Perguntas validadas / Categoria 2424 perguntas

Perguntas históricas obtidas através da fonte histórica e transcrições de exames fornecidos ao projecto. A origem está identificada em cada cartão; as respostas e explicações foram revistas pela Sebentas.

336 validadas72 com ressalva15 temporais1 problemas históricos
Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 1

Electricidade básica · 7. Lei de Ohm

Por um circuito resistivo de 120 Ohm circula uma corrente de 0,15 A, quando alimentado por uma tensão de 18 V. Se for alimentado por uma tensão de 36 V, a corrente :

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Resposta de referência
Opção B: Aumenta para 0,300 A
Porque é esta resposta?
Num resistor ideal, mantendo-se a resistência constante, a corrente é \(I = V/R\). Com 36 V e 120 Ω, \(I = 36/120 = 0,30 A\). A tensão duplicou e a resistência não mudou, por isso a corrente também duplica. A opção B é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. Manter a resistência de 120 Ω constante.
  2. Aplicar a Lei de Ohm: corrente = tensão / resistência.
  3. Com 36 V, a corrente é 36 / 120 = 0,30 A, o dobro da inicial.

Erro comum: Inverter a relação entre tensão e corrente ou esquecer que a resistência permanece constante.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta Sebentas 001

CEPT e utilização temporária · Efeito do estado do CAN

Que efeito tem a suspensão, revogação ou caducidade do CAN na licença CEPT ou UIT correspondente?

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Resposta da Sebentas
Opção B: Produz o mesmo efeito na licença CEPT ou UIT correspondente
Porque é esta resposta?
A lei determina que a suspensão, a revogação e a caducidade do CAN produzem o mesmo efeito na licença CEPT ou UIT correspondente. A licença internacional não fica separada do estado do documento nacional.

Erro comum: Tratar a licença CEPT/UIT como uma autorização independente do CAN português.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 07 · exame 16.10.2026, pergunta 6

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

Em que consiste o número de manchas solares ("sunspot number")?

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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção A: Medida da atividade solar baseada na contagem de manchas solares e de grupos de manchas solares
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o número de manchas solares é um índice de actividade solar baseado na contagem de manchas individuais e de grupos de manchas. Não é um identificador de cada mancha nem o índice de fluxo de rádio solar.

Erro comum: Confundir o número de manchas solares com o fluxo solar medido a 2,8 GHz.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 2

Electricidade básica · 7. Lei de Ohm

Determinado circuito precisa ser alimentado com 60 V e 0,8 A. Dispondo-se de uma fonte de 300 V, deve-se colocar em série com o circuito uma resistência de :

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Resposta de referência
Opção C: 300 Ohm
Porque é esta resposta?
A resistência em série deve absorver a diferença entre a fonte e o circuito: \(300 V − 60 V = 240 V\). Pela Lei de Ohm, \(R = V/I = 240/0,8 = 300 Ω\). A opção C é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. A resistência em série deve absorver a diferença de tensão: 300 − 60 = 240 V.
  2. Pela Lei de Ohm, resistência = queda de tensão / corrente = 240 / 0,8 = 300 Ω.
  3. A corrente é a mesma na resistência em série e no circuito alimentado.

Erro comum: Usar os 300 V completos na resistência, em vez de calcular apenas a queda excedente.

Categoria 2 · Módulo 04 · exame 16.10.2026, pergunta 19

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Num emissor de FM a malha de captura de fase contém obrigatoriamente

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Resposta assinalada na cópia do exame
Opção C: um oscilador controlado por tensão
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a malha de captura de fase (PLL) usa um oscilador controlado por tensão (VCO), regulado a partir da comparação com uma referência. O enunciado não exige que o sinal modulante seja aplicado directamente ao VCO; o ponto de aplicação depende da arquitectura.

Erro comum: Confundir a presença necessária do VCO com a obrigação de aplicar a modulação num ponto único.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 3

Electricidade básica · 7. Lei de Ohm

Determinado circuito precisa ser alimentado com 60 V e 0,2 A. Dispondo-se de uma fonte de 300 V, deve-se colocar em série com o circuito uma resistência de

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Resposta de referência
Opção D: 1,2 Kilo Ohm
Porque é esta resposta?
A resistência série deve absorver \(300 V − 60 V = 240 V\). Aplicando \(R = V/I\), obtém-se \(R = 240/0,2 = 1200 Ω = 1,2 kΩ\). A opção D é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. A resistência em série deve absorver a diferença de tensão: 300 − 60 = 240 V.
  2. Pela Lei de Ohm, resistência = queda de tensão / corrente = 240 / 0,2 = 1200 Ω.
  3. A corrente é a mesma na resistência em série e no circuito alimentado.

