Pesquisa ou escolhe um módulo. Em cada pergunta, selecciona uma opção antes de revelar a resposta e a explicação revista.
Perguntas históricas obtidas através da fonte histórica e transcrições de exames fornecidos ao projecto. A origem está identificada em cada cartão; as respostas e explicações foram revistas pela Sebentas.
336 validadas72 com ressalva15 temporais1 problemas históricos
Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 1
Electricidade básica · 7. Lei de Ohm
Por um circuito resistivo de 120 Ohm circula uma corrente de 0,15 A, quando alimentado por uma tensão de 18 V. Se for alimentado por uma tensão de 36 V, a corrente :
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Resposta de referência
Opção B: Aumenta para 0,300 A
Porque é esta resposta?
Num resistor ideal, mantendo-se a resistência constante, a corrente é \(I = V/R\). Com 36 V e 120 Ω, \(I = 36/120 = 0,30 A\). A tensão duplicou e a resistência não mudou, por isso a corrente também duplica. A opção B é a correcta.
Raciocínio passo a passo
Manter a resistência de 120 Ω constante.
Aplicar a Lei de Ohm: corrente = tensão / resistência.
Com 36 V, a corrente é 36 / 120 = 0,30 A, o dobro da inicial.
Erro comum: Inverter a relação entre tensão e corrente ou esquecer que a resistência permanece constante.
CEPT e utilização temporária · Efeito do estado do CAN
Que efeito tem a suspensão, revogação ou caducidade do CAN na licença CEPT ou UIT correspondente?
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Resposta da Sebentas
Opção B: Produz o mesmo efeito na licença CEPT ou UIT correspondente
Porque é esta resposta?
A lei determina que a suspensão, a revogação e a caducidade do CAN produzem o mesmo efeito na licença CEPT ou UIT correspondente. A licença internacional não fica separada do estado do documento nacional.
Erro comum: Tratar a licença CEPT/UIT como uma autorização independente do CAN português.
Em que consiste o número de manchas solares ("sunspot number")?
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção A: Medida da atividade solar baseada na contagem de manchas solares e de grupos de manchas solares
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o número de manchas solares é um índice de actividade solar baseado na contagem de manchas individuais e de grupos de manchas. Não é um identificador de cada mancha nem o índice de fluxo de rádio solar.
Erro comum: Confundir o número de manchas solares com o fluxo solar medido a 2,8 GHz.
Determinado circuito precisa ser alimentado com 60 V e 0,8 A. Dispondo-se de uma fonte de 300 V, deve-se colocar em série com o circuito uma resistência de :
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Resposta de referência
Opção C: 300 Ohm
Porque é esta resposta?
A resistência em série deve absorver a diferença entre a fonte e o circuito: \(300 V − 60 V = 240 V\). Pela Lei de Ohm, \(R = V/I = 240/0,8 = 300 Ω\). A opção C é a correcta.
Raciocínio passo a passo
A resistência em série deve absorver a diferença de tensão: 300 − 60 = 240 V.
Pela Lei de Ohm, resistência = queda de tensão / corrente = 240 / 0,8 = 300 Ω.
A corrente é a mesma na resistência em série e no circuito alimentado.
Erro comum: Usar os 300 V completos na resistência, em vez de calcular apenas a queda excedente.
Num emissor de FM a malha de captura de fase contém obrigatoriamente
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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: um oscilador controlado por tensão
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a malha de captura de fase (PLL) usa um oscilador controlado por tensão (VCO), regulado a partir da comparação com uma referência. O enunciado não exige que o sinal modulante seja aplicado directamente ao VCO; o ponto de aplicação depende da arquitectura.
Erro comum: Confundir a presença necessária do VCO com a obrigação de aplicar a modulação num ponto único.
Determinado circuito precisa ser alimentado com 60 V e 0,2 A. Dispondo-se de uma fonte de 300 V, deve-se colocar em série com o circuito uma resistência de
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Resposta de referência
Opção D: 1,2 Kilo Ohm
Porque é esta resposta?
A resistência série deve absorver \(300 V − 60 V = 240 V\). Aplicando \(R = V/I\), obtém-se \(R = 240/0,2 = 1200 Ω = 1,2 kΩ\). A opção D é a correcta.
Raciocínio passo a passo
A resistência em série deve absorver a diferença de tensão: 300 − 60 = 240 V.
Pela Lei de Ohm, resistência = queda de tensão / corrente = 240 / 0,2 = 1200 Ω.
A corrente é a mesma na resistência em série e no circuito alimentado.
Erro comum: Confundir 1200 Ω com 120 Ω ou esquecer a conversão para kΩ.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Quatro resistências estão ligadas em série. A tensão aplicada ao conjunto é de 50 V. As quedas de tensão nos terminais das três primeiras são, respetivamente: 25 V, 10 V e 13 V. Qual é a queda de tensão nos terminais da última resistência?
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Resposta de referência
Opção C: 2 V
Porque é esta resposta?
Numa malha, a soma das subidas e quedas de tensão é zero. A queda restante é \(50 − 25 − 10 − 13 = 2 V\). A opção C é a correcta.
Raciocínio passo a passo
Pela lei das malhas, a soma das quedas de tensão é igual à tensão aplicada.
A última queda é 50 − 25 − 10 − 13 = 2 V.
Erro comum: Somar as quedas sem as comparar com a tensão total da fonte.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Quatro resistências estão montadas em série. A tensão aplicada ao conjunto é de 50 V. As quedas de tensão nos bornes das três primeiras são, respectivamente: 25 V; 10,2 V e 12,8 V. Qual é a queda de tensão nos bornes da última resistência?
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Resposta de referência
Opção C: 2 V
Porque é esta resposta?
A tensão total é a soma das quedas nas quatro resistências. A última queda é \(50 − 25 − 10,2 − 12,8 = 2 V\). A opção C é a correcta.
Raciocínio passo a passo
Pela lei das malhas, a soma das quedas de tensão é igual à tensão aplicada.
A última queda é 50 − 25 − 10,2 − 12,8 = 2 V.
Erro comum: Arredondar ou somar as três quedas sem subtraí-las à tensão total.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Quatro resistências estão montadas em série. As quedas de tensão em cada uma delas são as seguintes: 9,2 V; 12,5 V; 10 V e 3,4 V. A tensão aplicada ao circuito é:
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Resposta de referência
Opção A: 35,1 V
Porque é esta resposta?
As quedas de tensão em série somam-se: \(9,2 + 12,5 + 10 + 3,4 = 35,1 V\). A opção A é a correcta.
Raciocínio passo a passo
Somar as quatro quedas, pois as resistências estão em série.
A tensão aplicada é 9,2 + 12,5 + 10 + 3,4 = 35,1 V.
Erro comum: Usar apenas a maior queda ou confundir soma de tensões com soma de resistências.
Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias
Qual a unidade em que se expressa a capacidade de uma bateria?
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Resposta de referência
Opção B: A.h
Porque é esta resposta?
A capacidade indica a carga que a bateria pode fornecer nas condições especificadas e expressa-se habitualmente em ampere-hora, A·h. Uma capacidade de 1 A·h equivale a 3600 coulomb. Não é energia: para estimar energia em watt-hora é preciso considerar também a tensão da bateria.
Erro comum: Escrever A/h, que representa uma razão entre corrente e tempo, em vez de A·h.
Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias
A capacidade de uma bateria é de 20 A.h. Esta bateria é aplicada a um circuito ao qual fornece uma corrente constante de 2 A. Qual a previsão teórica do tempo de funcionamento do referido circuito?
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Resposta de referência
Opção D: 10 horas
Porque é esta resposta?
O tempo ideal calcula-se por \(t=\frac{\text{capacidade}}{\text{corrente}}=\frac{20\,\mathrm{A\cdot h}}{2\,\mathrm A}=10\,\mathrm h\). É uma previsão teórica; temperatura, idade e consumo real podem reduzir o tempo. A opção D é a correcta.
Erro comum: Multiplicar capacidade por corrente, em vez de dividir A·h por A.
Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias
Em que situação é que uma bateria de armazenamento de chumbo-ácido liberta gás de hidrogénio explosivo?
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Resposta de referência
Opção C: Ao ser carregada.
Porque é esta resposta?
Durante a carga, uma bateria de chumbo-ácido pode libertar hidrogénio inflamável. Deve haver ventilação e devem evitar-se faíscas. A opção C é a correcta.
Erro comum: Confundir a libertação de gás durante a carga com uma consequência normal do armazenamento ou da descarga.
Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias
Qual a vantagem da resistência interna reduzida das baterias de níquel-cádmio?
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Resposta de referência
Opção B: Alta corrente de descarga.
Porque é esta resposta?
Uma resistência interna baixa permite que uma bateria entregue correntes de descarga elevadas com menor queda interna. Não significa, por si só, uma tensão nominal maior. A opção B é a correcta.
Erro comum: Confundir resistência interna baixa com tensão nominal mais alta.
Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias
Qual o mínimo de tensão de descarga permitido para o máximo de vida útil de uma bateria comum de chumbo-ácido de 12 volt?
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Resposta de referência
Opção C: 10,5 V
Conclusão da sebenta
A opção C (10,5 V) é a resposta histórica e corresponde a 1,75 V por célula como tensão final de descarga em condições especificadas; não é um limite universal para maximizar a vida útil.
Porque é esta resposta?
Uma bateria de chumbo-ácido de 12 V tem normalmente seis células. O valor histórico de 10,5 V resulta de \(6 \times 1,75 V\) por célula e é usado como tensão final de descarga em ensaios definidos. Não é, contudo, um limite universal para maximizar a vida útil: descargas menos profundas tendem a permitir mais ciclos e o limite depende do fabricante, corrente, temperatura e condição de medição. A opção C é a resposta histórica utilizável com esta ressalva.
Raciocínio passo a passo
Reconhecer que uma bateria de chumbo-ácido de 12 V é formada normalmente por seis células em série.
Calcular a referência convencional: 6 × 1,75 V por célula = 10,5 V.
Distinguir tensão final de descarga usada num ensaio de capacidade de um limite de utilização escolhido para prolongar a vida da bateria.
Concluir que 10,5 V explica a opção histórica, mas não constitui uma recomendação universal de máxima longevidade.
Erro comum: Tratar 10,5 V como uma recomendação universal para descarregar habitualmente qualquer bateria de 12 V.
Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias
Qual das seguintes baterias é recarregável?
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Resposta de referência
Opção C: Bateria de hidreto metálico de níquel.
Porque é esta resposta?
Uma bateria de hidreto metálico de níquel (NiMH) é recarregável quando usada com carregador adequado. As baterias de carbono-zinco, óxido de prata e mercúrio apresentadas são primárias neste contexto. A opção C é a correcta.
Erro comum: Assumir que qualquer bateria pode ser recarregada apenas porque tem a mesma tensão nominal.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Um gerador com a f.e.m. de 100 V e com 0,5 Ohm de resistência interna, debita sobre um circuito exterior uma corrente de 10 A. Qual é a tensão aos terminais do gerador?
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Resposta de referência
Opção C: 95 V
Porque é esta resposta?
A resistência interna provoca uma queda \(I\times r = 10\times 0,5 = 5 V\). A tensão terminal é \(Vt = E − I\times r = 100 − 5 = 95 V\). A opção C é a correcta.
Erro comum: Somar a queda interna à fem, em vez de a subtrair na tensão terminal de um gerador a fornecer corrente.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Um gerador com a f.e.m. de 100 V e com 0,25 Ohm de resistência interna, debita sobre um circuito exterior uma corrente de 40 A. Qual é a tensão aos terminais do gerador?
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Resposta de referência
Opção B: 90 V
Porque é esta resposta?
A queda na resistência interna é \(I\times r = 40\times 0,25 = 10 V\). Logo, a tensão terminal é \(100 − 10 = 90 V\). A opção B é a correcta.
Erro comum: Usar a corrente ou a resistência interna errada no produto \(I\times r\).
Electricidade básica · 10. Circuito aberto, circuito fechado e curto-circuito
Teoricamente, num circuito de corrente contínua, poderemos afirmar que a corrente de curto-circuito é:
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Resposta de referência
Opção A: infinita
Porque é esta resposta?
No modelo ideal de curto-circuito, \(R = 0\) e \(I = V/R\) tende para infinito. Numa fonte real, a resistência interna e as protecções limitam a corrente, mas o aquecimento e o risco continuam perigosos. A opção A é a resposta teórica pedida.
Erro comum: Aplicar literalmente a corrente infinita a uma fonte real ou ignorar o perigo do curto-circuito.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Qual das situações deveremos evitar ou ter cuidados especiais?
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Resposta de referência
Opção B: Ligação de fontes de tensão em paralelo
Porque é esta resposta?
Fontes ligadas em paralelo têm de ser compatíveis e preparadas para partilhar corrente. Diferenças de tensão ou de resistência interna podem provocar correntes elevadas entre as fontes. A opção B é a correcta.
Erro comum: Confundir a ligação em paralelo com uma ligação automaticamente segura ou assumir que fontes diferentes partilham corrente sem controlo.
Medições e instrumentos · Medir é comparar com uma referência
As medidas de intensidade de campo permitem avaliar
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Resposta de referência
Opção B: a radiação da antena da estação emissora
Porque é esta resposta?
Uma medida de intensidade de campo caracteriza o campo radiado que chega a um ponto de recepção e pode ser usada para avaliar a radiação de uma antena emissora. Não mede directamente a altura da antena nem a sensibilidade do receptor. A opção B é a correcta.
Erro comum: Confundir uma grandeza medida no espaço com o ganho nominal da antena ou com uma característica do receptor.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
A intensidade do campo elétrico,
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Resposta de referência
Opção C: decresce com o quadrado da distância
Porque é esta resposta?
A fonte histórica indica historicamente a opção 3 («decresce com o quadrado da distância»), e essa é a resposta que deve ser apresentada ao aluno como resposta da fonte. A ressalva teórica é essencial: no campo distante de uma antena, a amplitude do campo eléctrico E diminui aproximadamente de forma inversamente proporcional à distância (1/r), enquanto a densidade de potência diminui aproximadamente com o inverso do quadrado da distância (1/r²). Portanto, a opção 3 só corresponde se «intensidade» estiver a ser usada de forma imprecisa para significar densidade de potência; o enunciado não oferece a relação 1/r.
Erro comum: Aceitar 1/r² como lei da amplitude do campo eléctrico. Essa relação é a do decaimento da densidade de potência no campo distante.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
Uma corrente a passar num condutor cria na sua proximidade:
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Resposta de referência
Opção B: um campo magnético
Porque é esta resposta?
Uma corrente eléctrica num condutor produz um campo magnético na sua proximidade. À volta de um condutor rectilíneo, as linhas desse campo são circulares. A opção B é a correcta.
Erro comum: Confundir o campo produzido pela corrente com uma corrente adicional ou com uma região luminosa.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
O que é que determina a intensidade do campo magnético em torno de um condutor onde flui uma corrente elétrica?
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Resposta de referência
Opção D: A intensidade de corrente
Porque é esta resposta?
No modelo introdutório, a intensidade do campo magnético em torno de um condutor depende principalmente da corrente que o percorre. A opção D é a correcta; a geometria e a distância também afectam o valor local, mas não tornam a resistência dividida pela corrente a resposta pedida.
Erro comum: Escolher uma razão envolvendo resistência sem considerar que a pergunta pede a grandeza que cria directamente o campo em torno do condutor.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
A força que provoca o movimento de cargas num condutor é
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Resposta de referência
Opção C: a força electromotriz
Porque é esta resposta?
A força electromotriz, ou f.e.m., é a energia disponibilizada pela fonte por unidade de carga, medida em volts. Pode estabelecer a diferença de potencial que faz circular corrente num circuito fechado. Apesar do nome, não é uma força mecânica medida em newtons; o campo eléctrico exerce a força sobre as cargas.
Erro comum: Confundir f.e.m. com a corrente que circula ou com a resistência do circuito.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
Em que sentido está orientado um campo magnético num condutor relativamente ao sentido do fluxo de electrões?
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Resposta de referência
Opção D: No sentido determinado pela regra da mão esquerda.
Porque é esta resposta?
As linhas do campo magnético são circulares em torno do condutor. A regra da mão direita é normalmente aplicada ao sentido da corrente convencional; como o fluxo de electrões é oposto ao da corrente convencional, a formulação equivalente relativa aos electrões usa a regra da mão esquerda. A opção D é a correcta na convenção do enunciado.
Erro comum: Aplicar a mão direita aos electrões sem primeiro distinguir o sentido do fluxo electrónico do sentido da corrente convencional.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
O que é que determina a força do campo magnético à volta de um condutor?
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Resposta de referência
Opção D: A quantidade de corrente.
Porque é esta resposta?
No modelo introdutório, a força do campo magnético em torno do condutor cresce com a corrente que o percorre. A opção D é a correcta; o valor local também depende da geometria e da distância ao condutor.
Erro comum: Escolher uma relação entre resistência e corrente que não representa directamente a causa do campo magnético em torno do condutor.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
O que é o campo magnético?
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Resposta de referência
Opção C: É um campo, numa dada região do espaço, onde se manifesta a ação de cargas elétricas em movimento num condutor
Porque é esta resposta?
Na formulação introdutória da pergunta, o campo magnético é associado ao movimento de cargas eléctricas num condutor, pelo que a opção C é a resposta esperada. A formulação é simplificada: também existem campos magnéticos associados a magnetização e a campos eléctricos variáveis.
