequência utilizável (MUF)?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Todas as opções são válidas
Porque é esta resposta?
A MUF é a frequência máxima utilizável para um trajecto ionosférico especificado. Depende do percurso, da variação diária e sazonal da ionosfera e da actividade solar; todas as condições propostas podem alterá-la.

Erro comum: Tratar a MUF como constante independente do trajecto e da hora.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 393

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Ao programar contactos via reflexão lunar, qual das seguintes condições será mais propícia a uma menor perda de propagação?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Quando a Lua se encontra no perigeu
Porque é esta resposta?
No perigeu a Lua está mais próxima da Terra. O percurso de ida e volta é menor e a perda da ligação Terra–Lua–Terra tende a diminuir. É a opção favorável quanto à distância; ruído celeste, apontamento e polarização também influenciam a ligação.

Erro comum: Escolher o apogeu por confundir maior distância com menor perda.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 395

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

Em que consiste uma antena com dipolo dobrado?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Um dipolo construído a partir de um fio com um comprimento de onda formando um "loop" muito fino
Porque é esta resposta?
O dipolo dobrado é formado por dois condutores paralelos unidos nas extremidades, com alimentação numa interrupção de um deles. Cada lado mede aproximadamente meia onda: o fio completo forma uma laçada estreita com cerca de um comprimento de onda, sujeita às correcções práticas.

Erro comum: Confundir a extensão total da laçada com o comprimento de um só braço.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 396

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

No padrão de radiação de antena da figura, qual é a largura aproximada do feixe a 3dB?

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 20º
Porque é esta resposta?
A largura do feixe a −3 dB é o ângulo total entre as duas direcções de meia potência do lóbulo principal. Na figura original, os cruzamentos ficam aproximadamente a −10° e +10°: a largura é cerca de 20°, e não apenas 10° de um lado.

Erro comum: Ler apenas os 10° de um dos lados do lóbulo principal.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 408

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

Qual das seguintes opções constitui um bom indicador da possibilidade de propagação de ondas na faixa dos 50 MHz?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Propagação das ondas com saltos curtos na faixa dos 28 MHz
Porque é esta resposta?
Um salto ionosférico excepcionalmente curto em 28 MHz pode indicar ionização suficientemente elevada para tornar uma abertura em 50 MHz mais provável. É um indício para observar essa banda, não uma garantia de contacto nem de que a abertura exista em todos os trajectos.

Erro comum: Transformar um indício de abertura em 50 MHz numa garantia.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 409

Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação

A inversão de temperaturas é um fenómeno que tem efeitos sobre a propagação rádio. Em que região da atmosfera estes fenómenos ocorrem?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Na troposfera
Porque é esta resposta?
Uma inversão de temperatura pode alterar o gradiente de refractividade na troposfera e favorecer propagação troposférica para além do horizonte habitual. Não é, por si só, uma alteração da ionosfera.

Erro comum: Confundir propagação troposférica com reflexão ionosférica.

Categoria 1 · Módulo 07 · pergunta 411

Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação

O que é o ganho absoluto de uma antena?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: É a relação entre a intensidade máxima de radiação (numa dada direção) e a que teríamos se a potência entregue à antena fosse radiada isotropicamente
Porque é esta resposta?
O ganho absoluto compara a intensidade radiada numa direcção com a de uma antena isotrópica alimentada com a mesma potência. A referência isotrópica identifica o ganho em dBi; a eficiência também afecta o ganho de uma antena real.

Erro comum: Confundir a referência isotrópica com a de um dipolo.