Erro comum: Confundir 1200 Ω com 120 Ω ou esquecer a conversão para kΩ.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 4

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Quatro resistências estão ligadas em série. A tensão aplicada ao conjunto é de 50 V. As quedas de tensão nos terminais das três primeiras são, respetivamente: 25 V, 10 V e 13 V. Qual é a queda de tensão nos terminais da última resistência?

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Resposta de referência
Opção C: 2 V
Porque é esta resposta?
Numa malha, a soma das subidas e quedas de tensão é zero. A queda restante é \(50 − 25 − 10 − 13 = 2 V\). A opção C é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. Pela lei das malhas, a soma das quedas de tensão é igual à tensão aplicada.
  2. A última queda é 50 − 25 − 10 − 13 = 2 V.

Erro comum: Somar as quedas sem as comparar com a tensão total da fonte.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 5

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Quatro resistências estão montadas em série. A tensão aplicada ao conjunto é de 50 V. As quedas de tensão nos bornes das três primeiras são, respectivamente: 25 V; 10,2 V e 12,8 V. Qual é a queda de tensão nos bornes da última resistência?

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Resposta de referência
Opção C: 2 V
Porque é esta resposta?
A tensão total é a soma das quedas nas quatro resistências. A última queda é \(50 − 25 − 10,2 − 12,8 = 2 V\). A opção C é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. Pela lei das malhas, a soma das quedas de tensão é igual à tensão aplicada.
  2. A última queda é 50 − 25 − 10,2 − 12,8 = 2 V.

Erro comum: Arredondar ou somar as três quedas sem subtraí-las à tensão total.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 6

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Quatro resistências estão montadas em série. As quedas de tensão em cada uma delas são as seguintes: 9,2 V; 12,5 V; 10 V e 3,4 V. A tensão aplicada ao circuito é:

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Resposta de referência
Opção A: 35,1 V
Porque é esta resposta?
As quedas de tensão em série somam-se: \(9,2 + 12,5 + 10 + 3,4 = 35,1 V\). A opção A é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. Somar as quatro quedas, pois as resistências estão em série.
  2. A tensão aplicada é 9,2 + 12,5 + 10 + 3,4 = 35,1 V.

Erro comum: Usar apenas a maior queda ou confundir soma de tensões com soma de resistências.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 7

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

Qual a unidade em que se expressa a capacidade de uma bateria?

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Resposta de referência
Opção B: A.h
Porque é esta resposta?
A capacidade indica a carga que a bateria pode fornecer nas condições especificadas e expressa-se habitualmente em ampere-hora, A·h. Uma capacidade de 1 A·h equivale a 3600 coulomb. Não é energia: para estimar energia em watt-hora é preciso considerar também a tensão da bateria.

Erro comum: Escrever A/h, que representa uma razão entre corrente e tempo, em vez de A·h.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 8

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

A capacidade de uma bateria é de 20 A.h. Esta bateria é aplicada a um circuito ao qual fornece uma corrente constante de 2 A. Qual a previsão teórica do tempo de funcionamento do referido circuito?

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Resposta de referência
Opção D: 10 horas
Porque é esta resposta?
O tempo ideal calcula-se por \(t=\frac{\text{capacidade}}{\text{corrente}}=\frac{20\,\mathrm{A\cdot h}}{2\,\mathrm A}=10\,\mathrm h\). É uma previsão teórica; temperatura, idade e consumo real podem reduzir o tempo. A opção D é a correcta.

Erro comum: Multiplicar capacidade por corrente, em vez de dividir A·h por A.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 9

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Qual a força eletromotriz de duas baterias de 12 V ligadas em série?

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Resposta de referência
Opção C: 24 V
Porque é esta resposta?
Fontes ou baterias compatíveis ligadas em série somam as suas tensões: \(12 V + 12 V = 24 V\). A opção C é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. As baterias estão em série com polaridades concordantes.
  2. As forças electromotrizes somam-se: 12 + 12 = 24 V.

Erro comum: Confundir a ligação em série, que soma tensão, com a ligação em paralelo, que não duplica a tensão nominal.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 10

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Qual a força electromotriz de duas baterias de automóvel quando ligadas em série?

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Resposta de referência
Opção C: 24 V
Porque é esta resposta?
Duas baterias de automóvel de 12 V, quando compatíveis e ligadas em série, fornecem \(12 V + 12 V = 24 V\). A opção C é a correcta.

Erro comum: Assumir que duas baterias em série mantêm a tensão de uma só bateria.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 11

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

Em que situação é que uma bateria de armazenamento de chumbo-ácido liberta gás de hidrogénio explosivo?

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Resposta de referência
Opção C: Ao ser carregada.
Porque é esta resposta?
Durante a carga, uma bateria de chumbo-ácido pode libertar hidrogénio inflamável. Deve haver ventilação e devem evitar-se faíscas. A opção C é a correcta.

Erro comum: Confundir a libertação de gás durante a carga com uma consequência normal do armazenamento ou da descarga.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 12

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

Qual a vantagem da resistência interna reduzida das baterias de níquel-cádmio?