Erro comum: Tratar a descrição introdutória como uma definição exaustiva de todas as origens de campo magnético.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
O que é o campo eléctrico?
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Resposta de referência
Opção B: É um campo numa dada região do espaço onde se manifesta a acção de cargas eléctricas.
Porque é esta resposta?
Um campo eléctrico é a região em que cargas eléctricas produzem força por unidade de carga; não exige que exista ar. A opção B é a melhor resposta disponível. A definição operacional do módulo é força por unidade de carga, medida em V/m.
Erro comum: Assumir que um campo eléctrico só pode existir num meio com ar ou confundi-lo com um campo magnético.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
Qual das afirmações está correta?
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Resposta de referência
Opção D: As linhas do campo magnético de um condutor onde flui uma corrente elétrica, formam círculos concêntricos ao redor do condutor
Porque é esta resposta?
Em torno de um condutor rectilíneo percorrido por corrente, as linhas do campo magnético formam círculos concêntricos. A opção D é a correcta; a regra da mão direita acrescenta o sentido dessas linhas.
Erro comum: Dizer que as linhas são paralelas ao condutor ou que uma carga estática produz necessariamente esse padrão magnético.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
Qual das seguintes características não está associada às ondas eletromagnéticas?
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Resposta de referência
Opção D: Temperatura
Porque é esta resposta?
Polarização, amplitude e frequência são grandezas ou características usadas para descrever ondas electromagnéticas. Temperatura não é uma característica fundamental da onda apresentada nas opções. A opção D é a correcta.
Erro comum: Confundir uma condição do meio ou do equipamento com uma característica da onda.
Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência
O valor eficaz de uma onda sinusoidal com 1 Volt de amplitude máxima é:
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Resposta de referência
Opção A: 0, 707 V
Porque é esta resposta?
Para uma sinusóide, \(V_{\mathrm{rms}} = V_{\mathrm{p}}/\sqrt{2}\). Com amplitude de pico de 1 V, \(V_{\mathrm{rms}} = 1/\sqrt{2} ≈ 0,707 V\). A opção A é a correcta.
Erro comum: Confundir valor de pico com valor eficaz ou usar a relação pico-a-pico sem dividir primeiro por dois.
Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência
Se um voltímetro indicar uma tensão de 34 volt r.m.s. na medição de uma onda sinusoidal, qual é aproximadamente a sua tensão de pico?
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Resposta de referência
Opção D: 48 volt
Porque é esta resposta?
Para uma sinusóide, \(V_{\mathrm{p}} = \sqrt{2} \times V_{\mathrm{rms}}\). Assim, \(V_{\mathrm{p}} ≈ 1,414 \times 34 V ≈ 48 V\). A opção D é a correcta.
Erro comum: Calcular V pico-a-pico quando a pergunta pede apenas o pico, ou dividir em vez de multiplicar por \(\sqrt2\).
Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência
Qual das afirmações está correta?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
Uma onda quadrada periódica pode ser decomposta na fundamental e em harmónicas. Um passa-baixo adequado pode preservar a fundamental e atenuar as harmónicas; níveis aproximadamente rectangulares também representam estados digitais. As três propriedades propostas são compatíveis, justificando a opção «todas».
Erro comum: Esquecer os harmónicos de uma onda quadrada ou tratar o filtro passa-baixo como se preservasse todos os harmónicos.
Sinais, modulação e potência · 2. A cadeia da comunicação
O dispositivo que transforma os sinais de voz em sinais elétricos, designa-se por:
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Resposta de referência
Opção A: microfone
Porque é esta resposta?
O microfone transforma variações de pressão sonora, como a voz, num sinal eléctrico que pode alimentar a cadeia de emissão. Um altifalante ou auscultador faz a conversão no sentido oposto. O microfone não é o misturador nem o amplificador de RF.
Erro comum: Confundir microfone, que converte som em sinal eléctrico, com auscultador, que faz a conversão inversa.
Qual é a largura de faixa necessária numa emissão de modulação de frequência em que o desvio de frequência é 25 kHz e a máxima frequência de modulação é 3 kHz?
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Resposta de referência
Opção D: 56 kHz
Porque é esta resposta?
A opção 4 («56 kHz») resulta da regra de Carson: \(B ≈ 2(Δf + fₘmáx) = 2(25 + 3) kHz = 56 kHz\).
Erro comum: Somar apenas o desvio ou esquecer que a largura cobre os dois lados da portadora.
Define-se índice de modulação em frequência modulada como a relação entre o:
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Resposta de referência
Opção A: desvio máximo e a mais alta frequência de modulação
Porque é esta resposta?
Para FM com um tom sinusoidal, o índice é a razão entre o desvio de pico da portadora e a frequência desse tom. A opção usa a maior frequência modulante, que é a convenção de razão de desvio empregada no banco. Não representa um «índice máximo» universal para qualquer sinal de voz: índice de um tom e razão de desvio são conceitos que é preciso distinguir.
Erro comum: Confundir o índice de um tom com a razão de desvio baseada na maior frequência áudio.
Num emissor de modulação de frequência, modulado a ± 5 kHz, a segunda harmónica tem o desvio de:
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Resposta de referência
Opção C: ± 10 kHz
Porque é esta resposta?
Num multiplicador de frequência que selecciona a segunda harmónica de um sinal FM, tanto a frequência central como o desvio instantâneo duplicam. Assim, um desvio de ±5 kHz torna-se ±10 kHz. Não se está a calcular a amplitude de uma banda lateral: o cálculo refere-se à multiplicação da frequência e do desvio.
Erro comum: Aplicar a regra dos múltiplos sem distinguir o desvio idealizado da amplitude real das componentes espectrais.
Circuitos, fontes e componentes · 8. Filtros e aplicações em radioamadorismo
Se num circuito se quiser filtrar as harmónicas de um dado sinal, deve-se utilizar:
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Resposta de referência
Opção B: um filtro passa baixo
Porque é esta resposta?
A opção 2 («filtro passa baixo») é a resposta didáctica esperada quando se pretende manter a fundamental e atenuar as harmónicas de ordem superior, que ficam em frequências mais altas.
Erro comum: Assumir que qualquer filtro remove todas as harmónicas sem considerar a frequência de corte e a fundamental que se quer preservar.
Onde se poderão consultar, de forma segura e universalmente aceite, as definições de emissões espúriase de emissões harmónicas?
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Resposta de referência
Opção A: No Regulamento das Radiocomunicações da UIT
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a referência internacional adequada: as definições de emissões espúrias e harmónicas devem ser procuradas no Regulamento das Radiocomunicações da UIT. A aplicação nacional e os limites concretos devem ainda ser confirmados na regulamentação portuguesa vigente.
Erro comum: Tratar um manual ou uma página de internet como fonte normativa com o mesmo valor do Regulamento e das regras nacionais aplicáveis.
Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura
Para converter 2610 kHz em 145 kHz é necessário:
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Resposta de referência
Opção A: um oscilador de 2465 kHz
Porque é esta resposta?
A opção 1 («um oscilador de 2465 kHz») é correcta: misturando 2610 kHz com 2465 kHz obtém-se a diferença 145 kHz, que pode ser seleccionada por filtragem.
Erro comum: Somar as frequências e esquecer que o misturador também produz a diferença.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Em modulação de amplitude, a que se dá o nome de faixas laterais?
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Resposta de referência
Opção A: Ao conjunto de frequências situadas imediatamente abaixo e acima da frequência da portadora e que resultam da soma e da diferença entre a frequência da portadora e de cada uma das frequências que a modulam
Porque é esta resposta?
A opção 1 define as faixas laterais: são as frequências imediatamente abaixo e acima da portadora, produzidas pelas combinações de soma e diferença entre a portadora e as frequências modulantes.
Erro comum: Confundir as bandas laterais com todas as frequências que o receptor consegue sintonizar.
Em modulação de frequência, a que se dá o nome de desvio de frequência?
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Resposta de referência
Opção A: À diferença entre o valor máximo de frequência que a onda modulada apresenta devido à modulação e a frequência da onda portadora
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o desvio de frequência é a diferença entre a frequência máxima instantânea da onda modulada e a frequência da portadora. A diferença entre máximo e mínimo seria, em geral, o dobro do desvio.
Erro comum: Escolher a diferença entre máximo e mínimo e chamar-lhe directamente desvio.
Opção A: A frequência da portadora varia proporcionalmente com a amplitude instantânea do sinal modulante
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a correcta: em FM a amplitude da portadora mantém-se idealmente constante e a frequência instantânea varia de acordo com a amplitude instantânea do sinal modulante.
Erro comum: Confundir FM com AM e afirmar que é a amplitude da portadora que transporta directamente a informação.
Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro
Uma desvantagem da receção em AM em relação à receção em FM é
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Resposta de referência
Opção B: a maior sensibilidade aos ruídos interferentes
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: a AM é mais sensível ao ruído de amplitude, porque a informação está nas variações de amplitude; a FM rejeita melhor parte dessas variações através do limitador e do detector.
Erro comum: Afirmar que a FM ocupa sempre menos largura de banda ou que a diferença principal é a estabilidade do oscilador.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Numa comunicação em AM, transmite-se:
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Resposta de referência
Opção D: somente a portadora e as duas faixas laterais
Porque é esta resposta?
A opção 4 é a correcta para AM convencional: transmite-se a portadora e as duas bandas laterais. Em SSB a portadora e uma das bandas laterais são suprimidas, mas isso já é outro tipo de emissão.
Erro comum: Aplicar à AM convencional a descrição de SSB e eliminar uma das bandas laterais.
Em modulação de frequência nas faixas de UHF com espaçamento entre canais de 25 kHz, a largura de faixa necessária em geral para uma emissão radiofónica é de:
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Resposta de referência
Opção B: 16 kHz
Porque é esta resposta?
O espaçamento de canais de 25 kHz não é, por si só, a largura ocupada pela emissão. No exemplo usual de desvio de 5 kHz e áudio até 3 kHz, a regra de Carson dá \(B\approx2(5+3)=16\,\mathrm{kHz}\). É a hipótese técnica usada para escolher a opção de 16 kHz; outros desvios e filtros podem produzir outra largura.
Erro comum: Usar directamente os 25 kHz de espaçamento de canais como largura de banda da emissão.
Em modulação de frequência, quanto maior é o desvio de frequência
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: menos ruído se nota no recetor e maior é a faixa de frequências ocupada
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a resposta didáctica esperada: um desvio maior tende a melhorar a rejeição de ruído de amplitude em FM, mas também aumenta a largura de banda ocupada. O resultado depende das condições do sistema.
Erro comum: Escolher menor largura de banda por associar um desvio maior a uma transmissão mais concentrada.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Na comunicação utilizando modulação em faixa lateral única, ou SSB, com portadora suprimida
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: toda a informação é transmitida
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta esperada: numa SSB com portadora suprimida transmite-se toda a informação numa única banda lateral, embora não se transmitam todos os componentes da AM convencional.
Erro comum: Interpretar a supressão de uma banda como perda de metade da informação.
Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer
No âmbito das radiocomunicações o que significa a sigla CW?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Continuous Wave
Porque é esta resposta?
A opção 3 significa Continuous Wave («onda contínua»). No radioamadorismo, CW identifica normalmente a comunicação por código Morse usando uma portadora comutada.
Erro comum: Escolher uma expansão literal em inglês sem relação com radiocomunicações.
Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro
A largura de faixa ocupada por uma emissão
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: é sempre menor que a largura de faixa necessária para essa emissão
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 1 («é sempre menor que a largura de faixa necessária para essa emissão»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: A análise técnica anterior distingue largura ocupada e necessária: a largura ocupada contém uma percentagem especificada da potência média (habitualmente 99%), pelo que não engloba toda a potência radiada. Essa análise favorece a opção 2 e contesta o «sempre menor» da opção histórica 1. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.
Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Qual das seguintes emissões de fonia usa uma largura de banda mais estreita?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Banda lateral única
Porque é esta resposta?
A opção 1 («banda lateral única») usa a largura de banda mais estreita entre as emissões de fonia listadas, porque transmite uma só banda lateral e suprime a portadora.
Erro comum: Escolher FM apenas porque a sua amplitude é constante, ignorando a largura de banda ocupada.
Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro
Qual das seguintes emissões utiliza, duma forma geral, menor largura de banda?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: CW
Porque é esta resposta?
A opção 2 («CW») é a resposta esperada: o CW tende a ocupar a menor largura de banda das opções introdutórias, pois a portadora é comutada segundo o código Morse.
Erro comum: Escolher SSB por ser estreita sem comparar a largura ainda menor do CW neste contexto.
Qual é o índice de modulação de um sinal de fonia FM com um desvio máximo da portadora de ± 6kHz, quando modulada com uma frequência de modulação de 2kHz?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 3
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: \(β = Δf/fₘ = 6 kHz / 2 kHz = 3\).
Erro comum: Responder 6000 por não dividir o desvio pela frequência de modulação, ou usar 12 por multiplicar os valores.
Qual é o índice de modulação de um sinal de fonia FM com um desvio máximo de frequência de 3000 Hz de cada lado da frequência da portadora, quando a frequência de modulação é 1000 Hz?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: 3
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o índice de modulação é \(β = 3000 Hz / 1000 Hz = 3\).
Erro comum: Confundir o desvio de 3000 Hz com o índice adimensional.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Por precaução teve que se pôr um atenuador de 10 dB entre um pré-amplificador e um amplificador. Sabendo que o valor máximo na saída do pré-amplificador é de 50 W, qual a potência máxima à entrada do amplificador?
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Resposta de referência
Opção D: 5 W
Porque é esta resposta?
A opção 4 («5 W») é correcta: uma atenuação de 10 dB reduz a potência por um factor 10; \(50 W / 10 = 5 W\).
Raciocínio passo a passo
Uma atenuação de 10 dB divide a potência por 10.
A potência à entrada do amplificador é 50 / 10 = 5 W.
Erro comum: Subtrair 10 W ou aplicar a relação de tensão a uma potência sem converter o factor.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
O sinal na entrada de um amplificador é de 1 V rms e à saída de 10 V rms. Este amplificador tem um ganho de:
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Resposta de referência
Opção D: 20 dB
Porque é esta resposta?
O ganho de tensão é a razão entre as tensões eficazes de saída e de entrada: \(A_v=10/1=10\). Em decibéis de tensão, \(G_v=20\log_{10}(10)=20\,\mathrm{dB}\). Av não tem unidade; Gv exprime-se em dB. Para interpretar esse número também como ganho de potência, as impedâncias de entrada e saída têm de ser consideradas.
Raciocínio passo a passo
Calcular a razão de tensões eficazes: 10 / 1 = 10.
Aplicar a relação de tensão: \(G_v=20\log_{10}(10)=20\,\mathrm{dB}\).
Uma razão de tensão de 10 não corresponde a 10 dB; o factor é 20 na expressão de tensão.
Erro comum: Usar 10 logaritmos para uma razão de tensões ou responder 10 dB sem converter a grandeza.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Qual das seguintes frases é verdadeira?
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Resposta de referência
Opção C: Um amplificador é tanto mais eficiente quanto menor for o consumo para uma dada potência de saída
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: para uma dada potência RF de saída, um amplificador é mais eficiente quando consome menos potência DC de entrada, porque a eficiência é \(\eta=P_{\mathrm{saída}}/P_{\mathrm{entrada}}\).
Erro comum: Confundir potência de saída com eficiência e ignorar a potência consumida e dissipada em calor.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Um aumento de potência para o dobro ou a redução da mesma para metade resulta na variação de quantos dB?
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Resposta de referência
Opção B: 3 dB
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: duplicar a potência ou reduzi-la para metade corresponde a uma variação de \(10 \log_{10}(2) ≈ 3 dB\), com o sinal a depender de ser aumento ou redução.
Erro comum: Responder 6 dB, que corresponde aproximadamente a quadruplicar a potência, ou usar a fórmula de tensão.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Aplicando um sinal sinusoidal a uma resistência ideal
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Resposta de referência
Opção D: a tensão e a corrente estão em fase
Porque é esta resposta?
Numa resistência ideal, a tensão é proporcional à corrente em cada instante, pela Lei de Ohm. Por isso, os máximos e as passagens por zero das duas sinusóides coincidem: tensão e corrente estão em fase. O desfasamento de 90° pertence aos modelos puramente capacitivos ou indutivos.
Erro comum: Aplicar a regra ELI/ICE de circuitos reactivos a uma resistência pura.
A opção 3 é correcta: \(0,01 µF = 0,01 \times 10⁻⁶ F = 10⁻⁸ F\) e \(10 000 pF = 10 000 \times 10⁻¹² F = 10⁻⁸ F\). As duas expressões representam a mesma capacidade.
Erro comum: Confundir micro (10⁻⁶) com nano (10⁻⁹) e deslocar a vírgula três casas a mais ou a menos.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Qual a vantagem de um condensador eletrolítico?
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Resposta de referência
Opção C: Capacidade elevada para um volume determinado
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um condensador electrolítico oferece capacidade elevada para um volume determinado, embora tenha polaridade e limitações de tensão, ripple e ESR.
Erro comum: Escolher «não ter polaridade»; electrolíticos e tântalo têm polaridade.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Como se comporta um condensador num circuito de corrente contínua?
