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Perguntas históricas obtidas através da fonte histórica e transcrições de exames fornecidos ao projecto. A origem está identificada em cada cartão; as respostas e explicações foram revistas pela Sebentas.
397 validadas29 com ressalva6 temporais4 problemas históricos
Categoria 1 · Módulo 01 · pergunta 1
Circuitos, fontes e amplificadores · 1. As leis de Kirchhoff
No que respeita às Leis de Kirchhoff qual das seguintes afirmações é verdadeira?
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Resposta de referência
Opção A: Existem duas leis: a lei dos nós e a lei das malhas
Porque é esta resposta?
As duas leis de Kirchhoff são a lei dos nós (correntes) e a lei das malhas (tensões). A primeira exprime a conservação da carga num nó; a segunda estabelece que a soma algébrica das variações de tensão num percurso fechado é zero.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos avançados, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Porque é preferível utilizar resistências de carvão em vez de resistências de filme metálico nos circuitos de RF?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: Para diminuir as indutâncias parasitas e com isso conseguir o funcionamento esperado dos circuitos
Porque é esta resposta?
A opção 3 traduz a intenção da comparação: reduzir a indutância parasita associada, por exemplo, ao corte helicoidal de certas resistências de filme. A formulação não é uma regra universal: resistências de filme metálico concebidas para RF podem ter parasitas muito baixos. Deve comparar-se a construção e a resposta em frequência, não apenas o material.
Erro comum: Assumir que qualquer resistência de carvão é melhor em RF do que qualquer resistência de filme metálico.
Medições avançadas, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Se um frequencímetro com uma precisão de ±1,0 ppm registar 146520000 Hz, qual seria o máximo da diferença entre a frequência real medida e a leitura respetiva?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: 146,52 Hz
Porque é esta resposta?
Uma parte por milhão corresponde a um factor de \(10^{-6}\). Com precisão de ±1,0 ppm, o erro máximo em módulo é \(146\,520\,000 \times 10^{-6} = 146,52\,\mathrm{Hz}\), opção 3. O intervalo é de ±146,52 Hz em torno da leitura. A pergunta cat1-244 usa ±0,1 ppm e tem um resultado dez vezes menor.
Raciocínio passo a passo
Converter 1,0 ppm em \(1,0\times10^{-6}\).
Multiplicar a leitura em Hz por esse factor: \(146\,520\,000\times10^{-6}=146,52\,\mathrm{Hz}\).
Escolher a opção 3.
Erro comum: Usar 0,1 ppm da pergunta anterior ou confundir o erro máximo em módulo com a largura total do intervalo.
Circuitos, fontes e amplificadores · 1. As leis de Kirchhoff
A lei dos nós de Kirchhoff, também se designa por
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Resposta de referência
Opção D: lei das correntes
Porque é esta resposta?
Lei das correntes.A lei dos nós de Kirchhoff é um princípio fundamental em circuitos elétricos que estabelece que a soma das correntes que entram em um nó (ponto de conexão em um circuito) é igual à soma das correntes que saem desse nó. Em outras palavras, a corrente total que flui para um nó é igual à corrente total que flui para fora desse nó.Essa lei é uma das duas leis de Kirchhoff usadas para analisar e resolver circuitos elétricos. A outra lei é a lei das malhas de Kirchhoff, que lida com as voltagens (tensões) em um circuito.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Antenas e propagação avançada · Antenas, linhas e adaptação
Se um dipolo de meia onda ressonante a uma dada frequência for alongado fisicamente, a sua impedância, para essa frequência,
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção B: torna-se Indutiva
Porque é esta resposta?
Perto da primeira ressonância, alongar um dipolo de meia onda mantendo a frequência de trabalho torna a reactância de entrada indutiva, opção 2. Encurtar produz a tendência capacitiva. A regra pressupõe uma alteração moderada perto da ressonância original; a formulação não deve ser extrapolada para qualquer comprimento ou instalação.
Erro comum: Responder com a tendência capacitiva da variante em que o dipolo é encurtado.
Circuitos, fontes e amplificadores · 1. As leis de Kirchhoff
Num circuito em paralelo, como se relaciona a corrente total com a corrente individual em cada uma das ramificações do referido circuito?
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Resposta de referência
Opção C: A corrente total é igual à soma das correntes nas várias ramificações
Porque é esta resposta?
A lei dos nós conserva a carga: a corrente total que chega à divisão do circuito é igual à soma das correntes nas ramificações. Em paralelo soma-se corrente, enquanto a tensão entre os mesmos dois nós é comum aos ramos.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições avançadas, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Qual o equipamento de medição mais adequado para identificar e medir as harmónicas de uma portadora de RF?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: Um analisador espectral
Porque é esta resposta?
O analisador espectral apresenta o nível do sinal em função da frequência, permitindo identificar e medir a fundamental e as harmónicas nos seus múltiplos. O wattímetro mede potência sem separar as frequências; o analisador lógico trata estados digitais; o reflectómetro no domínio do tempo caracteriza descontinuidades. É necessário atenuar a saída RF e respeitar os limites da entrada do analisador.
Erro comum: Escolher um wattímetro por medir potência, esquecendo que é necessário separar as componentes em frequência.
Circuitos avançados, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Qual o objetivo de C2 no circuito da figura?
Figura original da pergunta 17 · cópia do exame de Categoria 1 de 15.10.2026 fornecida ao projecto.Ver resposta e explicação
Resposta assinalada na cópia do exame
Opção A: Reduz o ruído em D1
Porque é esta resposta?
Na figura, C2 está em paralelo com o Zener D1. Desacopla a referência e reduz o ruído em D1 que se propagaria à base de Q1 e à tensão de saída, opção 1. Em regime contínuo, o condensador não estabelece por si só a polarização DC nem aumenta a tensão de referência. A posição das ligações, e não apenas o nome C2, determina a função.
Erro comum: Confundir o desacoplamento da referência com o condensador de saída C3 ou com a polarização contínua.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Duma forma geral, qual das seguintes linhas de transmissão possui a melhor blindagem a campos eletromagnéticos?
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Resposta de referência
Opção A: Cabo coaxial
Porque é esta resposta?
O coaxial costuma blindar melhor do que uma linha aberta porque o condutor exterior fornece um caminho de retorno e confina melhor o campo, embora a blindagem real tenha perdas e limites.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições avançadas, decibéis e eficiência · 3. Eficiência e calor
Como se determina usualmente a eficiência de um amplificador linear de potência de RF?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção B: Dividindo a potência de RF entregue à carga pela potência DC consumida
Porque é esta resposta?
A eficiência usual de conversão do amplificador é a potência RF entregue à carga dividida pela potência DC consumida: \(\eta=P_{\mathrm{RF}}/P_{\mathrm{DC}}\). As duas potências medem-se em watts; a razão não tem unidade e multiplica-se por 100 para obter percentagem. Não é o ganho de potência, que compara RF de saída com RF de entrada, nem a eficiência de potência acrescentada.
Erro comum: Inverter o quociente ou confundir eficiência de conversão com ganho RF.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Qual das seguintes afirmações está correta?
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Resposta de referência
Opção D: Duma forma geral, a blindagem a campos elétricos só é eficiente quando estabelece um caminho de baixa impedância para a terra
Porque é esta resposta?
A opção 4 corresponde à regra prática de ligar uma blindagem de cabo a uma referência por um caminho de baixa impedância, evitando que capte e volte a acoplar interferência. O termo «só» não é universal: uma envolvente condutora fechada também pode blindar o seu interior sem ligação à terra física. A eficácia depende da geometria, frequência e continuidade da blindagem.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos avançados, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Em que consiste o processo de deteção?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção B: Recuperação de informação de sinais modulados de RF
Porque é esta resposta?
A detecção recupera a informação transportada por um sinal RF modulado, opção 2. É desmodulação: o processo concreto depende do modo, como detector de envolvente para AM, discriminador para FM ou detector de produto para SSB. Extrair sinais fracos do ruído pode envolver outros tratamentos e não define a detecção nesta pergunta.
Erro comum: Confundir desmodulação com modulação ou com uma simples redução de ruído.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Qual das expressões define a efetividade da blindagem (S) para campos elétricos (sendo Ei a intensidade do campo elétrico incidente e Et a intensidade do campo elétrico transmitido através da blindagem)?
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Resposta de referência
Opção C: S=20xlog(Ei/Et)
Porque é esta resposta?
Para campo eléctrico, uma definição didáctica da efectividade de blindagem é: \(S_{\mathrm E}=20\log_{10}(E_i/E_t)\) e para campo magnético: \(S_{\mathrm H}=20\log_{10}(H_i/H_t)\) Materiais condutores ajudam a reflectir campos eléctricos; campos magnéticos de baixa frequência podem exigir material de elevada permeabilidade e uma geometria adequada.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos avançados, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Diz-se que dois sinais sinusoidais estão em oposição de fase?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção D: Quando o desfasamento entre eles é de 180 graus
Porque é esta resposta?
Dois sinais sinusoidais estão em oposição de fase quando o desfasamento é de 180°, opção 4. Em fase corresponde a 0°; em quadratura corresponde a 90°. A pergunta cat1-17 usa quadratura, pelo que exige uma resposta diferente.
Erro comum: Conservar 90° da variante em quadratura em vez de identificar os 180° da oposição de fase.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Qual das seguintes afirmações está correta?
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Resposta de referência
Opção D: A ionosfera constitui uma blindagem à volta da Terra, a campos eletromagnéticos em determinadas frequências
Porque é esta resposta?
A ionosfera refracta de volta à Terra certas ondas que, por isso, não atravessam livremente para o espaço. É neste sentido limitado que a opção a chama «blindagem». O efeito depende da frequência, ionização e ângulo de incidência; a ionosfera não é uma gaiola metálica nem bloqueia todas as frequências.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Em que medida é que o aumento do fator de ruído afeta o desempenho do recetor?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção A: Reduz a relação sinal-ruído
Porque é esta resposta?
A opção 1 («Reduz a relação sinal-ruído») é a resposta aceite no exame de 01.09.2026, pergunta 25. Mantendo a relação sinal/ruído à entrada, a largura de banda e as restantes condições, aumentar o factor de ruído aumenta a degradação introduzida pelo receptor e reduz a relação sinal/ruído à saída. Na variante cat1-158, o factor diminui e a resposta é a opção 2, «Aumenta a relação sinal-ruído».
Erro comum: Conservar a resposta da variante «diminuição» quando o enunciado pergunta pelo aumento do factor de ruído.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Quais são os efeitos da blindagem sobre os campos magnéticos?
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Resposta de referência
Opção A: Reflexão e absorção
Porque é esta resposta?
Uma blindagem pode reduzir campos por reflexão nas interfaces e absorção no material. A importância de cada mecanismo depende da frequência, condutividade, permeabilidade e espessura. Campos magnéticos de baixa frequência são particularmente difíceis de blindar e podem exigir materiais de elevada permeabilidade.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026
Qual o efeito da atividade auroral nas comunicações via rádio?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção D: Os sinais CW têm um tom oscilante
Porque é esta resposta?
A opção 4 é a resposta assinalada no exame: os sinais CW podem apresentar um tom oscilante na propagação auroral. A dispersão e a instabilidade do trajecto alteram o sinal; não se trata de melhorar a pureza do tom.
Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Quais são os efeitos da blindagem sobre os campos eléctricos e sobre os campos magnéticos?
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Resposta de referência
Opção A: Reflexão e absorção.
Porque é esta resposta?
Uma blindagem pode reduzir campos por reflexão nas interfaces e absorção no material. A importância de cada mecanismo depende da frequência, condutividade, permeabilidade e espessura. Campos magnéticos de baixa frequência são particularmente difíceis de blindar e podem exigir materiais de elevada permeabilidade.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026
Em que zona da ionosfera se produz a atividade auroral?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção D: Ao nível da camada E
Porque é esta resposta?
Entre as opções apresentadas, a resposta aceite é a opção 4, camada E. A pergunta enquadra a actividade auroral relevante para a propagação rádio por camadas ionosféricas; não pede a causa da aurora nem a região geográfica equatorial.
Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Quais são os materiais mais usados na blindagem de campos elétricos?
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Resposta de referência
Opção B: Almínio e aço
Porque é esta resposta?
Alumínio e aço são materiais condutores usados em blindagens de campo eléctrico. A redistribuição de cargas e as correntes no metal reduzem o campo transmitido; juntas, aberturas e ligações condicionam a eficácia. A escolha para campo magnético de baixa frequência exige também considerar a permeabilidade.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026
O que acontece normalmente às ondas de rádio com frequências inferiores à frequência mínima utilizável (LUF)?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: São totalmente absorvidas pela ionosfera
Porque é esta resposta?
A resposta aceite no exame é a opção 3, «São totalmente absorvidas pela ionosfera». Para compreender o conceito, abaixo da LUF a absorção e o ruído impedem a comunicação com a qualidade exigida no percurso. «Totalmente» é uma simplificação do enunciado: o limiar depende do enlace e não implica desaparecimento universal de toda a energia. A variante sobre frequências inferiores à MUF é outra pergunta, com resposta diferente.
Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.
Medições, decibéis e eficiência · 4. Cadeia de medição
Qual o equipamento mais adequado para efetuar a medição da diferença de fase entre dois sinais sinusoidais?
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Resposta de referência
Opção B: Osciloscópio
Porque é esta resposta?
Um osciloscópio de dois canais permite comparar as sinusóides no tempo. Para sinais da mesma frequência, mede-se o intervalo entre pontos equivalentes e divide-se pelo período: \(\varphi=360^\circ\Delta t/T\). Aqui, \(\Delta t\) e \(T\) são tempos em segundos e \(\varphi\) é o desfasamento em graus.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026
Que tipo de multiplexagem consiste na translação das frequências de vários sinais modulantes para frequências próximas das frequências de várias portadoras?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção A: Multiplexagem na frequência
Porque é esta resposta?
A opção 1 corresponde à multiplexagem na frequência: os sinais são distribuídos por bandas diferentes em torno de portadoras distintas. A multiplexagem no tempo separa-os por intervalos temporais, em vez de lhes atribuir bandas de frequência.
Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Como se designam as figuras que representam num osciloscópio a relação de fase entre dois sinais sinusoidais?
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Resposta de referência
Opção A: Figuras de Lissajous
Porque é esta resposta?
As figuras de Lissajous são padrões geométricos que aparecem quando dois sinais sinusoidais estão em relação de fase. Elas são frequentemente usadas para visualizar e entender a diferença de fase entre dois sinais quando exibidos em um osciloscópio. Esses padrões podem variar dependendo das frequências e amplitudes dos sinais, bem como da relação de fase entre eles.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Desempenho que convém separar · Desempenho que convém separar
Qual das seguintes opções pode causar a dessensibilização do recetor?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção B: Sinais fortes de canais adjacentes
Porque é esta resposta?
A opção 2, sinais fortes de canais adjacentes, é a resposta assinalada. Um sinal forte próximo pode degradar a sensibilidade útil do receptor por sobrecarga ou bloqueio antes de ser suficientemente rejeitado. Reduzir o volume de áudio não é o mecanismo de dessensibilização pedido.
Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Que tipo de circuitos ideais apresentam os sinais de corrente e de tensão em fase?
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Resposta de referência
Opção B: Circuitos puramente resistivos
Porque é esta resposta?
Num resistor ideal, tensão e corrente estão em fase; num condensador ideal, a corrente adianta a tensão; numa bobina ideal, a tensão adianta a corrente.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026
Na figura, qual o objetivo de Q1?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta assinalada na cópia do exame
Opção D: Elemento amplificador
Porque é esta resposta?
Neste circuito de emissor comum, Q1 é o elemento amplificador, opção 4. R1 e R2 polarizam a base, R3 é a carga de colector e C3 faz bypass de emissor. Não confundir com cat1-99: aí Q1 pertence a um regulador série e tem outra função. A figura original do banco conserva as mesmas ligações e marcações do exemplar recebido.
Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Que tipo de circuitos ideais apresentam os sinais de corrente e de tensão em quadratura?
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Resposta de referência
Opção B: Circuitos puramente capacitivos
Porque é esta resposta?
Num elemento puramente reactivo ideal, tensão e corrente estão em quadratura, separadas por 90°. Num condensador a corrente adianta a tensão; numa bobina a corrente atrasa-se. Num resistor ideal estão em fase; o comportamento real inclui perdas e parasitas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026
Que tipo de onda tem um tempo de subida significativamente mais rápido que o tempo de descida (ou vice-versa)?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: Uma onda dente de serra
Porque é esta resposta?
A opção 3, onda dente de serra, descreve uma rampa com retorno rápido, ou a versão invertida. A assimetria entre subida e descida é a característica pedida. Uma sinusóide não apresenta essa diferença sistemática; uma onda quadrada ideal tem ambas as transições rápidas.
Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.
Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026
Em que consiste o alfa de um transístor de junção bipolar?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: Na variação da corrente do coletor em relação à corrente do emissor
Porque é esta resposta?
A opção 3 relaciona a variação da corrente de colector com a variação da corrente de emissor: é o ganho alfa. Em contínuo usa-se a razão entre essas correntes; para pequenas variações considera-se a razão das variações no ponto de funcionamento. Beta relaciona colector e base, não colector e emissor.
Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
A potência de ruído é dada pela expressão Pn=kTB Como se designa a constante k?
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Resposta de referência
Opção D: Constante de Boltzman
Porque é esta resposta?
A constante k na expressão \(P_n=kTB\) representa a Constante de Boltzmann, que é uma constante fundamental na física e é usada para relacionar a temperatura de um sistema com a energia térmica média das partículas que o compõem. Ela é frequentemente denotada por k e tem o valor aproximado de \(1.380649 \times 10^{-23}\) joules por kelvin (J/K).
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026 · Perguntas do exame de 29 de outubro de 2026
Diz-se que dois sinais sinusoidais estão em fase?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção A: Quando o desfasamento entre eles é de 0 graus
Porque é esta resposta?
A opção 1, desfasamento de 0°, corresponde a sinais em fase. A variante de quadratura usa 90° e a de oposição de fase usa 180°; cada enunciado mantém a sua resposta própria.
Erro comum: Reutilizar a resposta de uma pergunta parecida sem conferir o enunciado e as ligações da figura.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Como podemos diminuir a potência de ruído de um sistema de receção?
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Resposta de referência
Opção C: Filtrando de forma a diminuir o mais possível a largura de banda efetiva do sistema, sem degradar o sinal desejado
Porque é esta resposta?
No modelo de ruído térmico disponível, \(P_n=kTB\), a potência de ruído é proporcional à largura de banda B. Reduzir a banda do receptor à estritamente necessária diminui o ruído integrado. Cortar parte do espectro útil também degrada a informação, pelo que não se deve estreitar o filtro sem atender ao modo recebido. Pn mede-se em W, T em K, B em Hz e k é a constante de Boltzmann em J/K.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Qual a largura de banda total de uma transmissão de fonia FM com 5 kHz de desvio e frequência máxima de modulação de 3 kHz?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção D: 16 kHz
Porque é esta resposta?
A opção 4 («16 kHz») corresponde à estimativa pela regra de Carson: \(B\approx2(\Delta f+f_m)=2(5+3)\,\mathrm{kHz}=16\,\mathrm{kHz}\). Aqui, \(B\) é a largura de banda estimada, \(\Delta f\) o desvio de pico e \(f_m\) a frequência máxima de modulação, todos em kHz. O desvio de 5 kHz está legível na segunda versão recebida; não foi inferido a partir da resposta. A variante cat1-176 usa 3 kHz e 2,5 kHz e resulta em 11 kHz.
Raciocínio passo a passo
Identificar o desvio de pico: 5 kHz, e a frequência máxima de modulação: 3 kHz.
Aplicar a regra aproximada de Carson: duas vezes a soma dessas frequências.
Calcular \(2(5+3)=16\,\mathrm{kHz}\), correspondente à opção 4.
Erro comum: Reutilizar os 11 kHz da variante que usa desvio de 3 kHz e modulação de 2,5 kHz.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
O ruído térmico é um sinal
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: aleatório
Porque é esta resposta?
O ruído térmico resulta da agitação térmica dos portadores de carga e varia de forma aleatória. Não é uma sinusóide periódica nem um sinal previsível instante a instante; descreve-se por grandezas estatísticas, como potência média e densidade espectral.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Antenas, linhas e adaptação · Antenas, linhas e adaptação
Qual das frases está correta?
Ver resposta e explicação
Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: Um guia de ondas tem menos perdas de Joule que um cabo coaxial
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta assinalada no exame. Na banda de micro-ondas apropriada, um guia metálico oco pode ter menores perdas de condução (Joule) que uma linha coaxial: as correntes distribuem-se pelas paredes, com menor densidade. Não significa ausência de perdas nem uma comparação universal para quaisquer dimensões, materiais ou frequência. O guia só opera acima da frequência de corte do modo e pode ter secção rectangular ou circular.
Erro comum: Aplicar a comparação de perdas fora da banda útil ou supor que todos os guias têm secção circular.
5. Transformadores e adaptação de impedâncias · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
O primário de um transformador com 1000 espiras é percorrido por uma corrente de 5 A. Qual será a corrente no secundário do transformador se este tiver 500 espiras?
Ver resposta e explicação
Resposta assinalada na cópia do exame
Opção D: 10 A
Porque é esta resposta?
No transformador ideal, as correntes variam inversamente ao número de espiras: \(I_{\mathrm{s}}=I_{\mathrm{p}}N_{\mathrm{p}}/N_{\mathrm{s}}=5\times1000/500=10\,\mathrm{A}\), opção 4. Aqui, \(I_{\mathrm{p}}\) e \(I_{\mathrm{s}}\) são as correntes primária e secundária em amperes, e \(N_{\mathrm{p}}\), \(N_{\mathrm{s}}\) os números de espiras. A aproximação despreza perdas e corrente magnetizante. A variante cat1-46 usa outros valores e resulta em 1 A.
Erro comum: Usar para a corrente a razão secundário/primário das tensões, obtendo 2,5 A.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Ao transmitir um sinal de dados, por que razão é importante saber qual o respetivo ciclo de trabalho ("duty cycle")?
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Resposta de referência
Opção B: Para evitar quaisquer danos no andar final de saída do transmissor
Porque é esta resposta?
O ciclo de trabalho, que é a proporção do tempo em que o sinal está ativo em relação ao tempo total, tem um papel fundamental aqui. Se o ciclo de trabalho for muito alto e o sinal estiver ativo a maior parte do tempo, o amplificador do andar final estará funcionando constantemente em sua capacidade máxima, gerando calor contínuo e potencialmente levando a superaquecimento.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
6. Díodos e semicondutores · 6. Díodos e semicondutores
Que tipo de dispositivo semicondutor varia a sua capacidade interna à medida que ocorre uma variação na tensão aplicada aos seus terminais?
Ver resposta e explicação
Resposta assinalada na cópia do exame
Opção A: Díodo varactor ou varicap
Porque é esta resposta?
A opção 1 identifica o díodo varactor ou varicap. Em polarização inversa, a capacidade da junção varia com a tensão aplicada, permitindo ajustar a sintonia de um circuito. O Zener é usado como referência de tensão; o díodo de túnel e o retificador controlado de silício não são a resposta à propriedade pedida. A pergunta cat1-51 pede a definição de varicap com alternativas diferentes.
Erro comum: Confundir a capacidade variável do varicap com a estabilização de tensão do Zener.
Modulação digital e amostragem · 1. Do fenómeno físico aos bits
Que tipo de informação pode ser transmitido por meio de formas de onda digitais?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as opções são válidas
Porque é esta resposta?
Voz, imagens e outros dados podem ser representados por bits ou símbolos e transmitidos por formas de onda digitais. «Digital» descreve a representação da informação, não o seu conteúdo. Uma fonte analógica, como voz ou vídeo, exige conversão antes de ser codificada digitalmente.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 1. Do fenómeno físico aos bits
Qual das seguintes técncicas costuma ser usada para converter sinais analógicos em digitais?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Amostragem sequêncial
Porque é esta resposta?