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Resposta de referência
Opção B: Alta corrente de descarga.
Porque é esta resposta?
Uma resistência interna baixa permite que uma bateria entregue correntes de descarga elevadas com menor queda interna. Não significa, por si só, uma tensão nominal maior. A opção B é a correcta.

Erro comum: Confundir resistência interna baixa com tensão nominal mais alta.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 13

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

Qual o mínimo de tensão de descarga permitido para o máximo de vida útil de uma bateria comum de chumbo-ácido de 12 volt?

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Resposta de referência
Opção C: 10,5 V
Conclusão da sebenta
A opção C (10,5 V) é a resposta histórica e corresponde a 1,75 V por célula como tensão final de descarga em condições especificadas; não é um limite universal para maximizar a vida útil.
Porque é esta resposta?
Uma bateria de chumbo-ácido de 12 V tem normalmente seis células. O valor histórico de 10,5 V resulta de \(6 \times 1,75 V\) por célula e é usado como tensão final de descarga em ensaios definidos. Não é, contudo, um limite universal para maximizar a vida útil: descargas menos profundas tendem a permitir mais ciclos e o limite depende do fabricante, corrente, temperatura e condição de medição. A opção C é a resposta histórica utilizável com esta ressalva.
Raciocínio passo a passo
  1. Reconhecer que uma bateria de chumbo-ácido de 12 V é formada normalmente por seis células em série.
  2. Calcular a referência convencional: 6 × 1,75 V por célula = 10,5 V.
  3. Distinguir tensão final de descarga usada num ensaio de capacidade de um limite de utilização escolhido para prolongar a vida da bateria.
  4. Concluir que 10,5 V explica a opção histórica, mas não constitui uma recomendação universal de máxima longevidade.

Erro comum: Tratar 10,5 V como uma recomendação universal para descarregar habitualmente qualquer bateria de 12 V.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 14

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

Qual das seguintes baterias é recarregável?

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Resposta de referência
Opção C: Bateria de hidreto metálico de níquel.
Porque é esta resposta?
Uma bateria de hidreto metálico de níquel (NiMH) é recarregável quando usada com carregador adequado. As baterias de carbono-zinco, óxido de prata e mercúrio apresentadas são primárias neste contexto. A opção C é a correcta.

Erro comum: Assumir que qualquer bateria pode ser recarregada apenas porque tem a mesma tensão nominal.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 15

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

Qual o consumo de energia associado a um equipamento de 1 W que opera durante uma hora?

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Resposta de referência
Opção D: 3600 J
Porque é esta resposta?
Energia é potência vezes tempo: \(E = P \times t\). Uma hora tem 3600 s, portanto \(E = 1 W \times 3600 s = 3600 J\). A opção D é a correcta.

Erro comum: Usar 60 como número de segundos numa hora ou confundir potência com energia.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 16

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Um gerador com a f.e.m. de 100 V e com 0,5 Ohm de resistência interna, debita sobre um circuito exterior uma corrente de 10 A. Qual é a tensão aos terminais do gerador?

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Resposta de referência
Opção C: 95 V
Porque é esta resposta?
A resistência interna provoca uma queda \(I\times r = 10\times 0,5 = 5 V\). A tensão terminal é \(Vt = E − I\times r = 100 − 5 = 95 V\). A opção C é a correcta.

Erro comum: Somar a queda interna à fem, em vez de a subtrair na tensão terminal de um gerador a fornecer corrente.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 17

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Um gerador com a f.e.m. de 100 V e com 0,25 Ohm de resistência interna, debita sobre um circuito exterior uma corrente de 40 A. Qual é a tensão aos terminais do gerador?

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Resposta de referência
Opção B: 90 V
Porque é esta resposta?
A queda na resistência interna é \(I\times r = 40\times 0,25 = 10 V\). Logo, a tensão terminal é \(100 − 10 = 90 V\). A opção B é a correcta.

Erro comum: Usar a corrente ou a resistência interna errada no produto \(I\times r\).

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 18

Electricidade básica · 10. Circuito aberto, circuito fechado e curto-circuito

Teoricamente, num circuito de corrente contínua, poderemos afirmar que a corrente de curto-circuito é:

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Resposta de referência
Opção A: infinita
Porque é esta resposta?
No modelo ideal de curto-circuito, \(R = 0\) e \(I = V/R\) tende para infinito. Numa fonte real, a resistência interna e as protecções limitam a corrente, mas o aquecimento e o risco continuam perigosos. A opção A é a resposta teórica pedida.

Erro comum: Aplicar literalmente a corrente infinita a uma fonte real ou ignorar o perigo do curto-circuito.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 19

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Qual das situações deveremos evitar ou ter cuidados especiais?