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Resposta de referência
Opção D: Comporta-se como um circuito aberto
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta em regime DC estabilizado: um condensador ideal comporta-se como circuito aberto depois de carregar. Durante o arranque existe corrente de carga.
Erro comum: Dizer que o condensador é sempre circuito aberto e esquecer o transitório de carregamento.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Como se costuma designar a bobina usada para estabilizar a corrente contínua de saida de um retificador ligado a uma fonte de energia comum?
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Resposta de referência
Opção D: Bobina de filtragem
Porque é esta resposta?
A opção 4 («bobina de filtragem») é a designação esperada para a indutância usada para reduzir a ondulação da saída de uma fonte. «Bobina de choque» descreve uma função relacionada, sobretudo quando se enfatiza a impedância elevada à RF.
Erro comum: Tratar «bobina de choque» e «bobina de filtragem» como termos sempre intercambiáveis, sem considerar a função descrita.
O prefixo mili, m, significa um milésimo. Logo, \(1\,\mathrm{mH}=10^{-3}\,\mathrm H=0,001\,\mathrm H\). A unidade continua a ser o henry: a conversão altera a representação numérica da mesma indutância.
Erro comum: Confundir mili com micro ou aceitar a igualdade duplicada da opção 1.
O prefixo micro, µ, significa um milionésimo. Logo, \(1\,\mathrm{\mu H}=10^{-6}\,\mathrm H=0,000001\,\mathrm H\). Não confundir micro com mili, que é mil vezes maior.
Erro comum: Confundir µH com mH e perder três ordens de grandeza.
Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento
Qual das afirmações é verdadeira?
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Resposta de referência
Opção C: As frequências das ondas no primário e no secundário dum trasnformador são iguais
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: num transformador ideal a frequência do sinal no secundário é a mesma que no primário. O transformador altera tensão, corrente ou impedância e não converte DC constante.
Erro comum: Pensar que o transformador rectifica AC ou eleva directamente uma tensão contínua.
Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento
Um transformador com o primário ligado à rede elétrica, apresenta nos terminais do secundário em vazio o valor de 5,2 V
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Resposta de referência
Opção B: de tensão alternada
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o secundário de um transformador ligado à rede fornece tensão alternada. A rectificação ocorre num estágio posterior, se existir.
Erro comum: Confundir o transformador com o rectificador que pode aparecer depois dele numa fonte.
Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento
Qual das seguintes afirmações é verdadeira?
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Resposta de referência
Opção B: Um transformador além de transformar tensões e correntes alternadas, também é utilizado em aplicações de tansformação de impedâncias
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um transformador trabalha com tensões e correntes alternadas e também pode adaptar impedâncias através da relação entre enrolamentos.
Erro comum: Aceitar a opção sobre correntes contínuas; fluxo constante não produz a transferência normal entre enrolamentos.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Qual razão para a existência de tensão no secundário de um transformador quando está ligada uma fonte de tensão alternada ao primário do transformador?
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Resposta de referência
Opção C: Indutância mútua
Porque é esta resposta?
A tensão no secundário resulta da indutância mútua: a corrente alternada no primário cria um fluxo magnético variável comum aos enrolamentos, induzindo tensão no secundário. Não é uma ligação eléctrica directa entre os dois enrolamentos.
Erro comum: Confundir a transferência magnética com acoplamento capacitivo entre os enrolamentos.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
Um díodo de junção ideal inserido em série num circuito de corrente alternada comporta-se, num determinado ciclo da corrente como um
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Resposta de referência
Opção A: interruptor
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um díodo ideal comporta-se como interruptor — conduz num sentido e bloqueia no outro, conforme o semiciclo e a polaridade aplicados.
Erro comum: Dizer que um díodo ideal funciona como resistência ou condensador independente da polaridade.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
Num díodo de junção, chama-se tensão de Zener
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Resposta de referência
Opção C: ao valor de tensão inversa que produz um aumento significativo da corrente inversa
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a tensão de Zener é a tensão inversa na região de ruptura, onde a corrente inversa aumenta significativamente e deve ser limitada.
Erro comum: Confundir ruptura Zener com tensão de polarização directa ou com saturação de um transistor.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
Qual a principal característica de um díodo Zener que trabalhe na zona de disrupção?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Tensão constante sob condições de variação da corrente
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: na zona de disrupção, o díodo Zener mantém aproximadamente tensão constante enquanto a corrente varia, dentro dos limites do componente.
Erro comum: Trocar tensão constante por corrente constante ou esquecer a necessidade de limitar a corrente.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
No díodo apresentado na figura, o valor da máxima tensão inversa é aproximadamente
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: 141V
Porque é esta resposta?
A imagem original mostra uma fonte de 100 V RMS, um díodo ideal D1 e a carga. O pico da sinusóide é \(V_{\mathrm{p}} = V_{\mathrm{rms}} \times \sqrt{2} = 100 \times \sqrt{2} ≈ 141 V\); nesse modelo, a máxima tensão inversa aproximada do díodo é 141 V, opção 4.
Erro comum: Confundir 100 V RMS com o valor de pico de 141 V ou tratar a figura como se o valor indicado fosse já o pico.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
Na figura, identifique o símbolo que representa o díodo Zener:
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: D4
Porque é esta resposta?
Na imagem original image-49.png, o símbolo identificado como D4 é o díodo Zener; portanto, a opção 4 é a correcta. A identificação depende da figura e não deve ser inferida apenas pela letra D4.
Erro comum: Assumir que D4 é Zener só pela posição da opção, sem observar a barra de cátodo característica do desenho.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
Os díodos de junção não ideais quando polarizados diretamente têm tipicamente uma queda de tensão aos seus terminais
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Resposta de referência
Opção C: entre 0 V e 1 V
Porque é esta resposta?
Para os díodos de junção usuais considerados na pergunta, a queda em condução directa fica tipicamente na gama de 0 a 1 V: cerca de 0,3 V no germânio e 0,6 a 0,7 V no silício, em condições correntes. Não é um limite universal: corrente, temperatura e tipo de díodo alteram a queda, e um LED pode exigir mais de 1 V.
Erro comum: Usar uma queda negativa, própria de polarização inversa, ou assumir que 0,7 V é universal para todos os díodos.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
Os circuitos com transístores podem ser utilizados como
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Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: um transistor pode funcionar como amplificador na região activa, como comutador entre corte e saturação e como elemento de um oscilador com realimentação adequada.
Erro comum: Assumir que um transistor tem apenas a função de amplificar.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
Um transístor de junção bipolar, a funcionar num circuito lógico em que zonas de funcionamento deverá operar
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Resposta de referência
Opção C: Na zona de corte e na zona de saturação
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: num circuito lógico, o transistor bipolar trabalha idealmente entre corte, que representa desligado, e saturação, que representa ligado.
Erro comum: Escolher a região activa, usada para amplificação linear, como se fosse o regime lógico principal.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
Duma forma geral considera-se que os transístores de junção bipolar têm as seguintes três zonas de funcionamento:
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Resposta de referência
Opção C: corte, ativa e saturação
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a simplificação didáctica esperada: corte, activa e saturação. Em classificações mais completas pode distinguir-se também a região activa inversa, mas ela não é separada nesta pergunta.
Erro comum: Tratar a lista simplificada como se fosse a única nomenclatura possível ou esquecer que a região inversa pode ser distinguida.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
Em que zona de funcionamento deverá trabalhar um transístor de junção bipolar que é o único elemento ativo num circuito amplificador?
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Resposta de referência
Opção A: Na zona ativa
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: quando o transistor bipolar é o elemento activo de um amplificador, deve operar na região activa para obter amplificação aproximadamente linear.
Erro comum: Escolher saturação ou corte, que são regimes de comutação e não de amplificação linear.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
A polarização de um transístor corresponde
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: à determinação das tensões e correntes contínuas (DC) que garantem o funcionamento do transístor na zona ativa
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: polarização é a definição das tensões e correntes contínuas que colocam o transistor no ponto de funcionamento desejado, aqui na região activa.
Erro comum: Confundir a polarização DC com o sinal AC que será amplificado.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
Uma montagem de emissor comum, devidamente polarizada para garantir o funcionamento do transístor exclusivamente na zona ativa
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: duma forma geral, inverte e amplifica o sinal de entrada
Porque é esta resposta?
Na montagem de emissor comum, na região activa, aumentar a corrente de base aumenta a corrente de colector e a queda na resistência de carga. A tensão no colector diminui: a saída pode ter ganho de tensão e aparece invertida relativamente à entrada.
Erro comum: Confundir emissor comum com seguidor de emissor, que tem ganho de tensão próximo de um e não inverte a fase da mesma forma.
Circuitos, fontes e componentes · 8. Filtros e aplicações em radioamadorismo
Os amplificadores sintonizados
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: apresentam uma resposta tipicamente passa-banda
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 3 («apresentam uma resposta tipicamente passa-banda»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: As afirmações das opções 1, 2 e 3 descrevem amplificadores sintonizados no modelo didáctico usado pelo banco. A análise técnica anterior favorece a opção agregadora 4 («Todas as hipóteses estão corretas»); a opção histórica 3 descreve a resposta tipicamente passa-banda. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.
Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.
Circuitos, fontes e componentes · 8. Filtros e aplicações em radioamadorismo
Um filtro rejeita banda destina-se
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: a deixar passar as frequências mais baixas e as frequências mais altas, rejeitando uma dada gama de frequências
Porque é esta resposta?
Um filtro rejeita-banda atenua uma faixa intermédia de frequências e deixa passar as regiões abaixo e acima dela. A faixa rejeitada pode ser larga; quando é muito estreita fala-se habitualmente de notch. Rejeita-banda não significa necessariamente rejeição de uma única frequência.
Erro comum: Confundir rejeita-banda com passa-banda, que faz o inverso na faixa seleccionada.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
Numa fonte de alimentação não comutada com transformador, a introdução de um díodo em série entre o secundário do transformador e um circuito de carga
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: faz uma retificação de meia onda que não é adequada se o circuito de carga necessitar de uma tensão contínua
Porque é esta resposta?
A opção 1 é o gabarito histórico esperado: um único díodo em série produz rectificação de meia onda, deixando passar apenas um semiciclo. A frase «não é adequada se necessitar de tensão contínua» precisa de ser qualificada: a saída é pulsante e pode exigir filtragem, enquanto uma ponte fornece onda completa.
Erro comum: Dizer que um único díodo não rectifica ou chamar onda completa à rectificação de meia onda.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Um condensador ligado ao secundário de um transformador, usado para absorver picos de tensão de curta duração, designa-se:
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Resposta de referência
Opção D: condensador supressor de picos
Porque é esta resposta?
A opção 4 («condensador supressor de picos») é correcta: esse condensador absorve ou limita transitórios de curta duração no secundário, conforme a aplicação e o circuito de supressão.
Erro comum: Confundir um supressor de picos com o condensador de filtro que reduz a ondulação DC.
Circuitos, fontes e componentes · 9. Fontes, termístores e desacoplamento
Qual o fator de segurança que oferece uma resistência de drenagem da fonte de alimentação?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Descarrega o condensador de filtragem
Porque é esta resposta?
A resistência de drenagem fornece um caminho para descarregar o condensador de filtragem após desligar a fonte. A descarga demora um tempo dependente da resistência e da capacidade; uma avaria pode impedi-la. A sua presença não prova ausência de tensão nem elimina a necessidade de verificação antes de uma intervenção.
Erro comum: Confundir a resistência de drenagem com um fusível ou com um eliminador de corrente de terra.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
Diz-se que há amplificação de tensão
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: se a um certo valor de tensão alternada aplicado à entrada de um circuito, corresponde uma tensão, também alternada mas de maior amplitude, na saída do mesmo circuito
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: há amplificação de tensão quando uma tensão AC de determinada amplitude aplicada à entrada produz uma tensão AC de maior amplitude na saída.
Erro comum: Confundir amplificação de tensão com converter AC em DC ou com mudar a frequência do sinal.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
Uma corrente de 20 mA circula entre a base e o emissor de um transístor que apresenta um ganho de 40.Em consequência, entre coletor e emissor circula uma corrente de:
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: 0,8 A
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: \(I_C\approx\beta I_B=40\times20\,\mathrm{mA}=800\,\mathrm{mA}=0,8\,\mathrm A\).
Erro comum: Multiplicar por 40 sem converter miliampere para ampere ou confundir ganho com resistência.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
A corrente que circula entre o colector e o emissor de um transistor é 8 mA, e a corrente que circula entre a base e o emissor do mesmo transistor é 400 µA. Qual é o ganho de corrente apresentado?
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Resposta de referência
Opção B: 20
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: \(\beta=I_C/I_B=8\,\mathrm{mA}/400\,\mathrm{\mu A}=8000\,\mathrm{\mu A}/400\,\mathrm{\mu A}=20\).
Erro comum: Dividir mantendo mA e µA sem converter as unidades.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
Num transístor a corrente que circula entre o colector e o emissor é de 80 mA. Se entre a base e o emissor circular uma corrente de 400 µA, qual o seu ganho?
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Resposta de referência
Opção D: 200
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: \(β = 80 mA / 400 µA = 80 000 µA / 400 µA = 200\).
Erro comum: Obter 0,2 por inverter o quociente ou não converter mA para µA.
Qual das seguintes opções descreve um amplificador linear?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Um amplificador cuja saída mantém a forma de onda de entrada
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um amplificador linear procura manter, na saída, a forma de onda de entrada, alterando a amplitude dentro da sua faixa de funcionamento.
Erro comum: Confundir linearidade com classe C, multiplicação de frequência ou rectificação.
Num emissor de RF qual a função do amplificador linear de saída?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: É um amplificador destinado a aumentar a potência de saída do emissor
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o amplificador linear de saída aumenta a potência RF disponível para a linha e a antena, preservando a envolvente quando necessário.
Erro comum: Pensar que o amplificador linear existe para eliminar por si só toda a distorção já criada na modulação.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
A potência de saída de um amplificador linear de um emissor SSB é definida pela
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: potência de pico da envolvente
Porque é esta resposta?
PEP é a potência média durante um ciclo de radiofrequência no máximo da envolvente de modulação, no ponto de saída considerado. É a grandeza usual para especificar a saída de fonia SSB. Não é a potência instantânea máxima da sinusóide RF nem a potência média de toda a fala.
Erro comum: Usar a potência de uma portadora não modulada, que não existe como componente transmitida numa SSB suprimida.
Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura
Que circuito é usado para processar os sinais provenientes do amplificador de RF e do oscilador local e que depois os envia para o filtro de IF num recetor super-heterodino?
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Resposta de referência
Opção C: Misturador
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o misturador combina o sinal RF com o oscilador local e produz soma e diferença; a filtragem selecciona a frequência intermédia.
Erro comum: Confundir o misturador com o filtro de FI, que selecciona o produto mas não cria a soma e a diferença.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Que sinal ou sinais podem ser encontrados na saída de um modulador balanceado adequadamente ajustado?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Ambas as bandas laterais (superior e inferior)
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um modulador balanceado ajustado produz as duas bandas laterais com a portadora idealmente suprimida; um filtro posterior escolhe uma delas para SSB.
Erro comum: Incluir a portadora na saída ideal do modulador balanceado ou escolher uma única banda antes do filtro selectivo.
Receptores e emissores · 1. Três arquitecturas de receptor
Que tipo de recetor é apropriado para a receção de CW ou de SSB mas que não necessita de um andar de mistura ou de um amplificador de IF?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Um recetor de conversão direta
Porque é esta resposta?
A resposta aceite no exame de Categoria 2 de 16.10.2026 é a opção 4, «recetor de conversão directa». É apropriado para CW/SSB e não usa uma frequência intermédia convencional: um misturador com oscilador local converte RF directamente para áudio ou banda-base. A frase «não necessita de um andar de mistura» é imprecisa, porque essa conversão exige mistura. Não se deve escolher TRF apenas por não ter FI; um TRF simples com detector de envolvente não recupera adequadamente SSB ou CW sem detecção adicional.
Erro comum: Escolher TRF só pela ausência de FI, ignorando a recepção de CW/SSB; ou concluir que conversão directa não usa misturador.
Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer
Os recetores de CW estão associados a que tipo de modulação?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: A1A
Porque é esta resposta?
A1A é o designador de emissão usado aqui para telegrafia Morse por manipulação da portadora, sem subportadora de áudio. O designador descreve a emissão, não a arquitectura do receptor nem uma autorização para usar determinada faixa; as condições aplicáveis continuam a exigir consulta da fonte normativa.
Erro comum: Confundir A1A com A3E, J3E ou F3E, que correspondem a outros modos e características de emissão.
Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer
Os receptores de FM estão associados a que tipo de modulação?
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Resposta de referência
Opção D: F3E
Porque é esta resposta?
F3E é o designador de emissão usado aqui para telefonia analógica com modulação de frequência. O designador descreve a emissão, não a arquitectura do receptor nem uma autorização para usar determinada faixa; as condições aplicáveis continuam a exigir consulta da fonte normativa.
Erro comum: Confundir F3E com J3E, que é uma designação de fonia em banda lateral única.
Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura
Que parte de um recetor combina um sinal de entrada de 14,250 MHz com um sinal de um oscilador local de 13,795 MHz, para produzir um sinal de frequência intermédia de 455 kHz?
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Resposta de referência
Opção A: Misturador
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o misturador combina 14,250 MHz e 13,795 MHz; a diferença é 455 kHz, seleccionada como FI.
Erro comum: Escolher VFO ou BFO, que são fontes de referência, em vez do bloco que combina os sinais.