A amostragem sequencial mede o sinal analógico em instantes sucessivos, normalmente regulares. É uma etapa da conversão analógica/digital: seguem-se a quantificação dos valores em níveis discretos e a codificação desses níveis em bits. Amostragem, por si só, não completa a conversão.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 4. Bits, símbolos e modulação
O bit rate pode ser definido como
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: o número de bits por segundo
Porque é esta resposta?
Bit rate é a taxa de bits: o número de bits transmitidos por segundo, medido em bit/s. Não é a taxa de erros nem a taxa de símbolos; um símbolo pode transportar vários bits.
Erro comum: Confundir bit/s com símbolos/s ou com a taxa de erros de bits.
Modulação digital e amostragem · 1. Do fenómeno físico aos bits
Que parâmetro varia no sinal modulado num sistema de modulação por posição de pulso, vulgarmente designado por PPM ("Pulse-Position Modulation")?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: O momento em que se produz cada pulso
Porque é esta resposta?
Em PPM (Pulse-Position Modulation, modulação por posição de impulso), a informação altera o instante em que ocorre cada impulso relativamente a uma referência temporal. No modelo básico, amplitude e duração permanecem constantes. Alterar a duração corresponde a PWM; alterar a amplitude corresponde a PAM.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 6. Formas de onda, códigos e protecção contra erros
A que estão associadas as siglas CRC e FEC nas comunicações eletrónicas?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: A sistemas de deteção de erros em transmissão de dados
Porque é esta resposta?
CRC e FEC tratam erros de transmissão, mas têm funções distintas. CRC (Cyclic Redundancy Check) permite detectar erros pela verificação de redundância cíclica. FEC (Forward Error Correction) acrescenta redundância para que o receptor consiga corrigir certos erros sem retransmissão. A opção agrupa estas técnicas; não significa que FEC se limite à detecção.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 4. Bits, símbolos e modulação
Numa comunicação o bit rate é de 9600. Sabendo que o baud rate é de 4800, qual o número de bits por símbolo/palavra (conjunto de bits com comprimento fixo)?
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Resposta de referência
Opção A: 2
Porque é esta resposta?
A taxa de símbolos é 4800 símbolos por segundo e a taxa de bits é 9600 bit/s. Assim, no modelo da pergunta, cada símbolo transporta \(9600/4800=2\) bits. Baud conta símbolos por segundo, incluindo símbolos repetidos; não conta necessariamente mudanças de nível.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 4. Bits, símbolos e modulação
Qual das afirmações está correta?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Duma forma geral e para um dado tipo de comunicação, quanto maior o bit rate maior é a largura de faixa necessária
Porque é esta resposta?
Para a mesma modulação, codificação e filtragem, aumentar a taxa de bits tende a exigir maior largura de banda. Não existe uma regra universal que torne a banda igual ao dobro da taxa de bits: a relação depende dos bits por símbolo, pulsos e qualidade pretendida. Distinguir o critério de amostragem do limite de taxa de símbolos de um canal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Modulação digital e amostragem · Resumo e glossário
A conversão analógica/digital pode ser dividida em três etapas que são
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: a amostragem, a quantificação e a codificação
Porque é esta resposta?
A conversão tem três etapas: amostragem, que escolhe valores em instantes discretos; quantificação, que aproxima cada valor por um nível disponível; e codificação, que representa o nível por uma palavra binária. São operações diferentes: discretizar o tempo não discretiza automaticamente a amplitude.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 2. Critério de Nyquist e aliasing
Numa conversão analógica/digital em que consiste o aliasing?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: É a distorção resultante do não cumprimento do teorema de Nyquist
Porque é esta resposta?
O aliasing é particularmente perigoso porque ocorre durante a amostragem: depois de os valores terem sido convertidos, não é possível distinguir simplesmente uma componente original de uma componente que tenha dobrado para a banda.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Como reage um condensador a uma corrente alternada?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: À medida que aumenta a frequência da corrente alternada aplicada a reactância diminui
Porque é esta resposta?
A reactância capacitiva é \(X_C=\frac{1}{2\pi f C}\). Mantendo C, aumentar a frequência diminui \(X_{\mathrm{C}}\); mantendo a frequência, diminuir C aumenta \(X_{\mathrm{C}}\). A relação aplica-se ao modelo de condensador ideal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
A reactância de um condensador é tanto maior quanto
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: menor for a sua capacidade
Porque é esta resposta?
A reactância capacitiva é \(X_C=\frac{1}{2\pi f C}\). Mantendo C, aumentar a frequência diminui \(X_{\mathrm{C}}\); mantendo a frequência, diminuir C aumenta \(X_{\mathrm{C}}\). A relação aplica-se ao modelo de condensador ideal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Em que consiste a reactância numa bobina?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Oposição ao fluxo de corrente alternada causada pela sua indutância
Porque é esta resposta?
A reactância indutiva é \(X_{\mathrm{L}}=2\pi f L\), a oposição reactiva de uma bobina ideal à corrente alternada. Mantendo L, aumentar a frequência aumenta \(X_{\mathrm{L}}\); não é a resistência do fio nem uma dissipação média de energia no indutor ideal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Que razão importante existe para que numa bobina se usem toróides de ferro pulverizado em vez de toróides de ferrite?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Os toróides de fero pulverizado têm normalmente maior estabilidade de temperatura
Porque é esta resposta?
Ferrite e ferro pulverizado não são sinónimos: o ferro pulverizado tem normalmente uma folga distribuída e pode oferecer boa estabilidade térmica; a ferrite tem geralmente maior permeabilidade e permite obter a mesma indutância com menos espiras.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
O fator de qualidade (Q) de uma bobina é tanto maior
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Resposta de referência
Opção B: quanto menor for a sua resistência parasita
Porque é esta resposta?
Para uma bobina modelada por uma indutância L em série com uma resistência de perdas Rs, \(Q=2\pi fL/R_s\). À mesma frequência e indutância, diminuir a resistência parasita aumenta Q, porque diminui a perda relativamente à energia armazenada. Q não tem unidade, f mede-se em Hz, L em H e Rs em Ω. A relação vale na região em que o modelo da bobina é adequado.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Como devem ser posicionadas duas bobinas de forma a minimizar a indutância mútua?
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Resposta de referência
Opção C: Com os seus eixos de enrolamento na perpendicular entre si
Porque é esta resposta?
Para reduzir a indutância mútua indesejada entre duas bobinas, coloca-se normalmente o eixo de uma perpendicular ao eixo da outra e aumenta-se a distância quando possível.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
O valor do coeficiente de auto-indução de uma bobina cilíndrica é tanto maior quanto
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: maior for o número de espiras da bobina
Porque é esta resposta?
No modelo de solenoide comprido, \(L\approx\mu N^2A/\ell\): L é a indutância (H), μ a permeabilidade efectiva (H/m), N o número de espiras, A a área da secção (m²) e ℓ o comprimento do enrolamento (m). Mantendo a geometria e o núcleo, mais espiras aumentam a indutância; a permeabilidade do núcleo também a influencia. A expressão é aproximada e não ignora saturação ou efeitos de frequência.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
O valor do coeficiente de auto-indução de uma bobina cilíndrica depende, entre outros fatores,
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: do número de espiras e da permeabilidade magnética do material que constitui o seu núcleo
Porque é esta resposta?
No modelo de solenoide comprido, \(L\approx\mu N^2A/\ell\): L é a indutância (H), μ a permeabilidade efectiva (H/m), N o número de espiras, A a área da secção (m²) e ℓ o comprimento do enrolamento (m). Mantendo a geometria e o núcleo, mais espiras aumentam a indutância; a permeabilidade do núcleo também a influencia. A expressão é aproximada e não ignora saturação ou efeitos de frequência.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Num transformador ideal qual a relação entre as potências do primário (potência fornecida ao transformador) e do secundário (potência fornecida pelo transformador ao circuito que se pretende alimentar)?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: São iguais
Porque é esta resposta?
Num transformador ideal, a potência de entrada e a potência de saída são iguais, descontando perdas no modelo real.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Qual razão para a existência de tensão no secundário de um transformador quando está ligada uma fonte de tensão alternada ao primário do transformador?
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Resposta de referência
Opção C: Indutância mútua
Porque é esta resposta?
A corrente alternada do primário cria fluxo magnético variável que liga os dois enrolamentos. Esse acoplamento, chamado indutância mútua, induz tensão no secundário; a transferência não exige uma ligação condutora entre os enrolamentos.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Qual o objectivo de um circuito step-start numa fonte de alientação da alta tensão?
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Resposta de referência
Opção D: Permitir o carregamento gradual do filtro dos condensadores
Porque é esta resposta?
O step-start limita a corrente inicial enquanto os condensadores de filtragem se carregam. Depois da fase de arranque, a limitação pode ser retirada pela configuração prevista; o objectivo é reduzir o pico de corrente, não tornar segura uma fonte de alta tensão.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
O primário de um transformador com 100 espiras é percorrido por uma corrente de 10 A. Qual será a corrente no secundário do transformador se este tiver 1000 espiras?
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Resposta de referência
Opção A: 1 A
Porque é esta resposta?
No transformador ideal, as correntes são inversamente proporcionais às espiras: \(I_{\mathrm{s}}/I_{\mathrm{p}} = N_{\mathrm{p}}/N_{\mathrm{s}}\). Com 100 espiras no primário, 1000 no secundário e \(I_{\mathrm{p}} = 10 A\), \(I_{\mathrm{s}} = 10 \times 100/1000 = 1 A\). A aproximação despreza perdas e corrente magnetizante.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Qual é a tensão no secundário de 500 espiras de um transformador se o primário de 2250 espiras do transformador tiver uma tensão alternada de 120 V?
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Resposta de referência
Opção C: 26,7 V
Porque é esta resposta?
Num transformador ideal, a tensão é proporcional ao número de espiras: \(V_s/V_p=N_s/N_p\). Com 120 V no primário de 2250 espiras e 500 espiras no secundário, \(V_s=120\times500/2250\approx26,7\,\mathrm V\). Os índices p e s identificam primário e secundário; as tensões são valores eficazes. Desprezam-se perdas e queda sob carga.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
O primário de um transformador com 1000 espiras é alimentado com uma tensão de 200 V. Qual será a tensão no secundário do transformador se este tiver 100 espiras?
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Resposta de referência
Opção C: 20 V
Porque é esta resposta?
Aplicando a regra de (3 simples) \(100\times200/1000=20\,\mathrm V\).
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Pretende-se adaptar um circuito cuja impedância de saída é de 15 Ohm, com a entrada de um amplificador cuja impedância de entrada é de 50 Ohm. Qual deverá ser a relação entre o número de
espiras no primário e no secundário do transformador de impedâncias?
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Resposta de referência
Opção A: O número de espiras no secundário deverá ser maior que o número de espiras no primário
Porque é esta resposta?
Para adaptação ideal, a relação de impedâncias é o quadrado da relação de espiras. Ligando o lado de 15 Ω ao primário e o de 50 Ω ao secundário, \(N_s/N_p=\sqrt{50/15}\approx1,83\). Logo, o secundário precisa de mais espiras. Np e Ns são números de espiras; a razão não tem unidade.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
Quando é que ocorre a polarização inversa de um díodo?
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Resposta de referência
Opção D: A polarização inversa de um díodo ocorre quando o cátodo fica submetido a um potencial positivo relativamente ao ânodo
Porque é esta resposta?
Num díodo, há polarização inversa quando o cátodo está a potencial mais positivo do que o ânodo. A junção bloqueia a condução directa, conservando uma corrente de fuga e limites de tensão inversa próprios.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
Que tipo de polarização é necessária para um LED se iluminar?
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Resposta de referência
Opção B: Polarização directa
Porque é esta resposta?
Um LED emite luz quando está em condução directa, com o ânodo positivo relativamente ao cátodo. É necessário limitar a corrente; a polarização inversa não é o regime usado para o iluminar.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
O que é corrente de fuga num díodo bipolar de germânio?
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Resposta de referência
Opção C: É a corrente que passa no díodo quando está inversamente polarizado
Porque é esta resposta?
A corrente de fuga é a corrente que ainda passa num díodo polarizado inversamente, antes da ruptura. Num díodo de germânio pode ser apreciável e aumenta com a temperatura. Distingue-se da corrente directa e da forte corrente de ruptura; «bloqueio» de um díodo real não significa corrente exactamente nula.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Qual das seguintes opções descreve a construção de um transístor MOSFET?
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Resposta de referência
Opção B: A porta está separada do canal por uma camada fina isolante
Porque é esta resposta?
A porta fica separada do canal por uma camada isolante fina, o que explica a impedância de entrada elevada e também a sensibilidade a descargas electrostáticas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Por que razão é que diversos dispositivos MOSFET têm díodos de proteção Zener incorporados na porta?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Para evitar que o isolamento da porta seja perfurado por descargas estáticas ou tensões excessivas
Porque é esta resposta?
A porta de um MOSFET está isolada do canal por uma camada fina sensível a sobretensões. A protecção por Zener limita a tensão porta–fonte para reduzir o risco de perfuração do isolamento, sem dispensar precauções contra descargas electrostáticas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Qual das seguintes opções constitui um teste de grande utilidade para um transístor de silício NPN, em que a junção PN está polarizada diretamente?
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Resposta de referência
Opção D: Medir a tensão entre a base e o emissor com um voltímetro - a medida deve ser cerca de 0,6 a 0,7 Volt
Porque é esta resposta?
Para uma junção base–emissor de silício em condução directa, uma leitura típica é cerca de 0,6 a 0,7 V. A interpretação exige conhecer a polaridade, a polarização e o circuito: esse valor isolado não prova que todo o transístor funciona correctamente.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Em que consiste o beta de um transístor de junção bipolar?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Na variação da corrente do coletor em relação à corrente de base
Porque é esta resposta?
Beta é o ganho de corrente do transístor bipolar. Em pequenos sinais, relaciona a variação da corrente de colector com a da base no ponto de funcionamento: \(\beta=\Delta I_C/\Delta I_B\). A razão DC correspondente é \(I_C/I_B\); não se deve assumir que ambas são constantes ou exactamente iguais em qualquer ponto. As correntes usam a mesma unidade e beta não tem unidade.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Que significa a sigla CMOS?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Complementary Metal-Oxide Semiconductor
Porque é esta resposta?
CMOS significa Complementary Metal-Oxide Semiconductor: usa dispositivos MOS complementares. O nome descreve a tecnologia; o baixo consumo estático típico não significa consumo nulo em comutação.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Como se compara a impedância de entrada DC na porta de um transístor de efeito de campo (FET) com a impedância de entrada DC de um transístor bipolar?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: O FET tem uma impedância de entrada elevada; o transístor bipolar tem uma impedância de entrada baixa
Porque é esta resposta?
A entrada de um FET tem normalmente elevada impedância DC, porque a porta controla o canal sem exigir a corrente de base de um BJT. No MOSFET, o isolamento da porta é central para esse comportamento; os dois dispositivos não têm a mesma impedância de entrada.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Qual a vantagem de dispositivos lógicos CMOS sobre dispositivos TTL?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Baixo consumo de energia
Porque é esta resposta?
CMOS costuma consumir menos potência estática do que TTL, mas nenhuma família é “sempre melhor”: velocidade, níveis lógicos, alimentação e imunidade devem ser compatíveis.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
A montagem em emissor comum caracteriza-se pela seguinte configuração:
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: emissor à massa (em AC), sinal de entrada entre a base e o emissor e sinal de saída entre o coletor e o emissor (massa)
Porque é esta resposta?
No emissor comum, o emissor é o ponto comum de referência em AC. A entrada é entre base e emissor e a saída entre colector e emissor; não se trata da cadeia de modulação de um emissor de rádio.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
A montagem com um transístor, designada como "seguidor de emissor" (ou "coletor comum"), caracteriza-se por ter
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
O seguidor de emissor, ou colector comum, apresenta ganho de tensão próximo de um, impedância de entrada elevada e impedância de saída baixa, nas condições usuais. O ganho de corrente pode ser elevado; não é ele que se considera unitário. É útil para isolar uma fonte de sinal da carga, respeitando corrente, polarização e excursão disponíveis.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Qual a principal função de uma grelha de blindagem num tubo de vácuo?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Redução da capacidade entre a grelha e a placa
Porque é esta resposta?
A grelha de blindagem num tubo de vácuo reduz a capacidade e o acoplamento entre a grelha de controlo e a placa (ânodo). Ajuda a melhorar o comportamento em RF, mas não substitui a grelha de controlo nem elimina todas as capacidades parasitas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Num AMPOP teoricamente ideal, como varia o ganho com a frequência, dentro da sua gama de frequências de operação?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Não varia com a frequência
Porque é esta resposta?
O enunciado pede o modelo teoricamente ideal, em que o ganho não depende da frequência. No dispositivo real, o ganho diminui com a frequência e é limitado pela largura de banda e compensação; não se deve usar esse limite real para responder ao modelo ideal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Qual a vantagem do recurso a circuitos com AMPOP em comparação com a utilização de elementos LC num filtro de áudio?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Os AMPOP apresentam ganho em vez de perdas de inserção
Porque é esta resposta?
Filtros activos com amplificadores operacionais podem evitar bobinas, oferecer ganho e permitir valores práticos em áudio; exigem alimentação, largura de banda, estabilidade e margem de saída.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Qual a tensão à saída do circuito da figura, em que R1=1000 Ohm e R2=10000 Ohm, se à entrada for aplicada uma tensão de 0,23 V?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 2,3 V
Conclusão da sebenta
Opção D: -2,3 V
Porque é esta resposta?
A resposta aceite na pergunta 35 do exame de 29.10.2026 é a opção 4 («-2,3 V»). A entrada chega ao terminal inversor e a entrada não inversora está à massa. No modelo ideal, o ganho é −10000/1000 = −10; com entrada de 0,23 V, a saída é −2,3 V. O sinal negativo representa a inversão de fase. A opção histórica 2 («2,3 V») conserva apenas o módulo e não é a resposta usada no treino.
Erro comum: Omitir a inversão de sinal do operacional.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Em que consiste um amplificador operacional?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Um amplificador diferencial de ganho elevado, cujas características são determinadas pelos componentes externos ao amplificador
Porque é esta resposta?
Um AMPOP é um amplificador diferencial de elevado ganho em malha aberta: amplifica a diferença de tensão entre duas entradas. Em funcionamento linear com realimentação negativa, a rede externa determina principalmente o ganho e a função do circuito. As características reais do integrado, a alimentação e a largura de banda continuam a impor limites.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual é a capacidade equivalente de dois condensadores de 5000 pF e um condensador de 750 pF todos ligados em paralelo?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: 10750 pF
Porque é esta resposta?
Condensadores em paralelo somam capacidades: \(C_{\mathrm{eq}} = 5000 + 5000 + 750 = 10 750 pF\). Não se aplica a soma dos inversos, que corresponde à associação em série.
Raciocínio passo a passo
Em paralelo, somam-se as capacidades: \(C_{eq}=C_1+C_2+C_3\).
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Qual a indutância de três bobinas de 10 mH ligados em paralelo?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: 3,33 mH
Porque é esta resposta?
As três bobinas iguais, ligadas em paralelo e sem acoplamento mútuo, têm indutância equivalente igual à de uma dividida por três: \(10/3\,\mathrm{mH}\approx3,33\,\mathrm{mH}\). O acoplamento magnético entre bobinas pode alterar esta regra.
Raciocínio passo a passo
Para indutâncias sem acoplamento em paralelo: \(1/L_{eq}=1/L_1+1/L_2+1/L_3\).
Com três bobinas iguais, \(L_{eq}=10/3\,\mathrm{mH}\approx3,33\,\mathrm{mH}\).
Erro comum: Inverter a fórmula, usar a grandeza errada ou ignorar as unidades.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual a capacidade de um condensador de 20 microfarad ligado em série a um condensador de 50 microfarad?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 14,3 microfarad
Porque é esta resposta?
Dois condensadores em série têm \(C_{eq}=C_1C_2/(C_1+C_2)\). Com 20 µF e 50 µF, resulta \(1000/70\,\mathrm{\mu F}\approx14,3\,\mathrm{\mu F}\), menor que cada capacidade individual. C1 e C2 são as capacidades dos dois condensadores; Ceq é a equivalente.
Raciocínio passo a passo
Para dois condensadores em série, \(C_{eq}=C_1C_2/(C_1+C_2)\).
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual a capacidade de três condensadores de 100 microfarad ligados em série?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: 33,3 microfarad
Porque é esta resposta?
Em série, \(1/C_{\mathrm{eq}} = 1/C₁ + 1/C₂ + 1/C₃\). Para três capacidades iguais de 100 µF, \(C_{\mathrm{eq}} = 100/3 ≈ 33,3 µF\); a capacidade equivalente fica menor do que cada uma delas.
Raciocínio passo a passo
Para três condensadores iguais em série, a capacidade equivalente é um terço da individual.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Que componente se deverá adicionar a uma bobina de forma a aumentar a indutância do circuito?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Uma bobina ligada em série
Porque é esta resposta?
Acrescentar outra bobina em série aumenta a indutância total, desde que o acoplamento mútuo seja desprezável: \(L_{eq}=L_1+L_2\). As indutâncias devem usar a mesma unidade. Se as bobinas estiverem magneticamente acopladas, a indutância mútua e o sentido dos enrolamentos também contam.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
O condensador real (portanto não ideal) pode ser modelado por uma associação de três componentes ideais. Quais são esses componentes?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Condensador ideal, bobina ideal e resistência ideal
Porque é esta resposta?
O modelo pedido reúne um condensador ideal, uma resistência e uma bobina. A resistência representa perdas, incluindo a resistência série equivalente; a bobina representa a indutância parasita dos terminais e da construção. Estes parasitas explicam por que razão um condensador real deixa de se comportar como uma capacidade ideal em frequências elevadas.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Os efeitos capacitivos parasitas entre as espiras das bobinas reais (portanto não ideais) manifestam-se mais
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: nas frequências mais elevadas
Porque é esta resposta?
A capacidade parasita entre espiras torna-se relevante em frequências altas e, juntamente com a indutância, cria uma auto-ressonância. Perto ou acima dela, a bobina deixa de se comportar como o indutor ideal previsto pela fórmula \(X_{\mathrm{L}}=2\pi f L\).
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Qual é o efeito provocado pelas capacidades parasitas entre as espiras numa bobina?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: A bobina pode adquirir ressonância própria em determinadas frequências
Porque é esta resposta?
A capacidade parasita entre espiras torna-se relevante em frequências altas e, juntamente com a indutância, cria uma auto-ressonância. Perto ou acima dela, a bobina deixa de se comportar como o indutor ideal previsto pela fórmula \(X_{\mathrm{L}}=2\pi f L\).
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
Qual a queda tensão aos terminais de uma ligação em série de dois díodos de junção de silício?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: É cerca do dobro da queda de tensão em cada um deles
Porque é esta resposta?
Num caminho em série, as quedas de tensão nos dois díodos em condução directa somam-se. Para dois díodos semelhantes e à mesma corrente, a queda total é aproximadamente o dobro da de um deles; o valor real varia com corrente e temperatura.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Qual das seguintes opções constitui um efeito indesejado da utilização de um filtro de largura de banda demasiado ampla na secção IF de um recetor?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Podem-se captar sinais indesejados
Porque é esta resposta?
Uma largura de banda de FI demasiado ampla deixa passar sinais indesejados e mais ruído. O filtro deve preservar a largura necessária ao sinal útil e rejeitar o que fica fora dela, sem confundir largura de banda com frequência central.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Qual dos seguintes modos é mais afectado por uma resposta em fase não-linear num filtro IF de um receptor?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Digital
Porque é esta resposta?