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Resposta de referência
Opção B: Ligação de fontes de tensão em paralelo
Porque é esta resposta?
Fontes ligadas em paralelo têm de ser compatíveis e preparadas para partilhar corrente. Diferenças de tensão ou de resistência interna podem provocar correntes elevadas entre as fontes. A opção B é a correcta.

Erro comum: Confundir a ligação em paralelo com uma ligação automaticamente segura ou assumir que fontes diferentes partilham corrente sem controlo.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 20

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

A intensidade de campo elétrico é expressa em:

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Resposta de referência
Opção B: Volt por metro
Porque é esta resposta?
A intensidade do campo eléctrico é força por unidade de carga e, no SI, pode ser expressa em volt por metro (V/m). A opção B é a correcta.

Erro comum: Confundir V/m com volt, watt ou metro isoladamente; N/C é uma unidade equivalente.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 21

Medições e instrumentos · Medir é comparar com uma referência

As medidas de intensidade de campo permitem avaliar

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Resposta de referência
Opção B: a radiação da antena da estação emissora
Porque é esta resposta?
Uma medida de intensidade de campo caracteriza o campo radiado que chega a um ponto de recepção e pode ser usada para avaliar a radiação de uma antena emissora. Não mede directamente a altura da antena nem a sensibilidade do receptor. A opção B é a correcta.

Erro comum: Confundir uma grandeza medida no espaço com o ganho nominal da antena ou com uma característica do receptor.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 22

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

A intensidade do campo elétrico,

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Resposta de referência
Opção C: decresce com o quadrado da distância
Porque é esta resposta?
A fonte histórica indica historicamente a opção 3 («decresce com o quadrado da distância»), e essa é a resposta que deve ser apresentada ao aluno como resposta da fonte. A ressalva teórica é essencial: no campo distante de uma antena, a amplitude do campo eléctrico E diminui aproximadamente de forma inversamente proporcional à distância (1/r), enquanto a densidade de potência diminui aproximadamente com o inverso do quadrado da distância (1/r²). Portanto, a opção 3 só corresponde se «intensidade» estiver a ser usada de forma imprecisa para significar densidade de potência; o enunciado não oferece a relação 1/r.

Erro comum: Aceitar 1/r² como lei da amplitude do campo eléctrico. Essa relação é a do decaimento da densidade de potência no campo distante.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 23

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

A intensidade do campo magnético é expressa em:

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Resposta de referência
Opção A: Ampere por metro.
Porque é esta resposta?
A intensidade do campo magnético H mede-se em ampere por metro (A/m). A opção A é a correcta; V/m corresponde à intensidade do campo eléctrico.

Erro comum: Confundir H em A/m com B em tesla ou com o campo eléctrico em V/m.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 24

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Uma corrente a passar num condutor cria na sua proximidade:

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Resposta de referência
Opção B: um campo magnético
Porque é esta resposta?
Uma corrente eléctrica num condutor produz um campo magnético na sua proximidade. À volta de um condutor rectilíneo, as linhas desse campo são circulares. A opção B é a correcta.

Erro comum: Confundir o campo produzido pela corrente com uma corrente adicional ou com uma região luminosa.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 25

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

O que é que determina a intensidade do campo magnético em torno de um condutor onde flui uma corrente elétrica?

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Resposta de referência
Opção D: A intensidade de corrente
Porque é esta resposta?
No modelo introdutório, a intensidade do campo magnético em torno de um condutor depende principalmente da corrente que o percorre. A opção D é a correcta; a geometria e a distância também afectam o valor local, mas não tornam a resistência dividida pela corrente a resposta pedida.

Erro comum: Escolher uma razão envolvendo resistência sem considerar que a pergunta pede a grandeza que cria directamente o campo em torno do condutor.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 26

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

A força que provoca o movimento de cargas num condutor é

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Resposta de referência
Opção C: a força electromotriz
Porque é esta resposta?
A força electromotriz, ou f.e.m., é a energia disponibilizada pela fonte por unidade de carga, medida em volts. Pode estabelecer a diferença de potencial que faz circular corrente num circuito fechado. Apesar do nome, não é uma força mecânica medida em newtons; o campo eléctrico exerce a força sobre as cargas.

Erro comum: Confundir f.e.m. com a corrente que circula ou com a resistência do circuito.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 27

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Em que sentido está orientado um campo magnético num condutor relativamente ao sentido do fluxo de electrões?

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Resposta de referência
Opção D: No sentido determinado pela regra da mão esquerda.
Porque é esta resposta?
As linhas do campo magnético são circulares em torno do condutor. A regra da mão direita é normalmente aplicada ao sentido da corrente convencional; como o fluxo de electrões é oposto ao da corrente convencional, a formulação equivalente relativa aos electrões usa a regra da mão esquerda. A opção D é a correcta na convenção do enunciado.

Erro comum: Aplicar a mão direita aos electrões sem primeiro distinguir o sentido do fluxo electrónico do sentido da corrente convencional.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 28

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

O que é que determina a força do campo magnético à volta de um condutor?