Quanto é que a potência de um emissor tem que reduzir para que num recetor distante a leitura do indicador de nível (unidades S) mude de S9 para S8?
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Resposta de referência
Opção B: Aproximadamente 4 vezes
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta no modelo S-meter usado: uma unidade S corresponde a cerca de 6 dB, e reduzir 6 dB significa dividir a potência aproximadamente por quatro.
Erro comum: Dividir por dois porque uma unidade S parece uma pequena alteração linear, ignorando a escala logarítmica.
Quanto é que a potência de um emissor tem que aumentar para que num receptor distante a leitura do indicador de nível (unidades S) mude de S8 ara S9?
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Resposta de referência
Opção C: Aproximadamente 4 vezes
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta no mesmo modelo: aumentar de S8 para S9 acrescenta 6 dB, aproximadamente quadruplicando a potência.
Raciocínio passo a passo
A convenção de calibração considera 6 dB por unidade S.
A razão de potências para 6 dB é \(10^{6/10}\approx3,98\).
Assim, passar de S8 para S9 pede cerca de quatro vezes a potência, se as restantes condições forem constantes. Um indicador real pode não seguir exactamente a convenção.
Erro comum: Usar a relação de 3 dB, que duplica a potência, em vez dos 6 dB por unidade S adoptados na pergunta.
A opção 3 é a resposta esperada: o S-meter indica o nível relativo do sinal recebido. Não é uma medição directa da potência do transmissor e a calibração varia com o equipamento.
Erro comum: Interpretar a unidade S como uma medição absoluta da potência radiada pelo emissor distante.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Num recetor, como funciona um detetor de díodo?
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Resposta de referência
Opção A: Pela retificação e filtragem de sinais de RF
Porque é esta resposta?
Num detector de envolvente AM, o díodo rectifica os picos da RF e a rede resistência–condensador acompanha a variação lenta da envolvente. A constante de tempo deve filtrar a RF sem impedir o seguimento do áudio; não se deve confundir este detector com um modulador por díodo.
Erro comum: Confundir um detector de díodo com um díodo Zener ou com um misturador de RF.
Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura
Num recetor super-heterodino, o andar designado como “misturador”
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Resposta de referência
Opção A: combina sinais de duas frequências diferentes para obter uma frequência intermédia
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o misturador combina o sinal RF recebido com o oscilador local para produzir uma frequência intermédia que o filtro e os amplificadores seguintes tratam.
Erro comum: Confundir o misturador com o detector ou com o filtro de FI.
BFO significa Beat Frequency Oscillator, oscilador de frequência de batimento. Na recepção CW, uma diferença entre o BFO e a portadora recebida produz um tom audível. Em SSB, fornece a referência local para recuperar o áudio pelo detector de produto; o ajuste errado desloca as frequências da voz. Não é necessariamente um oscilador de sintonia variável, VFO.
Erro comum: Confundir BFO (beat frequency oscillator) com VFO (variable frequency oscillator).
Num recetor de FM, o andar designado por “limitador”
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Resposta de referência
Opção A: Limita o sinal a uma amplitude constante.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: no receptor FM, o limitador reduz variações de amplitude e entrega ao discriminador um sinal de amplitude aproximadamente constante.
Erro comum: Dizer que o limitador limita o desvio de frequência ou rejeita automaticamente modos SSB e CW.
Que circuito é usado para combinar os sinais do oscilador de portadora e do amplificador de voz e enviar o resultado para o filtro num emissor de banda lateral única de fonia?
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Resposta de referência
Opção D: Modulador balanceado
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: o modulador balanceado combina a portadora e o áudio, suprime idealmente a portadora e entrega DSB-SC ao filtro que selecciona uma banda lateral.
Erro comum: Escolher o misturador ou o detector, que pertencem a outras funções do emissor/receptor.
Uma malha de captura de fase que contém um oscilador controlado por tensão, está associada a um modulador de:
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Resposta de referência
Opção B: frequência
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma PLL com VCO é uma arquitectura associada à geração e controlo de frequência, podendo formar um modulador FM conforme o ponto de injecção da modulação.
Erro comum: Classificar a PLL como modulador de amplitude apenas porque contém um oscilador.
O sinal na saída de um emissor de modulação de frequência resulta
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Resposta de referência
Opção B: da variação da frequência da portadora em função do sinal que a modula.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: em FM a frequência instantânea da portadora varia de acordo com o sinal modulante, enquanto a amplitude se mantém idealmente constante.
Erro comum: Escolher a variação de amplitude, que descreve AM, ou a variação de fase, que descreve PM.
Interferências e compatibilidade · Harmónicas, emissões fora de banda e espúrias
Num emissor, onde deve ser instalado um filtro para reduzir emissões espúrias?
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Resposta de referência
Opção C: A seguir ao andar de saída do emissor
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o filtro deve ficar a seguir ao andar de saída do emissor, no caminho RF, para atenuar harmónicas e outras emissões espúrias antes da linha e da antena.
Erro comum: Instalar o filtro no microfone ou no receptor, onde não remove os produtos RF já gerados pelo emissor.
Opção C: É um circuito que, de uma forma geral, serve de isolador.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um buffer funciona, em geral, como isolador entre estágios, reduzindo a influência de uma carga sobre o oscilador ou estágio anterior.
Erro comum: Confundir o isolamento funcional com uma fonte de alimentação ou com um filtro selectivo.
A opção 4 é correcta: VFO significa Variable Frequency Oscillator, um oscilador de frequência variável usado para sintonia ou geração controlada de frequência.
Erro comum: Confundir VFO com oscilador de áudio, PLL ou «fase virtual».
Receptores e emissores · 5. Alimentação e estabilidade
Qual das seguintes afirmações descreve uma vantagem de uma fonte de alimentação comutada relativamente a uma fonte linear convencional?
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Resposta de referência
Opção C: A utilização de altas frequências de comutação permite a utilização de componentes mais pequenos
Porque é esta resposta?
A frequência de comutação elevada permite reduzir transformadores, bobinas e elementos de filtragem para uma dada aplicação, tornando a fonte mais compacta. A eficiência também pode ser elevada porque o elemento de potência alterna entre condução e corte; não é a frequência elevada, por si só, que elimina perdas. A dimensão real depende da potência, temperatura e projecto.
Erro comum: Escolher «todas», porque uma fonte comutada não necessita necessariamente de menos componentes e a frequência elevada não garante uma tensão de saída maior.
O que acontece ao sinal de um emissor de banda lateral única de fonia se estiver sobremodulado?
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Resposta de referência
Opção D: Ficará distorcido e terá uma maior largura de banda
Porque é esta resposta?
Se a cadeia SSB for excitada além da sua região linear, os picos podem ser recortados ou comprimidos de forma não linear. Surgem distorção e produtos fora do espectro útil, alargando a emissão. A expressão «sobremodulação» refere-se aqui à sobreexcitação da cadeia; o limite de 100% da AM com portadora não se aplica directamente à SSB.
Erro comum: Pensar que sobremodulação melhora fidelidade ou reduz a largura de banda.
A diferença entre a potência de entrada de RF e a potência de alimentação por um lado e a potência RF de saída de um emissor por outro
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Resposta de referência
Opção B: é dissipada como calor
Porque é esta resposta?
Num amplificador de RF, o balanço de potência inclui a alimentação DC e a potência RF de entrada. A parcela que não aparece como RF útil à saída é dissipada sobretudo como calor. A explicação não deve omitir a potência RF de entrada expressamente mencionada no enunciado; em muitos cálculos simples, ela é pequena face à alimentação.
Erro comum: Assumir que toda a potência não útil é radiada pela antena.
Por que razão não se deve usar a modulação de frequência em fonia abaixo dos 29,5 MHz?
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Resposta de referência
Opção C: A largura de banda excederia os limites de largura de banda regulamentares
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 3: em HF, a largura de banda de uma emissão FM de fonia pode exceder os canais/limites aplicáveis. Esta resposta não deve ser apresentada como regra actual sem confirmar a faixa, a classe de emissão e a regulamentação vigente.
Erro comum: Transformar uma justificação histórica de exame numa proibição universal sem indicar faixa, espaçamento e data.
Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos
Qual a impedância de saída ideal de um emissor que se vai ligar a um cabo de alimentação de uma antena, se o referido cabo tiver uma impedância de entrada 50 Ohm?
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Resposta de referência
Opção B: 50 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 2 («50 Ω») é correcta no modelo de adaptação ideal: o emissor deve apresentar uma impedância de saída compatível com a impedância característica de 50 Ω da linha, reduzindo reflexões.
Erro comum: Tratar 50 Ω como resistência DC que se confirma simplesmente com um multímetro ou confundir impedância característica com resistência do condutor.
Antenas, linhas e VSWR · Antena: transição entre circuito e espaço
O que é uma antena isotrópica?
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Resposta de referência
Opção C: E uma antena teórica usada como referência para a determinação do ganho de uma antena
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a antena isotrópica é uma referência teórica que radia igualmente em todas as direcções e serve para comparar o ganho de antenas reais.
Erro comum: Tratar a isotrópica como uma antena prática instalada ou como uma antena horizontal específica.
Como se designa uma antena que consiste num único elemento montado perpendicularmente à superfície da Terra?
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Resposta de referência
Opção C: Uma antena vertical
Porque é esta resposta?
A opção 3 («antena vertical») é correcta: um elemento perpendicular à superfície da Terra tem orientação vertical, isto é, polarização vertical no modelo simplificado.
Erro comum: Confundir a orientação do elemento com a direcção de máxima radiação ou com o tipo Yagi.
Antenas, linhas e VSWR · Antena: transição entre circuito e espaço
Como deve variar o tamanho físico de dipolo de meia onda com a frequência de operação?
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Resposta de referência
Opção D: Deve tornar-se mais pequeno quando a frequência aumenta
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: o comprimento de um dipolo de meia onda é proporcional ao comprimento de onda; como \(λ = v/f\), o dipolo deve ser mais pequeno quando a frequência aumenta.
Erro comum: Assumir que uma frequência maior exige uma antena fisicamente maior.
Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP
No sentido de caracterizar o diagrama de radiação de uma antena, quando há dificuldade na sua representação tridimensional,
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Resposta de referência
Opção A: apresenta-se o diagrama de radiação vertical e o diagrama de radiação horizontal da antena
Porque é esta resposta?
Os diagramas nos planos horizontal e vertical são cortes da resposta tridimensional da antena. Mostram como o nível varia com a direcção nesses dois planos e permitem reconhecer lóbulos e nulos. Dois cortes são úteis, mas não descrevem necessariamente todos os detalhes do padrão no espaço.
Erro comum: Substituir o diagrama por fotografias ou por medições em alguns pontos, que não representam o padrão completo.
A potência isotrópica radiada equivalente (p.i.r.e.) emitida por uma antena de 20dBi de ganho (no máximo do seu diagrama de radiação) quando lhe é entregue uma potência de 10 dBW é
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Resposta de referência
Opção B: 30 dBW
Porque é esta resposta?
A potência entregue à antena já é dada no enunciado: 10 dBW. Somando o ganho de 20 dBi, obtém-se \(PIRE=10+20=30\,\mathrm{dBW}\), correspondente a 1000 W de potência isotrópica equivalente na direcção de máximo. Não se voltam a subtrair perdas da linha a uma potência já entregue à antena.
Raciocínio passo a passo
Usar a referência isotrópica, com ganho em dBi.
Como a potência indicada já é a entregue à antena, não subtrair novamente perdas da linha.
Somar potência em dBW e ganho em dB: 10 + 20 = 30 dBW.
Erro comum: Somar dBi a watts directamente ou confundir PIRE com a potência entregue à antena.
Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP
Qual o ganho teórico de um dipolo de meia onda relativamente a uma antena isotrópica?
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Resposta de referência
Opção C: 2,15
Porque é esta resposta?
Um dipolo de meia onda idealizado tem aproximadamente 2,15 dBi relativamente à antena isotrópica e é a referência de 0 dBd. As duas escalas diferem na referência: \(G(dBi) ≈ G(dBd) + 2,15 dB\), sem representar criação de potência.
Erro comum: Confundir ganho em dBd com ganho em dBi ou tratar 2,15 como watts ou como factor linear.
A potência aparente radiada (p.a.r.) emitida por uma antena de 10 dBd de ganho (no máximo do seu diagrama de radiação) quando lhe é entregue uma potência de 20 dBW é:
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Resposta de referência
Opção B: 30 dBW
Porque é esta resposta?
A PAR combina a potência entregue à antena com o ganho referido ao dipolo de meia onda. Em escala logarítmica, somam-se os valores: \(PAR=20+10=30\,\mathrm{dBW}\). O ganho é 10 dBd, não dBi; a potência já está referida à entrada da antena.
Raciocínio passo a passo
Usar a referência dipolo, com ganho em dBd.
Como a potência indicada já é a entregue à antena, não subtrair novamente perdas da linha.
Somar potência em dBW e ganho em dB: 20 + 10 = 30 dBW.
Erro comum: Somar dBd a watts ou tratar o ganho directivo como potência total radiada.
A potência aparente radiada (p.a.r.) emitida por uma antena de 5 dBd de ganho (no máximo do seu diagrama de radiação) quando lhe é entregue uma potência de 10 dBW é
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Resposta de referência
Opção A: 15 dBW
Porque é esta resposta?
A potência entregue à antena é 10 dBW e o ganho na direcção indicada é 5 dBd. A potência aparente radiada é, portanto, \(PAR=10+5=15\,\mathrm{dBW}\). Usa-se a referência ao dipolo de meia onda e não se descontam novamente perdas anteriores ao ponto de entrega.
Raciocínio passo a passo
Usar a referência dipolo, com ganho em dBd.
Como a potência indicada já é a entregue à antena, não subtrair novamente perdas da linha.
Somar potência em dBW e ganho em dB: 10 + 5 = 15 dBW.
Erro comum: Converter para watts antes de somar o ganho em dB ou escolher 15 W em vez de 15 dBW.
Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos
Em que se traduzem as perdas de atenuação numa linha de transmissão?
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Resposta de referência
Opção C: Num aumento de temperatura na linha de transmissão
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta esperada: as perdas de atenuação convertem parte da potência RF em calor, aumentando a temperatura da linha. A temperatura real depende da potência, do cabo, da ventilação e da duração.
Erro comum: Confundir perdas de atenuação com aumento de VSWR ou afirmar que a potência reflectida é causada necessariamente pela atenuação distribuída.
Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos
Qual deve ser a impedância de um filtro passa-baixo relativamente ao de uma linha de transmissão a que esteja ligado?
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Resposta de referência
Opção B: Impedância relativamente idêntica
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o filtro deve apresentar impedância compatível, ou relativamente idêntica, à da linha para reduzir reflexões e transferir potência.
Erro comum: Escolher uma impedância muito alta ou muito baixa como se o filtro fosse uma carga desligada da linha.
Uma linha de alimentação degradada que liga a saída de um emissor a uma antena, apresentará uma impedância não adequada que poderá dar origem a
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Resposta de referência
Opção C: um aumento excessivo de temperatura no andar de saída do emissor
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma linha degradada ou desadaptada pode provocar reflexões e elevar o aquecimento do andar de saída do emissor, accionando protecção ou causando dano.
Erro comum: Atribuir a falha à modulação ou ao pré-amplificador sem verificar linha, conectores e carga.
Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos
As linhas de condutores paralelos são linhas
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Resposta de referência
Opção B: simétricas
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma linha de dois condutores paralelos é normalmente equilibrada ou simétrica, ao contrário do coaxial, que é assimétrico/blindado.
Erro comum: Confundir o número de condutores com o equilíbrio eléctrico da linha.
Antenas, linhas e VSWR · VSWR e ondas estacionárias
Qual o coeficiente de onda estacionária que resulta da alimentação com um cabo coaxial de 50 Ohms de uma antena vertical com uma impedância de entrada de 25 Ohms?
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Resposta de referência
Opção A: 2
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: \(|Γ| = |25−50|/(25+50) = 1/3\) e \(VSWR = (1+1/3)/(1−1/3) = 2\), ou 2:1.
Erro comum: Usar a diferença de impedâncias sem dividir pela soma ou trocar a fórmula do VSWR pelo coeficiente de reflexão.
Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos
Porque é que o cabo coaxial é utilizado com maior frequência que outros tipos de cabos para alimentar antenas nas estações de amador?
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Resposta de referência
Opção A: Porque é mais fácial de utilizar e não necessita muitos cuidados na sua instalação
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a justificação didáctica esperada: o coaxial é blindado, prático e relativamente simples de instalar, desde que se respeitem conectores, dobras, água e impedância. Não tem necessariamente menos perdas ou mais potência que todas as outras linhas.
Erro comum: Transformar a praticidade do coaxial numa afirmação universal sobre perdas, potência ou preço.
Propagação HF, VHF e UHF · Linha de vista, relevo e difracção
O que poderá acontecer se as antenas duma ligação em linha de vista, na faixa de UHF, não tiverem a mesma polarização?
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Resposta de referência
Opção B: A ligação poderá ser várias dezenas de vezes mais fraca do que se tivessem a mesma polarização
Porque é esta resposta?
A opção 2 é a resposta esperada: polarizações diferentes podem causar forte perda de acoplamento e tornar a ligação muito mais fraca. A magnitude concreta depende do ângulo de polarização, do ambiente e do multipercurso.