Uma resposta de fase não linear implica atrasos diferentes para componentes espectrais diferentes e pode deformar impulsos ou símbolos. Os modos digitais podem ser especialmente afectados porque a recuperação depende da forma e do instante dos símbolos.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Qual a largura de banda a -3 dB de um circuito ressonante em paralelo com frequência de ressonância de 7,1 MHz e fator Q=150?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: 47,33 kHz
Porque é esta resposta?
No modelo ressonante usado no enunciado, \(Q = f₀/B\), logo \(B = f₀/Q\). Com \(f₀ = 7,1 MHz\) e \(Q = 150\), obtém-se \(B ≈ 47,33 kHz\). A divisão tem de conservar a unidade de frequência; o resultado é a largura total a −3 dB.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Qual a largura de banda a -3 dB de um circuito ressonante em paralelo com frequência de ressonância de 3,7 MHz e fator Q=118?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: 31,36 kHz
Porque é esta resposta?
No modelo ressonante usado no enunciado, \(Q = f₀/B\), logo \(B = f₀/Q\). Com \(f₀ = 3,7 MHz\) e \(Q = 118\), obtém-se \(B ≈ 31,36 kHz\). A divisão tem de conservar a unidade de frequência; o resultado é a largura total a −3 dB.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual a frequência de ressonância aproximada de um circuito em série RLC se R=22 Ohm, L=0,05 mH e C=40 pF?
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Resposta de referência
Opção C: 3,56 MHz
Porque é esta resposta?
A frequência de ressonância série ideal é \(f_0=1/(2\pi\sqrt{LC})\), com f0 em Hz, L em H, C em F e π a constante pi. Convertendo 0,05 mH para \(5 \times 10⁻⁵ H\) e 40 pF para \(4 \times 10⁻¹¹ F\), obtêm-se aproximadamente 3,56 MHz. A resistência de 22 Ω determina perdas e Q, mas não entra nesta aproximação da frequência. O valor 22,36 MHz resulta de omitir o factor 2π e não é a resposta correcta.
Raciocínio passo a passo
Converter \(L=0,05\,\mathrm{mH}=5\times10^{-5}\,\mathrm H\) e \(C=40\,\mathrm{pF}=4\times10^{-11}\,\mathrm F\).
\(f_0=1/(2\pi\sqrt{LC})\approx3,56\,\mathrm{MHz}\). O valor de 22,36 MHz omite o factor 2π e está errado.
Erro comum: Inverter a fórmula, usar a grandeza errada ou ignorar as unidades.
Qual a frequência de ressonância aproximada de um circuito em série RLC se R=56 Ohm, L=0,04 mH e C=200 pF?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 1,78 MHz
Porque é esta resposta?
Usa-se \(f₀ = 1/(2π\sqrt{LC})\), convertendo \(L = 0,04 mH\) para henrys e \(C = 200 pF\) para farads. O resultado é aproximadamente 1,78 MHz. A resistência afecta perdas e Q; a aproximação de ressonância usada no enunciado depende de L e C.
Raciocínio passo a passo
Converter \(L=4\times10^{-5}\,\mathrm H\) e \(C=2\times10^{-10}\,\mathrm F\).
Qual a frequência de ressonância de um circuito em paralelo RLC se R=33 Ohm, L=0,05 mH e C=10 pF?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: 7,12 MHz
Porque é esta resposta?
Usa-se \(f₀ = 1/(2π\sqrt{LC})\), convertendo \(L = 0,05 mH\) para henrys e \(C = 10 pF\) para farads. O resultado é aproximadamente 7,12 MHz. A resistência afecta perdas e Q; a aproximação de ressonância usada no enunciado depende de L e C.
Raciocínio passo a passo
Converter \(L=5\times10^{-5}\,\mathrm H\) e \(C=10^{-11}\,\mathrm F\).
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Um filtro a cristal
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: é um filtro que usa cristais de quartzo para a ressonância
Porque é esta resposta?
Um filtro a cristal usa a ressonância de cristais de quartzo para seleccionar uma faixa estreita de frequências. A resposta depende da associação dos cristais e da carga, não apenas da existência de um cristal no circuito.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
O fator de qualidade (Q) de um filtro passivo com uma dada frequência de ressonância (fr) é tanto maior
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: quanto menor for a largura de banda (B) a -3 dB
Porque é esta resposta?
Para a mesma frequência de ressonância, \(Q = f₀/B\): quanto menor a largura de banda B a −3 dB, maior é o factor de qualidade. Um Q elevado descreve uma resposta mais estreita, não necessariamente maior ganho.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Quais das seguintes características possui uma rede em T com condensadores em série e uma bobina de derivação (shunt) em paralelo?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Transforma impedâncias e é um filtro passa-alto
Porque é esta resposta?
Na rede T descrita, os dois condensadores estão no percurso série e a bobina liga o ponto central à referência. A baixas frequências os condensadores dificultam a passagem e a bobina desvia o sinal; a resposta é passa-alto. Com valores e terminações apropriados, a rede também pode transformar impedâncias na banda de trabalho.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Filtro de cristal de quartzo caracteriza-se por
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
Os cristais de quartzo têm ressonâncias de Q elevado, permitindo filtros de banda estreita. Oferecem também boa estabilidade de frequência quando escolhidos e utilizados nas condições especificadas. Por isso, as três propriedades enumeradas são compatíveis. A estabilidade não significa imunidade à temperatura, envelhecimento ou capacidade de carga.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual é o valor da impedância de um circuito em série RLC em ressonância?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Aproximadamente igual à resistência do circuito
Porque é esta resposta?
Nesse estado de ressonância, a reatância capacitiva e a reatância indutiva se cancelam mutuamente, resultando em um circuito onde a impedância dominante é a resistência. As outras opções não estão corretas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual o objectivo de uma condensador em série numa rede de antenas de adaptação do tipo gama?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Compensa a reactância indutiva da rede de adaptação
Porque é esta resposta?
Para obter uma impedância puramente resistiva, compensa-se a sua componente reactiva com uma reactância de sinal contrário. Um condensador em série pode compensar a reactância indutiva da rede de adaptação gama; compensar reactância não elimina as perdas resistivas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual a relação de fase entre a corrente e a tensão através de um circuito ressonante em paralelo?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: A tensão e a corrente estão em fase
Porque é esta resposta?
Na ressonância ideal de um circuito LC, \(X_{\mathrm{L}} = X_{\mathrm{C}}\) e os efeitos reactivos cancelam-se na impedância ou admitância de entrada, conforme a topologia. Num RLC paralelo ideal, a entrada fica aproximadamente resistiva: tensão e corrente da alimentação estão em fase e a impedância corresponde à resistência do ramo resistivo.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Em que consiste a ressonância num circuito eléctrico?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: A frequência à qual a reactância capacitiva iguala a reactância indutiva
Porque é esta resposta?
Na ressonância ideal de um circuito LC, \(X_{\mathrm{L}} = X_{\mathrm{C}}\) e os efeitos reactivos cancelam-se na impedância ou admitância de entrada, conforme a topologia. Num RLC paralelo ideal, a entrada fica aproximadamente resistiva: tensão e corrente da alimentação estão em fase e a impedância corresponde à resistência do ramo resistivo.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual o valor da impedância de um circuito com um resistência, uma bobina e um condensador todos em paralelo, em ressonância?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Aproximadamente igual à resistência do circuito
Porque é esta resposta?
Na ressonância ideal de um circuito LC, \(X_{\mathrm{L}} = X_{\mathrm{C}}\) e os efeitos reactivos cancelam-se na impedância ou admitância de entrada, conforme a topologia. Num RLC paralelo ideal, a entrada fica aproximadamente resistiva: tensão e corrente da alimentação estão em fase e a impedância corresponde à resistência do ramo resistivo.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual a vantagem de uma fonte de alimentação comutada relativamente a uma fonte de alimentação linear?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: A fonte comutada, por operar em frequências mais elevadas, permite o recurso a componentes de circuito mais pequenos
Porque é esta resposta?
A comutação a frequência elevada permite usar elementos magnéticos e de filtragem mais pequenos do que numa fonte convencional baseada na frequência da rede. O funcionamento por corte e condução também pode reduzir a dissipação do elemento de controlo. A redução de tamanho e a eficiência dependem do projecto; não decorrem simplesmente de aumentar a frequência.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual das seguintes características é apresentada por um regulador eletrónico linear de tensão?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: A condução do elemento de controlo é variada de forma a manter constante a tensão à saída
Porque é esta resposta?
Os reguladores eletrônicos lineares de tensão mantêm uma tensão de saída constante ajustando a condução do elemento de controle, de modo a compensar variações nas condições da linha ou carga.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
Que dispositivo se costuma usar como referência estável de tensão num regulador linear de tensão?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Um díodo de Zener
Porque é esta resposta?
Um díodo Zener polarizado inversamente na região de ruptura fornece uma tensão de referência aproximadamente constante. Precisa de corrente e dissipação dentro dos limites especificados; a tensão varia com corrente e temperatura. A referência ajuda o elemento regulador a estabilizar a saída, não torna a fonte independente de quaisquer condições de entrada.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Qual o objetivo de Q1 no circuito da figura?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Fornece realimentação negativa para melhorar a regulação
Conclusão da sebenta
Opção C: É o elemento regulador ou de controlo do circuito
Porque é esta resposta?
A opção 3 («É o elemento regulador ou de controlo do circuito») descreve o papel de Q1. O transístor está em série entre a entrada de +25 V, no colector, e a saída de +12 V, no emissor: é o elemento de passagem que fornece corrente à carga e suporta a queda de tensão. R1 polariza a base e D1 estabelece a referência. O seguidor de emissor tem acção correctora local através da tensão base–emissor, mas a função directa pedida para Q1 é a de elemento regulador; a opção 1 não é a melhor identificação do componente. A fonte histórica corrente também indica a opção 3, substituindo o índice 1 da fotografia histórica.
Erro comum: Confundir a acção correctora local do seguidor de emissor com a função directa do transístor de passagem.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Qual o objetivo de C1 no circuito da figura?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Filtra a saída
Conclusão da sebenta
Opção D: Filtra a tensão de alimentação
Porque é esta resposta?
A resposta aceite no exame de 03.09.2026, pergunta 17, é a opção 4 («Filtra a tensão de alimentação»). C1 está ligado entre a linha de entrada de +25 V e a massa, antes de Q1; reduz a ondulação e o ruído da alimentação. O condensador ligado à saída de +12 V é C3. A figura e o gabarito do PDF concordam; a opção histórica 3 («Filtra a saída») fica preservada apenas na fonte de origem.
Erro comum: Confundir o gabarito antigo com a resposta aceite no PDF.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Qual o objetivo de C3 no circuito da figura?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Impede a oscilação própria
Porque é esta resposta?
Na figura desta pergunta, C3 está ligado entre a saída de +12 V e a massa. Desacopla a saída e ajuda a impedir oscilações próprias, com valor e montagem adequados. Não é o condensador de bypass de um amplificador de emissor comum: as mesmas referências de componentes podem ter funções diferentes noutros esquemas.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Qual o objetivo de R2 no circuito da figura?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Fornece uma carga mínima constante a Q1
Porque é esta resposta?
R2 está entre a saída do regulador e a massa: fornece uma carga mínima à saída e, portanto, a Q1, mesmo sem a carga externa principal. Não está ligada à base como diz a nota histórica; a referência da base é estabelecida por R1 e D1.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual a principal desvantagem das fontes de alimentação comutadas em relação às fontes lineares?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Geração de mais ruído eletromagnético
Porque é esta resposta?
A comutação rápida de tensão e corrente pode gerar ruído electromagnético e produtos de alta frequência. Uma fonte comutada exige filtragem e controlo de EMC; a comparação com uma fonte linear não se reduz à dissipação de calor.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual o fator de segurança que oferece uma resistência de drenagem da fonte de alimentação?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Descarrega o condensador de filtragem
Porque é esta resposta?
A resistência de drenagem fornece um caminho de descarga aos condensadores depois de retirar a alimentação. A descarga leva tempo e pode falhar se um componente estiver avariado; não se deve presumir ausência de tensão sem a verificação prevista.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Que tipo de condensador é normalmente utilizado em fontes de alimentação para filtrar os sinais retificados de corrente alternada?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Condensador eletrolítico
Porque é esta resposta?
Condensadores electrolíticos oferecem capacidades elevadas, úteis para reduzir a ondulação depois da rectificação. A escolha deve respeitar polaridade, tensão, corrente de ondulação e temperatura; não se trata apenas do modelo parasita do componente.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Num amplificador de classe B, o transístor conduz durante
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: meio período
Porque é esta resposta?
Em um amplificador de classe B, cada transistor conduz durante meio período (180 graus) da forma de onda de entrada, resultando em um funcionamento mais eficiente, com menos dissipação de calor, mas potencialmente introduzindo distorção de cruzamento.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Num amplificador de classe B
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: o transístor conduz durante meio período
Porque é esta resposta?
Na classe B ideal, cada dispositivo conduz durante metade do ciclo, ou 180°. Num push-pull, dois dispositivos tratam alternadamente as duas metades. A passagem entre eles pode originar distorção de cruzamento se houver uma zona sem condução.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Num amplificador de classe A
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: o transístor conduz durante todo o período
Porque é esta resposta?
Na classe A, o dispositivo mantém condução durante todo o período, ou 360°. A polarização favorece a reprodução linear do sinal, mas mantém consumo e dissipação mesmo sem sinal, reduzindo a eficiência.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual a vantagem de um amplificador de classe C?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Elevada eficiência
Porque é esta resposta?
Os amplificadores de classe C são conhecidos por sua elevada eficiência, pois conduzem apenas durante uma parte pequena do ciclo de sinal de entrada. No entanto, isso geralmente resulta em operação não linear e necessidade de circuitos de sintonização.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Num amplificador de classe AB, o transístor conduz durante
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: mais de meio período
Porque é esta resposta?
Em um amplificador de classe AB, os transistores conduzem por mais de meio período (180 graus), mas menos do que todo o período. Isso visa a combinar eficiência (comparável à classe B) com menor distorção de cruzamento (crossover distortion) comum em amplificadores de classe B.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Num amplificador de classe A, o transístor conduz durante
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: todo o período
Porque é esta resposta?
Em um amplificador de classe A, os transistores conduzem durante todo o período do sinal de entrada. Isso resulta em alta qualidade de amplificação, mas com baixa eficiência, pois os transistores estão sempre ativos, mesmo quando não há sinal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual dos seguintes tipos de amplificadores se caracteriza por ter uma zona morta de funcionamento que causa distorção de cruzamento ("crossover distorsion")?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Amplificador "push-pull"
Porque é esta resposta?
Num push-pull de classe B, cada dispositivo trata uma metade do sinal. Se nenhum conduzir suficientemente perto da passagem por zero, surge uma zona morta e distorção de cruzamento. Push-pull é uma topologia, não um sinónimo de classe B: também pode funcionar em AB ou A, com polarização diferente.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Na figura, qual o objetivo de R1 e R2?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Polarização fixa
Porque é esta resposta?
R1 e R2 formam um divisor resistivo que estabelece a tensão contínua da base e o ponto de funcionamento do transístor. É essa a polarização fixa pedida; não são os condensadores de acoplamento nem a carga do colector. Conferir a posição das resistências na figura é essencial, pois outras referências variam entre os dois desenhos.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Na figura, qual o objectivo de R1 e R2?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Polarização fixa
Porque é esta resposta?
R1 e R2 formam um divisor resistivo que estabelece a tensão contínua da base e o ponto de funcionamento do transístor. É essa a polarização fixa pedida; não são os condensadores de acoplamento nem a carga do colector. Conferir a posição das resistências na figura é essencial, pois outras referências variam entre os dois desenhos.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Que tipo de circuito é apresentado na figura?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Amplificador com emissor comum
Porque é esta resposta?
O sinal entra na base e a saída é retirada do colector. O emissor é a referência comum em AC, com bypass pela rede desenhada: trata-se de um amplificador de emissor comum. A saída em funcionamento linear apresenta inversão de fase relativamente à entrada.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Duma forma geral, os amplificadores sintonizados apresentam uma resposta tipicamente
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: passa- banda
Porque é esta resposta?
O circuito sintonizado privilegia uma faixa em torno da ressonância e atenua frequências abaixo e acima dela. A resposta é, por isso, tipicamente passa-banda, com uma largura dependente do Q e da carga.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Intermodulação, espúrias e EMC · De onde vêm os produtos indesejados
Por que razão é que os produtos de intermodulação de 3ª ordem constituem um aspecto de interesse especial no que respeita aos amplificadores lineares de potência?
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Resposta de referência
Opção A: Porque, duma forma geral, estão bastante próximos do sinal desejado em termos de frequência
Porque é esta resposta?
Com duas frequências \(f₁\) e \(f₂\), produtos de segunda ordem incluem: \(f_1+f_2\) e \(|f_2-f_1|\) Produtos de terceira ordem incluem, entre outros: \(2f_1-f_2\) e \(2f_2-f_1\) Os produtos IM3 podem ficar muito próximos dos tons desejados.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Intermodulação, espúrias e EMC · De onde vêm os produtos indesejados
Num produto de intermodulação de terceira ordem, quantas ferquências estão envolvidas?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Pelo menos duas frequências
Porque é esta resposta?
Com duas frequências \(f₁\) e \(f₂\), produtos de segunda ordem incluem: \(f_1+f_2\) e \(|f_2-f_1|\) Produtos de terceira ordem incluem, entre outros: \(2f_1-f_2\) e \(2f_2-f_1\) Os produtos IM3 podem ficar muito próximos dos tons desejados.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Quais as principais vantagens de um detetor de produto sobre um detetor de envolvente?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: O detetor de produto comporta-se melhor em sinais sobre-modulados e tem uma melhor relação sinal/ruído que um detetor de envolvente
Porque é esta resposta?
O detector de produto mistura o sinal com uma referência coerente e pode recuperar informação mesmo quando a envolvente de AM deixa de representar correctamente o áudio por sobremodulação. É esta a vantagem visada pela opção 2; a comparação de relação sinal/ruído exige condições de recepção equivalentes. Não é, em geral, mais simples nem tem menos componentes do que um detector de envolvente.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Medições, decibéis e eficiência · 1. Decibéis são razões
Qual é a razão aproximada da potência de pico envolvente em relação à potência média num sinal de fonia comum com modulação de voz em banda lateral única?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: 2,5 para 1
Porque é esta resposta?
A razão aproximada de 2,5 para 1 é a estimativa de fonia SSB adoptada nesta pergunta. A PEP mede a potência média num ciclo RF no pico da envolvente; a potência média de voz integra um intervalo maior. A razão varia com as pausas, a voz, a compressão e o processamento, pelo que 2,5 não é uma constante de SSB.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Que tipo de circuito é utilizado em diversos recetores de FM para converter sinais de um amplificador de IF em áudio?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses de resposta estão erradas
Porque é esta resposta?
A FI de um receptor FM é desmodulada por um discriminador de frequência, detector de relação ou outra arquitectura adequada a FM. Nenhum dos três circuitos propostos corresponde a essa função no sentido habitual: o detector de envolvente segue amplitude, o inversor apenas inverte a fase e o detector de produto convencional destina-se a outros modos. Daí a opção «todas erradas».
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Intermodulação, espúrias e EMC · De onde vêm os produtos indesejados
O que acontece quando uma quantidade excessiva de enrgia de sinal atinge um circuito misturador?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Geram-se produtos espúrios no misturador
Porque é esta resposta?
Se o nível aplicado ao misturador exceder a gama prevista, a sua não linearidade e compressão tornam-se mais importantes e aumentam produtos espúrios. O misturador deixa de produzir apenas as conversões úteis de soma e diferença com os níveis esperados. Deve controlar-se o nível de entrada, em vez de confundir sobrecarga com melhoria da sensibilidade.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Osciladores, VCO e PLL · 4. Topologias de oscilador que aparecem em exame
O que determina a frequência de um oscilador LC?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: A indutância e a capacidade no circuito de tanque
Porque é esta resposta?
O circuito de tanque LC selecciona a frequência de oscilação, aproximadamente \(f_0=1/(2\pi\sqrt{LC})\). L é a indutância em H, C a capacidade em F e f0 a frequência em Hz. No circuito real, parasitas, carga e temperatura também deslocam a frequência.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Duma forma geral, qual das condições é necessária para um circuito oscilar?
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Resposta de referência
Opção C: Ter uma realimentação positiva
Porque é esta resposta?
Para isso, precisa de energia, de uma rede que determine a frequência e de uma realimentação que devolva parte do sinal à entrada com a fase e o ganho adequados.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Os osciladores RC ativos (com AMPlificadores Operacionais - AMPOP) não devem ser utilizados para frequências superiores a 1 MHz (e idealmente as frequências de trabalho não deverão ultrapassar os 100 kHz). Porquê?
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Resposta de referência
Opção C: Devido às limitações de resposta em frequência dos AMPlificadoes OPeracionais - AMPOP
Porque é esta resposta?
A resposta em frequência e a velocidade de variação da saída do AMPOP limitam o ganho e a fase disponíveis para sustentar uma oscilação RC. É por isso que um AMPOP de uso geral pode falhar em frequências elevadas. Os valores de 100 kHz e 1 MHz do enunciado são orientações para certos dispositivos, não limites universais dos operacionais modernos.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Quais os componentes básicos de grande parte dos osciladores
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Resposta de referência
Opção D: U filtro e um amplificador que funcione num lop por realimentação (feed-back)
Porque é esta resposta?
Para isso, precisa de energia, de uma rede que determine a frequência e de uma realimentação que devolva parte do sinal à entrada com a fase e o ganho adequados.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Osciladores, VCO e PLL · 4. Topologias de oscilador que aparecem em exame
Como é fornecida a realimentação positiva a um oscilador Hartley?
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Resposta de referência
Opção A: Através de um divisor indutivo
Porque é esta resposta?
: No oscilador Hartley, a realimentação positiva é fornecida através de um divisor indutivo, que consiste em uma bobina (indutor) que conecta a saída do amplificador de RF de volta à entrada, resultando na geração de um sinal oscilante.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Osciladores, VCO e PLL · 4. Topologias de oscilador que aparecem em exame
Como é fornecida a realimentação positiva a um oscilador Colpitts?
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Resposta de referência
Opção C: Através de um divisor capacitivo
Porque é esta resposta?
O oscilador Colpitts obtém a fracção de realimentação a partir de um divisor capacitivo. Distingue-se do Hartley, que usa uma divisão indutiva, e das topologias que estabilizam a oscilação por cristal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Osciladores, VCO e PLL · 4. Topologias de oscilador que aparecem em exame
Como é fornecida a realimentação positiva a um oscilador Pierce?
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Resposta de referência
Opção D: Através de um cristal de quartzo
Porque é esta resposta?
No Pierce, o cristal participa na rede de realimentação e determina fortemente a frequência de oscilação. A condição de oscilação exige ainda ganho e fase adequados; não basta dizer que existe realimentação sem identificar o cristal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Osciladores, VCO e PLL · 4. Topologias de oscilador que aparecem em exame
Em que consiste um oscilador de díodo Gunn?
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Resposta de referência
Opção A: Um oscilador cujo funcionamento se baseia nas propriedades de resistência negativa de semicondutores adequadamente dopados
Porque é esta resposta?
Um oscilador de díodo Gunn é um tipo de oscilador que funciona com base nas propriedades de resistência negativa de semicondutores adequadamente dopados, como o díodo Gunn. Esse efeito permite a geração de sinais de radiofrequência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Como funciona um detector de díodo ?
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Resposta de referência
Opção A: Pela rectificação e filtragem de sinais de RF.
Porque é esta resposta?