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Resposta de referência
Opção D: A quantidade de corrente.
Porque é esta resposta?
No modelo introdutório, a força do campo magnético em torno do condutor cresce com a corrente que o percorre. A opção D é a correcta; o valor local também depende da geometria e da distância ao condutor.

Erro comum: Escolher uma relação entre resistência e corrente que não representa directamente a causa do campo magnético em torno do condutor.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 29

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

O que é o campo magnético?

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Resposta de referência
Opção C: É um campo, numa dada região do espaço, onde se manifesta a ação de cargas elétricas em movimento num condutor
Porque é esta resposta?
Na formulação introdutória da pergunta, o campo magnético é associado ao movimento de cargas eléctricas num condutor, pelo que a opção C é a resposta esperada. A formulação é simplificada: também existem campos magnéticos associados a magnetização e a campos eléctricos variáveis.

Erro comum: Tratar a descrição introdutória como uma definição exaustiva de todas as origens de campo magnético.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 30

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

O que é o campo eléctrico?

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Resposta de referência
Opção B: É um campo numa dada região do espaço onde se manifesta a acção de cargas eléctricas.
Porque é esta resposta?
Um campo eléctrico é a região em que cargas eléctricas produzem força por unidade de carga; não exige que exista ar. A opção B é a melhor resposta disponível. A definição operacional do módulo é força por unidade de carga, medida em V/m.

Erro comum: Assumir que um campo eléctrico só pode existir num meio com ar ou confundi-lo com um campo magnético.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 31

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Qual das afirmações está correta?

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Resposta de referência
Opção D: As linhas do campo magnético de um condutor onde flui uma corrente elétrica, formam círculos concêntricos ao redor do condutor
Porque é esta resposta?
Em torno de um condutor rectilíneo percorrido por corrente, as linhas do campo magnético formam círculos concêntricos. A opção D é a correcta; a regra da mão direita acrescenta o sentido dessas linhas.

Erro comum: Dizer que as linhas são paralelas ao condutor ou que uma carga estática produz necessariamente esse padrão magnético.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 32

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Qual a frequência cujo comprimento de onda é 14,117 metro?

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Resposta de referência
Opção C: 21, 250 MHz
Porque é esta resposta?
Usa-se \(λ = v/f\), ou \(f = v/λ\). Com \(v ≈ 3\times 10⁸ m/s\) e \(λ = 14,117 m\), \(f ≈ 3\times 10⁸/14,117 ≈ 21,25 MHz\). A opção C é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. Usar a velocidade aproximada de propagação de 300 milhões de metros por segundo.
  2. A frequência em MHz é aproximadamente 300 dividido pelo comprimento de onda em metros.
  3. 300 / 14,117 ≈ 21,250 MHz, de acordo com a precisão dos dados.

Erro comum: Aplicar \(f = 1/T\) sem usar o comprimento de onda ou esquecer a conversão de Hz para MHz.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 33

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

O comprimento de onda da frequência de 25 MHz é:

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Resposta de referência
Opção B: 12 m
Porque é esta resposta?
O comprimento de onda calcula-se por \(λ = c/f\). Para 25 MHz, \(λ ≈ 3\times 10⁸/(25\times 10⁶) = 12 m\). A opção B é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. Usar a velocidade aproximada de 300 milhões de metros por segundo.
  2. Para frequência em MHz, o comprimento de onda em metros é aproximadamente 300 / frequência.
  3. 300 / 25 = 12 m.

Erro comum: Usar a frequência em MHz sem converter para Hz ou reutilizar o valor de outra pergunta.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 34

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

A frequência, cujo comprimento de onda é de 10 metro, é:

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Resposta de referência
Opção D: 30 MHz
Porque é esta resposta?
Para uma onda rádio no espaço livre, \(f = c/λ\). Com \(λ = 10 m\), \(f ≈ 3\times 10⁸/10 = 30 MHz\). A opção D é a correcta.
Raciocínio passo a passo
  1. Usar frequência em MHz ≈ 300 / comprimento de onda em metros.
  2. 300 / 10 = 30 MHz.

Erro comum: Confundir o cálculo com o exemplo de 25 MHz ou esquecer que a frequência aumenta quando o comprimento de onda diminui.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 35

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Qual das seguintes características não está associada às ondas eletromagnéticas?

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Resposta de referência
Opção D: Temperatura
Porque é esta resposta?
Polarização, amplitude e frequência são grandezas ou características usadas para descrever ondas electromagnéticas. Temperatura não é uma característica fundamental da onda apresentada nas opções. A opção D é a correcta.

Erro comum: Confundir uma condição do meio ou do equipamento com uma característica da onda.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 36

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Qual a unidade de medida de frequência?

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Resposta de referência
Opção C: Hertz
Porque é esta resposta?
A unidade SI da frequência é o hertz (Hz), que corresponde a um ciclo por segundo. A opção C é a correcta.