Erro comum: Pensar que a polarização só altera o áudio ou que uma polarização diferente melhora sempre o multipercurso.
Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera
O que devemos fazer se numa comunicação de UHF em portátil repararmos que o sinal que era recebido em boas condições fica, de um momento para o outro, fraco e com distorção?
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Resposta de referência
Opção D: Deslocarmo-nos uns metros para o lado, pois a perda de sinal pode ser devida a reflexões (multipercurso)
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: em UHF, reflexões e multipercurso podem criar reforços e cancelamentos a poucos metros; deslocar o portátil pode recuperar o sinal.
Erro comum: Ajustar o squelch ou trocar baterias sem primeiro testar a variação espacial do campo.
Propagação HF, VHF e UHF · A banda orienta a pergunta
Qual gama de frequências adequada a comunicações por dispersão de meteoros?
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Opção C: 28 - 148 MHz
Porque é esta resposta?
A opção 3 («28–148 MHz») é a referência técnica didáctica usada para comunicações por dispersão de meteoros. Não é uma autorização contínua para toda a gama: a faixa e as condições legais têm de ser confirmadas.
Erro comum: Escolher 220–450 MHz por associar meteoros a frequências sempre mais altas ou interpretar a gama didáctica como licença.
Embora os sinais de HF de uma estação distante possam ser recebidos via onda ionoaférica (sky wave) numa dada altura, isso pode não ser possível uma hora depois. Isto deve-se a
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Opção A: mudanças na ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: as condições da ionosfera mudam com hora, actividade solar e outros factores, podendo abrir ou fechar um percurso de HF.
Erro comum: Atribuir a interrupção a sombras de nuvens ou apenas à onda de superfície.
O meio que reflete os sinais de onda curta de volta para a superfície da terra chama-se:
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Opção C: ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a ionosfera, especialmente as regiões E e F, pode refractar sinais de HF e devolvê-los para a superfície, permitindo percursos de onda celeste.
Erro comum: Escolher a troposfera, que está associada a propagação troposférica, ou imaginar uma reflexão geométrica simples num espelho.
A camada da ionosfera responsável pelas comunicações de longa distância é a camada
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Opção D: F
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: a camada F é a principal região associada a muitos percursos ionosféricos de longa distância em HF, embora a disponibilidade dependa das condições e da frequência.
Erro comum: Tratar a camada F como uma superfície fixa ou ignorar MUF, LUF, absorção e hora do dia.
Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera
Ao nível da propagação de ondas eletromagnéticas nas faixas de frequências de radiocomunicações, o que se designa por 'ducto'?
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Resposta de referência
Opção B: É uma condição de propagação troposférica pouco comum
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um ducto é uma condição de propagação troposférica pouco comum em que gradientes atmosféricos podem guiar ou refractar as ondas para além do alcance normal.
Erro comum: Classificar ductos como propagação ionosférica de HF ou dizer que fazem a onda deixar de se propagar.
Antenas, linhas e VSWR · VSWR e ondas estacionárias
Uma linha de transmissão que liga um emissor de RF à antena deve estar adaptada para
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Opção D: transferir a máxima potência para a antena
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: adaptar a linha e a antena reduz reflexões e permite transferir a máxima potência possível para a carga, dentro das perdas e limites reais.
Erro comum: Pensar que a adaptação corrige fading, frequência ou polarização.
Pretende-se medir a potência aparente radiada de uma estação numa dada frequência. Que instrumento se deve utilizar?
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Resposta de referência
Opção D: A potência aparente radiada não pode ser medida de forma direta por nenhum equipamento
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no sentido da pergunta: a P.A.R./PIRE não é uma leitura directa de um único instrumento. Estima-se combinando potência entregue, perdas, ganho e direcção da antena, ou mede-se o campo por um método definido.
Erro comum: Tentar medir PIRE directamente com um voltímetro, frequencímetro ou amperímetro colocado na alimentação.
Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia
Qual a vantagem do recurso a um wattímetro de leitura de pico para monitorizar a saída de um transmissor de fonia de banda lateral única?
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Opção B: Permite visualizar os valores de potência de pico envolvente à saída com maior precisão na presença de modulação
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um wattímetro de leitura de pico permite observar a potência de pico da envolvente da SSB durante a modulação, em vez de apenas uma média que pode esconder os picos.
Erro comum: Usar um medidor de SWR para medir PEP ou confundir potência média com potência de pico.
Opção D: Todas as opções anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: um osciloscópio pode obter a frequência pelo período, um frequencímetro conta ciclos e um analisador de espectro mostra a componente no domínio da frequência.
Erro comum: Pensar que só o frequencímetro mede frequência ou ignorar a forma e os limites do sinal.
Que equipamento mede com maior precisão uma dada frequência?
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Resposta de referência
Opção C: Frequencímetro
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o frequencímetro é o instrumento dedicado a medir uma frequência com elevada precisão, dentro dos seus limites e condições de entrada.
Erro comum: Confundir exactidão de leitura com o número de dígitos ou usar um voltímetro como instrumento principal de frequência.
Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia
Que tipo de medidor deve ser usado para monitorar o sinal à saída de um transmissor modulado por voz de banda lateral única, de forma a assegurar que não se excede a potência máxima admitida?
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Opção D: Um wattímetro de potência de pico
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: em SSB a potência pode variar muito com a voz, por isso um wattímetro de potência de pico/PEP é o adequado para monitorizar o pico máximo da envolvente e não exceder o limite.
Erro comum: Usar um wattímetro de potência média, que pode subestimar os picos de voz, ou um medidor de SWR, que mede adaptação.
Interferências e compatibilidade · Diagnóstico guiado: uma TV sofre interferência durante a transmissão
Que efeito pode ter a degradação numa linha de transmissão de um sistema de televisão por cabo numa estação de amador?
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Resposta de referência
Opção C: Além da possibilidade do amador interferir a receção de radiodifusão quando em emissão, pode também causar interferência na receção da estação de amador
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma degradação na rede de TV por cabo pode permitir interferência da estação de amador na recepção de televisão e também permitir que sinais do sistema afectem o receptor do amador.
Erro comum: Assumir que a falha só pode afectar a televisão ou que cria automaticamente tensões muito elevadas no cabo.
Onde se podem encontrar as definições que deverão ser consideradas como de referência para os vários tipos de interferências?
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Resposta de referência
Opção A: No Regulamento das Radiocomunicações da UIT
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a referência internacional correcta: as definições de interferência devem ser consultadas no Regulamento das Radiocomunicações da UIT. A aplicação portuguesa e os limites concretos devem ser confirmados na ANACOM e na regulamentação vigente.
Erro comum: Tratar o plano IARU ou uma página genérica da internet como substituto da fonte normativa.
Interferências e compatibilidade · Interferência não é uma única falha
Do ponto de vista de interferências em equipamentos eletrónicos, quais as influências indesejadas que deverão ser consideradas?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma interferência pode entrar pela antena, por radiação directa ou por outras ligações, como alimentação, áudio, dados, terra ou blindagem.
Erro comum: Procurar apenas a entrada da antena e ignorar caminhos conduzidos ou acoplamento radiado.
Interferências e compatibilidade · Interferência não é uma única falha
Do ponto de vista de interferências em equipamentos eletrónicos, como se designa a capacidade que um equipamento tem de ser robusto à radiação direta que sobre ele poderá ser exercida?
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Resposta de referência
Opção A: Imunidade
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: imunidade é a capacidade de um equipamento manter a função prevista perante perturbações electromagnéticas especificadas.
Erro comum: Confundir imunidade, que descreve a vítima, com emissão, que descreve a energia produzida pelo equipamento.
Segurança RF e instalação · 6. Terra, equipotencialização e descargas atmosféricas
Num cabo de alimentação de rede de três condutores o fio verde e amarelo é
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Opção C: a terra
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta esperada: no código de cores habitual de instalações de baixa tensão, o condutor verde/amarelo identifica a terra de protecção. A identificação e intervenção na rede devem seguir a norma e ser realizadas por pessoa competente.
Erro comum: Confundir o condutor de protecção com neutro ou fase e tratar a cor como autorização para intervir numa instalação.
Segurança RF e instalação · 4. RF e exposição durante a transmissão
Quais os fatores que afetam a maior ou menor exposição da população a campos eletromagnéticos perto de uma estação de amador?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: exposição junto de uma estação depende da frequência, potência emitida, distância, acessibilidade, ciclo de trabalho e diagrama de radiação da antena.
Erro comum: Considerar apenas a potência nominal e ignorar distância, ganho, direcção e tempo de emissão.
De acordo com a regulamentação em vigor, é obrigatória a sinalização das estações individuais de amador, no âmbito da proteção da população em geral a campos eletromagnéticos?
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Resposta de referência
Opção A: Sim
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica «Sim» e a fonte aponta para a obrigação de identificação/sinalização prevista no regime então aplicável. Como o enunciado diz «regulamentação em vigor», a resposta precisa de ser confirmada na legislação oficial vigente e nas disposições transitórias antes de ser publicada como actual.
Erro comum: Memorizar o «Sim» histórico sem confirmar se a obrigação, o âmbito e a formulação legal permanecem iguais na data de estudo.
De acordo com a regulamentação em vigor, é obrigatória a identificação das estações individuais de amador?
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Resposta de referência
Opção B: Não
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica «Não», mas a pergunta usa a expressão «regulamentação em vigor». A resposta só pode ser promovida depois de confirmar na fonte oficial actual o dever de identificação, o âmbito e eventuais condições.
Erro comum: Tratar um gabarito de exame antigo como regra actual sem indicar o diploma e a data.
Qual a expressão usada em telefonia para sinal de perigo?
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Resposta de referência
Opção C: MAYDAY
Porque é esta resposta?
A opção 3 («MAYDAY») é a expressão internacional de perigo em radiotelefonia. Deve ser usada apenas perante perigo real e acompanhada de identificação, natureza do perigo e localização útil.
Erro comum: Usar MAYDAY para uma situação sem perigo real ou confundi-lo com SOS, que é a sequência de telegrafia.
Regulamentação · 8. Indicativos e obrigações de operação
Qual o prefixo designado para as estações de uso comum das entidades com responsabilidade na proteção civil?
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Resposta de referência
Opção D: CR0
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 4 («CR0»), mas os prefixos de estações de uso comum são matéria regulamentar nacional. A resposta deve permanecer histórica até confirmação na versão vigente do plano e do regime de indicativos.
Erro comum: Memorizar um prefixo sem verificar a área geográfica, o tipo de estação e a data do regime.
Regulamentação · Respostas de exame e aplicação prática
Não concordo com determinadas disposições regulamentares aplicáveis aos Serviços de Amador e de Amador por Satélite. O que é correto fazer?
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Resposta de referência
Opção C: Apresentar fundamentadamente a discordância à ANACOM, propondo alterações
Porque é esta resposta?
Se discordares de disposições regulamentares aplicáveis aos serviços de amador, a resposta correcta é apresentar fundamentadamente a discordância à ANACOM, propondo alterações. A discordância não dispensa o cumprimento das regras aplicáveis. Resposta aceite no exame de 16.10.2026 segundo o gabarito fornecido pelo candidato.
Erro comum: Tratar a discordância como autorização para não cumprir regras vigentes ou como motivo para incentivar incumprimento.
Interferências e compatibilidade · Diagnóstico guiado: uma TV sofre interferência durante a transmissão
Uma vizinha minha diz que de vez em quando tem interferências na receção de televisão e veio perguntar-me se não seria das minhas emissões. O que é correto fazer?
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Resposta de referência
Opção D: Investigar a situação e resolvê-la ou ajudá-la a resolver se o problema for da instalação de receção
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: deve-se investigar a interferência, confirmar se é causada pela estação e colaborar na resolução, incluindo ajudar a corrigir a instalação de recepção quando esse for o problema.
Erro comum: Ignorar a queixa por estar a operar na faixa correcta ou simplesmente transmitir a horas diferentes.
Interferências e compatibilidade · Harmónicas, emissões fora de banda e espúrias
Uma emissão fora de faixa
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Resposta de referência
Opção C: é uma emissão numa frequência ou em frequências fora da largura de faixa necessária, mas na sua vizinhança imediata, resultante do processo de modulação
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma emissão fora de faixa, no sentido de emissão fora da largura necessária mas imediatamente adjacente, resulta do processo de modulação e da forma como a emissão ocupa o espectro.
Erro comum: Confundir emissão fora de faixa com emissão espúria, que inclui harmónicas, intermodulação e oscilações parasitas mais afastadas.
Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro
Uma emissão fora de faixa
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Resposta de referência
Opção C: é uma emissão numa frequência ou em frequências fora da largura de faixa necessária, mas na sua vizinhança imediata, resultante do processo de modulação
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a emissão fora de faixa fica imediatamente fora da largura necessária e resulta do processo de modulação; não é sinónimo de uma única harmónica ou de qualquer frequência fora da largura ocupada.
Erro comum: Classificar toda a radiação fora da largura ocupada como fora de faixa, sem distinguir espúrias e processo de modulação.
Qual das faixas tem estatuto primário para o serviço de amador na Região 1?
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Resposta de referência
Opção B: 144 - 146 MHz
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 144–146 MHz, opção 2, mas o estatuto primário é uma condição de tabela nacional/regional que deve ser confirmado na edição vigente do QNAF e nas notas aplicáveis.
Erro comum: Usar uma faixa de exame antigo como se o estatuto primário não pudesse mudar por edição ou região.
Qual das faixas não tem estatuto primário para o serviço de amador em Portugal?
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Resposta de referência
Opção B: 1240 - 1260 MHz
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 1240–1260 MHz, opção 2, mas o estatuto não primário em Portugal tem de ser confirmado na edição vigente do QNAF e nas condições nacionais aplicáveis.
Erro comum: Confundir estatuto secundário com proibição absoluta ou usar a tabela de 2013 sem verificar actualizações.
Regulamentação · Respostas de exame e aplicação prática
Qual das seguintes afirmações é falsa?
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Resposta de referência
Opção B: As potências máximas das emissões das estações de amador são fixadas pelo Regulamento das Radiocomunicações da UIT
Porque é esta resposta?
Na pergunta sobre quem fixa as potências máximas das estações de amador, a afirmação falsa aceite no exame é a que atribui essa fixação directamente ao Regulamento das Radiocomunicações da UIT. A resposta distingue o enquadramento internacional das potências e condições concretas fixadas pelas administrações nacionais. Não fornece, por si só, um valor de potência autorizado em Portugal. Resposta aceite no exame de 16.10.2026 segundo o gabarito fornecido pelo candidato.
Erro comum: Confundir o enquadramento internacional da UIT com a fixação automática de todas as potências nacionais.
Qual dos documentos não é considerado habilitante para a utilização de estações de amador, quando em estadas temporárias em Portugal?
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Resposta de referência
Opção D: Certificado internacional HAREC, nos termos da Recomendação CEPT T/R 61-02
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 4: o HAREC é um certificado, não uma licença habilitante por si só para uma estada temporária. O reconhecimento concreto de cada documento deve ser confirmado na recomendação e no regime português vigente.
Erro comum: Confundir certificado de exame com licença de estação ou assumir que todos os documentos estrangeiros têm o mesmo alcance.
Qual a potência de pico máxima permitida a um amador da categoria 2 que opere a frequência 14260kHz?
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Resposta de referência
Opção B: 200 W
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 200 W de potência de pico para a categoria 2 em 14260 kHz. Como potência, categoria e faixa são dados regulamentares, a resposta fica pendente da edição oficial vigente.
Erro comum: Memorizar 200 W como limite geral de categoria 2 para todas as faixas e classes de emissão.
Se uma estação de amador interferir uma estação de pequena potência e de curto alcance na frequência 433,5 MHz, quem tem prioridade?
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Resposta de referência
Opção B: A estação de amador
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a estação de amador como prioritária na situação apresentada, mas a prioridade de serviços em 433,5 MHz depende do quadro nacional, das faixas e das condições de utilização vigentes.
Erro comum: Decidir prioridade pela potência emitida ou pelo tipo de utilizador, sem consultar o estatuto da faixa.
Opção A: Um amador da categoria 2 poderá utilizar estações de outro amador de acordo com os privilégios da categoria 2
Porque é esta resposta?
O artigo 8.º, n.º 1, alínea c), permite utilizar estações individuais de outros amadores de acordo com a categoria do utilizador. Um amador da categoria 2 mantém os seus próprios privilégios; a estação de um amador de categoria superior não os amplia.
Erro comum: Adoptar os privilégios do dono da estação em vez dos do utilizador.
Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera
Porque é que os sinais de VHF e UHF não se propagam a longa distância?
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Resposta de referência
Opção C: Porque, de uma forma geral, os sinais nestas gamas de frequências não se reflectem na ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a explicação geral esperada: VHF e UHF não usam normalmente a ionosfera como mecanismo estável de longa distância; dependem sobretudo de linha de vista, altura, terreno e mecanismos troposféricos, embora existam excepções como E esporádica.
Erro comum: Dizer que VHF/UHF nunca percorrem longas distâncias ou atribuir o limite à potência regulamentar indicada na opção 2.
Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera
Porque é que duma forma geral os sinais de VHF e UHF não se propagam muito longa distância?
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Resposta de referência
Opção C: Porque, de uma forma geral, os sinais nestas gamas de frequências não se reflectem na ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta geral esperada: VHF e UHF não se reflectem normalmente na ionosfera como HF; o seu alcance é condicionado por linha de vista, terreno, altura e outros mecanismos de propagação.