O díodo rectifica o sinal RF e a rede de filtragem atenua a componente rápida da portadora, conservando a variação da envolvente. Esse sinal pode reproduzir o áudio de AM nas condições apropriadas. A constante de tempo deve filtrar RF sem apagar as variações de áudio; esta é uma questão de detecção, sem condição regulamentar própria.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
VCO significa Voltage-Controlled Oscillator, oscilador controlado por tensão. A frequência de saída varia em função da tensão de controlo, dentro da sua gama. Não se deve confundir a tensão de controlo com uma simples alteração da amplitude da saída.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Osciladores, VCO e PLL · 7. Estabilidade, ruído de fase e espúrios
Num analisador espectral em que se traduz o ruído de fase, relativamente a uma portadora "ideal" à saída de um emissor?
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Resposta de referência
Opção A: Em sinais muito concentrados em torno da portadora, um pouco acima e um pouco abaixo desta
Porque é esta resposta?
O ruído de fase produz energia em torno da portadora, a pequenos afastamentos acima e abaixo da frequência central. Num analisador aparece como uma elevação ou saia em redor do pico; é diferente de harmónicos afastados e da figura de ruído do receptor.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Osciladores, VCO e PLL · 5. A malha de captura de fase
Duma forma geral, o que é uma malha de captura de fase PLL (Phase Locked Loop)?
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Resposta de referência
Opção A: É uma malha em que o sinal de realimentação é usado para sincronizar a frequência (ou fase) instantânea do sinal de saída com a frequência (ou fase) instantânea do sinal de entrada
Porque é esta resposta?
Uma PLL compara a fase da referência com a do sinal realimentado e corrige o VCO através do filtro de malha. Em bloqueio, a realimentação mantém a relação de frequência e fase prevista; uma referência estável ajuda a estabilizar a saída.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Osciladores, VCO e PLL · 5. A malha de captura de fase
Qual dos seguintes circuitos não poderá fazer parte do diagrama de blocos de uma malha de captura de fase?
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Resposta de referência
Opção B: Detetor de envolvente
Porque é esta resposta?
Um detetor de envolvente não é comumente utilizado em uma malha de captura de fase. Os outros elementos, como VCO, comparador de fase e filtro passa-baixo, são componentes essenciais em uma malha de captura de fase.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Que vantagem se obtém com o uso de um processador digital de sinais (DSP) numa estação de amador?
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Resposta de referência
Opção B: Supressão do ruído dos sinais recebidos
Porque é esta resposta?
O DSP pode reduzir ruído recebido através de filtragem e de algoritmos que exploram diferenças entre o sinal e o ruído. Essa é a vantagem pedida; não elimina todos os ruídos nem recupera informação já perdida por sobrecarga ou amostragem inadequada.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Que vantagem do processamento digital de sinais, relativamente ao processamento analógicos?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
O DSP executa operações numéricas elementares, permite alterar algoritmos por programação e usa coeficientes sem a dispersão física dos componentes de um filtro analógico. As três vantagens enumeradas justificam «todas». A cadeia continua limitada pela entrada analógica, resolução, arredondamentos e capacidade de cálculo.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Qual a vantagem de um receptor com filtro de frequencia intermédia criado com processamento digital de sinal (DSP) relativamente a um receptor com filtro analógico?
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Resposta de referência
Opção A: Pode-se pbter uma vasta gama de largura de banda e de formatos de filtros
Porque é esta resposta?
Num filtro de FI digital, alterar o programa ou os coeficientes permite seleccionar diferentes larguras de banda e formas de resposta. Não é necessário substituir fisicamente uma rede de componentes para cada configuração. A flexibilidade tem limites de amostragem, resolução, atraso e capacidade de processamento.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Qual a vantagem de um receptor co fltro de frequência intermédia criado com processamento digital de sinal (DSP) relativamente a um receptor com filtro analógico?
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Resposta de referência
Opção A: Pode-se obter uma vasta gama de largura de banda e de formatos de filtros
Porque é esta resposta?
Num filtro de FI digital, alterar o programa ou os coeficientes permite seleccionar diferentes larguras de banda e formas de resposta. Não é necessário substituir fisicamente uma rede de componentes para cada configuração. A flexibilidade tem limites de amostragem, resolução, atraso e capacidade de processamento.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
No processamento digital de sinais, são muitas vezes utilizados filtros que se designam por FIR. O que representa esta sigla?
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Resposta de referência
Opção D: "Finite Impulse Response"
Porque é esta resposta?
FIR significa Finite Impulse Response, resposta impulsional finita. No modelo usual, a saída é uma soma ponderada de um número finito de amostras de entrada. Após um impulso isolado, a resposta termina ao fim de um número finito de amostras; «finita» refere-se à duração da resposta.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Duma forma geral para que serve o controlo automático de ganho no processamento de sinais?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses de resposta estão correctas
Porque é esta resposta?
O AGC ajusta o ganho conforme o nível recebido para manter a saída dentro de uma gama útil. Reduz grandes variações de amplitude e ajuda a evitar sobrecarga; é um controlo de ganho, não um VCO nem um medidor de sinal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
No processamento digital de sinais, são muitas vezes utilizados filtros que se designam por IIR. O que representa esta sigla?
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Resposta de referência
Opção C: "Infinite Impulse Response"
Porque é esta resposta?
IIR significa Infinite Impulse Response, resposta impulsional infinita. O filtro realimenta resultados anteriores e a resposta ideal a um impulso pode prolongar-se indefinidamente. «Infinita» descreve a duração, não uma amplitude infinita; a estabilidade tem de ser assegurada.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Duma forma simplificada, poderemos dizer que o resultado da transformada de Fourier
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Resposta de referência
Opção A: é a representação no domínio da frequência S(f) dum sinal cuja representação no domínio do tempo é s(t)
Porque é esta resposta?
A transformada de Fourier relaciona o sinal no tempo, s(t), com o espectro em frequência, S(f). O resultado mostra as componentes de frequência e respectivas amplitudes e fases. A DFT aplica essa ideia a um conjunto finito de amostras; não é necessário confundi-la com a definição geral pedida.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Opção C: é composto por impulsos nas frequências harmónicas do sinal
Porque é esta resposta?
Um sinal estritamente periódico repete-se com uma frequência fundamental. O seu espectro ideal tem linhas, representadas por impulsos, em múltiplos inteiros dessa frequência. Algumas harmónicas podem ter amplitude nula, conforme a forma e a simetria do sinal. A FFT de um registo finito pode apresentar alargamento dessas linhas.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Num recetor, para que os sinais sejam ajustados de forma a manter um nível médio na saída aproximadamente constante, devem utilizar-se circuitos
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Resposta de referência
Opção B: de controlo automático de ganho
Porque é esta resposta?
O AGC ajusta o ganho conforme o nível recebido para manter a saída dentro de uma gama útil. Reduz grandes variações de amplitude e ajuda a evitar sobrecarga; é um controlo de ganho, não um VCO nem um medidor de sinal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Osciladores, VCO e PLL · 5. A malha de captura de fase
Que tipo de circuito sintetizador de frequências usa um detetor (comparador de fase), seguindo de um filtro passa-baixo que por sua vez atua sobre um oscilador estável controlado por tensão e possui na malha de realimentação um divisor de frequências programável
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Resposta de referência
Opção C: Um sintetizador com malha de captura de fase
Porque é esta resposta?
Uma PLL compara a fase da referência com a do sinal realimentado e corrige o VCO através do filtro de malha. Em bloqueio, a realimentação mantém a relação de frequência e fase prevista; uma referência estável ajuda a estabilizar a saída.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Osciladores, VCO e PLL · 5. A malha de captura de fase
Por que razão se costuma usar um oscilador estável de referência como parte de um sintetizador de frequência com malha de captura de fase?
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Resposta de referência
Opção B: Porque qualquer variação de amplitude no sinal do oscilador de referência vai produzir ruído de fase à sída do sintetizador
Porque é esta resposta?
Uma PLL transfere para a saída parte da instabilidade e do ruído de fase da referência, conforme a resposta da malha. Por isso usa uma referência estável e de baixo ruído. Variações de amplitude podem converter-se em erro de fase num detector ou circuito real, mas não é correcto dizer que qualquer variação de amplitude produz inevitavelmente ruído de fase em toda a arquitectura; essa é uma simplificação da resposta histórica.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Que tipo de circuito é apresentado na figura (em que A é um amplificador operacional, R1 e R2 são resistências e D1 e D2 são díodos)?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Limitador
Porque é esta resposta?
O circuito apresentado na figura é um limitador. Ele utiliza os diodos D1 e D2 para limitar a amplitude do sinal de entrada, resultando em um sinal de saída limitado em amplitude. Os resistores R1 e R2 juntamente com o amplificador operacional A formam um circuito limitador.
Erro comum: Escolher pela aparência da figura sem ler a legenda, o sentido, a escala ou a unidade.
O S-meter pertence à cadeia do receptor e dá uma indicação do nível do sinal recebido. A escala e a calibração variam com o equipamento; não mede directamente a potência emitida nem substitui um osciloscópio.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
O S-meter pertence à cadeia do receptor e dá uma indicação do nível do sinal recebido. A escala e a calibração variam com o equipamento; não mede directamente a potência emitida nem substitui um osciloscópio.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições, decibéis e eficiência · 1. Decibéis são razões
Como é que uma medida de 20 dB acima de S9 lida num medidor S se compara a um sinal S9, assumindo uma calibração apropriada do medidor S?
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Resposta de referência
Opção D: É 100 vezes mais forte
Porque é esta resposta?
Uma diferença de 20 dB equivale a uma razão de potências de \(10^{20/10}=100\). Assim, o sinal tem cem vezes a potência correspondente a S9. Em impedâncias iguais, a razão de tensões é apenas \(10^{20/20}=10\). «Cem vezes mais forte» refere-se à potência, com a calibração pressuposta.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Em que medida é que a diminuição do fator de ruído afeita o desempenho do recetor?
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Resposta de referência
Opção A: Reduz a relação sinal-ruído
Conclusão da sebenta
Opção B: Aumenta a relação sinal-ruído
Porque é esta resposta?
A opção 2 («Aumenta a relação sinal-ruído») corresponde à diminuição do factor de ruído, mantendo as restantes condições. O receptor introduz menos degradação da relação sinal/ruído. No exame de 01.09.2026, pergunta 25, o enunciado pergunta pelo aumento do factor e a resposta aceite é a opção 1 («Reduz a relação sinal-ruído»), preservada na variante anacom-cat1-009. As duas respostas são inversas porque a alteração do factor de ruído também é inversa; a opção histórica 1 não é coerente com o enunciado local de diminuição.
Erro comum: Confundir aumento com diminuição do factor de ruído.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Como poderá ser definido, de forma simplificada, o conceito de seletividade de um recetor?
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Resposta de referência
Opção A: É a capacidade que o recetor tem de rejeitar sinais em frequências muito próximas da largura de banda necessária do sinal útil
Porque é esta resposta?
Selectividade é a capacidade de conservar o sinal pretendido e rejeitar sinais de frequências próximas. Depende dos filtros e da largura necessária ao modo; não deve ser confundida com sensibilidade ou com ganho global.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Como poderá ser definido, de forma simplificada, o conceito de sensibilidade de um recetor?
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Resposta de referência
Opção B: É a capacidade que o recetor tem de desmodular sinais muito fracos
Porque é esta resposta?
Sensibilidade descreve o sinal mínimo com que o receptor consegue o desempenho especificado. Reconhecer sinais fracos depende também de ruído, largura de banda e critério de qualidade; selectividade é a rejeição de sinais próximos.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Qual das seguintes afirmações está incorreta?
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Resposta de referência
Opção C: Um recetor é tanto melhor quanto maior for a sua capacidade de amplificação global (sinais úteis e sinais interferentes)
Porque é esta resposta?
Amplificar simultaneamente sinais úteis e interferentes não torna o receptor necessariamente melhor. Ganho excessivo pode provocar sobrecarga; o desempenho exige equilibrar sensibilidade, selectividade, ruído e faixa dinâmica.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Qual a relação entre o fator de ruído e a figura de ruído?
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Resposta de referência
Opção A: A figura de ruído é o fator de ruído expresso em dB
Porque é esta resposta?
Em termos lineares, o factor de ruído F é a razão entre a relação sinal/ruído à entrada e à saída; em decibéis, a figura de ruído é \(NF = 10\log_{10}(F)\).
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Intermodulação, espúrias e EMC · De onde vêm os produtos indesejados
Como se designa o processo pelo qual sinais de dois transmissores se misturam num ou em ambos os
amplificadores finais e se geram sinais indesejados às frequências de soma e diferença dos sinais originais?
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Resposta de referência
Opção D: Intermodulação
Porque é esta resposta?
Um produto de intermodulação exige duas ou mais frequências que se misturam numa não linearidade.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Que tipo de circuito se agrega a um transmissor de FM para restabelecer as frequências de áudio mais baixas atenuadas ou as frequências de áudio mais altas amplificadas?
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Resposta de referência
Opção A: Uma rede de de-ênfase
Porque é esta resposta?
A de-ênfase compensa a pré-ênfase e restabelece a resposta relativa das frequências de áudio. Há uma imprecisão no enunciado: normalmente a pré-ênfase é aplicada no emissor e a de-ênfase no receptor. A opção histórica aponta à função de compensação, sem tornar correcta a localização descrita.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
De que forma se podem reduzir as probabilidades de dessensibilização do recetor?
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Resposta de referência
Opção A: Diminuindo a largura de banda de RF do recetor
Porque é esta resposta?
Reduzir a largura de banda RF, mantendo a faixa necessária ao sinal útil, ajuda a rejeitar sinais fortes exteriores que podem causar dessensibilização. Melhor selectividade antes dos andares vulneráveis reduz a probabilidade de sobrecarga.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
A opção histórica usa «translação de frequência» num sentido geral de transportar informação para RF. Tecnicamente, FM varia a frequência instantânea da portadora conforme o sinal modulante; não é apenas uma deslocação fixa de frequência, como num misturador. Esta distinção deve ser conservada ao estudar o conceito.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Opção D: O índice de modulação dum sinal FM de banda estreita é menor que o de um sinal FM de banda larga
Porque é esta resposta?
Para modulação por um tom, o índice FM é \(\beta=\Delta f/f_m\): Δf é o desvio de pico e fm a frequência modulante, ambos em Hz; beta não tem unidade. Para o mesmo tom, FM de banda estreita tem menor desvio e, por isso, menor índice do que FM de banda larga.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Opção B: A modulação traduz-se na translação de um sinal da sua gama de frequências para outra gama de frequências
Porque é esta resposta?
A modulação coloca a informação de banda base em torno de uma portadora adequada à transmissão, alterando a sua amplitude, frequência ou fase. É neste sentido que a opção fala de translação para outra gama de frequências. A descrição é particularmente directa em AM; FM não é apenas uma deslocação fixa de todo o espectro.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Porque é que nas radiocomunicações os sinais não são emitidos na sua banda base, carecendo de uma translação de frequências resultante do processo de modulação?
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Resposta de referência
Opção B: Porque, duma forma geral, a banda base da maior parte dos sinais a serem transmitidos, se localiza numa zona do espectro não adequada para as radiocomunicações
Porque é esta resposta?
A modulação coloca a informação de banda-base numa região de radiofrequência adequada à transmissão e à antena. O sinal é depois amplificado e filtrado; o motivo da translação não é um limite de temperatura do amplificador.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Qual das seguintes opções constitui motivo para utilizar um transformador de adaptação de impedâncias?
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Resposta de referência
Opção B: Para maximizar a transferência de potência
Porque é esta resposta?
Um transformador pode converter a impedância vista pela fonte: \(Z_{\mathrm{p}}/Z_{\mathrm{s}} = (N_{\mathrm{p}}/N_{\mathrm{s}})²\) no modelo ideal. A adaptação procura a transferência de potência apropriada, mantendo separadas adaptação, eficiência e perdas reais.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Modulação digital e amostragem · 4. Bits, símbolos e modulação
A modulação de fase
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Resposta de referência
Opção B: tal como a modulação de frequência, é um tipo de modulação angular
Porque é esta resposta?
A modulação de fase altera a fase da portadora conforme a informação. PM e FM são modulações angulares; AM altera a amplitude. O nome do modo deve ser ligado à grandeza que varia, não apenas à cadeia de amplificação.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Os filtros a cristal
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Resposta de referência
Opção D: têm um elevado Q
Porque é esta resposta?
Os cristais de quartzo apresentam ressonâncias de Q elevado: armazenam energia com perdas relativamente pequenas. Isso permite filtros muito selectivos, de banda estreita. A largura efectiva do filtro também depende das ligações, acoplamento e terminações.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
O andar final, amplificador em classe C, de um emissor de frequência modulada pode, de forma simplificada, ser dividido em três partes:
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Resposta de referência
Opção A: Malha de adaptação de entrada, transístores de amplificação e malha de adaptação de saída
Porque é esta resposta?
O andar final de um emissor de frequência modulada em classe C é dividido, de forma simplificada, em três partes: uma malha de adaptação de entrada, os transístores de amplificação e uma malha de adaptação de saída. A malha de adaptação de entrada ajuda a casar a impedância do estágio anterior com a impedância do amplificador, os transístores de amplificação amplificam o sinal modulado e a malha de adaptação de saída ajuda a casar a impedância do amplificador com a carga de saída.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Por que razão não se deve usar a modulação de frequência em fonia abaixo dos 29,5 MHz?
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Resposta de referência
Opção C: A largura de banda excede os limites recomendados
Porque é esta resposta?
Na realidade as bandas de HF são bandas muito estreitas (pergunta de cat2). É esta relação entre desvio, áudio e largura ocupada que explica a pergunta histórica sobre evitar fonia FM abaixo de 29,5 MHz : uma emissão de banda larga pode ocupar espaço excessivo para o plano de canais recomendado.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual a principal desvantagem de se utilizar amplificadores em classe C?
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Resposta de referência
Opção A: Elevada distorção harmónica
Porque é esta resposta?
A principal desvantagem de se utilizar amplificadores em classe C é a elevada distorção harmónica. Devido à sua condução não linear e limitada durante menos que meio ciclo da forma de onda, os amplificadores em classe C geram uma quantidade significativa de harmónicos na saída, resultando em distorção do sinal amplificado.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual a principal vantagem de se utilizar amplificadores em classe C?
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Resposta de referência
Opção B: Elevada eficiência
Porque é esta resposta?
Na classe C, o dispositivo conduz durante menos de metade do ciclo. A condução em impulsos pode proporcionar elevada eficiência, mas gera forte conteúdo harmónico; a rede sintonizada selecciona a componente pretendida. Não é apropriada para amplificar directamente uma envolvente variável que exija linearidade.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Osciladores, VCO e PLL · 7. Estabilidade, ruído de fase e espúrios
Duma forma geral, o ruído de fase expressa-se em
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Resposta de referência
Opção A: dBc/Hz
Porque é esta resposta?
O ruído de fase costuma ser especificado em dBc/Hz, num afastamento declarado da portadora. dBc compara a potência de ruído com a da portadora; /Hz normaliza o ruído para uma largura de banda de 1 Hz. É necessário indicar o afastamento, pois o ruído de fase varia com a distância à frequência central.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Onde podem ser consultados os limites máximos para as espúrias aceitáveis para as emissões no serviço de amador?
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Resposta de referência
Opção B: Na Recomendação aplicável da CEPT
Porque é esta resposta?
A opção 2 é a resposta histórica indicada: os limites de emissões espúrias devem ser procurados na recomendação ou norma aplicável, não no manual da antena nem numa etiqueta. A ressalva é essencial: a recomendação, a edição e a condição de aplicação têm de ser confirmadas antes de usar o valor como regra portuguesa.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual a principal vantagem de se utilizarem amplificadores em classe A?
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Resposta de referência
Opção A: Baixa distorção harmónica
Porque é esta resposta?
A principal vantagem de se utilizarem amplificadores em classe A é a baixa distorção harmónica. Amplificadores em classe A operam com uma corrente de polarização constante, o que permite que a saída siga de forma precisa a entrada, resultando em baixa distorção harmónica e alta qualidade de amplificação. No entanto, eles têm baixa eficiência de conversão de energia.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Duma forma geral, as antenas parabólicas são mais utilizadas em
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: SHF
Porque é esta resposta?
O reflector parabólico concentra a energia numa direcção e pode oferecer elevado ganho quando a sua abertura é grande relativamente ao comprimento de onda. Em SHF, os comprimentos de onda curtos permitem obter essa relação com dimensões práticas; não é uma questão de polarização.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
De que forma se pode aumentar a tensão de saída de uma antena loop de recepção?
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Resposta de referência
Opção D: Aumentando o numero de espiras de arame no loop ou a área da estrutura do loop
Porque é esta resposta?
Uma loop de recepção pode aumentar a tensão disponível com mais espiras ou maior área, respeitando a frequência de ressonância, as perdas e a tensão máxima.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual deverá ser aproximadamente o comprimento físico de uma antena dipolo de meia onda ajustada a uma frequência de 3,55 MHz?
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Resposta de referência
Opção C: 40 m
Porque é esta resposta?
A meia onda no espaço livre é aproximadamente \(150/f\), em metros quando f está em MHz. A 3,55 MHz resulta \(150/3,55\approx42,3\,\mathrm m\). A correcção prática de extremidade encurta o dipolo para cerca de 40 m, a opção aproximada. O comprimento final depende do condutor, altura e ambiente e exige ajuste.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual deverá ser aproximadamente o comprimento físico de uma antena dipolo de meia onda ajustada a uma frequência de 14,2 MHz?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: 10,5 m
Porque é esta resposta?
Com f em MHz, a meia onda no espaço livre é aproximadamente \(150/f\) metros. Para 14,2 MHz, \(150/14,2\approx10,56\,\mathrm m\), correspondendo à opção aproximada 10,5 m. Um dipolo real ressonante é geralmente um pouco mais curto por efeitos de extremidade e deve ser ajustado à instalação.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual a principal vantagem de um dipolo dobrado relativamente ao dipolo de Hertz?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Ocupa menos espaço, sendo mais fácil a sua instalação
Porque é esta resposta?
A resposta histórica «ocupa menos espaço» não é uma vantagem geral do dipolo dobrado: os dois condutores paralelos mantêm uma extensão próxima de meia onda, semelhante à de um dipolo simples da mesma frequência. A diferença característica é a impedância, aproximadamente quatro vezes maior para condutores iguais. Isso facilita a adaptação a certas linhas equilibradas, mas não automaticamente a qualquer emissor. Nenhuma alternativa exprime sem condições uma vantagem universal.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
A impedância no ponto de alimentação de um dipolo dobrado é
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: quatro vezes maior que a impedância de um dipolo simples
Porque é esta resposta?
O dipolo dobrado pode ser disposto de forma compacta e oferece normalmente uma impedância nominal próxima de \(300 Ω\) em condições de referência, quatro vezes a ordem de grandeza de um dipolo simples de cerca de \(75 Ω\).
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Como varia o ganho de uma antena parabólica com a duplicação da frequência de funcionamento?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: O ganho aumenta 6 dB
Porque é esta resposta?
Para um reflector parabólico de diâmetro e eficiência constantes, o ganho é proporcional ao quadrado da frequência. Duplicar a frequência multiplica o ganho linear por quatro: \(10\log_{10}(4)\approx6\,\mathrm{dB}\). A regra exige que o reflector e a alimentação funcionem adequadamente nas duas frequências; não se deduz do comportamento de uma antena de fio.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual é aproximadamente a impedância do ponto de alimentação no centro de uma antena de dipolo dobrado?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: 300 Ohm
Porque é esta resposta?
O dipolo dobrado pode ser disposto de forma compacta e oferece normalmente uma impedância nominal próxima de \(300 Ω\) em condições de referência, quatro vezes a ordem de grandeza de um dipolo simples de cerca de \(75 Ω\).