Erro comum: Confundir a unidade de frequência com farad, henry ou watt, que medem grandezas diferentes.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 37

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Qual a unidade de medida da capacidade?

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Resposta de referência
Opção A: Farad
Porque é esta resposta?
A capacidade eléctrica de um condensador mede-se em farad (F). A opção A é a correcta.

Erro comum: Confundir farad, unidade de capacidade, com henry, unidade de auto-indução, ou hertz, unidade de frequência.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 38

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Qual a unidade de medida do coeficiente de auto-indução?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Henry
Porque é esta resposta?
O coeficiente de auto-indução de uma bobina mede-se em henry (H). A opção B é a correcta.

Erro comum: Trocar henry por farad, que é a unidade de capacidade eléctrica.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 39

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Exprima 7,54 MHz em kHz.

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Resposta de referência
Opção B: 7 540 kHz
Porque é esta resposta?
Como \(1 MHz = 1000 kHz\), \(7,54 MHz = 7,54 \times 1000 = 7540 kHz\). A opção B é a correcta.

Erro comum: Mover a vírgula no sentido errado ao passar de MHz para kHz.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 40

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Exprima em Hz: 433,010 MHz

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: 433 010 000 Hz
Porque é esta resposta?
Como \(1 MHz = 1 000 000 Hz\), \(433,010 MHz = 433,010 \times 1 000 000 = 433 010 000 Hz\). A opção C é a correcta.

Erro comum: Converter MHz para kHz mas não completar a conversão de kHz para Hz.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 41

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Exprima 900 kHz em Hz.

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: 900 000 Hz
Porque é esta resposta?
Como \(1 kHz = 1000 Hz\), \(900 kHz = 900 000 Hz\). A opção A é a correcta.

Erro comum: Confundir 900 kHz com 9000 Hz ou deslocar a vírgula apenas duas casas.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 42

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Exprima em GHz: 9 300 MHz

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Resposta de referência
Opção C: 9,3 GHz
Porque é esta resposta?
Como \(1000 MHz = 1 GHz\), \(9300 MHz = 9,3 GHz\). A opção C é a correcta.

Erro comum: Multiplicar por 1000 ao passar de MHz para GHz, em vez de dividir por 1000.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 43

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

O período T de uma onda sinusoidal é:

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Resposta de referência
Opção C: o inverso da sua frequência
Porque é esta resposta?
O período é o tempo de um ciclo e é o inverso da frequência: \(T = 1/f\). A opção C é a correcta.

Erro comum: Confundir período com frequência e usar \(T = f\).

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 44

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

O período de uma onda sinusoidal exprime-se em

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Resposta de referência
Opção B: segundos
Porque é esta resposta?
Como o período é um intervalo de tempo, a sua unidade é o segundo (s). A opção B é a correcta.

Erro comum: Confundir o período em segundos com a frequência em hertz.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 45

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

O valor eficaz de uma onda sinusoidal com 1 Volt de amplitude máxima é:

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Resposta de referência
Opção A: 0, 707 V
Porque é esta resposta?
Para uma sinusóide, \(V_{\mathrm{rms}} = V_{\mathrm{p}}/\sqrt{2}\). Com amplitude de pico de 1 V, \(V_{\mathrm{rms}} = 1/\sqrt{2} ≈ 0,707 V\). A opção A é a correcta.

Erro comum: Confundir valor de pico com valor eficaz ou usar a relação pico-a-pico sem dividir primeiro por dois.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 46

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

A uma determinada frequência f corresponde um determinado período T. Se a frequência duplicar o período

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: passa para metade
Porque é esta resposta?
Como \(T = 1/f\), duplicar a frequência reduz o período para metade. A opção D é a correcta.

Erro comum: Assumir que período e frequência variam no mesmo sentido.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 47

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Se um voltímetro indicar uma tensão de 34 volt r.m.s. na medição de uma onda sinusoidal, qual é aproximadamente a sua tensão de pico?

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Resposta de referência
Opção D: 48 volt
Porque é esta resposta?
Para uma sinusóide, \(V_{\mathrm{p}} = \sqrt{2} \times V_{\mathrm{rms}}\). Assim, \(V_{\mathrm{p}} ≈ 1,414 \times 34 V ≈ 48 V\). A opção D é a correcta.

Erro comum: Calcular V pico-a-pico quando a pergunta pede apenas o pico, ou dividir em vez de multiplicar por \(\sqrt2\).

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 48

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Como pode ser defenido o período de uma onda sinusoidal

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Resposta de referência
Opção A: O tempo necessário para terminar um ciclo
Porque é esta resposta?
O período é o tempo necessário para completar um ciclo da onda. A opção A é a correcta.

Erro comum: Confundir período com número de graus, amplitude ou número de cruzamentos pelo zero.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 49

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Qual das afirmações está correta?