Erro comum: Atribuir o alcance a uma suposta potência máxima universal ou a colisões com árvores.
Segurança RF e instalação · 6. Terra, equipotencialização e descargas atmosféricas
O que está ligado ao fio verde (e amarelo) numa tomada tripla?
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Resposta de referência
Opção C: A terra
Porque é esta resposta?
Na convenção de identificação de condutores considerada na pergunta, verde/amarelo identifica o condutor de protecção, ligado à terra. Não é o neutro nem um condutor de fase. A cor identifica a função prevista; não constitui uma verificação de ausência de tensão nem substitui a identificação técnica de uma instalação real.
Erro comum: Confundir terra com neutro ou fase e testar a identificação tocando nos condutores.
Existem frequências internacionais de emergência e de segurança no âmbito dos Serviços de Amador e de Amador por Satélite? Em caso afirmativo onde podem ser consultadas?
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Resposta de referência
Opção B: Sim. No plano de frequências da IARU
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 2, plano de frequências da IARU. A existência, localização e estatuto de frequências internacionais de emergência devem ser confirmados no documento oficial aplicável; um plano IARU é recomendação e não substitui a regulamentação.
Erro comum: Confundir plano de banda recomendado com autorização legal ou usar uma frequência de emergência sem perigo real.
Interferências e compatibilidade · Diagnóstico guiado: uma TV sofre interferência durante a transmissão
Que efeito pode ter um corte numa linha de transmissão de televisão por cabo numa estação de amador?
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Resposta de referência
Opção C: Além da possibilidade do amador interferir quando em emissão, pode causar interferência na recepção da estação de amador
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um corte ou degradação no cabo de TV pode permitir interferência do amador na recepção e também fazer com que sinais do sistema afectem a estação de amador.
Erro comum: Assumir que o cabo cortado só afecta a televisão ou que gera automaticamente tensões perigosas durante TX.
Receptores e emissores · 1. Três arquitecturas de receptor
Qual a mais simples combinação de andares que permite a implementação de um receptor super-heterodino?
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Resposta de referência
Opção C: Oscilador de HF, misturador e detector
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a combinação mínima didáctica esperada: um oscilador local, um misturador e um detector. O receptor super-heteródino real acrescenta filtros, FI, ganho e outros blocos para selectividade e sensibilidade.
Erro comum: Confundir a combinação mínima com o diagrama completo ou retirar o oscilador local do processo de conversão.
Numa comunicação senti-me ofendido pelas palavras que me foram dirigidas por um colega amador. O que é mais correcto fazer?
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Resposta de referência
Opção B: Numa futura comunicação em que esse colega intervenha, falar sobre o ocorrido num tom cordial, no sentido que situações semelhantes não voltem a acontecer
Porque é esta resposta?
A opção 2 é a conduta mais adequada: abordar o colega numa comunicação futura, em tom cordial, para evitar repetição do comportamento. Se houver ameaça ou situação grave, deve seguir-se o canal apropriado.
Erro comum: Responder com confronto, ignorar sempre o problema ou transformar uma questão de convivência numa emissão de retaliação.
Medições e instrumentos · Multímetro: três ligações que não se devem confundir
Qual a vantagem de um voltímetro digital relativamente a um analógico?
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Resposta de referência
Opção C: Melhora significativamente a precisão na maioria das utilizações
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a vantagem didáctica esperada: um voltímetro digital oferece normalmente leitura mais precisa e repetível do que um analógico em muitas utilizações. Isso não significa que mais dígitos garantam exactidão; escala, detector, amostragem e calibração continuam a contar.
Erro comum: Confundir resolução do visor com exactidão ou afirmar que o digital é sempre melhor para RF e mais rápido.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Identifique uma vantagem da supressão de portadora numa emissão de banda lateral única de fonia.
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Resposta de referência
Opção C: Pode ser posta maior potência de emissão na banda lateral
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: ao suprimir a portadora, a potência do emissor pode ser concentrada na única banda lateral transmitida, em vez de ser gasta numa portadora que não transporta a informação de voz.
Erro comum: Dizer que a supressão melhora necessariamente fidelidade ou simplifica o receptor.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Qual a vantagem da supressão de portadora numa transmissão de fonia de banda lateral única?
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Resposta de referência
Opção C: A banda lateral restante pode receber mais potência de transmissão.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a banda lateral restante pode receber mais potência de transmissão porque a portadora foi suprimida e não consome potência útil de informação.
Erro comum: Confundir economia de potência com maior simplicidade do receptor ou maior fidelidade automática.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Qual das seguintes afirmações é verdadeira?
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Resposta de referência
Opção A: A resistência parasita associada a uma bobina é tanto mais desprezável quanto maior for o seu coeficiente de auto-indução
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a leitura didáctica esperada quando «mais desprezável» significa menor em relação à reactância indutiva: para a mesma frequência, \(X_L=2\pi fL\) cresce com L, pelo que uma resistência parasita fixa pesa relativamente menos. Isto não afirma que a resistência física da bobina diminua com a indutância.
Erro comum: Interpretar a opção como se uma bobina com mais indutância tivesse necessariamente menor resistência óhmica.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
Uma fonte de alimentação não comutada com entrada a partir da rede, para alimentar um circuito que trabalha com 12 Volt DC
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Resposta de referência
Opção D: tem que ter um circuito de rectificação
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma fonte linear a partir da rede que fornece 12 V DC precisa de um circuito de rectificação; normalmente inclui também transformador, filtragem e regulação conforme o projecto.
Erro comum: Dizer que basta um transformador ou que toda a fonte precisa obrigatoriamente de uma ponte de quatro díodos.
Interferências e compatibilidade · Harmónicas, emissões fora de banda e espúrias
Onde deve ser instalado um filtro par reduzir emissões espúrias?
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Resposta de referência
Opção C: No emissor
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o filtro para reduzir emissões espúrias deve ficar no emissor, preferencialmente no caminho RF de saída, antes da linha e da antena.
Erro comum: Colocar o filtro no microfone ou no receptor, que não eliminam os produtos RF já criados.
Circuitos, fontes e componentes · 6. Válvulas termiónicas
Porque é que as válvulas têm vindo a perder terreno relativamente aos elementos designados como de estado sólido (por exemplo transístores), na electrónica de consumo?
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Resposta de referência
Opção C: Devido ao menor tamanho dos dispositivos de estado sólido
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: dispositivos de estado sólido são normalmente menores, mais leves e exigem menos aquecimento e alta tensão do que válvulas, favorecendo a electrónica de consumo.
Erro comum: Assumir que as válvulas são sempre não lineares ou necessariamente perigosas.
As estações de amador podem participar em exercícios de protecção civil?
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Resposta de referência
Opção C: Podem com o devido enquadramento das entidades com responsabilidade na protecção civil
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 3: as estações podem participar com o devido enquadramento das entidades de protecção civil. A autorização, responsabilidade e condições actuais devem ser confirmadas na regulamentação e nos procedimentos oficiais.
Erro comum: Participar autonomamente numa operação de emergência sem coordenação ou assumir que uma licença separada resolve todos os requisitos.
Qual a potência de pico máxima permitida a um amador da categoria 2 que opere a frequência 14250 kHz?
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Resposta de referência
Opção B: 200 W
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 200 W de potência de pico para a categoria 2 em 14250 kHz. Como é um limite regulamentar dependente da faixa e da data, não deve ser publicado como actual sem confirmação oficial.
Erro comum: Aplicar o limite de 200 W a todas as frequências e classes de emissão da categoria 2.
Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP
As antenas Yagi:
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Resposta de referência
Opção A: São muito directivas
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: uma antena Yagi é muito directiva, concentrando energia numa direcção preferencial através do elemento excitado, reflector e directores.
Erro comum: Chamar omnidireccional à Yagi ou confundir directividade com potência total adicional.
Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP
Qual é um dos efeitos do aumento do comprimento do (boom) e da adição de directores a uma antena Yagi?
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Resposta de referência
Opção A: Aumento do ganho
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta em termos gerais: aumentar o boom e adicionar directores pode aumentar o ganho e a directividade, embora o resultado dependa do dimensionamento e da frequência.
Erro comum: Assumir que mais elementos garantem sempre um ganho específico ou menor resistência ao vento.
Para que serve um circuito sintonizador de antena?
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Resposta de referência
Opção A: Para minimizar a potência reflectida
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um sintonizador de antena adapta a impedância apresentada ao emissor/linha, minimizando a potência reflectida no ponto de ligação.
Erro comum: Pensar que o sintonizador elimina todas as perdas do cabo ou filtra necessariamente emissões não desejadas.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Porque não são usadas bobinas em circuitos de corrente contínua?
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Resposta de referência
Opção C: Porque se comportam como um curto-circuito
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta didáctica esperada: uma bobina ideal, depois de estabilizado um circuito DC, comporta-se aproximadamente como um curto-circuito. Isso não significa que bobinas não possam ser usadas em fontes DC; podem funcionar como filtros, choques ou indutores de armazenamento.
Erro comum: Interpretar a pergunta como proibição absoluta de usar bobinas em corrente contínua e esquecer o regime transitório ou a resistência real.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
É típico nas fontes de alimentação não comutadas termos um condensador electrolítico de elevada capacidade com o objectivo de
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Resposta de referência
Opção A: filtrar o sinal que vem do circuito de rectificação
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o condensador electrolítico de elevada capacidade, colocado depois da rectificação, filtra a ondulação e suaviza a tensão DC da fonte.
Erro comum: Confundir o condensador de filtro com supressor de picos ou com um condensador de bypass de RF.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
O método de modulação por díodo:
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Resposta de referência
Opção D: é simples, mas só se aplica aos emissores com baixa potência de saída e com pequena profundidade de modulação.
Porque é esta resposta?
O modulador simples por díodo usa a não linearidade para combinar portadora e informação, produzindo componentes que precisam de filtragem. É simples, mas perdas, distorção e pouca linearidade limitam os níveis e a profundidade de modulação; não é um detector de envolvente nem um amplificador de potência.
Erro comum: Confundir um díodo modulador com um detector de envolvente ou concluir que a simplicidade permite qualquer potência.
Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação
Para utilizar o díodo de forma a bloquear o fluxo de corrente no circuito, onde deverá ser ligado o fio do positivo do circuito?
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Resposta de referência
Opção B: Ao cátodo
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: para bloquear a corrente, o díodo deve ficar polarizado inversamente, com o positivo ligado ao cátodo e o ânodo a potencial mais baixo.
Erro comum: Ligar o positivo ao ânodo, que corresponde à polarização directa e à condução no modelo habitual.
Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência
Qual das afirmações está incorrecta?
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Opção B: A nossa voz é um conjunto de ondas electromagnéticas
Porque é esta resposta?
A voz humana é um conjunto de ondas acústicas: variações de pressão num meio material. Um microfone converte-as em sinal eléctrico, que pode depois modular uma emissão electromagnética. Por isso, a afirmação «a nossa voz é um conjunto de ondas electromagnéticas» é a incorrecta.
Erro comum: Confundir o sinal eléctrico ou RF usado para transmitir a voz com a onda acústica original.
Como pode ser operada a faixa dos 7100-7200 kHz por um amador da categoria 2?
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Resposta de referência
Opção D: Respeitando as condicionantes expressas na regulamentação aplicável
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 4: a faixa 7100–7200 kHz só pode ser operada respeitando as condicionantes aplicáveis. Frequência, categoria, potência, largura e classe de emissão devem ser confirmadas no QNAF/regulamentação vigente.
Erro comum: Interpretar uma faixa atribuída como autorização sem condições ou operar sem verificar a categoria.
Opção C: Utilizar estações de amador nos países cuja Administração tenha adoptado a Recomendação CEPT ECC/REC/(05)06
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 3: a licença CEPT novice permite utilização nos países cuja Administração tenha adoptado a Recomendação ECC/REC/(05)06, dentro das condições da recomendação. A lista e o regime actual devem ser confirmados na fonte oficial.
Erro comum: Assumir que a licença vale automaticamente em todos os países CEPT, independentemente de adopção nacional.
Qual das faixas tem estatuto secundário para o serviço de amador por satélite na região 1?
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Resposta de referência
Opção C: 10,45-10,5 GHz
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 10,45–10,5 GHz, opção 3, como faixa com estatuto secundário para amador por satélite na Região 1. O estatuto deve ser confirmado na edição vigente do QNAF e nas notas da faixa.
Erro comum: Confundir serviço de amador com serviço de amador por satélite ou transportar um estatuto de outra Região.
Segurança RF e instalação · 7. Testar sem criar um perigo
Qual a melhor maneira de reduzir a possibilidade de causar interferências quando se testa um emissor?
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Opção B: Usar uma carga artificial
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma carga artificial/fictícia permite testar o emissor sem irradiar intencionalmente pela antena real, desde que suporte frequência, potência e duração.
Erro comum: Testar com uma pequena antena dentro de um edifício ou ligar o emissor directamente a um analisador.
Interferências e compatibilidade · Medidas de mitigação
O que é que poderá ser eficaz na redução de interferências de RF em circuitos de áudio?
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Resposta de referência
Opção B: Um condensador de (bypass) ou de desacoplamento
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um condensador de bypass/desacoplamento oferece um caminho de baixa impedância para RF e ajuda a impedir que perturbações RF entrem ou saiam de circuitos de áudio.
Erro comum: Escolher uma bobina sem considerar a função de bypass de alta frequência ou polarizar um díodo como solução genérica.
Interferências e compatibilidade · Medidas de mitigação
Estou a ser interferido por outro amador. O que devo fazer?
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Resposta de referência
Opção A: Chegar a acordo com o outro amador, no sentido que as interferências não voltem a ocorrer
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a conduta inicial mais adequada: procurar acordo e corrigir a interferência com o outro amador, sem retaliar. Se não houver cooperação ou houver interferência prejudicial persistente, segue-se o procedimento formal competente.
Erro comum: Interferir deliberadamente o outro amador ou aumentar potência para o sobrepor.
Tenho sido interferido de forma intermitente. Mas após aturada investigação, com a ajuda de outros colegas amadores, parece-me que a fonte interferente estará no prédio defronte de mim, onde não existe nenhuma estação de amador. O que é mais correto fazer?
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Resposta de referência
Opção B: Comunicar a situação à ANACOM, fornecendo toda a informação que tiver e solicitando a resolução do problema de acordo com os procedimentos definidos
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 2: comunicar a situação à ANACOM com a informação recolhida e pedir resolução segundo os procedimentos definidos. O canal e a tramitação devem ser confirmados na fonte oficial actual.
Erro comum: Aumentar potência para vencer a interferência ou apresentar uma queixa sem dados de frequência, horário, equipamento e evidência.
Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer
Os receptores de SSB-SC estão associados a que tipo de modulação?
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Resposta de referência
Opção C: J3E
Porque é esta resposta?
J3E é o designador de emissão usado aqui para telefonia em banda lateral única com portadora suprimida. O designador descreve a emissão, não a arquitectura do receptor nem uma autorização para usar determinada faixa; as condições aplicáveis continuam a exigir consulta da fonte normativa.
Erro comum: Confundir J3E com A3E (AM) ou F3E (FM).
Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer
Os receptores AM estão associados a que tipo de modulação?
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Resposta de referência
Opção B: A3E
Porque é esta resposta?
A3E identifica telefonia analógica em modulação de amplitude de dupla banda lateral. A primeira letra descreve a modulação da portadora; o algarismo 3 indica um canal de informação analógica e E identifica telefonia. É uma classificação da emissão, não uma arquitectura de receptor nem uma autorização para usar certa frequência.
Erro comum: Confundir A3E com J3E de SSB ou F3E de FM.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
Nas linhas de força de um campo eléctrico provocadas por uma carga eléctrica
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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão correctas
Porque é esta resposta?
As linhas de campo eléctrico não se cruzam e a tangente indica a direcção do campo num ponto. Ao seguir essa direcção, o potencial diminui. As linhas são uma representação do campo, não fios físicos; num ponto com campo não nulo existe uma direcção definida.
Erro comum: Dizer que linhas de campo se cruzam ou que o potencial aumenta no sentido do campo.
Opção D: o quociente entre o desvio instantâneo e o desvio máximo definido
Porque é esta resposta?
A fracção de utilização do desvio é a razão entre o desvio instantâneo, em módulo, e o desvio máximo definido, na mesma unidade. Para a exprimir em percentagem multiplica-se a razão por 100. Não é o índice de um tom FM, que divide o desvio de pico pela frequência modulante.
Erro comum: Confundir percentagem de modulação instantânea com índice de modulação ou com largura de banda.
A percentagem de modulação da onda portadora de um emissor em modulação de frequência depende
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Resposta de referência
Opção D: Da amplitude da tensão de modulação
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: a percentagem de modulação FM depende da amplitude da tensão modulante, porque essa amplitude determina o desvio instantâneo relativamente ao desvio máximo.
Erro comum: Escolher apenas a frequência da tensão modulante, confundindo frequência modulante com amplitude do desvio.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
O que sucede quando a impedância de uma carga eléctrica é igual à impedância interna da fonte de energia?
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Resposta de referência
Opção D: A fonte tem capacidade para fornecer o máximo de potência à carga.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no teorema de máxima transferência de potência para uma fonte resistiva: a carga iguala a resistência interna da fonte. Em circuitos AC deve considerar-se a adaptação conjugada das impedâncias; a condição é de transferência máxima, não de eficiência máxima.