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Por que razão é necesário saber a impedância do ponto de alimentação de uma antena?
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Resposta de referência
Opção A: Para adaptar as impedâncias e assim obter as máxima transferência de potência da linha de alimentação
Porque é esta resposta?
A impedância no ponto de alimentação determina como a antena carrega a linha. Conhecê-la permite escolher a linha ou uma rede de adaptação, reduzindo reflexões e favorecendo a transferência de potência. Estar em ressonância não garante, por si só, a impedância resistiva necessária à linha.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Como se designa a razão entre a potência radiada por uma antena e a potência que lhe é entregue?
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Resposta de referência
Opção C: Eficiência de radiação da antena
Porque é esta resposta?
A eficiência de radiação é \(P_{\mathrm{radiada}}/P_{\mathrm{entregue}}\). No modelo resistivo, \(\eta=\frac{R_{\mathrm{rad}}}{R_{\mathrm{rad}}+R_{\mathrm{perdas}}}\): a resistência total reúne radiação e perdas. Aumentar perdas não aumenta a potência radiada nem a eficiência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Para qualquer antena, a sua área efetiva é
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Resposta de referência
Opção C: diretamente proporcional à sua diretividade
Porque é esta resposta?
À mesma frequência e eficiência, a área efectiva é proporcional ao ganho e, portanto, à directividade. A relação geral é \(A_e=G\lambda^2/(4\pi)\), com Ae em m², λ em m e G linear, sem unidade. Numa antena sem perdas, G coincide com a directividade. A afirmação não permite comparar frequências ou perdas diferentes ignorando essas condições.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Como varia a largura de feixe de uma antena com o aumento do ganho?
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Resposta de referência
Opção D: Diminui
Porque é esta resposta?
Ganho é a concentração de energia e não a sua amplificação, se o ganho aumenta, a largura do feixe diminui, ex: uma lanterna a apontar para uma superficie faz um circulo que aumenta com a distancia e diminui o (ganho ou intensidade da luz) , o contrario também pode ocorrer.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
A eficiência de radiação de uma antena pode ser expressa como o quociente entre a
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Resposta de referência
Opção B: resistência de radiação e a resistência total da antena
Porque é esta resposta?
A eficiência de radiação é \(P_{\mathrm{radiada}}/P_{\mathrm{entregue}}\). No modelo resistivo, \(\eta=\frac{R_{\mathrm{rad}}}{R_{\mathrm{rad}}+R_{\mathrm{perdas}}}\): a resistência total reúne radiação e perdas. Aumentar perdas não aumenta a potência radiada nem a eficiência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
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Qual das seguintes afirmações está correta?
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Resposta de referência
Opção A: A antena é um elemento recíproco, ou seja o seu princípio de funcionamento é idêntico na emissão e na receção
Porque é esta resposta?
Para uma antena passiva linear e recíproca nas mesmas condições, as características direccionais de emissão e recepção correspondem-se. Reciprocidade não significa radiar igualmente em todas as direcções nem ter a mesma resposta às duas polarizações.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Se um dipolo de meia onda ressonante a uma dada frequência for encurtado fisicamente, a sua impedância, para essa frequência,
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: torna-se capacitiva
Porque é esta resposta?
Se um dipolo de meia onda ressonante for encurtado fisicamente, a sua impedância se tornará capacitiva para a frequência de ressonância. Isso ocorre porque o encurtamento da antena resulta em uma diminuição do comprimento efetivo da antena e afeta as suas propriedades de impedância. Se dminuirmos o tamanho o que podemos fazer para compensar o encurtamento é colocar uma bobine que tem que contrabalançar o efeito capacitivo da antena, se aumentasse o comprimento colocariamos um condensador.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
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Quais as componentes da resistência total de uma antena?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Resistência de radiação e resistência de perdas
Porque é esta resposta?
A eficiência de radiação é \(P_{\mathrm{radiada}}/P_{\mathrm{entregue}}\). No modelo resistivo, \(\eta=\frac{R_{\mathrm{rad}}}{R_{\mathrm{rad}}+R_{\mathrm{perdas}}}\): a resistência total reúne radiação e perdas. Aumentar perdas não aumenta a potência radiada nem a eficiência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
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De que forma se pode melhorar a eficiência de uma antena vertical HF de quarto de onda com ligação à terra?
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Resposta de referência
Opção A: Instalando um bom sistema radial de terra
Porque é esta resposta?
Num monopolo de quarto de onda ligado à terra, um sistema de radiais adequado melhora o caminho de retorno e pode reduzir perdas de terra. Isso melhora a eficiência; é distinto do problema de um loop de terra entre equipamentos.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
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No padrão de radiação de antena da figura, qual é a relação aproximada frente/costas?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: 40 dB
Porque é esta resposta?
A relação frente/costas compara o nível na direcção principal com o da direcção oposta, a 180°. No diagrama original, a frente está perto de 0 dB e as costas perto de −40 dB: a diferença é aproximadamente 40 dB. Mede-se a separação entre esses dois níveis, não apenas a extensão total da escala radial.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Uma antena omnidirecional real
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: apresenta um diagrama de radiação omnidirecional num dado plano
Porque é esta resposta?
Uma antena omnidireccional real tem resposta aproximadamente igual em todas as direcções de um plano, habitualmente o azimutal. A resposta noutros planos pode variar muito e conter nulos. Não é uma antena isotrópica, que é o modelo ideal com igual radiação em todas as direcções do espaço.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Quando a polarização de uma antena de receção não é mesma que a polarização da onda eletromagnética incidente (que se pretende receber), diz-se que
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: existe desadaptação de polarizações
Porque é esta resposta?
Há desadaptação de polarizações quando a polarização da antena receptora não coincide com a da onda incidente. Essa diferença reduz a potência recebida, mesmo que frequência e impedância estejam correctamente ajustadas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual a polarização de uma onda eletromagnética se o campo magnético for paralelo à superfície da Terra?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Vertical
Porque é esta resposta?
A polarização é definida pela orientação do campo eléctrico. Para propagação aproximadamente horizontal, se o campo magnético for paralelo ao solo, o campo eléctrico é vertical e a polarização é vertical. Os dois campos são perpendiculares; é incorrecto atribuir a polarização directamente à orientação do campo magnético.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
O que é a frequência de corte num guia de ondas?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: É a frequência abaixo da qual não existe propagação no guia de ondas
Porque é esta resposta?
A frequência de corte de um modo num guia de ondas é o limite abaixo do qual esse modo não se propaga e o campo é evanescente. Depende da geometria e do modo, não do comprimento total do guia. Acima do corte, respeitar a banda do modo escolhido para evitar outros modos e perdas excessivas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
O que é um balun?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: É um dispositivo que permite a interligação entre elementos balanceados e não balanceados
Porque é esta resposta?
Um balun ajuda a ligar uma carga equilibrada a uma linha não equilibrada e pode também reduzir corrente de modo comum; não é um transformador mágico que corrige qualquer desadaptação.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Que razão existe para a frequente utilização de uma antena Yagi em radiocomunicações na faixa dos 14 MHz?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Ajuda a reduzir a interferência oriunda de outras estações localizadas ao lado ou por detrás da antena
Porque é esta resposta?
Uma Yagi na faixa dos 14 MHz é útil por concentrar energia e rejeitar melhor sinais vindos dos lados ou de trás; o ganho concreto e a relação frente/costas dependem do projecto.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Em que consiste o fator de velocidade de uma linha de transmissão?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Consiste na razão entre a velocidade da onda na linha de transmissão e a velocidade da luz no vácuo
Porque é esta resposta?
O factor de velocidade é \(VF=v/c\): a velocidade da onda na linha dividida pela velocidade da luz no vácuo. As duas velocidades usam m/s e a razão não tem unidade. Num coaxial habitual é menor do que um; por isso um quarto de onda físico no cabo é mais curto do que um quarto de onda no espaço livre.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Um cabo coaxial é um elemento
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: não balanceado
Porque é esta resposta?
O coaxial é uma linha não balanceada: o condutor interior é envolvido pelo exterior, usado como retorno e blindagem. Uma linha paralela equilibrada tem outra geometria e simetria; não se deve confundir blindagem com balanceamento.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual a alteração sofrida pela atenuação do cabo coaxial à medida que aumenta a frequência do sinal transmitido
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Aumenta
Porque é esta resposta?
Para um mesmo cabo e comprimento, a atenuação tende a aumentar com a frequência, devido às perdas nos condutores e no dieléctrico. Deve consultar-se a ficha do cabo para o valor real; factor de velocidade e atenuação são grandezas diferentes.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Duma forma geral como varia a atenuação de um cabo coaxial à medida que aumenta a frequência do sinal transmitido?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Aumenta
Porque é esta resposta?
Para um mesmo cabo e comprimento, a atenuação tende a aumentar com a frequência, devido às perdas nos condutores e no dieléctrico. Deve consultar-se a ficha do cabo para o valor real; factor de velocidade e atenuação são grandezas diferentes.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual o comprimento físico de uma linha de transmissão coaxial que a nível elétrico apresenta 1/4 do comprimento de onda à frequência de 14,1 MHz (para um fator de velocidade de 0,66)?
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual o comprimento físico de uma linha de transmissão coaxial que a nível elétrico apresenta 1/4 do comprimento de onda à frequência de 7,2 MHz (para um fator de velocidade de 0,66)?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 6,9 m
Porque é esta resposta?
Um quarto de onda no coaxial mede o quarto de onda no espaço livre multiplicado pelo factor de velocidade. Com 7,2 MHz e VF de 0,66, o comprimento físico é \(0,66\times300/(4\times7,2)=6,875\,\mathrm m\), aproximadamente 6,9 m. A forma numérica usa f em MHz e a velocidade da luz aproximada por 300 milhões de m/s.
Raciocínio passo a passo
O quarto de onda físico é \(\ell=VF\,c/(4f)\); VF é a razão de velocidades, c a velocidade da luz e f a frequência.
Com f em MHz, \(\ell=0,66\times300/(4\times7,2)\,\mathrm m=6,875\,\mathrm m\), cerca de 6,9 m.
Erro comum: Inverter a fórmula, usar a grandeza errada ou ignorar as unidades.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Como se designa a razão entre a velocidade real de um sinal numa linha de transmissão e a velocidade da luz no vácuo?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Fator de velocidade
Porque é esta resposta?
O factor de velocidade é \(VF=v/c\): a velocidade da onda na linha dividida pela velocidade da luz no vácuo. As duas velocidades usam m/s e a razão não tem unidade. Num coaxial habitual é menor do que um; por isso um quarto de onda físico no cabo é mais curto do que um quarto de onda no espaço livre.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Qual o número mínimo de componentes discretos (bobinas e condensadores) que utilizam os circuitos sintonizadores de antena em (T) e em (Pi)?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Ambas as topologias precisam no mínimo de três componentes
Porque é esta resposta?
As redes T e π têm três braços reactivos nas suas topologias mínimas. A posição dos elementos distingue as redes e influencia o comportamento; não se deduz o número de componentes a partir da definição de antena isotrópica.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Ruído, sensibilidade e margem
Que tipo de equipamento de receção é desejável para comunicações via reflexão lunar?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Equipamento de baixo ruído
Porque é esta resposta?
A reflexão lunar tem perdas de percurso elevadas e produz sinais fracos. Um receptor de baixo ruído preserva melhor a relação sinal/ruído; ganhos de antena e perdas da instalação continuam a entrar no orçamento da ligação.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Como se designa a camada que se forma ocasionalmente na região E?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Esporádica E
Porque é esta resposta?
As regiões ionosféricas são uma explicação física, não camadas com comportamento constante: a região D absorve sobretudo frequências mais baixas durante o dia e desaparece ou enfraquece à noite; a região E pode reflectir ou refractar sinais em certas condições; a E esporádica pode abrir percursos inesperados, sobretudo em VHF, durante intervalos curtos; a região F , em especial a F2 , é importante para percursos de HF de longa distância e varia com hora, estação, latitude e actividade solar.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Qual das seguintes camadas ionosféricas absorve mais sinais de grandes saltos durante o dia nas frequências inferiores aos 10 MHz?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: A camada D
Porque é esta resposta?
As regiões ionosféricas são uma explicação física, não camadas com comportamento constante: a região D absorve sobretudo frequências mais baixas durante o dia e desaparece ou enfraquece à noite; a região E pode reflectir ou refractar sinais em certas condições; a E esporádica pode abrir percursos inesperados, sobretudo em VHF, durante intervalos curtos; a região F , em especial a F2 , é importante para percursos de HF de longa distância e varia com hora, estação, latitude e actividade solar.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Trajectórias de propagação
À medida que aumenta a frequência do sinal, como se altera a propagação de ondas terrestres?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: diminui
Porque é esta resposta?
A onda de superfície acompanha o solo, mas sofre perdas que dependem da frequência e da condutividade do terreno. Em geral, aumentar a frequência torna esse mecanismo menos eficaz e reduz o alcance; não significa que toda a propagação desapareça.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Trajectórias de propagação
Quando nos referimos a ondas rádio, qual das seguintes afirmações está correta?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: A atenuação provocada pelos gases atmosféricos e pela chuva afeta significativamente a propagação acima de 10 GHz
Porque é esta resposta?
Em micro-ondas elevadas, a chuva e a absorção por gases atmosféricos podem acrescentar atenuação importante à perda do percurso. Acima de cerca de 10 GHz estes efeitos tornam-se especialmente relevantes no planeamento, dependendo da frequência, intensidade da chuva e comprimento do trajecto. Não aumentam de forma uniforme: há janelas e bandas de absorção.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Ruído, sensibilidade e margem
A receção satisfatória de comunicações nas faixas dos serviços de amador e de amador por satélite dependem da relação sinal/ruído. Qual dos seguintes tipos de ruído deve ser considerado?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é a resposta didáctica da fonte: o ruído interno do receptor, o ruído atmosférico e o ruído cósmico podem contribuir para a relação sinal/ruído. A pergunta usa uma classificação introdutória; a contribuição concreta depende da frequência, largura de banda, local e receptor.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Propagação e link budget · Trajectórias de propagação
Numa ligação ponto a ponto, como se pode aumentar o horizonte rádio?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Por aumento da altura das torres que suportam as antenas de emissão e de receção
Porque é esta resposta?
Aumentar a altura das antenas amplia o horizonte rádio e pode desobstruir o percurso de linha de vista. Não garante uma ligação: relevo, zona de Fresnel, perdas e condições atmosféricas continuam a influenciar o resultado.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Em que consiste o índice do fluxo solar?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Medida da atividade solar na faixa dos 2,8 GHz
Porque é esta resposta?
O índice de fluxo solar F10.7 mede a emissão rádio do Sol a 10,7 cm, aproximadamente 2,8 GHz. É um indicador da actividade solar usado para interpretar condições ionosféricas. Não é o índice K, que descreve perturbação geomagnética.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Em que consiste o índice K do fluxo (K-index??
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Medida da da estabilidade de curta duração do campo magnético solar
Conclusão da sebenta
O índice K quantifica perturbações do campo geomagnético terrestre em intervalos curtos; nenhuma opção o exprime com rigor.
Porque é esta resposta?
A fonte histórica assinala historicamente a opção 2, mas nenhuma opção define rigorosamente o índice K. O índice K é uma medida quase logarítmica da perturbação geomagnética observada num intervalo curto; não é uma medida da estabilidade do campo magnético solar nem do fluxo rádio solar. A pergunta fica visível com ressalva e não deve ser usada como resposta única no futuro motor de testes.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Em que consistem os distúrbios geomagnéticos?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Alteração significativa do campo magnético da Terra num curto período de tempo
Porque é esta resposta?
Distúrbios geomagnéticos são variações significativas do campo magnético terrestre em intervalos relativamente curtos, associadas à interacção com o vento solar. Podem perturbar a ionosfera e a propagação rádio. Não são a mesma grandeza que o fluxo rádio solar medido a 2,8 GHz.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Ao contrário das faixas de HF, as faixas de VHF e de UHF são frequentemente usadas para comunicações via satélite porque
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: as ondas eletromagnéticas associadas às frequências de VHF e de UHF são pouco afetadas pela ionosfera no seu caminho de e para o satélite
Porque é esta resposta?
As faixas de VHF e UHF são menos afetadas pela ionosfera, o que facilita a comunicação via satélite, pois as ondas eletromagnéticas nessas frequências são pouco atenuadas e desviadas pelo ambiente ionosférico. O princípio técnico é estável, mas a condição regulamentar deve ser confirmada na fonte oficial da data aplicável.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Qual das seguintes vantagens para as radiocomunicações resulta de períodos de elevada atividade geomagnética?
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Resposta de referência
Opção C: Melhoria da propagação de longo percurso de sinais de alta-frequência
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 3 («Melhoria da propagação de longo percurso de sinais de alta-frequência»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: A actividade geomagnética elevada pode favorecer propagação auroral de sinais VHF, como descreve a opção 1. Não representa uma melhoria geral dos percursos HF: pode degradar a propagação polar e aumentar a absorção ou a instabilidade. A opção histórica 3 deve ser lida com esta ressalva. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.
Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Qual a faixa que permite melhores possibilidades de uma boa ligação, se a frequência máxima utilizável (MUF) entre duas estações for de 22 MHz?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 21 MHz
Porque é esta resposta?
A MUF indica a frequência máxima utilizável para comunicações via propagação ionosférica. Se a MUF é de 22 MHz, a melhor faixa para uma boa ligação será a mais próxima dessa frequência, que é a faixa de 21 MHz. O princípio técnico é estável, mas a condição regulamentar deve ser confirmada na fonte oficial da data aplicável.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Que medida se deve tomar para obter uma atenuação baixa nas transmissões de HF?
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Resposta de referência
Opção A: Selecionar uma frequência imediatamente inferior à frequência máxima utilizável (MUF)
Porque é esta resposta?
Entre os efeitos concorrentes na propagação HF, frequências mais altas dentro da janela utilizável tendem a sofrer menos absorção ionosférica. A opção aponta a escolher abaixo da MUF, sem a ultrapassar. Isso não elimina a absorção da região D nem garante a ligação; a frequência de trabalho deve deixar margem para as variações do percurso.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Numa ligação rádio, verifica-se que existe uma variação no tempo do nível do sinal na receção, ainda que potência se mantenha constante. Que nome se dá a este fenómeno?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Desvanecimento
Porque é esta resposta?
Desvanecimento é a variação do nível recebido ao longo do tempo, mesmo com potência emitida constante. Alterações da propagação e interferência entre percursos com fases diferentes podem fazê-lo aumentar ou diminuir. Não implica necessariamente uma variação de potência no emissor.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
O que acontece à propagação de HF quando a frequência mínima utilizável (LUF) excede a frequência máxima utilizável (MUF)?
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Resposta de referência
Opção A: Não será possível manter comunicações em HF no percurso em causa
Porque é esta resposta?
A LUF é o limite inferior utilizável, condicionado por absorção, ruído e qualidade exigida; a MUF é o limite superior para o percurso ionosférico. Se a LUF ultrapassar a MUF, não sobra uma janela de frequências que satisfaça simultaneamente os dois limites para aquela ligação e condições.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
O que acontece normalmente às ondas de rádio com frequências inferiores à frequência máxima utilizável (MUF) que são enviadas para a ionosfera?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: São devolvidas à Terra.
Porque é esta resposta?
Abaixo da MUF do percurso, a ionosfera pode refractar o sinal de volta à Terra nas condições geométricas consideradas. A resposta é uma simplificação: estar abaixo da MUF não basta para receber, pois absorção, LUF, ruído e potência também intervêm. Não se deve generalizar o retorno útil a qualquer frequência inferior.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Nas comunicações em onda curta, qual o significado da sigla NVIS?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: "Near Vertical Incidence Skywave"
Porque é esta resposta?
NVIS significa Near Vertical Incidence Skywave, propagação ionosférica com incidência quase vertical. A antena lança energia em ângulos elevados e o retorno permite cobrir distâncias regionais, em vez de visar apenas grandes saltos. A frequência tem de permitir o retorno para essa incidência e condições.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
O que significa "ângulo crítico" no contexto da propagação de ondas de rádio?
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Resposta de referência
Opção D: O maior ângulo de partida que devolve uma onda de rádio à Terra sob condições ionosféricas específicas
Porque é esta resposta?
O ângulo crítico é a condição geométrica associada ao maior ângulo de elevação que ainda permite o retorno para uma frequência e camada específicas; a formulação deve ser acompanhada do modelo adoptado.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Numa ligação hertziana, em que o primeiro elipsoide de Fresnel está desobstruído, a atenuação entre as duas estações envolvidas na ligação
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Resposta de referência
Opção A: é muito menor que a atenuação em espaço livre
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 1 («é muito menor que a atenuação em espaço livre»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: Com o primeiro elipsóide de Fresnel suficientemente desobstruído, a atenuação tende a aproximar a perda em espaço livre do percurso idealizado, como descreve a opção 3. A desobstrução não implica uma perda muito inferior à de espaço livre, como afirma a opção histórica 1; obstáculos, difracção, polarização e perdas reais podem acrescentar diferenças. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.
Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.
Numa ligação rádio, a atenuação em espaço livre é tanto maior quanto
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Resposta de referência
Opção D: maior for a frequência
Porque é esta resposta?
No modelo de perda básica em espaço livre, mantendo a distância e os ganhos de antena, a perda aumenta com a frequência: é proporcional ao quadrado da frequência em escala linear. Duplicar a frequência acrescenta aproximadamente 6 dB de perda. Esta comparação não mantém constante a área efectiva das antenas; o modelo e as condições devem ser identificados.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Qual a vantagem do recurso a um wattímetro de leitura de pico para monitorizar a saída de um transmissor de fonia de banda lateral única?
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Resposta de referência
Opção B: Permite visualizar os valores de potência de pico envolvente à saída com maior precisão na presença de modulação
Porque é esta resposta?
Um wattímetro de leitura de pico é especialmente útil para acompanhar PEP de SSB e detectar picos de modulação; um wattímetro médio pode não os mostrar.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Se um frequencímetro com um precisão de ±0,1 ppm registar 146520000 Hz, qual seria o máximo de diferença entre a frequência real medida e a leitura respetiva?
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Resposta de referência
Opção A: 14,652 Hz
Porque é esta resposta?
Um contador de ±0,1 ppm a 146,520 MHz pode errar até aproximadamente 14,652 Hz .
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições, decibéis e eficiência · 5. O que limita uma leitura
De forma a minimizar o erro numa medição de tensão, um voltímetro deverá ter uma impedância interna
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Resposta de referência
Opção B: o mais alta possível, idealmente tendendo para infinito
Porque é esta resposta?
O voltímetro liga-se em paralelo e retira corrente do circuito. Uma impedância de entrada muito elevada reduz essa corrente e o erro de carga; no modelo ideal tende para infinito. Em RF, a capacidade da entrada e da sonda também importa, mesmo que a resistência medida em DC seja elevada.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Medições, decibéis e eficiência · 5. O que limita uma leitura
Pretende-se medir o valor eficaz de tensão de uma onda quadrada, sendo 10 MHz o valor da frequência principal. Dispondo-se de quatro equipamentos de medição de valor eficaz exatamente iguais, diferindo
apenas na frequência máxima de operação: 1 MHz, 10 MHz, 20 MHz e 100 MHz. Qual dos equipamentos deverá ser utilizado?
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Resposta de referência
Opção D: O equipamento cuja frequência máxima de operação é 100 MHz, pois o erro associado à medição é o menor das quatro hipóteses
Porque é esta resposta?
Uma onda quadrada de fundamental 10 MHz contém harmónicas superiores, que contribuem para o valor eficaz. Entre os instrumentos propostos, o de 100 MHz preserva mais dessas componentes e tende a introduzir menor erro, mantendo iguais os restantes parâmetros. A banda finita ainda não reproduz todas as harmónicas; contam também a resposta RMS e o factor de crista admissível.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Que equipamento de teste inclui amplificadores no sistema horizontal e no sistema vertical?