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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
Uma onda quadrada periódica pode ser decomposta na fundamental e em harmónicas. Um passa-baixo adequado pode preservar a fundamental e atenuar as harmónicas; níveis aproximadamente rectangulares também representam estados digitais. As três propriedades propostas são compatíveis, justificando a opção «todas».

Erro comum: Esquecer os harmónicos de uma onda quadrada ou tratar o filtro passa-baixo como se preservasse todos os harmónicos.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 50

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Qual o período de uma onda sinusoidal de 50 Hz?

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Resposta de referência
Opção B: 0,02 s
Porque é esta resposta?
O período calcula-se por \(T = 1/f\). Para \(f = 50 Hz\), \(T = 1/50 = 0,02 s\). A opção B é a correcta.

Erro comum: Usar 50 s ou inverter a relação entre frequência e período.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 52

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

A frequência de uma onda quadrada expressa-se em

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Resposta de referência
Opção C: Hertz
Porque é esta resposta?
A opção 3 («Hertz») é correcta: a frequência mede o número de ciclos por segundo e exprime-se em hertz, seja qual for a forma da onda.

Erro comum: Confundir a unidade da frequência com a do período, que é o segundo.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 53

Sinais, modulação e potência · 2. A cadeia da comunicação

O dispositivo que transforma os sinais de voz em sinais elétricos, designa-se por:

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Resposta de referência
Opção A: microfone
Porque é esta resposta?
O microfone transforma variações de pressão sonora, como a voz, num sinal eléctrico que pode alimentar a cadeia de emissão. Um altifalante ou auscultador faz a conversão no sentido oposto. O microfone não é o misturador nem o amplificador de RF.

Erro comum: Confundir microfone, que converte som em sinal eléctrico, com auscultador, que faz a conversão inversa.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 54

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Qual é a largura de faixa necessária numa emissão de modulação de frequência em que o desvio de frequência é 25 kHz e a máxima frequência de modulação é 3 kHz?

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Resposta de referência
Opção D: 56 kHz
Porque é esta resposta?
A opção 4 («56 kHz») resulta da regra de Carson: \(B ≈ 2(Δf + fₘmáx) = 2(25 + 3) kHz = 56 kHz\).

Erro comum: Somar apenas o desvio ou esquecer que a largura cobre os dois lados da portadora.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 55

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Define-se índice de modulação em frequência modulada como a relação entre o:

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Resposta de referência
Opção A: desvio máximo e a mais alta frequência de modulação
Porque é esta resposta?
Para FM com um tom sinusoidal, o índice é a razão entre o desvio de pico da portadora e a frequência desse tom. A opção usa a maior frequência modulante, que é a convenção de razão de desvio empregada no banco. Não representa um «índice máximo» universal para qualquer sinal de voz: índice de um tom e razão de desvio são conceitos que é preciso distinguir.

Erro comum: Confundir o índice de um tom com a razão de desvio baseada na maior frequência áudio.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 56

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Num emissor de modulação de frequência, modulado a ± 5 kHz, a segunda harmónica tem o desvio de:

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Resposta de referência
Opção C: ± 10 kHz
Porque é esta resposta?
Num multiplicador de frequência que selecciona a segunda harmónica de um sinal FM, tanto a frequência central como o desvio instantâneo duplicam. Assim, um desvio de ±5 kHz torna-se ±10 kHz. Não se está a calcular a amplitude de uma banda lateral: o cálculo refere-se à multiplicação da frequência e do desvio.

Erro comum: Aplicar a regra dos múltiplos sem distinguir o desvio idealizado da amplitude real das componentes espectrais.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 57

Circuitos, fontes e componentes · 8. Filtros e aplicações em radioamadorismo

Se num circuito se quiser filtrar as harmónicas de um dado sinal, deve-se utilizar:

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Resposta de referência
Opção B: um filtro passa baixo
Porque é esta resposta?
A opção 2 («filtro passa baixo») é a resposta didáctica esperada quando se pretende manter a fundamental e atenuar as harmónicas de ordem superior, que ficam em frequências mais altas.

Erro comum: Assumir que qualquer filtro remove todas as harmónicas sem considerar a frequência de corte e a fundamental que se quer preservar.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 58

Regulamentação · 5. UIT e Artigo 25

Onde se poderão consultar, de forma segura e universalmente aceite, as definições de emissões espúriase de emissões harmónicas?

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Resposta de referência
Opção A: No Regulamento das Radiocomunicações da UIT
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a referência internacional adequada: as definições de emissões espúrias e harmónicas devem ser procuradas no Regulamento das Radiocomunicações da UIT. A aplicação nacional e os limites concretos devem ainda ser confirmados na regulamentação portuguesa vigente.