Erro comum: Aplicar \(R_{\mathrm L}=R_{\mathrm i}\) sem distinguir fontes resistivas de impedâncias complexas ou dizer que a corrente deixa de existir.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Por que razão é importante haver uma boa adaptação de impedâncias?
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Resposta de referência
Opção A: Para que a fonte consiga fornecer o máximo de potência à carga.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta no modelo de adaptação: uma boa adaptação reduz reflexões e permite que a fonte transfira a máxima potência disponível para a carga, dentro do circuito e das perdas reais.
Erro comum: Escolher a semelhança vaga entre resistência e reactância como se substituísse a condição completa de impedância ou confundir potência máxima com eficiência máxima.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Diz-se que existe adaptação quando:
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Resposta de referência
Opção B: a transferência de energia é máxima.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta no modelo de adaptação: quando fonte, linha e carga estão adaptadas, a transferência de energia para a carga é máxima e as reflexões são mínimas.
Erro comum: Dizer que a energia é duplicada ou que a adaptação significa ausência de transferência.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Qual das afirmações está correcta?
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Resposta de referência
Opção D: As três afirmações são correctas.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: as três afirmações são verdadeiras — fonte ideal tem resistência interna nula, tensão terminal pode cair com carga e fontes compatíveis em série somam tensões.
Erro comum: Confundir tensão em vazio com tensão sob carga ou rejeitar a associação em série por causa da resistência interna real.
Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias
Que nome recebe o processo pelo qual a luz solar é directamente convertida em energia eléctrica?
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Resposta de referência
Opção A: Conversão fotovoltaica.
Porque é esta resposta?
A conversão fotovoltaica transforma directamente energia luminosa em energia eléctrica numa célula ou painel solar. Distingue-se da fotossíntese e de processos que primeiro transformam a luz em calor; a saída real depende da iluminação, temperatura e carga.
Erro comum: Confundir conversão fotovoltaica com fotossíntese ou com emissão de fotões.
Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz
Como se relaciona a corrente total com a corrente individual em cada ramificação de um circuito em paralelo?
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Resposta de referência
Opção C: Corresponde à soma das correntes nas várias ramificações.
Porque é esta resposta?
Pela lei das correntes de Kirchhoff, a soma das correntes que entram num nó é igual à soma das que saem. Num circuito em paralelo, a corrente da alimentação é a soma das correntes dos ramos: \(I_{\mathrm{total}} = I_{\mathrm{1}} + I_{\mathrm{2}} + …\); não é a média das correntes.
Erro comum: Usar a fórmula de resistências em paralelo directamente para a corrente ou calcular uma média dos ramos.
Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias
Em que circunstância se torna aceitável recarregar uma célula primária de carbono-zinco?
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Resposta de referência
Opção D: Nunca.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma célula primária de carbono-zinco não foi concebida para recarga; tentar recarregá-la pode causar fuga, aquecimento ou ruptura. Só se recarregam células explicitamente recarregáveis e com o método indicado pelo fabricante.
Erro comum: Assumir que qualquer célula de baixa tensão pode ser recarregada com corrente constante.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
Em condições de propagação normais, a intensidade do campo eléctrico:
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Resposta de referência
Opção C: Decresce com o quadrado da distância.
Porque é esta resposta?
A fonte histórica indica historicamente a opção 3 («Decresce com o quadrado da distância»), e essa é a resposta que deve ser apresentada ao aluno como resposta da fonte. A ressalva teórica é essencial: em condições de campo distante, a amplitude do campo eléctrico E diminui aproximadamente como 1/r, enquanto a densidade de potência diminui como 1/r². Assim, a opção 3 corresponde à densidade de potência, não à intensidade do campo eléctrico tal como o enunciado a nomeia.
Erro comum: Ler «intensidade do campo eléctrico» como se fosse densidade de potência e aplicar automaticamente a lei do inverso do quadrado.
Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos
Qual das seguintes opções descreve melhor a forma como as ondas electromagnéticas viajam em espaço livre?
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Resposta de referência
Opção D: A energia propaga-se pela alteração dos campos eléctrico e magnético.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: a energia electromagnética propaga-se através da variação acoplada dos campos eléctrico e magnético; os campos são transversais, não alinhados no sentido descrito na opção 1.
Erro comum: Imaginar que os campos E e H ficam paralelos entre si ou que a onda precisa de ser reflectida pela ionosfera para viajar no espaço livre.
Mega corresponde a 10⁶ e quilo a 10³. Assim, \(1 MHz = 10⁶ Hz = 1000 kHz\); converter o prefixo altera o número, mas conserva a mesma frequência física.
Erro comum: Confundir MHz com 1000 Hz ou deslocar apenas três casas entre MHz e Hz.
Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência
Qual das afirmações está incorrecta?
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Resposta de referência
Opção B: A nossa voz é um conjunto de ondas electromagnéticas.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é a afirmação incorrecta: a voz humana é acústica e pode ser convertida em sinal eléctrico; o sinal electromagnético aparece depois, na transmissão, não como a voz original.
Erro comum: Confundir a onda RF que transporta a informação com a onda acústica produzida pela voz.
Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência
Qual das afirmações está correcta?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses anteriores estão correctas.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma onda quadrada pode ser decomposta em sinusóides, um passa-baixo pode deixar a fundamental e as ondas quadradas são importantes no processamento digital.
Erro comum: Dizer que a onda quadrada é uma sinusóide única ou que um filtro passa-baixo preserva todos os harmónicos.
Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência
Qual das afirmações está incorrecta?
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Resposta de referência
Opção C: Uma onda quadrada só tem a frequência fundamental, não tendo harmónicas.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a afirmação incorrecta: uma onda quadrada não tem apenas a fundamental; contém harmónicas, que são múltiplos superiores da frequência fundamental.
Erro comum: Confundir uma onda quadrada filtrada, aproximada pela fundamental, com a onda quadrada original.
Em modulação de frequência, uma emissão em que o desvio de frequência máximo é de 15 kHz e em que num dado instante o desvio de frequência é de 3 kHz, tem nesse instante uma percentagem de modulação de:
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Resposta de referência
Opção B: 0,2
Porque é esta resposta?
A razão entre o desvio instantâneo de 3 kHz e o máximo definido de 15 kHz é \(3/15=0,2\). Essa fracção corresponde a 20%, não a 0,2%. A opção 0,2 apresenta a razão em forma decimal, apesar de o enunciado pedir uma percentagem.
Raciocínio passo a passo
Comparar o módulo do desvio instantâneo com o desvio máximo: 3 / 15 = 0,2.
Para apresentar uma percentagem, multiplicar a fracção por 100: 20%.
A opção 0,2 exprime a fracção decimal; o enunciado pede percentagem, pelo que é preciso explicitar esta diferença.
Erro comum: Dividir pelo período ou confundir este quociente com o índice β de FM.
Em modulação de frequência, o índice de modulação:
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Resposta de referência
Opção B: É sempre menor que a largura de faixa ocupada.
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 2 («É sempre menor que a largura de faixa ocupada.»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: O índice de modulação FM \(β = Δf/fₘ\) é adimensional e está relacionado com a largura de banda. A análise técnica anterior favorece a opção 1; comparar directamente o índice com uma largura de banda em hertz, como faz a opção histórica 2, não é dimensionalmente rigoroso. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.
Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Numa emissão radiotelefónica deve utilizar-se a percentagem de modulação mais alta possível?
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Resposta de referência
Opção A: Sim, mas sem exceder os 100% para que, para a mesma potência da portadora, se obtenha maior nível sonoro.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta no modelo de AM: deve usar-se a maior modulação possível sem exceder 100%, porque sobremodulação provoca cruzamento da envolvente, distorção e energia fora da banda.
Erro comum: Afirmar que qualquer valor acima de 100% melhora o áudio ou que a antena é que fica saturada.
Opção D: o número de frequências que constituem as faixas laterais é infinito.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no modelo teórico: uma emissão FM tem infinitas bandas laterais; na prática consideram-se apenas as componentes significativas dentro da largura de banda relevante.
Erro comum: Dizer que FM não tem bandas laterais ou que só existe a componente da frequência modulante de maior amplitude.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Além das interferências provocadas, a sobremodulação terá mais algum inconveniente?
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Resposta de referência
Opção B: Produz distorção.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: além de poder causar interferência, a sobremodulação produz distorção por cruzamento da envolvente e excesso de energia fora da banda.
Erro comum: Pensar que só a antena ou o receptor podem ser danificados e que o áudio fica apenas mais alto.
Em modulação de frequência, por cada frequência modulante, a antena emissora radia:
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Resposta de referência
Opção D: Um número infinito de frequências.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no modelo teórico: para cada frequência modulante, a FM pode produzir um número infinito de bandas laterais; na prática só se consideram as componentes significativas.
Erro comum: Dizer que FM só tem portadora e duas bandas laterais, descrição simplificada de AM DSB.
Em relação à modulação de amplitude (dupla faixa lateral), a modulação de frequência tem a seguinte vantagem:
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Resposta de referência
Opção A: Menos ruído.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a vantagem didáctica esperada: em condições comparáveis, FM oferece melhor rejeição de certas variações de amplitude e ruídos. Essa vantagem costuma vir acompanhada de maior largura de banda.
Erro comum: Escolher menor largura de banda, que é normalmente a vantagem da SSB, não da FM.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Na comunicação pelo sistema SSB, com portadora suprimida:
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Resposta de referência
Opção C: para desmodular, o receptor deve restabelecer a portadora
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: com a portadora suprimida, o receptor precisa de inserir uma referência local — por exemplo, BFO/detector de produto — para desmodular a SSB.
Erro comum: Pensar que metade da informação se perde ou que o receptor DSB simples é suficiente.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
A largura de faixa necessária:
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Resposta de referência
Opção B: é, para uma dada classe de emissão, o valor mínimo da largura de faixa ocupada suficiente para assegurar a transmissão da informação à velocidade e com a qualidade requeridas em determinadas condições.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: largura de banda necessária é o valor mínimo de largura ocupada suficiente para transmitir a informação com a velocidade e qualidade requeridas, para uma classe e condições definidas.
Erro comum: Escolher o valor máximo ou dizer que não depende da classe de emissão.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
Que vantagem resulta da utilização da banda lateral única, em comparação com outros tipos de modulação de voz nas faixas HF de radioamador?
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Resposta de referência
Opção B: Menor largura de banda e elevada eficiência energética.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: em HF, SSB combina menor largura de banda com melhor aproveitamento energético, porque não gasta potência na portadora nem numa segunda banda lateral.
Erro comum: Escolher alta fidelidade ou sintonia mais simples, que não são as vantagens principais da SSB.
Como se designa o processo de alteração da frequência de uma onda de RF para transmissão de informação?
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Resposta de referência
Opção D: Modulação de frequência.
Porque é esta resposta?
A opção 4 («modulação de frequência») é correcta: alterar a frequência instantânea de uma onda RF para transportar informação é FM. Conversão de frequência é outra operação, normalmente de mistura.
Erro comum: Confundir modulação de frequência com conversão de frequência entre RF e FI.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
O que sucede ao sinal de um transmissor de fonia sobremodulado de banda lateral única?
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Resposta de referência
Opção D: Fica distorcido e ocupa maior largura de banda.
Porque é esta resposta?
Se a cadeia SSB for excitada além da sua região linear, os picos podem ser recortados ou comprimidos de forma não linear. Surgem distorção e produtos fora do espectro útil, alargando a emissão. A expressão «sobremodulação» refere-se aqui à sobreexcitação da cadeia; o limite de 100% da AM com portadora não se aplica directamente à SSB.
Erro comum: Pensar que a voz fica apenas mais sonora ou que melhora fidelidade e relação sinal-ruído.
Como se designa a razão entre o desvio de frequência de uma portadora de RF e a frequência modulada do sinal de fonia FM correspondente?
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Resposta de referência
Opção D: Índice de modulação.
Porque é esta resposta?
Para um tom sinusoidal, o índice de modulação FM é \(\beta=\Delta f/f_m\): Δf é o desvio de pico da portadora e fm é a frequência do tom, ambos em Hz. A razão não tem unidade. A frequência usada no denominador é a modulante, não a frequência RF da portadora; para uma faixa de áudio, a razão de desvio usa a maior frequência modulante.
Erro comum: Confundir índice de modulação com percentagem de modulação ou com a largura de banda em kHz.
Como varia o índice de modulação de uma emissão modulada em fase com a frequência da portadora de RF (a frequência modulada)?
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Resposta de referência
Opção D: Não depende da frequência da portadora de RF.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no modelo ideal de PM: o índice de modulação é determinado pelo desvio de fase produzido pelo sinal modulante e não depende directamente da frequência da portadora RF.
Erro comum: Confundir PM com FM e assumir que toda a variação de frequência da portadora altera automaticamente o índice de fase.
Qual a razão de desvio de um sinal de fonia FM com um máximo de frequência de oscilação de ± 7.5 kHz, assumindo uma taxa máxima de modulação de 3.5 kHz?
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Resposta de referência
Opção A: 2,14
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: razão de desvio: \(7,5/3,5\approx2,14\), com ambos os valores em kHz.
Erro comum: Confundir 0,214 com 2,14 ou inverter numerador e denominador.
Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação
As emissões SSB:
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Resposta de referência
Opção C: ocupam cerca de metade da banda de uma emissão AM.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta no modelo de fonia: SSB ocupa aproximadamente metade da largura de uma AM de dupla faixa lateral, porque conserva apenas uma banda lateral.
Erro comum: Dizer que SSB contém mais informação ou ocupa o dobro da AM.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Um amplificador tem um ganho de 20 dB Qual a potência na sua saída quando a sua entrada é excitada com 1 W?
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Resposta de referência
Opção A: 100 W
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: ganho de potência 20 dB significa \(P_{\mathrm{saída}}/P_{\mathrm{entrada}}=10^{20/10}=100\); com 1 W de entrada, a saída ideal é 100 W.
Raciocínio passo a passo
Converter o ganho de potência: \(10^{20/10}=100\).
Multiplicar a entrada pelo ganho linear: 1 W × 100 = 100 W.
Erro comum: Usar 20 vezes em vez de converter dB para razão de potência ou usar a fórmula de tensão.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Qual é a potência de pico envolvente à saída de um transmissor se um osciloscópio medir 200 V pico a pico numa carga fictícia de 50 ohms ligada à potência de saída?
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Resposta de referência
Opção B: 100 W
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: \(V_{\mathrm{p}} = 200/2 = 100 V\), \(V_{\mathrm{rms}} = 100/\sqrt{2} V\) e \(PEP = V_{\mathrm{rms}}^2/50 = 100 W\).
Erro comum: Usar Vpp directamente na fórmula de potência ou calcular 200²/50 sem converter para RMS.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Qual a relação entre a potência de pico evolvente e a potência média numa portadora não modulada?
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Resposta de referência
Opção B: 1
Porque é esta resposta?
A opção 2 («1») é correcta: numa portadora não modulada a envolvente é constante, pelo que a potência de pico da envolvente coincide com a potência média medida da portadora.
Erro comum: Aplicar a relação de uma sinusóide a uma portadora modulada ou confundir PEP com tensão de pico.
Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia
Uma antena fictícia
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Resposta de referência
Opção D: simula as características de carga da antena sem radiar sinais
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma carga fictícia simula a impedância da antena e dissipa a potência sem radiar de forma significativa, permitindo testar o emissor com segurança.
Erro comum: Confundir carga fictícia com atenuador de sinal ou assumir que serve para adaptar áudio ao receptor.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Qual a percentagem de perda de potência que resulta de uma transmissão com perda de 1dB na linha
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: 20,5%.
Porque é esta resposta?
Uma perda de 1 dB corresponde a uma fracção transmitida de \(10^{-1/10}\approx0,7943\). Perde-se, portanto, \((1-0,7943)\times100\approx20,57\%\). A opção 20,5% é a mais próxima; não é o arredondamento decimal exacto de 20,57%, que daria 20,6%.
Raciocínio passo a passo
Uma perda de 1 dB dá razão de potência de saída para entrada \(10^{-1/10}\approx0,79433\).
A fracção perdida é 1 − 0,79433 = 0,20567, ou cerca de 20,57%.
20,5% é a opção mais próxima; não é o arredondamento exacto a uma casa decimal.
Erro comum: Tratar 1 dB como 10% exactos ou usar a fórmula de tensão numa pergunta sobre potência.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Qual é a potência de pico envolvente à saída de um transmissor se um osciloscópio medir 500 V pico a pico num resistência de 50 ohms ligado à saída do transmissor?
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Resposta de referência
Opção B: 625 W
Porque é esta resposta?
A opção 2 («625 W») é correcta: 500 V pico a pico correspondem a 250 V de pico e, para uma sinusóide, \(V_{\mathrm{rms}} = 250/\sqrt{2} V\). Assim, \(P = V_{\mathrm{rms}}²/50 = 625 W\).
Erro comum: Usar 500 V directamente como valor eficaz ou dividir Vpp² pela resistência sem converter para RMS.
Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia
Qual é a potência de pico envolvente à saída de uma portadora não modulada se um wattímetro ligado à saída do transmissor indicar um valor médio de 1060 watt?
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Resposta de referência
Opção B: 1060 W
Porque é esta resposta?