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Resposta de referência
Opção D: Osciloscópio
Porque é esta resposta?
O osciloscópio é o equipamento de teste que inclui amplificadores tanto no sistema horizontal (eixo X) quanto no sistema vertical (eixo Y), permitindo a visualização de formas de onda em um gráfico.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Na sua operação um "dip-meter" utiliza
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Resposta de referência
Opção C: um gerador de frequência variável
Porque é esta resposta?
Um "dip-meter" utiliza um gerador de frequência variável para determinar a frequência de ressonância ou a frequência de "dip" de circuitos ressonantes.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Para que efeito pode um medidor de impedância da antena ser usado?
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Resposta de referência
Opção B: Para pré-sintonizar um sintonizador de antena
Porque é esta resposta?
Um medidor de impedância permite observar a resistência e a reactância apresentadas pelo conjunto antena/sintonizador. Pode ajustar-se previamente o sintonizador até aproximar a impedância pretendida pelo emissor, com um sinal de ensaio apropriado. Isso não testa a capacidade de suportar potência nem elimina perdas na antena ou linha.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Como é que se transforma uma impedância complexa numa impedância resistiva?
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Resposta de referência
Opção C: Anulando a componente reactiva de uma impedância
Porque é esta resposta?
Para obter uma impedância puramente resistiva, compensa-se a sua componente reactiva com uma reactância de sinal contrário. Um condensador em série pode compensar a reactância indutiva da rede de adaptação gama; compensar reactância não elimina as perdas resistivas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Qual das seguintes afirmações está correta?
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Resposta de referência
Opção C: Um analisador espectral apresenta os sinais no domínio da frequência; um osciloscópio apresenta os sinais no domínio do tempo
Porque é esta resposta?
O osciloscópio apresenta normalmente tensão em função do tempo; o analisador espectral apresenta nível em função da frequência. O primeiro facilita observar a forma de onda; o segundo separa fundamental, harmónicas, espúrios e produtos de intermodulação no espectro.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Qual dos seguintes instrumentos de ensaio é utilizado para apresentar os produtos de distorção por intermodulação numa transmissão em banda lateral única, a uma determinada distância do emissor?
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Resposta de referência
Opção B: Um analisador espectral
Porque é esta resposta?
Um analisador espectral separa os níveis por frequência e permite observar produtos de intermodulação junto do sinal SSB. Recebendo a emissão com uma antena de ensaio, pode-se observar o espectro à distância. O nível e a configuração devem evitar sobrecarga, que criaria produtos no próprio instrumento.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Qual dos seguintes instrumentos de ensaio é utilizado para apresentar sinais espúrios de um emissor de rádio, a uma determinada distância desse, emissor?
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Resposta de referência
Opção A: Um analisador de espectro
Porque é esta resposta?
O analisador de espectro mostra componentes em frequências diferentes da emissão pretendida e permite identificar espúrios recebidos por uma antena de ensaio. É preciso distinguir emissões do transmissor de outros sinais e dos produtos criados por sobrecarga do próprio analisador. Um osciloscópio convencional não separa directamente esses níveis por frequência.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Em que domínio são apresentados os sinais num osciloscópio?
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Resposta de referência
Opção D: No domínio do tempo
Porque é esta resposta?
O osciloscópio mostra tensão em função do tempo e permite comparar formas de onda e fases. Em modo XY, dois sinais sinusoidais produzem figuras de Lissajous; não se deve confundir esse domínio com o espectro, que representa amplitude ou potência em função da frequência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Qual dos seguintes procedimentos é uma precaução muito importante a tomar ao ligar um analisador espectral à saída de um transmissor?
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Resposta de referência
Opção B: Atenuar o sinal de saída do transmissor que é fornecido ao analisador espectral
Porque é esta resposta?
Um analisador de espectro apresenta o nível dos sinais em função da frequência. Ao medir um emissor é necessário atenuar a potência e respeitar o limite de entrada; ligado a uma antena receptora, permite observar os sinais presentes sem ser um osciloscópio.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Que potência é absorvida pela carga se um medidor de potência direcional ligado entre um transmissor e uma carga terminal registar uma leitura de 100 W de potência transmitida e 25 W de potência refletida?
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Resposta de referência
Opção D: 75 W
Porque é esta resposta?
Para ensinar o balanço de uma carga resistiva, pode-se dizer que a potência absorvida no ponto de medição é \(100 − 25 = 75 W\); numa linha real, a posição das ondas e as perdas têm de ser consideradas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Que equipamento de medição deve ser ligado à baixada da antena de receção para se ter uma ideia dos sinais que são recebidos na referida antena?
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Resposta de referência
Opção C: Um analisador espectral
Porque é esta resposta?
Um analisador de espectro apresenta o nível dos sinais em função da frequência. Ao medir um emissor é necessário atenuar a potência e respeitar o limite de entrada; ligado a uma antena receptora, permite observar os sinais presentes sem ser um osciloscópio.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Como se designa o bloqueio de um sinal de fonia FM por outro sinal de fonia FM mais forte?
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Resposta de referência
Opção C: Efeito de captura
Porque é esta resposta?
O efeito de captura FM faz com que, perante dois sinais na mesma frequência ou canal, o receptor tenda a demodular o sinal mais forte e a suprimir o mais fraco.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Em sistemas de radiocomunicações o efeito de bloqueio dá-se
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Resposta de referência
Opção B: no recetor
Porque é esta resposta?
O efeito de bloqueio ocorre no recetor de um sistema de radiocomunicações. Ele ocorre quando um sinal forte em uma frequência próxima satura o amplificador de entrada do recetor, tornando-o incapaz de receber sinais mais fracos na mesma faixa de frequência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
A possibilidade dda ocorrência de bloqueio num recetor é tanto maior
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Resposta de referência
Opção D: todas as hipóteses anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
Um bloqueador mais potente, mais próximo fisicamente ou mais próximo em frequência tende a aplicar mais energia aos andares vulneráveis do receptor. Isso aumenta a possibilidade de compressão e redução de sensibilidade, justificando «todas». A susceptibilidade depende dos filtros e da faixa dinâmica; não é uma lei independente do equipamento.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
HAREC, CEPT e UIT · 4. Portugal e a data da consulta
Numa comunicação senti-me ofendido pelas palavras que me foram dirigidas por um colega amador. O que é mais correto fazer?
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Resposta de referência
Opção B: Numa futura comunicação em que esse colega intervenha, falar sobre o ocorrido num tom cordial, no sentido que situações semelhantes não voltem a acontecer
Porque é esta resposta?
A opção 2 descreve a conduta prudente da fonte: abordar o colega num tom cordial e procurar evitar a repetição da situação. A ressalva é que esta é uma orientação de boa prática, não uma transcrição de procedimento disciplinar actual; em caso grave, deve ser consultada a entidade competente.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Opção A: Aos amadores da categoria 1 é emitida licença CEPT nos termos expressos na Recomendação CEPT T/R 61-01
Porque é esta resposta?
A resposta aceite no exame de 01.09.2026, pergunta 2, é a opção 1: aos amadores da categoria 1 é emitida licença CEPT nos termos da T/R 61-01. Este gabarito é usado no treino e na simulação. A utilização temporária depende do reconhecimento pela administração visitada e das condições do país; a resposta do exame não constitui uma autorização automática de operação em todos os países.
Erro comum: Usar a resposta aceite no exame como substituto das condições de operação vigentes.
Sempre que um amador estabeleça comunicações em Portugal ao abrigo de uma licença CEPT emitida por outra Administração, deve emitir o IC da sua estação de amador antecedido do prefixo
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Resposta de referência
Opção D: CT7, se estiver a operar a estação na área geográfica POR
Porque é esta resposta?
A fonte histórica indica o prefixo CT7 para a área geográfica POR. O prefixo de operação temporária deve ser confirmado na licença, na recomendação CEPT e na regulamentação portuguesa vigente; a pergunta permanece apenas como referência histórica.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
A licença CEPT, emitida nos termos da Recomendação CEPT T/R 61-01, permite
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Resposta de referência
Opção B: utilizar estações de amador em todos os países membros ou não membros da CEPT, cuja respetiva Administração tenha adotado a referida Recomendação
Porque é esta resposta?
A resposta aceite no exame de 03.09.2026, pergunta 2, é a opção 2: a utilização temporária abrange países membros ou não membros da CEPT cuja administração tenha adoptado a T/R 61-01. A condição é a adopção da recomendação, com as condições locais aplicáveis; não basta pertencer à CEPT ou à União Europeia. Este gabarito permite pontuar a pergunta, mantendo a necessidade de confirmar as condições de operação no país visitado.
Erro comum: Usar a resposta aceite no exame como substituto das condições de operação vigentes.
HAREC, CEPT e UIT · 1. Uma regra pode ter várias camadas
Qual a potência de pico máxima permitida a um amador da categoria 1 que opere a frequência 14150 kHz?
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Resposta de referência
Opção A: 1500 W
Porque é esta resposta?
A fonte histórica indica 1500 W para a situação descrita. Potência máxima é uma condição regulamentar dependente da faixa, categoria, modo, largura e edição do QNAF ou norma aplicável; o valor não é publicado aqui como limite actualmente válido sem nova confirmação oficial.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
HAREC, CEPT e UIT · 4. Portugal e a data da consulta
Como pode ser operada a faixa dos 7100-7200 kHz por um amador da categoria 1?
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Resposta de referência
Opção D: Respeitando as condicionantes expressas na regulamentação aplicável
Porque é esta resposta?
A opção 4 é a formulação prudente: a faixa dos 7100–7200 kHz só pode ser usada respeitando as condicionantes da regulamentação aplicável. A resposta não autoriza por si só qualquer subfaixa, potência ou modo.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
HAREC, CEPT e UIT · 1. Uma regra pode ter várias camadas
Qual das afirmações está correta?
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Resposta de referência
Opção A: Um amador da categoria 1 poderá utilizar estações de outro amador de acordo com os seus próprios privilégios da categoria 1
Porque é esta resposta?
O artigo 8.º, n.º 1, alínea c), permite utilizar estações individuais de outros amadores de acordo com a categoria do utilizador. Um amador da categoria 1 opera segundo os seus próprios privilégios e as condições aplicáveis à estação.
Erro comum: Supor que utilizar a estação de outra pessoa altera a categoria do operador.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual o tipo de polarização mais comum na propagação de ondas terrestres?
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Resposta de referência
Opção A: Vertical
Porque é esta resposta?
A polarização vertical é habitual na propagação por onda de superfície ao longo do solo. As condições de contorno e perdas no terreno desfavorecem a componente horizontal. A orientação é a do campo eléctrico, e esta preferência não se aplica automaticamente a todos os outros modos de propagação.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Qual é provavelmente o tipo de propagação a decorrer quando os sinais de rádio percorrem a linha onde termina a luz do dia e começa a escuridão?
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Resposta de referência
Opção D: Propagação pela grey-line
Porque é esta resposta?
A propagação pela greyline ocorre junto da faixa de transição entre o dia e a noite. Pode favorecer determinadas bandas e percursos de HF, sem garantir uma ligação.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual a vantagem de uso de uma antena com (traps)?
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Resposta de referência
Opção D: Pode ser usada para o funcionamento em multibandas
Porque é esta resposta?
Uma antena com traps pode funcionar em várias bandas ao seleccionar diferentes comprimentos eléctricos, mas introduz perdas, limitações de potência e possíveis ressonâncias indesejadas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual a desvantagem de uso de uma antena multibanda com (traps)?
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Resposta de referência
Opção A: Pode radiar harmónicos
Porque é esta resposta?
Os traps permitem comportamento multibanda, mas não garantem rejeição dos harmónicos produzidos pelo emissor. A antena pode radiar energia harmónica que lhe chegue; essa possibilidade não significa que uma antena passiva linear crie harmónicos por si mesma.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual dos seguintes tipos de amplificadores reduz ou elimina os harmónicos pares?
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Resposta de referência
Opção B: Amplificador push-pull
Porque é esta resposta?
Num push-pull simétrico, as componentes pares geradas pelas duas metades podem cancelar-se na saída. É a simetria da montagem que produz essa vantagem; desequilíbrios reduzem o cancelamento. Isso não elimina as harmónicas ímpares nem dispensa filtragem.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Uma malha de captura de fase que contém um oscilador controlado por tensão, está associada a um modulador de:
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Resposta de referência
Opção B: frequência
Porque é esta resposta?
Variar a tensão de controlo de um VCO varia a frequência instantânea da sua saída, permitindo modulação FM. Uma PLL pode integrar esse VCO, mas a resposta da malha pode contrariar ou transferir a modulação conforme o ponto de injecção e a largura de banda. Não basta a sigla PLL para definir qualquer modulador.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Osciladores, VCO e PLL · 5. A malha de captura de fase
Qual a gama de captura de um circuito com malha de captura de fase
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Resposta de referência
Opção A: A gama de frequências que permite fechar o circuito
Porque é esta resposta?
Estados de funcionamento livre: o VCO oscila na sua frequência natural, sem estar alinhado com a referência; captura: a malha aproxima a frequência do VCO à referência; a captura depende da gama e da dinâmica da malha; bloqueado: a frequência de realimentação acompanha a referência e a diferença de fase permanece controlada; acompanhamento: dentro da gama de bloqueio, pequenas alterações da referência podem ser seguidas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Qual o princípio fundamental de um modulador de fase?
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Resposta de referência
Opção C: Varia a sintonização do circuito de tanque do amplificador para gerar sinais modulados em fase
Porque é esta resposta?
Na técnica de PM sugerida pelas opções, variar a sintonia de um circuito ressonante altera a fase da resposta à portadora. Se essa alteração segue o sinal modulante, produz modulação de fase. É uma implementação possível, não uma definição universal de todos os moduladores de fase.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Porque é que um sinal SSB não deve ser modulado a mais de 100%?
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Resposta de referência
Opção C: Porque pode causar interferências nos canais adjacentes
Porque é esta resposta?
Sobreexcitar a cadeia SSB pode provocar recorte e distorção, alargando o espectro e causando interferência nos canais adjacentes. A expressão «mais de 100 %» é pouco rigorosa para SSB: o limite de modulação de AM com portadora não se aplica da mesma forma. O ponto a reter é a necessidade de operação linear.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Por que razão é que a resistência de um condutor não é a mesma para correntes de RF e para correntes contínuas?
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Resposta de referência
Opção C: Devido ao efeito pelicular
Porque é esta resposta?
A resistência de um condutor é diferente para correntes de radiofrequência (RF) e para correntes contínuas devido ao efeito pelicular (também conhecido como efeito skin ou skin effect). Esse efeito ocorre em altas frequências, onde a corrente tende a se concentrar na superfície do condutor, aumentando efetivamente a resistência elétrica. Em correntes contínuas (DC), a corrente se distribui uniformemente por toda a seção transversal do condutor, resultando em menor resistência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Que característica apresentam os sinais de HF scatter?
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Resposta de referência
Opção B: Som oscilante
Porque é esta resposta?
No HF scatter, componentes espalhadas podem chegar por vários percursos, com atrasos e fases diferentes. A sua combinação pode dar som oscilante e distorção; não é o mesmo que uma recepção por um único percurso ionosférico estável.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Qual a causa para a frequente distorção dos sinais de HF scatter?
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Resposta de referência
Opção D: Dispersão da energia pela zona de silêncio através de vários percursos de ondas de rádio
Porque é esta resposta?
No HF scatter, componentes espalhadas podem chegar por vários percursos, com atrasos e fases diferentes. A sua combinação pode dar som oscilante e distorção; não é o mesmo que uma recepção por um único percurso ionosférico estável.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Qual a causa para a atividade auroral?
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Resposta de referência
Opção C: Emissão pelo Sol de parttículas carregadas eletricamente
Porque é esta resposta?
A actividade auroral está associada a partículas carregadas provenientes do Sol e à sua interacção com o campo geomagnético e a atmosfera. Pode favorecer espalhamento auroral de sinais, sem garantir melhores condições gerais de HF.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
HAREC, CEPT e UIT · 4. Portugal e a data da consulta
Não concordo com determinadas disposições regulamentares aplicáveis aos Serviços de Amador e de Amador por Satélite. O que é correto fazer?
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Resposta de referência
Opção C: Apresentar fundamentadamente a discordância à ANACOM, propondo alterações
Porque é esta resposta?
A resposta aceite na pergunta 6 do exame de 29.10.2026 é a opção 3: apresentar fundamentadamente a discordância à ANACOM, propondo alterações. Discordar não dispensa cumprir as disposições aplicáveis nem justifica incentivar o seu desrespeito. Este gabarito é usado no treino; a forma concreta de apresentar uma exposição deve seguir os procedimentos vigentes da autoridade.
Erro comum: Confundir discordância fundamentada com dispensa de cumprimento.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Qual a vantagem de um analisador de antena sobre uma ponte SWR para efeitos da medida do coeficiente de onda estacionária da antena?
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Resposta de referência
Opção B: Os analisadores de antena dispensam normalmente fontes externas de RF
Porque é esta resposta?
Um analisador de antena dispõe normalmente de uma fonte de teste própria e mede a resposta da antena ou linha. Uma ponte SWR convencional precisa de energia RF externa para comparar ondas directa e reflectida; os limites e funções variam por instrumento.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
HAREC, CEPT e UIT · 1. Uma regra pode ter várias camadas
Se uma estação de amador interferir uma estação de pequena potência e de curto alcance na frequência 433,5 MHz, quem tem prioridade?
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Resposta de referência
Opção B: A estação de amador
Porque é esta resposta?
A fonte histórica indica prioridade da estação de amador no cenário apresentado. A prioridade efectiva e a protecção de serviços dependem do enquadramento nacional, da faixa e das condições técnicas vigentes; o banco não deve ser usado sozinho para decidir uma interferência real.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Qual dos documentos não é considerado habilitante para a utilização de estações de amador, quando em estadas temporárias em Portugal?
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Resposta de referência
Opção D: Certificado internacional HAREC, nos termos da Recomendação CEPT T/R 61-02
Porque é esta resposta?
A fonte histórica assinala o HAREC como o documento que não basta, por si só, para utilizar uma estação em estada temporária. O HAREC é um certificado de exame, não uma autorização nacional automática; o reconhecimento e os documentos aceites devem ser confirmados na fonte vigente.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Que tipo de medidor deve ser usado para monitorar o sinal à saída de um transmissor modulado por voz de banda lateral única, de forma a assegurar que não se excede a potência máxima admitida?
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Resposta de referência
Opção D: Um wattímetro de potência de pico
Porque é esta resposta?
Um wattímetro de leitura de pico é especialmente útil para acompanhar PEP de SSB e detectar picos de modulação; um wattímetro médio pode não os mostrar. O princípio técnico é estável, mas a condição regulamentar deve ser confirmada na fonte oficial da data aplicável.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Qual das seguintes opções resulta do efeito de captura num receptor de FM??
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Resposta de referência
Opção C: O sinal mais forte a ser recebido é o único sinal desmodulado
Porque é esta resposta?
O efeito de captura FM faz com que, perante dois sinais na mesma frequência ou canal, o receptor tenda a demodular o sinal mais forte e a suprimir o mais fraco.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Intermodulação, espúrias e EMC · Investigação segura
Uma vizinha minha diz que de vez em quando tem interferências na receção de televisão e veio perguntar-me se não seria das minhas emissões. O que é correto fazer?
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Resposta de referência
Opção D: Investigar a situação e resolvê-la se o problema for da minha estação ou ajudar a resolver a situação se o problema for da instalação de receção
Porque é esta resposta?
A opção 4 distingue duas situações: investigar e resolver o problema se tiver origem na própria estação, ou ajudar a resolvê-lo se estiver na instalação de recepção. A origem exige testes e não pode ser presumida apenas porque o emissor trabalha numa faixa atribuída; o procedimento aplicável deve ser confirmado.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
HAREC, CEPT e UIT · 4. Portugal e a data da consulta
Tenho sido interferido de forma intermitente. Mas após aturada investigação, com a ajuda de outros colegas amadores, parece-me que a fonte interferente estará no prédio defronte de mim, onde não existe nenhuma estação de amador. O que é mais correto fazer?
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Resposta de referência
Opção B: Comunicar a situação à ANACOM, fornecendo toda a informação que tiver e solicitando a resolução do problema de acordo com os procedimentos definidos
Porque é esta resposta?
A opção 2 é a orientação histórica para uma interferência externa depois de investigada: comunicar à ANACOM com a informação disponível e seguir o procedimento definido. Aumentar potência ou esperar não identifica nem resolve a fonte.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Circuitos, fontes e amplificadores · 1. As leis de Kirchhoff
Qual das seguintes afirmações é verdadeira no que respeita às Leis de Kirchoff?
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Resposta de referência
Opção A: Existem duas leis: a lei dos nós e a lei das malhas.
Porque é esta resposta?
As duas leis de Kirchhoff são a lei dos nós (correntes) e a lei das malhas (tensões). A primeira exprime a conservação da carga num nó; a segunda estabelece que a soma algébrica das variações de tensão num percurso fechado é zero.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 1. As leis de Kirchhoff
De acordo com a lei dos nós de Kirchoff, qual das afirmações está correcta?
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Resposta de referência
Opção C: A soma algébrica das correntes no nó é igual a zero.
Porque é esta resposta?
A lei dos nós, também chamada lei das correntes, diz que a soma algébrica das correntes num nó é zero: \(I_1+I_2+\cdots=I_{\mathrm{saída}}\). Se entram 2 A e 0,5 A num nó e sai uma corrente I , então \(I = 2,5 A\).
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 1. As leis de Kirchhoff
A lei dos nós de Kirchoff, também se designa por:
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Resposta de referência
Opção D: lei das correntes.
Porque é esta resposta?
A lei dos nós, também chamada lei das correntes, diz que a soma algébrica das correntes num nó é zero: \(I_1+I_2+\cdots=I_{\mathrm{saída}}\). Se entram 2 A e 0,5 A num nó e sai uma corrente I , então \(I = 2,5 A\).
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
6) Quais são os materiais mais usados na blindagem de campos eléctricos?
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Resposta de referência
Opção B: Alumínio e aço.
Porque é esta resposta?
Alumínio e aço são materiais condutores usados em blindagens de campo eléctrico. A redistribuição de cargas e as correntes no metal reduzem o campo transmitido; juntas, aberturas e ligações condicionam a eficácia. A escolha para campo magnético de baixa frequência exige também considerar a permeabilidade.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Qual das seguintes linhas de transmissão possui blindagem de campos electromagnéticos?
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Resposta de referência
Opção A: Cabo coaxial.
Porque é esta resposta?
O cabo coaxial tem um condutor exterior que envolve o interior e funciona como blindagem e retorno do sinal. Por isso, entre as linhas indicadas, é a que oferece blindagem de campos electromagnéticos. A qualidade depende da cobertura da malha, continuidade dos conectores e frequência.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Qual das seguintes afirmações está correcta?
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Resposta de referência
Opção D: A ionosfera constitui uma blindagem à volta da Terra, a campos electromagnéticos em determinadas frequências.
Porque é esta resposta?
A ionosfera refracta de volta à Terra certas ondas que, por isso, não atravessam livremente para o espaço. É neste sentido limitado que a opção a chama «blindagem». O efeito depende da frequência, ionização e ângulo de incidência; a ionosfera não é uma gaiola metálica nem bloqueia todas as frequências.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
A efectividade da blindagem S é definida para campos eléctricos de acordo com a seguinte expressão (sendo _i_ a intensidade do campo eléctrico incidente e _t_ a intensidade do campo eléctrico transmitido através da blindagem)
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Resposta de referência
Opção C: S=20xlog(Ei/Et).
Porque é esta resposta?
Para campo eléctrico, uma definição didáctica da efectividade de blindagem é: \(S_{\mathrm E}=20\log_{10}(E_i/E_t)\) e para campo magnético: \(S_{\mathrm H}=20\log_{10}(H_i/H_t)\) Materiais condutores ajudam a reflectir campos eléctricos; campos magnéticos de baixa frequência podem exigir material de elevada permeabilidade e uma geometria adequada.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
A efectividade da blindagem S é definida para campos magnéticos de acordo com a seguinte expressão (sendo _i_ a intensidade do campo magnético incidente e _t_ a intensidade do campo magnético transmitido através da blindagem)
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Resposta de referência
Opção C: S=20xlog(Hi/Ht).
Porque é esta resposta?
Para campo eléctrico, uma definição didáctica da efectividade de blindagem é: \(S_{\mathrm E}=20\log_{10}(E_i/E_t)\) e para campo magnético: \(S_{\mathrm H}=20\log_{10}(H_i/H_t)\) Materiais condutores ajudam a reflectir campos eléctricos; campos magnéticos de baixa frequência podem exigir material de elevada permeabilidade e uma geometria adequada.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Qual o equipamento mais adequado para efectuar a medição da diferença de fase entre dois sinais sinusoidais?
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Resposta de referência
Opção B: Osciloscópio.
Porque é esta resposta?
O osciloscópio mostra tensão em função do tempo e permite comparar formas de onda e fases. Em modo XY, dois sinais sinusoidais produzem figuras de Lissajous; não se deve confundir esse domínio com o espectro, que representa amplitude ou potência em função da frequência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Como se designam as figuras que representam num osciloscópio a relação de fase entre dois sinais sinusoidais?
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Resposta de referência
Opção A: Figuras de Lissajous.
Porque é esta resposta?
O osciloscópio mostra tensão em função do tempo e permite comparar formas de onda e fases. Em modo XY, dois sinais sinusoidais produzem figuras de Lissajous; não se deve confundir esse domínio com o espectro, que representa amplitude ou potência em função da frequência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Qual o tipo de circuitos ideais que apresentam os sinais de corrente e de tensão em fase?
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Resposta de referência
Opção B: Circuitos resistivos.
Porque é esta resposta?
Num resistor ideal, tensão e corrente estão em fase; num condensador ideal, a corrente adianta a tensão; numa bobina ideal, a tensão adianta a corrente.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
A potência de ruído num sistema de recepção é:
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Resposta de referência
Opção C: directamente proporcional à temperatura de ruído efectiva do sistema e directamente proporcional à largura de banda efectiva do sistema.
Porque é esta resposta?
O ruído térmico pode ser aproximado por: \(P_{\mathrm{n}} = k T B\) onde k é a constante de Boltzmann, T é a temperatura absoluta e B é a largura de banda.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Modulação digital e amostragem · 4. Bits, símbolos e modulação
O que têm em comum as modalidades RTTY, Código Morse, PSK31 e packet?
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Resposta de referência
Opção B: São modos digitais.
Porque é esta resposta?
RTTY, Morse, PSK31 e packet representam informação por estados ou símbolos discretos, pelo que são classificados como modos digitais. Não usam todos a mesma modulação: podem distinguir-se por frequência, fase, presença de portadora, codificação e protocolo.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
Qual das seguintes opções assume maior importância ao ajustar os níveis de transmissão por PSK31?
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Resposta de referência
Opção C: Controlo automático de nível.
Porque é esta resposta?
A fonte indica o controlo automático de nível como ponto importante ao ajustar PSK31, porque o excesso de drive pode gerar distorção e emissões fora da banda. A configuração concreta depende do equipamento; deve começar com potência reduzida e ser verificada por medição, sem tratar a opção como regra universal.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Modulação digital e amostragem · 1. Do fenómeno físico aos bits
Qual é uma das funções de um sinal de pulso modulado?
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Resposta de referência
Opção D: Transmissão digital de dados.
Porque é esta resposta?
Um sinal de impulsos pode transportar dados digitais quando a informação é representada por estados ou posições temporais dos impulsos. Essa é uma das suas aplicações. A modulação por impulsos também pode representar informação analógica; «impulso» não significa automaticamente um bit.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
Qual o equipamento de medição mais indicado para a visualização de formas de onda?
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Resposta de referência
Opção D: Osciloscópio
Porque é esta resposta?
O osciloscópio mostra tensão em função do tempo e permite comparar formas de onda e fases. Em modo XY, dois sinais sinusoidais produzem figuras de Lissajous; não se deve confundir esse domínio com o espectro, que representa amplitude ou potência em função da frequência.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Modulação digital e amostragem · 1. Do fenómeno físico aos bits
Que tipo de informação pode ser transmitido por meio de formas de onda digitais?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as opções são válidas.
Porque é esta resposta?
Voz, imagens e outros dados podem ser representados por bits ou símbolos e transmitidos por formas de onda digitais. «Digital» descreve a representação da informação, não o seu conteúdo. Uma fonte analógica, como voz ou vídeo, exige conversão antes de ser codificada digitalmente.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 1. Do fenómeno físico aos bits
Qual a vantagem do uso de sinais digitais sobre o de sinais analógicos para transmissão da mesma informação?
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Resposta de referência
Opção C: Os sinais digitais podem ser regenerados várias vezes sem erro.
Porque é esta resposta?
Um regenerador decide quais os símbolos recebidos e volta a gerar os níveis e a temporização. Se as decisões forem correctas, pode remover a degradação analógica acumulada e retransmitir a mesma informação. A expressão «sem erro» é condicional: um símbolo decidido incorrectamente também é regenerado com esse erro.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 1. Do fenómeno físico aos bits
Qual das seguintes técnicas costuma ser usada para converter sinais analógicos em digitais?
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Resposta de referência
Opção A: Amostragem sequencial.
Porque é esta resposta?
A amostragem sequencial mede o sinal analógico em instantes sucessivos, normalmente regulares. É uma etapa da conversão analógica/digital: seguem-se a quantificação dos valores em níveis discretos e a codificação desses níveis em bits. Amostragem, por si só, não completa a conversão.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 1. Do fenómeno físico aos bits
Como seria representada num osciloscópio convencional a forma de onda de um sinal de fluxo de dados digitais?
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Resposta de referência
Opção B: Uma série de impulsos com variação de padrões.
Porque é esta resposta?
No domínio do tempo, um fluxo binário de banda base aparece normalmente como uma sequência de níveis ou impulsos cujo padrão depende dos dados. O osciloscópio permite observar essa sequência e as transições. A forma exacta depende da codificação e filtragem; não se deve esperar uma única sinusóide fixa.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 1. Do fenómeno físico aos bits
Que parâmetros são variados pelo sinal modulado num sistema de modulação por posição de pulso?
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Resposta de referência
Opção D: O momento em que se produz cada pulso.
Porque é esta resposta?
Em PPM (Pulse-Position Modulation, modulação por posição de impulso), a informação altera o instante em que ocorre cada impulso relativamente a uma referência temporal. No modelo básico, amplitude e duração permanecem constantes. Alterar a duração corresponde a PWM; alterar a amplitude corresponde a PAM.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 6. Formas de onda, códigos e protecção contra erros
A que estão associadas as siglas CRC e FEC nas comunicações electrónicas?
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Resposta de referência
Opção B: A sistemas de detecção de erros em transmissão de dados.
Porque é esta resposta?
CRC e FEC tratam erros de transmissão, mas têm funções distintas. CRC (Cyclic Redundancy Check) permite detectar erros pela verificação de redundância cíclica. FEC (Forward Error Correction) acrescenta redundância para que o receptor consiga corrigir certos erros sem retransmissão. A opção agrupa estas técnicas; não significa que FEC se limite à detecção.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 6. Formas de onda, códigos e protecção contra erros
Identifique uma das vantagens do recurso ao código ASCII para fins de comunicação de dados?
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Resposta de referência
Opção C: É possível transmitir texto tanto em letras maiúsculas como minúsculas.
Porque é esta resposta?
O código ASCII atribui códigos distintos a letras maiúsculas e minúsculas, além de algarismos, pontuação e caracteres de controlo. Por isso permite transmitir texto com distinção entre, por exemplo, A e a. O código não garante, por si só, correcção de erros nem qualquer velocidade de transmissão.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 6. Formas de onda, códigos e protecção contra erros
Qual a vantagem de se incluir um bit de paridade num fluxo de caracteres ASCII?
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Resposta de referência
Opção D: Podem ser detectados alguns tipos de erro.
Porque é esta resposta?
Um bit de paridade acrescenta uma verificação simples e pode detectar alguns erros, mas não corrige o carácter nem detecta todas as combinações de erros.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Que tipo de transmissão provoca variação do nível instantâneo de potência do sinal de RF para transmissão de informação?
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Resposta de referência
Opção D: Modulação de amplitude.
Porque é esta resposta?
Na modulação de amplitude, a informação altera a amplitude da portadora. Numa carga resistiva fixa, a potência RF acompanha o quadrado dessa amplitude, pelo que varia com a envolvente. Em FM ideal é a frequência instantânea que varia, mantendo-se a amplitude.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · Resumo e glossário
A conversão analógica/digital pode ser dividida em três etapas que são
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Resposta de referência
Opção C: amostragem, quantificação e codificação.
Porque é esta resposta?
A conversão tem três etapas: amostragem, que escolhe valores em instantes discretos; quantificação, que aproxima cada valor por um nível disponível; e codificação, que representa o nível por uma palavra binária. São operações diferentes: discretizar o tempo não discretiza automaticamente a amplitude.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · Resumo e glossário
Duma forma geral e no domínio do tempo, na fase de amostragem de uma conversão analógica/digital
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Resposta de referência
Opção B: o sinal analógico é multiplicado por um trem de imimpulsos de amplitude constante, resultando um trem de impulsos de amplitude variável proporcional ao sinal amostrado.
Porque é esta resposta?
No modelo ideal, amostrar equivale a multiplicar o sinal analógico por um trem periódico de impulsos. O peso de cada impulso resultante é proporcional ao valor do sinal nesse instante. Isso discretiza o tempo; a amplitude só passa a níveis discretos na quantificação. Num amostrador físico, os impulsos têm duração finita.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Modulação digital e amostragem · 2. Critério de Nyquist e aliasing
O teorema de Nyquist ou da amostragem estabelece que
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Resposta de referência
Opção B: a frequência de amostragem deve ser no mínimo o dobro da maior frequência associada ao sinal amostrado
Porque é esta resposta?
Para um sinal limitado a uma frequência máxima \(f_{\max}\), a condição ideal de amostragem é: \(f_s > 2\times f_{\mathrm{max}}\) O limite \(f_s / 2\) chama-se frequência de Nyquist .
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Modulação digital e amostragem · 7. Sobreamostragem e taxa útil
Qual a vantagem da sobreamostragem (entendida como uma amostragem superior à estabelecida pelo teorema de Nyquist)?
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Resposta de referência
Opção C: Aumentar a relação sinal/ruído.
Conclusão da sebenta
Sobreamostrar facilita filtragem e processamento; a melhoria de SNR depende do conversor, do ruído e do processamento.
Porque é esta resposta?
A fonte histórica assinala historicamente a opção 3, mas a vantagem não é garantida. A sobreamostragem pode facilitar a filtragem e distribuir o ruído de quantificação; a melhoria de relação sinal/ruído depende do ADC, do relógio, do filtro e do processamento. A pergunta fica visível com ressalva e deve poder ser excluída do futuro motor de testes.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Modulação digital e amostragem · 2. Critério de Nyquist e aliasing
Numa conversão analógica/digital em que consiste o aliasing?
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Resposta de referência
Opção D: É a distorção resultante do não cumprimento do teorema de Nyquist.
Porque é esta resposta?
O aliasing é particularmente perigoso porque ocorre durante a amostragem: depois de os valores terem sido convertidos, não é possível distinguir simplesmente uma componente original de uma componente que tenha dobrado para a banda.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Como reage um condensador à corrente alternada?
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Resposta de referência
Opção A: À medida que aumenta a frequência da corrente alternada aplicada, a reactância diminui.
Porque é esta resposta?
A reactância capacitiva é \(X_C=\frac{1}{2\pi f C}\). Mantendo C, aumentar a frequência diminui \(X_{\mathrm{C}}\); mantendo a frequência, diminuir C aumenta \(X_{\mathrm{C}}\). A relação aplica-se ao modelo de condensador ideal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual a relação entre a corrente e a tensão num condensador, sujeito a corrente alternada?
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Resposta de referência
Opção C: A tensão e a corrente estão desfasadas 90º.
Porque é esta resposta?
Num elemento puramente reactivo ideal, tensão e corrente estão em quadratura, separadas por 90°. Num condensador a corrente adianta a tensão; numa bobina a corrente atrasa-se. Num resistor ideal estão em fase; o comportamento real inclui perdas e parasitas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Em que consiste a reactância?
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Resposta de referência
Opção B: Oposição ao fluxo de corrente alternada causada por capacidade ou indutância.
Porque é esta resposta?
Reactância é a componente da oposição à corrente alternada associada à capacidade ou indutância. Mede-se em ohms e corresponde a armazenamento e devolução de energia; a resistência descreve a componente dissipativa.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Como reage uma bobina à corrente alternada?
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Resposta de referência
Opção D: À medida que aumenta a frequência da corrente alternada aplicada, a reactância aumenta.
Porque é esta resposta?
A reactância indutiva é \(X_{\mathrm{L}}=2\pi f L\), a oposição reactiva de uma bobina ideal à corrente alternada. Mantendo L, aumentar a frequência aumenta \(X_{\mathrm{L}}\); não é a resistência do fio nem uma dissipação média de energia no indutor ideal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual é a principal desvantagem do uso de uma resistência bobinada a fio num circuito ressonante?
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Resposta de referência
Opção B: A indutância interna da resistência poderia dessintonizar o circuito.
Porque é esta resposta?
O fio enrolado de uma resistência bobinada introduz indutância parasita. Essa indutância acrescenta reactância dependente da frequência e pode deslocar a ressonância do circuito. O problema pedido é o efeito parasita da própria resistência, não uma alteração intencional da bobina de sintonia.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Qual a vantagem de usar núcleo de ferrite numa bobina toroidal?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as opções são válidas.
Porque é esta resposta?
Um núcleo toroidal de ferrite pode aumentar a indutância, concentrar grande parte do fluxo no núcleo e ser escolhido para a gama de frequências pretendida. Estas vantagens dependem do material e do funcionamento abaixo dos limites de perdas e saturação; por isso as propriedades enumeradas podem ser válidas conjuntamente.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Como devem ser posicionadas duas bobinas de forma a minimizar a indutância mútua?
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Resposta de referência
Opção C: Com os eixos de enrolamento na perpendicular entre si.
Porque é esta resposta?
Para reduzir a indutância mútua indesejada entre duas bobinas, coloca-se normalmente o eixo de uma perpendicular ao eixo da outra e aumenta-se a distância quando possível.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Por que razão é importante minimizar a indutância mútua de duas bobinas?
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Resposta de referência
Opção B: Para reduzir ou eliminar o acoplamento indesejado.
Porque é esta resposta?
Para reduzir a indutância mútua indesejada entre duas bobinas, coloca-se normalmente o eixo de uma perpendicular ao eixo da outra e aumenta-se a distância quando possível.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Qual a relação entre a corrente e a tensão numa bobina, sujeita a corrente alternada?
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Resposta de referência
Opção A: A tensão e a corrente estão desfasadas 90º.
Porque é esta resposta?
Num elemento puramente reactivo ideal, tensão e corrente estão em quadratura, separadas por 90°. Num condensador a corrente adianta a tensão; numa bobina a corrente atrasa-se. Num resistor ideal estão em fase; o comportamento real inclui perdas e parasitas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Que propriedade de material determina a indutância de um indutor toroidal com uma bobina de 10 espiras?
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Resposta de referência
Opção D: Permeabilidade do núcleo.
Porque é esta resposta?
A permeabilidade do núcleo é uma das propriedades que determina a indutância; um toróide reduz fluxo disperso e acoplamento, mas o núcleo pode saturar.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Que razão importante existe para que numa bobina se usem toróides de ferro pulverizado em vez de toróides de ferrite?
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Resposta de referência
Opção B: Os toróides de ferro pulverizado têm normalmente maior estabilidade de temperatura.
Porque é esta resposta?
Ferrite e ferro pulverizado não são sinónimos: o ferro pulverizado tem normalmente uma folga distribuída e pode oferecer boa estabilidade térmica; a ferrite tem geralmente maior permeabilidade e permite obter a mesma indutância com menos espiras.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Qual é a vantagem principal de um núcleo toroidal sobre um núcleo solenoidal numa bobina?
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Resposta de referência
Opção A: Os núcleos toroidais contêm a maior parte do campo magnético no material do núcleo.
Porque é esta resposta?
A permeabilidade do núcleo é uma das propriedades que determina a indutância; um toróide reduz fluxo disperso e acoplamento, mas o núcleo pode saturar.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Que razão existe para que numa bobina se usem toróides de ferrite em vez de toróides de ferro pulverizado?
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Resposta de referência
Opção C: Os toróides de ferrite requerem normalmente um menor número de espiras para produzir uma determinada indutância.
Porque é esta resposta?
Ferrite e ferro pulverizado não são sinónimos: o ferro pulverizado tem normalmente uma folga distribuída e pode oferecer boa estabilidade térmica; a ferrite tem geralmente maior permeabilidade e permite obter a mesma indutância com menos espiras.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Como é que se transforma uma impedância complexa numa impedância resistiva?
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Resposta de referência
Opção C: Anulando a componente reactiva de uma impedância.
Porque é esta resposta?
Para obter uma impedância puramente resistiva, compensa-se a sua componente reactiva com uma reactância de sinal contrário. Um condensador em série pode compensar a reactância indutiva da rede de adaptação gama; compensar reactância não elimina as perdas resistivas.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Por que razão se deverá evitar a saturação do núcleo de um transformador convencional de adaptação de impedâncias?
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Resposta de referência
Opção A: Podem produzir-se harmónicos e distorção.
Porque é esta resposta?
Ao saturar, o núcleo perde o comportamento aproximadamente linear e a corrente magnetizante pode crescer e deformar-se. Isso produz distorção e harmónicos; a relação ideal de espiras não justifica operar um transformador fora dos seus limites.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Qual motivo para a existência de tensão no secundário de um transformador quando está ligada uma fonte de tensão alternada no primário do transformador?
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Resposta de referência
Opção C: Indutância mútua.
Porque é esta resposta?
A corrente alternada do primário cria fluxo magnético variável que liga os dois enrolamentos. Esse acoplamento, chamado indutância mútua, induz tensão no secundário; a transferência não exige uma ligação condutora entre os enrolamentos.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Intermodulação, espúrias e EMC · Investigação segura
Numa situação em que se estão a fazer testes a um emissor, ligou-se a saída do emissor sobre uma carga artificial, através de um cabo coaxial. Qual das afirmações seguintes está correta?
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Resposta de referência
Opção C: Nestas circunstâncias, os campos radiados pelo sistema de teste, duma forma geral não são suscetíveis de provocar interferências prejudiciais noutros sistemas rádio que estejam em operação, nas proximidades
Porque é esta resposta?
Uma carga artificial adequada dissipa a potência do emissor em vez de a radiar como uma antena; o coaxial confina grande parte do campo. Assim, um sistema correctamente terminado e blindado tende a produzir pouca radiação e menor risco de interferência. Fugas, conectores defeituosos ou uma carga inadequada podem alterar esse resultado.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Como se denomina a corrente no primário de um transformador se não houver carga no secundário?
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Resposta de referência
Opção A: Corrente de magnetização.
Porque é esta resposta?
Mesmo sem carga no secundário, o primário precisa de corrente para estabelecer o fluxo alternado no núcleo. Essa componente chama-se corrente de magnetização; num transformador real existem também perdas em vazio.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Qual é a tensão no secundário de 500 espiras de um transformador se o primário de 2250 espiras do transformador tiver uma tensão de 120 VAC?
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Resposta de referência
Opção C: 26,7 V.
Porque é esta resposta?
Num transformador ideal, a tensão é proporcional ao número de espiras: \(V_s/V_p=N_s/N_p\). Com 120 V no primário de 2250 espiras e 500 espiras no secundário, \(V_s=120\times500/2250\approx26,7\,\mathrm V\). Os índices p e s identificam primário e secundário; as tensões são valores eficazes. Desprezam-se perdas e queda sob carga.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
Quais são as duas principais variáveis nominais que não devem ser excedidas em rectificadores com díodos de silício?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Tensão de pico inversa e corrente directa média.
Porque é esta resposta?
Um rectificador deve suportar a tensão de pico inversa durante o bloqueio e a corrente directa média durante a condução. Além desses dois limites pedidos, um projecto real verifica também picos de corrente, dissipação e temperatura.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
Qual a vantagem da utilização de um díodo Schottky num circuito de comutação de RF, relativamente à de um díodo de silício comum?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Menor capacidade.
Porque é esta resposta?
Um Schottky tem uma junção metal–semicondutor e comutação rápida, com menor armazenamento de carga do que um díodo PN comum. A capacidade e os restantes limites devem ser comparados na ficha técnica do dispositivo; a vantagem não se explica pela corrente de fuga de um díodo de germânio.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
Que tipo de polarização é necessária para um LED se iluminar?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Polarização directa.
Porque é esta resposta?
Um LED emite luz quando está em condução directa, com o ânodo positivo relativamente ao cátodo. É necessário limitar a corrente; a polarização inversa não é o regime usado para o iluminar.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Qual a vantagem de dispositivos lógicos CMOS sobre dispositivos TTL?
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Resposta de referência
Opção D: Baixo consumo de energia.
Porque é esta resposta?
CMOS costuma consumir menos potência estática do que TTL, mas nenhuma família é “sempre melhor”: velocidade, níveis lógicos, alimentação e imunidade devem ser compatíveis.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Qual a principal função de uma grelha de blindagem num tubo de vácuo?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Redução da capacidade entre a grelha e a placa.
Porque é esta resposta?
Uma grelha de blindagem num tubo de vácuo reduz a capacidade efectiva e o acoplamento entre a grelha de controlo e a placa, ajudando a melhorar o funcionamento em frequência mais elevada.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Qual a vantagem do recurso a circuitos com AMPOP em comparação com a utilização de elementos LC num filtro áudio?
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Resposta de referência
Opção D: Os AMPOP apresentam ganho em vez de perdas de inserção.
Porque é esta resposta?
Filtros activos com amplificadores operacionais podem evitar bobinas, oferecer ganho e permitir valores práticos em áudio; exigem alimentação, largura de banda, estabilidade e margem de saída.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Num AMPOP teoricamente ideal, como varia o ganho com a frequência?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Não varia com a frequência.
Porque é esta resposta?
O enunciado pede o modelo teoricamente ideal, em que o ganho não depende da frequência. No dispositivo real, o ganho diminui com a frequência e é limitado pela largura de banda e compensação; não se deve usar esse limite real para responder ao modelo ideal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 10. Como ler os circuitos que se repetem no banco
Qual o ganho de tensão absoluto aproximado do circuito da figura, se R1=1800 ohms e R2=68000 ohms?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: 38.
Porque é esta resposta?
Para o amplificador inversor da figura, o módulo do ganho ideal é \(R₂/R₁\). Com \(R₁ = 1800 Ω\) e \(R₂ = 68 000 Ω\), \(|A_{\mathrm{v}}| = 68 000/1800 ≈ 37,8\), ou aproximadamente 38; o sinal do ganho é negativo, mas o enunciado pede o valor absoluto.
Erro comum: Escolher pela aparência da figura sem ler a legenda, o sentido, a escala ou a unidade.
Circuitos, fontes e amplificadores · 9. Amplificador operacional e detectores
Em que consiste um amplificador operacional?