A opção 2 («1060 W») é correcta: numa portadora não modulada a potência da envolvente não varia; por isso o valor médio indicado pelo wattímetro é também o valor de PEP.
Erro comum: Duplicar o valor médio por confundir potência de pico da envolvente com tensão de pico.
Sinais, modulação e potência · 7. Potência activa, reactiva e aparente
Como se designa a energia fora de fase e não produtiva associada a indutores e condensadores?
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Resposta de referência
Opção D: Potência reactiva.
Porque é esta resposta?
Potência reactiva é a grandeza associada à troca periódica de energia entre a fonte e os campos de bobinas e condensadores. Mede-se em var e não representa energia consumida por unidade de tempo como calor no modelo reactivo ideal. O enunciado chama-lhe «energia», mas energia e potência são grandezas diferentes.
Erro comum: Confundir potência reactiva com potência activa ou com PEP, que é uma grandeza de RF diferente.
Sinais, modulação e potência · 7. Potência activa, reactiva e aparente
Como se determina a potência activa num circuito AC em que a tensão e a corrente estão fora de fase?
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Resposta de referência
Opção A: Multiplicando a potência aparente pelo factor de potência.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: a potência activa é o produto da potência aparente pelo factor de potência, isto é, \(P = S\times \cos\varphi\) quando o factor de potência é \(\cos\varphi\).
Erro comum: Dividir pela potência reactiva ou pela factor de potência, invertendo a relação entre potência activa e aparente.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Num atenuador constituído por duas resistências de 100 ohms em série o sinal de entrada é aplicado no conjunto das duas e a saída é retirada do ponto médio. A atenuação da malha é de:
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Resposta de referência
Opção B: 6 dB
Porque é esta resposta?
A opção 2 («6 dB») é a resposta esperada para um divisor simétrico sem carga relevante: o ponto médio fornece metade da tensão, e \(20 \log_{10}(2) ≈ 6 dB\). A atenuação real depende da impedância da fonte e da carga ligada à saída.
Raciocínio passo a passo
A razão entre tensão de entrada e de saída é 2. No divisor de resistências iguais, pressupõe-se uma carga que não altere sensivelmente a divisão.
A atenuação de tensão é \(20\log_{10}(2)\approx6,02\,\mathrm{dB}\).
A opção arredondada é 6 dB. A interpretação como perda de potência exige considerar as impedâncias.
Erro comum: Aplicar 6 dB sem verificar o efeito da carga ou calcular a razão de potências quando o enunciado dá uma razão de tensões.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
Um atenuador tem 10 V rms aplicados à entrada obtendo-se 5 V rms na saída. A atenuação obtida é de:
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Resposta de referência
Opção A: 6 dB
Porque é esta resposta?
A tensão de saída é metade da de entrada: 5 V eficazes face a 10 V eficazes. A atenuação de tensão é \(20\log_{10}(10/5)\approx6,02\,\mathrm{dB}\), cerca de 6 dB. Para a interpretar como perda de potência, é necessário considerar também as impedâncias dos dois pontos.
Raciocínio passo a passo
A razão entre tensão de entrada e de saída é 2. No divisor de resistências iguais, pressupõe-se uma carga que não altere sensivelmente a divisão.
A atenuação de tensão é \(20\log_{10}(2)\approx6,02\,\mathrm{dB}\).
A opção arredondada é 6 dB. A interpretação como perda de potência exige considerar as impedâncias.
Erro comum: Usar 10 log10 para uma razão de tensões ou inverter entrada e saída, obtendo um ganho positivo.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Em que consiste a impedância?
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Resposta de referência
Opção C: Oposição ao fluxo de corrente num circuito de corrente alternada.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a definição introdutória esperada: impedância é a oposição que um circuito oferece à corrente alternada, incluindo o efeito resistivo e reactivo. Em termos completos, é uma grandeza complexa, não apenas uma resistência.
Erro comum: Dizer que impedância é o inverso da resistência ou esquecer a componente reactiva de bobinas e condensadores.
Circuitos, fontes e componentes · 9. Fontes, termístores e desacoplamento
Que tipo de componente é um termístor?
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Resposta de referência
Opção B: Dispositivo susceptível a alterações controladas de resistência provocadas por variações de temperatura.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um termístor é um componente cuja resistência varia de forma previsível com a temperatura; pode ser NTC ou PTC conforme o sentido da variação.
Erro comum: Confundir termístor com termopar, transistor ou condensador dependente da temperatura.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Qual das seguintes afirmações é falsa?
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Resposta de referência
Opção D: Os únicos condensadores que têm polaridade são os condensadores de mica.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é falsa: não são os condensadores de mica que têm polaridade; electrolíticos e tântalo são exemplos de condensadores polarizados, enquanto cerâmicos e muitos de filme não o são.
Erro comum: Memorizar «mica» como sinónimo de polarizado ou assumir que todos os condensadores podem ser ligados em qualquer sentido.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Qual é uma das principais vantagens dos condensadores cerâmicos?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Custo relativamente reduzido.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é uma vantagem comum: condensadores cerâmicos são geralmente económicos, compactos e adequados a muitas aplicações de desacoplamento e RF. As restantes características dependem do tipo cerâmico e do valor escolhido.
Erro comum: Generalizar estabilidade elevada, tolerância reduzida ou grande capacidade para todos os condensadores cerâmicos.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Que dispositivo se utiliza para armazenar energia eléctrica num campo electrostático?
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Resposta de referência
Opção C: Um condensador.
Porque é esta resposta?
A opção 3 («um condensador») é correcta: o condensador armazena energia no campo eléctrico entre as suas armaduras; o indutor armazena energia no campo magnético.
Erro comum: Trocar condensador por indutor ou pensar que a bateria armazena energia especificamente num campo electrostático.
Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina
Qual dos seguintes tipos de condensadores é mais apropriado para uso em circuitos com filtros activos RC ampop de elevada estabilidade?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Poliestireno.
Porque é esta resposta?
A opção 3 («poliestireno») é a mais apropriada entre as apresentadas para um filtro RC de elevada estabilidade: este dieléctrico é valorizado por estabilidade e baixas perdas em aplicações adequadas.
Erro comum: Escolher um electrolítico por ter capacidade elevada, esquecendo a estabilidade e as perdas exigidas num filtro de precisão.
Regulamentação · Respostas de exame e aplicação prática
Qual das afirmações é verdadeira?
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Aos amadores da categoria 2 são emitidas licenças CEPT novice nos termos expressos na recomendação CEPT ECC/REC/(05)06
Porque é esta resposta?
Na pergunta do exame de Categoria 2 de 16.10.2026 sobre licenças CEPT, a resposta aceite é «licenças CEPT novice», nos termos da ECC/REC/(05)06. Distingue essa resposta da licença CEPT da T/R 61-01. Para uma deslocação concreta, confirma os documentos, o reconhecimento e as condições aplicáveis no país de destino. Resposta aceite no exame de 16.10.2026 segundo o gabarito fornecido pelo candidato.
Erro comum: Tratar a categoria nacional ou a recomendação CEPT histórica como se fossem automaticamente equivalentes em qualquer data e país.
Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP
Define-se potência aparente radiada (p.a.r.)
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: como o produto da potência entregue à antena pelo seu ganho relativamente ao dipolo de meia onda, numa dada direcção
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: PAR é a potência entregue à antena multiplicada pelo ganho da antena relativamente a um dipolo de meia onda, numa direcção definida. Quando a referência é isotrópica, a grandeza é PIRE/EIRP.
Erro comum: Confundir PAR com PIRE e trocar a referência dipolo de meia onda por antena isotrópica.
Circuitos, fontes e componentes · 6. Válvulas termiónicas
As válvulas tipo díodo
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: têm dois elementos e podem ser utilizadas como elementos de rectificação
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma válvula díodo tem cátodo e ânodo, portanto dois elementos, e pode rectificar corrente alternada devido à condução preferencial num sentido.
Erro comum: Confundir a válvula díodo com tríodo ou pentodo, que acrescentam grelhas de controlo.
Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera
Porque é que de uma forma geral os sinais de UHF (trabalham melhor) no interior de edifícios do que os sinais de VHF?
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Resposta de referência
Opção B: Porque o menor comprimento de onda dos sinais de UHF faz com que eles se propaguem melhor nos edificios e áreas urbanas
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 2 («Porque o menor comprimento de onda dos sinais de UHF faz com que eles se propaguem melhor nos edificios e áreas urbanas»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: A generalização do enunciado depende dos materiais, da geometria, da polarização e dos multipercursos. A análise anterior favorecia a opção 3, invocando penetração e difracção em VHF; essa conclusão não permite prever todos os interiores. A opção histórica 2 é mantida como referência do banco, sem transformar a sua justificação numa regra universal. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.
Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.
As bandas de VHF e UHF são muito frequentemente usadas para comunicações via satélite porque
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Resposta de referência
Opção A: as ondas destas frequências são pouco afetadas pela ionosfera no seu caminho de e para o satélite
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: VHF e UHF são, em geral, menos afectadas pela propagação ionosférica do que HF, o que permite ligações via satélite sem depender de reflexão/refracção ionosférica como mecanismo principal.
Erro comum: Dizer que o efeito Doppler desaparece ou que as ondas HF mudam espontaneamente para VHF/UHF.
Sempre que um amador de categoria 2 pretenda exercer a actividade temporariamente num país cuja Administração tenha adoptado a Recomendação CEPT ECC/REC (05) 06 (licença CEPT novice)
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Resposta de referência
Opção B: Sem prejuízo de respeitar as condicionantes expressa na Recomefndação referida, deverá respeitar as condicionantes aplicáveis desse país
Porque é esta resposta?
A opção 2 exprime o princípio histórico esperado: ao operar temporariamente num país que adoptou a recomendação CEPT novice, o amador deve respeitar as limitações da recomendação e as condições aplicáveis desse país. A formulação precisa de confirmação oficial actual.
Erro comum: Assumir que a licença permite usar automaticamente as faixas portuguesas ou que basta cumprir a recomendação sem observar as condições do país visitado.
Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia
Para que serve uma carga artificial?
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Resposta de referência
Opção C: Para efectuar ensaios, sem que haja emissão significativa de campos electromagnéticos
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma carga artificial permite efectuar ensaios com a potência absorvida por uma carga conhecida, sem emissão significativa de campos electromagnéticos pela antena.
Erro comum: Pensar que a carga artificial aumenta a potência ou elimina todos os riscos eléctricos da estação.
Circuitos, fontes e componentes · 9. Fontes, termístores e desacoplamento
Qual é a melhor razão para se utilizar uma fonte de alimentação estabilizada em equipamentos de radiocomunicações
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Resposta de referência
Opção A: Para proteger os equipamentos de flutuações na tensão
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: uma fonte estabilizada reduz variações da tensão de alimentação e protege o funcionamento do equipamento dentro dos limites previstos.
Erro comum: Confundir estabilização com dispensa de fusíveis ou escolher o custo como razão técnica principal.
Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento
Se considerarmos um transformador, projectado para o efeito, com o primário ligado à rede eléctrica e apresentando nos terminais do secundário em vazio 12,6 V, qual das afirmações está correcta?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as afirmações estão correctas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: um transformador mantém a frequência entre primário e secundário, a tensão secundária pode baixar ligeiramente com carga por causa das impedâncias internas e existem perdas que produzem aquecimento.
Erro comum: Assumir que a tensão em vazio se mantém exactamente sob carga ou que o transformador altera a frequência da rede.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
identifique o símbolo representado na figura 7:
Figura original do banco de perguntas.Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: transistor NPN
Porque é esta resposta?
Na figura original tran_fig_7.jpg, a seta do emissor aponta para fora, identificando um transístor NPN. A opção 3 é a correcta; A é base, B emissor e C colector.
Erro comum: Confundir NPN e PNP por não observar o sentido da seta do emissor ou por ignorar a figura específica.
Segurança RF e instalação · 6. Terra, equipotencialização e descargas atmosféricas
Que precauções devem ser tomadas quando se prevê a ocorrência de uma trovoada?
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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão correctas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é a resposta histórica esperada: as precauções incluem parar a operação, desligar a alimentação e isolar antenas apenas pelos pontos previstos. A execução deve ser preparada antes da trovoada; não se devem manipular cabos exteriores ou improvisar ligações durante a tempestade.
Erro comum: Interpretar «desligar os cabos» como autorização para subir ao telhado ou mexer numa antena exterior durante a trovoada.
Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares
Um transístor NPN pode ser formado por?
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Resposta de referência
Opção A: uma lâmina delgadissíma de germâneo de tipo P colocada entre duas lâminas relativamente espessas de germâneo de tipo N
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um transistor NPN tem uma região P fina entre duas regiões N, isto é, a estrutura N-P-N; a base é a região P e o emissor/colector são regiões N.
Erro comum: Inverter NPN e PNP ou descrever o transistor sem o colector, que é um dos três terminais do BJT.
Nas definições do Reglamento das Radiocomunicações, além da definição geral de interferêncas são definidos quantos tipos específicos de interferências?
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Resposta de referência
Opção D: Três: interferência prejudicial, interferência permissível e interferência aceitável
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 4: três tipos específicos — interferência prejudicial, permissível e aceitável — além da definição geral. A formulação deve ser confirmada directamente no Regulamento das Radiocomunicações da UIT antes de ser publicada como definição normativa actual.
Erro comum: Misturar a terminologia da UIT com categorias informais ou tratar «inadmissível» como o terceiro termo da lista histórica.
Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia
Que grandeza poderá ser calulada com base nas medições efectuadas com um Wattímetro direccional?
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Resposta de referência
Opção A: Relação de onda estacionária
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um wattímetro direccional separa potência incidente e reflectida; a partir dessas medições pode calcular-se a relação de onda estacionária, VSWR.
Erro comum: Confundir VSWR com relação frente-costas, que exige medir a radiação da antena em direcções diferentes.
Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer
O sinal de um emissor CW consiste:
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Resposta de referência
Opção C: num sinal de RF que é ligado e desligado segundo as regras de um determinado código, nomeadamente o código Morse
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: em CW a portadora RF é ligada e desligada segundo a sequência do código Morse; não é necessário variar continuamente a frequência ou a fase para codificar os sinais.
Erro comum: Confundir CW com FM ou com uma portadora permanentemente modulada por um tom de áudio de 800 Hz.
Num emissor de FM a malha de captura de fase contém obrigatoriamente
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Resposta de referência
Opção C: um oscilador controlado por tensão onde entra o sinal modulante
Porque é esta resposta?
A fonte histórica indica historicamente a opção 3 («um oscilador controlado por tensão onde entra o sinal modulante»), e essa é a resposta que deve ser apresentada ao aluno como resposta da fonte. A ressalva teórica é que uma PLL clássica contém um VCO, mas a injecção do sinal modulante no VCO não é obrigatória em todas as arquitecturas de emissores FM: pode ser feita noutro ponto da malha ou da cadeia de geração.
Erro comum: Concluir que a presença de uma PLL prova sempre que o sinal modulante entra directamente no VCO. O VCO é um bloco da PLL; o ponto de injecção da modulação depende da arquitectura.
Opção C: é formada por camadas de gases ionizados à volta da terra
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a ionosfera é uma região da atmosfera constituída por gases parcialmente ionizados, organizados em camadas com comportamento variável. Não é uma cintura de radiação nem um conjunto de partículas magnetizadas.
Erro comum: Confundir ionização com magnetização ou tratar as regiões D, E e F como superfícies fixas e uniformes.
Que circuito é usado para processar os sinais provenientes do amplificador de IF e do BFO e os envia posteriormente para o amplificador de AF num recetor super-heterodino de fonia em banda lateral única?
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Resposta de referência
Opção D: Detetor de produto
Porque é esta resposta?
Na recepção SSB, o detector de produto combina o sinal de frequência intermédia com o oscilador de batimento, BFO, para recuperar a informação em áudio. A diferença de frequências fornece o sinal de baixa frequência.
Erro comum: Confundir detector de produto com detector de envolvente de AM.
As mudanças regulares da ionosfera repetem-se aproximadamente a cada 11
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Resposta de referência
Opção C: anos
Porque é esta resposta?
O ciclo de actividade solar tem uma duração média de cerca de 11 anos e influencia a ionização e as condições de propagação HF. A duração e a intensidade variam; o ciclo não significa que todas as condições ionosféricas se repitam exactamente.
Erro comum: Assumir um ciclo solar exactamente periódico e condições de propagação idênticas.
Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento
Se considerarmos um transformador comercialmente disponível com o primário ligado à rede elétrica e apresentando nos terminais do secundário em vazio o valor de 12,6 V, qual das afirmações está correta?
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Opção D: Todas as afirmações estão corretas
Porque é esta resposta?
Um transformador mantém a frequência do sinal de entrada. Num transformador real, a tensão medida sem carga pode exceder a nominal e baixar com a carga devido às perdas e impedâncias internas; essas perdas também produzem aquecimento. A opção «todas» pressupõe funcionamento normal na carga prevista.
Erro comum: Tratar um transformador real como um modelo sem perdas e com tensão invariável.
Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis
O que significa "peak envelope power"?
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Opção B: Potência de pico envolvente
Porque é esta resposta?
PEP é Peak Envelope Power, potência de pico da envolvente: a potência média durante um ciclo de radiofrequência no máximo da envolvente de modulação. Não é tensão pico a pico nem a potência média de toda a transmissão.
Erro comum: Confundir PEP com potência média da transmissão ou tensão pico a pico.