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Resposta de referência
Opção A: Um amplificador diferencial de ganho elevado, directamente acoplado, cujas características são determinadas pelas componentes externas ao amplificador.
Porque é esta resposta?
Um AMPOP é um amplificador diferencial de elevado ganho em malha aberta: amplifica a diferença de tensão entre duas entradas. Em funcionamento linear com realimentação negativa, a rede externa determina principalmente o ganho e a função do circuito. As características reais do integrado, a alimentação e a largura de banda continuam a impor limites.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Osciladores, VCO e PLL · 8. Síntese digital directa
Quais os blocos que constituem um sistema DDS - (Direct Digital Synthesisr) básico?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Um oscilador de referência, um NCO - (Numerically Controlled Oscillator), um conversor digital-analógico e um filtro passa-baixo
Porque é esta resposta?
Uma DDS usa normalmente uma referência de relógio, um acumulador ou NCO ( Numerically Controlled Oscillator ), um conversor digital-analógico e um filtro passa-baixo.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Trajectórias de propagação
Qual a causa provável para o eco que ouve num sinal recebido de uma estação distante?
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Resposta de referência
Opção D: Receção de sinal por mais do que um trajeto
Porque é esta resposta?
Quando chegam cópias do mesmo sinal por trajectos de durações diferentes, o receptor pode ouvir eco. É um efeito de multipercurso; descrever apenas os caminhos sem mencionar a diferença de atraso não explica a resposta.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
HAREC, CEPT e UIT · 4. Portugal e a data da consulta
Estou a ser interferido por outro amador o que devo fazer?
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Resposta de referência
Opção A: Chegar a acordo com o outro amador no sentido de resolver as interferências
Porque é esta resposta?
A fonte histórica recomenda tentar chegar a acordo com o outro amador. Na prática, deve-se primeiro identificar a causa, evitar retaliação e seguir o procedimento da autoridade competente se a interferência persistir; a pergunta não substitui a regulamentação vigente.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Opção B: A modulação traduz-se na translação de um sinal da sua gama de frequências para outra gama de frequências
Porque é esta resposta?
A modulação coloca a informação de banda base em torno de uma portadora adequada à transmissão, alterando a sua amplitude, frequência ou fase. É neste sentido que a opção fala de translação para outra gama de frequências. A descrição é particularmente directa em AM; FM não é apenas uma deslocação fixa de todo o espectro.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Qual a indutância de uma bobina de 20 mH ligado em série a uma bobina de 50 mH?
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Resposta de referência
Opção C: 70 mH
Porque é esta resposta?
Para bobinas ideais em série com acoplamento mútuo desprezável, as indutâncias somam-se: \(L_{\mathrm{eq}} = L₁ + L₂\). Assim, \(20 mH + 50 mH = 70 mH\); se houver acoplamento, o sentido dos enrolamentos e a indutância mútua alteram a soma.
Raciocínio passo a passo
Sem acoplamento mútuo, somam-se as indutâncias em série.
\(L_{eq}=(20+50)\,\mathrm{mH}=70\,\mathrm{mH}\).
Erro comum: Inverter a fórmula, usar a grandeza errada ou ignorar as unidades.
Medições, decibéis e eficiência · 6. Instrumentos e o que realmente medem
De forma a minimizar o erro numa medição de corrente, um amperímetro deverá ter uma impedância interna
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Resposta de referência
Opção A: o mais baixa possível, idealmente próxima de zero
Porque é esta resposta?
Um amperímetro é ligado em série e deve ter resistência interna muito pequena para introduzir pouca queda de tensão e alterar pouco a corrente medida. Um voltímetro é ligado em paralelo e tem o requisito oposto: impedância elevada.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Qual das seguintes características é apresentada por um regulador eletrónico comutado de tensão?
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Resposta de referência
Opção C: O ciclo de trabalho do elemento de controlo é controlado de forma a produzir uma tensão média constante à saída
Porque é esta resposta?
Num regulador comutado controlado por PWM, o elemento de potência alterna entre condução e corte. O controlo ajusta a fracção do período em condução, ou ciclo de trabalho, para estabilizar a tensão média depois da filtragem. Isso difere da regulação linear, que ajusta continuamente a condução do elemento de passagem.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Intermodulação, espúrias e EMC · Como uma interferência chega ao vizinho
O que se designa normalmente por (loop) de terra?
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Resposta de referência
Opção B: São as perturbações que resultam dum circuito ter pelo menos dois pontos ligados à terra em localizações distintas
Porque é esta resposta?
Um loop de terra pode formar-se quando existem dois ou mais caminhos de ligação à terra, criando uma malha com correntes indesejadas. Não se resolve eliminando a protecção eléctrica; é preciso distinguir terra de segurança e correntes de sinal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Como se designa o mecanismo que leva à existência de tensão no secundário de um transformador, quando no primário está ligada uma fonte de tensão alternada?
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Resposta de referência
Opção C: Indutância mútua
Porque é esta resposta?
O primário recebe normalmente a fonte e a tensão no secundário aparece por indução mútua.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
Qual a vantagem da utilização de um díodo Schottky num circuito de comutação de RF, relativamente à de um díodo de silício comum?
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Resposta de referência
Opção A: Maior rapidez na comutação
Porque é esta resposta?
Um Schottky tem uma junção metal–semicondutor e comutação rápida, com menor armazenamento de carga do que um díodo PN comum. A capacidade e os restantes limites devem ser comparados na ficha técnica do dispositivo; a vantagem não se explica pela corrente de fuga de um díodo de germânio.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Osciladores, VCO e PLL · 5. A malha de captura de fase
Em que consiste um circuito com malha de captura de fase?
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Resposta de referência
Opção C: Um circuito realimentado constituído por um detetor (comparador de fase), seguido de um filtro passa-baixo que por sua vez atua sobre um oscilador estável controlado por tensão e possui na malha de realimentação um divisor de frequências programável?
Porque é esta resposta?
Uma PLL compara a fase da referência com a do sinal realimentado e corrige o VCO através do filtro de malha. Em bloqueio, a realimentação mantém a relação de frequência e fase prevista; uma referência estável ajuda a estabilizar a saída.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
HAREC, CEPT e UIT · 4. Portugal e a data da consulta
Qual das faixas seguintes não tem estatuto primário para o serviço de amador em Portugal?
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Resposta de referência
Opção B: 1240 - 1260 MHz
Porque é esta resposta?
A resposta aceite no exame de 03.09.2026, pergunta 1, é a opção 2 («1240 - 1260 MHz»). As outras alternativas são 438–440 MHz, 7100–7200 kHz e 24,00–24,05 GHz. O treino usa o gabarito assinalado na coluna Certa. A confirmação desse gabarito não substitui a consulta do QNAF vigente para conhecer o estatuto e as condições de operação na data de utilização.
Erro comum: Usar a resposta aceite no exame como substituto das condições de operação vigentes.
Sempre que uma amdor de categoria 1 pretenda exercer a actividade temporariamente num país cuja Administração tenha adotado a Recomendação CEPT T/R 61-01 (licensa CEPT)
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Resposta de referência
Opção B: sem prejuízo de respeitar as condicionantes expressas na Recomendação referida, deverá respeitar as condicionantes aplicáveis nesse país
Porque é esta resposta?
A opção 2 é a regra prudente da fonte: numa operação temporária devem ser respeitadas a recomendação CEPT e as condições aplicáveis no país visitado. Não é necessário pedir uma autorização à CEPT, mas a administração visitada e a documentação concreta têm de ser confirmadas.
Erro comum: Memorizar o gabarito histórico sem distinguir o conceito técnico, a hipótese e a data da regra aplicável.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Qual das seguintes afirmações é verdadeira no que respeita à absorção ionosférica próxima da frequência máxima utilizável (MUF)?
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Resposta de referência
Opção A: A absorção será mínima
Porque é esta resposta?
A opção exprime a tendência didáctica de menor absorção nas frequências mais altas ainda utilizáveis no percurso ionosférico. «Absorção mínima junto da MUF» não é uma lei universal nem significa absorção nula: a MUF é um limite de retorno, e a atenuação depende da ionização, região D, percurso e condições. Não se deve ultrapassar a MUF para tentar reduzir perdas.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual a polarização de uma onda eletromagnética se o campo magnético for perpendicular à superfície da Terra?
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Resposta de referência
Opção A: Horizontal
Porque é esta resposta?
Por isso, a descrição “polarização horizontal/vertical” deve dizer a que campo se refere: se o campo magnético é paralelo ao solo, o campo eléctrico é vertical; se o campo magnético é perpendicular ao solo, o campo eléctrico é horizontal, assumindo propagação aproximadamente horizontal.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Um dipolo de Hertz é um elemento
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Resposta de referência
Opção B: balanceado
Porque é esta resposta?
Um dipolo simétrico alimentado ao centro é balanceado: os dois braços têm papéis equivalentes e correntes de igual amplitude e sentidos opostos na referência de alimentação. Isso distingue-o do coaxial não balanceado. Balanceamento não é o mesmo que ter 50 Ω, 75 Ω ou 300 Ω de impedância.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Qual dos seguintes dispositivos pode ser utilizado para fins de adaptação de impedâncias em RF
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Resposta de referência
Opção D: Todas as opções são válidas
Porque é esta resposta?
Um transformador pode adaptar impedâncias pela relação de espiras; uma rede π pode fazê-lo com reactâncias; um troço de linha pode transformar a impedância conforme o comprimento eléctrico e a impedância característica. Assim, todas as opções podem servir para adaptação RF, se dimensionadas para a carga, frequência e potência.
Erro comum: Aplicar uma regra de outro circuito ou ignorar as condições indicadas na explicação.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
Qual dos seguintes dispositivos costuma ser mais apropriado para as aplicações de um amplificador de potência UHF ou SHF
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Resposta de referência
Opção A: FET
Porque é esta resposta?
Entre as opções, o FET é o dispositivo activo apropriado à amplificação RF em UHF ou SHF, desde que escolhido para a frequência e potência. Um varicap controla capacidade; SCR e triac destinam-se sobretudo à comutação e controlo de potência, não a esta amplificação RF.
Erro comum: Decorar a opção sem explicar o princípio que a torna correcta.
Circuitos, fontes e amplificadores · 8. Fontes de alimentação e amplificadores
Num amplificador de classe AB
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Resposta de referência
Opção C: o transístor conduz durante mais de meio período
Porque é esta resposta?
Na classe AB, cada dispositivo conduz durante mais de metade do período e menos de um período completo: o ângulo de condução fica entre 180° e 360°. A pequena sobreposição reduz a distorção de cruzamento da classe B.
Erro comum: Confundir a classe AB com a condução de 180° da classe B.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Qual das expressões define a efetividade da blindagem (S) para campos magnéticos (sendo Hi a intensidade do campo magnético incidente e Ht a intensidade do campo magnético transmitido através da blindagem)?
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Resposta de referência
Opção C: S=20xlog(Hi/Ht)
Porque é esta resposta?
A eficácia de blindagem magnética compara o campo incidente Hi com o transmitido Ht. Para amplitudes de campo usa-se \(S=20\log_{10}(H_i/H_t)\), em dB; 10 log10 aplica-se directamente a razões de potência.
Erro comum: Usar 10 log10 para uma razão de amplitudes de campo.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Quais os fatores que afetam a máxima frequência utilizável (MUF)?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as opções são válidas
Porque é esta resposta?
A MUF é a frequência máxima utilizável para um trajecto ionosférico especificado. Depende do percurso, da variação diária e sazonal da ionosfera e da actividade solar; todas as condições propostas podem alterá-la.
Erro comum: Tratar a MUF como constante independente do trajecto e da hora.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Ao programar contactos via reflexão lunar, qual das seguintes condições será mais propícia a uma menor perda de propagação?
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Resposta de referência
Opção A: Quando a Lua se encontra no perigeu
Porque é esta resposta?
No perigeu a Lua está mais próxima da Terra. O percurso de ida e volta é menor e a perda da ligação Terra–Lua–Terra tende a diminuir. É a opção favorável quanto à distância; ruído celeste, apontamento e polarização também influenciam a ligação.
Erro comum: Escolher o apogeu por confundir maior distância com menor perda.
Intermodulação, espúrias e EMC · De onde vêm os produtos indesejados
Em sistemas rádio a intermodulação ocorre quando
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Resposta de referência
Opção A: dois ou mais sinais, com diferentes frequências, se combinam através de um sistema, componente ou dispositivo não linear
Porque é esta resposta?
A intermodulação aparece quando sinais de frequências diferentes atravessam um elemento não linear: surgem combinações das frequências de entrada. Um componente linear apenas sobrepõe os sinais, sem criar essas novas frequências.
Erro comum: Atribuir criação de novas frequências a um circuito perfeitamente linear.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
Em que consiste uma antena com dipolo dobrado?
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Resposta de referência
Opção C: Um dipolo construído a partir de um fio com um comprimento de onda formando um "loop" muito fino
Porque é esta resposta?
O dipolo dobrado é formado por dois condutores paralelos unidos nas extremidades, com alimentação numa interrupção de um deles. Cada lado mede aproximadamente meia onda: o fio completo forma uma laçada estreita com cerca de um comprimento de onda, sujeita às correcções práticas.
Erro comum: Confundir a extensão total da laçada com o comprimento de um só braço.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
No padrão de radiação de antena da figura, qual é a largura aproximada do feixe a 3dB?
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 20º
Porque é esta resposta?
A largura do feixe a −3 dB é o ângulo total entre as duas direcções de meia potência do lóbulo principal. Na figura original, os cruzamentos ficam aproximadamente a −10° e +10°: a largura é cerca de 20°, e não apenas 10° de um lado.
Erro comum: Ler apenas os 10° de um dos lados do lóbulo principal.
Filtros, DSP e espectro · Filtros no domínio da frequência
Como se encontram dispostos os componentes de uma rede PI de um filtro passa-baixo, tendo como referência a entrada e a saída do referido circuito?
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Resposta de referência
Opção D: Um condensador está em paralelo com a entrada, outro está em paralelo com a saída e uma bobina está em série entre os dois condensadores
Porque é esta resposta?
Um filtro passa-baixo em π tem um condensador em derivação na entrada, uma bobina em série e outro condensador em derivação na saída. As reactâncias favorecem a passagem das frequências baixas e atenuam as altas.
Erro comum: Trocar os condensadores em derivação pela bobina em série.
Circuitos, fontes e amplificadores · 4. Bobinas, Q e acoplamento
Numa bobina, o material que constitui o seu núcleo influencia a sua indutância. Qual a característica do material que é mais relevante para esse efeito?
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Resposta de referência
Opção D: A sua permeabilidade magnética
Porque é esta resposta?
A introdução de um núcleo magnético com maior permeabilidade aumenta a indutância, mantendo a geometria e o número de espiras. A permeabilidade efectiva depende do material, do entreferro, da frequência e da saturação.
Erro comum: Ignorar a permeabilidade do núcleo e considerar apenas o número de espiras.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
A modulação de fase é uma forma de modulação na qual
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Resposta de referência
Opção C: o ângulo instantâneo da portadora varia linearmente com o sinal modulante
Porque é esta resposta?
Na modulação de fase, a variação do ângulo de fase instantâneo da portadora é proporcional ao sinal modulante. Não se deve confundir essa relação com a modulação de frequência, em que o desvio de frequência é a grandeza directamente controlada.
Erro comum: Confundir desvio de fase com desvio de frequência.
Circuitos, fontes e amplificadores · 2. Blindagem, fase e ruído
Num recetor, o ruído térmico é gerado
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Resposta de referência
Opção A: apenas nas componentes reais das impedâncias dos circuitos
Porque é esta resposta?
O ruído térmico associa-se à dissipação na parte resistiva, real, da impedância. No modelo ideal, uma reactância pura não gera ruído térmico por dissipação. A temperatura e a largura de banda condicionam o ruído observado.
Erro comum: Atribuir dissipação e ruído térmico a uma reactância ideal pura.
Em que domínio são apresentados os sinais num analisador espetral?
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Resposta de referência
Opção A: No domínio da frequência
Porque é esta resposta?
O analisador de espectro mostra o sinal no domínio da frequência, representando amplitude ou potência em função da frequência. Assim permite observar harmónicas e espúrios separados do sinal pretendido.
Erro comum: Confundir análise em frequência com apresentação no domínio do tempo.
Circuitos, fontes e amplificadores · 5. Transformadores e adaptação de impedâncias
Como se costuma designar um condensador ligado ao secundário de um transformador usado para absorver picos de tensão de curta duração?
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Resposta de referência
Opção D: Condensador supressor de picos
Porque é esta resposta?
O condensador associado ao secundário pode reduzir sobretensões transitórias e oscilações resultantes das indutâncias parasitas e da comutação. Não substitui a análise de um snubber nem serve, por si só, para regular a tensão de saída.
Erro comum: Tratar um condensador isolado como uma protecção universal contra sobretensões.
Osciladores, VCO e PLL · 4. Topologias de oscilador que aparecem em exame
Que tipo de circuitos são usados em osciladores de frequência variável?
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Resposta de referência
Opção B: Colpitts e Hartley
Porque é esta resposta?
Hartley e Colpitts são topologias de osciladores LC que podem ser usadas num VFO: a frequência é variada através dos elementos de sintonia. Hartley usa divisão indutiva e Colpitts divisão capacitiva na realimentação.
Erro comum: Confundir topologia LC com a obrigação de usar um cristal.
Circuitos, fontes e amplificadores · 7. Transístores, MOSFET e lógica
A montagem com um transístor, designada como "amplificador de tensão" (ou "emissor comum"), caracteriza-se por
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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
Num amplificador de emissor comum típico, com polarização e carga adequadas, a saída inverte a fase e pode apresentar ganho de tensão superior a um. A impedância de entrada depende da polarização e do circuito: não é universalmente alta. A opção «todas» descreve o caso didáctico esperado, com estas condições.
Erro comum: Assumir impedância alta e ganho superior a um para qualquer emissor comum.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Que tipo de circuitos ideais apresentam os sinais de corrente e de tensão em quadratura?
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Resposta de referência
Opção C: Circuitos puramente indutivos
Porque é esta resposta?
Uma bobina ideal tem impedância jωL: a tensão adianta-se 90° à corrente, ficando ambas em quadratura. Entre as opções apresentadas, corresponde ao circuito puramente indutivo. Um condensador ideal também produz quadratura, com o sentido oposto, mas não é uma opção desta pergunta.
Erro comum: Esquecer o sentido do desfasamento ou confundir quadratura com oposição de fase.
Osciladores, VCO e PLL · 5. A malha de captura de fase
O que quer dizer PLL?
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Resposta de referência
Opção C: "Phase Locked Loop"
Porque é esta resposta?
PLL significa Phase-Locked Loop, ou malha de captura de fase. O comparador de fase, o filtro e o oscilador controlado formam uma realimentação que permite sincronizar a fase e a frequência com uma referência.
Erro comum: Confundir captura de fase com um oscilador sem realimentação.
Receptores e emissores HAREC · Desempenho que convém separar
A grandeza que dá uma medida da qualidade de desempenho dos sistemas de comunicações analógicas pode designar-se por
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Resposta de referência
Opção A: relação sinal ruído
Porque é esta resposta?
A relação sinal/ruído compara o sinal útil com o ruído e é uma medida de desempenho de uma ligação analógica. Deve ser distinguida da taxa de erros de bits, própria da avaliação de ligações digitais.
Erro comum: Usar taxa de erros de bits como medida directa de uma ligação analógica.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
Qual das seguintes opções constitui um bom indicador da possibilidade de propagação de ondas na faixa dos 50 MHz?
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Resposta de referência
Opção A: Propagação das ondas com saltos curtos na faixa dos 28 MHz
Porque é esta resposta?
Um salto ionosférico excepcionalmente curto em 28 MHz pode indicar ionização suficientemente elevada para tornar uma abertura em 50 MHz mais provável. É um indício para observar essa banda, não uma garantia de contacto nem de que a abertura exista em todos os trajectos.
Erro comum: Transformar um indício de abertura em 50 MHz numa garantia.
Propagação e link budget · Ionosfera e fenómenos de propagação
A inversão de temperaturas é um fenómeno que tem efeitos sobre a propagação rádio. Em que região da atmosfera estes fenómenos ocorrem?
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Resposta de referência
Opção B: Na troposfera
Porque é esta resposta?
Uma inversão de temperatura pode alterar o gradiente de refractividade na troposfera e favorecer propagação troposférica para além do horizonte habitual. Não é, por si só, uma alteração da ionosfera.
Erro comum: Confundir propagação troposférica com reflexão ionosférica.
Circuitos, fontes e amplificadores · 6. Díodos e semicondutores
Num circuito que opera em corrente contínua poderemos ligar dois díodos de junção em paralelo?
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Resposta de referência
Opção C: Sim, mas será aconselhável colocar uma resistência em série com cada um deles
Porque é esta resposta?
Díodos em paralelo podem repartir mal a corrente porque pequenas diferenças de queda directa se ampliam com o aquecimento. Uma resistência em série com cada díodo ajuda a equilibrar as correntes, à custa de queda de tensão e dissipação adicionais.
Erro comum: Ligar díodos em paralelo e assumir divisão automática e igual da corrente.
Propagação e link budget · Antenas, linhas e adaptação
O que é o ganho absoluto de uma antena?
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Resposta de referência
Opção D: É a relação entre a intensidade máxima de radiação (numa dada direção) e a que teríamos se a potência entregue à antena fosse radiada isotropicamente
Porque é esta resposta?
O ganho absoluto compara a intensidade radiada numa direcção com a de uma antena isotrópica alimentada com a mesma potência. A referência isotrópica identifica o ganho em dBi; a eficiência também afecta o ganho de uma antena real.
Erro comum: Confundir a referência isotrópica com a de um dipolo.
Circuitos, fontes e amplificadores · 3. Reactância, impedância e fase
Num condensador plano constituído por duas superfícies metálicas, separadas por um isolante, a sua capacidade aumenta quando
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: diminui o afastamento entre as superfícies metálicas
Porque é esta resposta?
No modelo de placas paralelas, \(C=\varepsilon A/d\): aumentar a área ou a permissividade aumenta a capacidade; aumentar a distância entre as placas diminui-a. O raciocínio pressupõe a geometria e o dieléctrico indicados.
Erro comum: Pensar que afastar as placas aumenta a capacidade.
Osciladores, VCO e PLL · 7. Estabilidade, ruído de fase e espúrios
O fator que afeta o desempenho de um recetor através do mecanismo designado por "reciprocal mixing"
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Resposta de referência
Opção D: é o ruído de fase associado ao oscilador local
Porque é esta resposta?
A mistura recíproca ocorre quando o ruído de fase do oscilador local se mistura com um sinal forte próximo e eleva o ruído na banda de recepção. Pode limitar a recepção de sinais fracos, mesmo sem intermodulação do sinal desejado.
Erro comum: Confundir mistura recíproca com produtos de intermodulação.
No âmbito das transformadas de Fourier, o que designa a sigla FFT?
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Resposta de referência
Opção D: "Fast Fourier Transform"
Porque é esta resposta?
FFT significa Fast Fourier Transform, transformada rápida de Fourier. É um algoritmo eficiente para calcular a transformada discreta de Fourier e analisar as componentes de frequência de uma amostra do sinal.
Erro comum: Confundir o algoritmo FFT com o sinal analisado ou com uma técnica de modulação.
Modulação digital e amostragem · 6. Formas de onda, códigos e protecção contra erros
Qual o significado da sigla AMTOR?
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Resposta de referência
Opção C: "Amateur Teleprinting Over Radio"
Porque é esta resposta?
AMTOR significa Amateur Teleprinting Over Radio. É um modo de teleimpressão usado em rádio amador; a sigla identifica esse sistema, não uma transformação matemática ou uma forma de modulação analógica.
Erro comum: Confundir o nome AMTOR com uma taxa de bits ou uma modulação analógica.