Erro comum: Tratar um manual ou uma página de internet como fonte normativa com o mesmo valor do Regulamento e das regras nacionais aplicáveis.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 59

Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura

Para converter 2610 kHz em 145 kHz é necessário:

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Resposta de referência
Opção A: um oscilador de 2465 kHz
Porque é esta resposta?
A opção 1 («um oscilador de 2465 kHz») é correcta: misturando 2610 kHz com 2465 kHz obtém-se a diferença 145 kHz, que pode ser seleccionada por filtragem.

Erro comum: Somar as frequências e esquecer que o misturador também produz a diferença.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 60

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Em modulação de amplitude, a que se dá o nome de faixas laterais?

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Resposta de referência
Opção A: Ao conjunto de frequências situadas imediatamente abaixo e acima da frequência da portadora e que resultam da soma e da diferença entre a frequência da portadora e de cada uma das frequências que a modulam
Porque é esta resposta?
A opção 1 define as faixas laterais: são as frequências imediatamente abaixo e acima da portadora, produzidas pelas combinações de soma e diferença entre a portadora e as frequências modulantes.

Erro comum: Confundir as bandas laterais com todas as frequências que o receptor consegue sintonizar.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 61

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Em modulação de frequência, a que se dá o nome de desvio de frequência?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: À diferença entre o valor máximo de frequência que a onda modulada apresenta devido à modulação e a frequência da onda portadora
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o desvio de frequência é a diferença entre a frequência máxima instantânea da onda modulada e a frequência da portadora. A diferença entre máximo e mínimo seria, em geral, o dobro do desvio.

Erro comum: Escolher a diferença entre máximo e mínimo e chamar-lhe directamente desvio.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 62

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

O que acontece numa modulação de frequência?

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Resposta de referência
Opção A: A frequência da portadora varia proporcionalmente com a amplitude instantânea do sinal modulante
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a correcta: em FM a amplitude da portadora mantém-se idealmente constante e a frequência instantânea varia de acordo com a amplitude instantânea do sinal modulante.

Erro comum: Confundir FM com AM e afirmar que é a amplitude da portadora que transporta directamente a informação.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 63

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Qual é um dos inconvenientes da sobremodulação?

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Resposta de referência
Opção B: Provoca o aumento da largura de faixa ocupada pela emissão, o que poderá originar interferências na receção dos canais adjacentes
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: a sobremodulação aumenta a energia fora da banda ideal e pode alargar a emissão, causando interferência nos canais adjacentes.

Erro comum: Pensar que a sobremodulação estreita a emissão ou que a antena é o elemento que fica saturado.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 64

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Numa emissão em AM, a maior parte da potência é usada para transmitir

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: a portadora
Porque é esta resposta?
A opção 4 («a portadora») é correcta: numa AM convencional a maior parcela da potência está na portadora; as bandas laterais transportam a informação.

Erro comum: Confundir a parcela que transporta mais potência com a parcela que contém a informação.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 65

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Numa emissão em AM quantas bandas laterais existem?

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Resposta de referência
Opção B: 2
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma AM de dupla banda lateral tem uma banda lateral inferior e uma banda lateral superior, portanto duas bandas laterais.

Erro comum: Contar a portadora como se fosse uma terceira banda lateral.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 66

Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro

Uma desvantagem da receção em AM em relação à receção em FM é

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Resposta de referência
Opção B: a maior sensibilidade aos ruídos interferentes
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: a AM é mais sensível ao ruído de amplitude, porque a informação está nas variações de amplitude; a FM rejeita melhor parte dessas variações através do limitador e do detector.

Erro comum: Afirmar que a FM ocupa sempre menos largura de banda ou que a diferença principal é a estabilidade do oscilador.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 67

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Numa comunicação em AM, transmite-se:

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Resposta de referência
Opção D: somente a portadora e as duas faixas laterais
Porque é esta resposta?
A opção 4 é a correcta para AM convencional: transmite-se a portadora e as duas bandas laterais. Em SSB a portadora e uma das bandas laterais são suprimidas, mas isso já é outro tipo de emissão.

Erro comum: Aplicar à AM convencional a descrição de SSB e eliminar uma das bandas laterais.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 68

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Em modulação de frequência nas faixas de UHF com espaçamento entre canais de 25 kHz, a largura de faixa necessária em geral para uma emissão radiofónica é de:

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Resposta de referência
Opção B: 16 kHz
Porque é esta resposta?
O espaçamento de canais de 25 kHz não é, por si só, a largura ocupada pela emissão. No exemplo usual de desvio de 5 kHz e áudio até 3 kHz, a regra de Carson dá \(B\approx2(5+3)=16\,\mathrm{kHz}\). É a hipótese técnica usada para escolher a opção de 16 kHz; outros desvios e filtros podem produzir outra largura.

Erro comum: Usar directamente os 25 kHz de espaçamento de canais como largura de banda da emissão.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 69

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Em modulação de frequência, quanto maior é o desvio de frequência

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Resposta de referência
Opção A: menos ruído se nota no recetor e maior é a faixa de frequências ocupada
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a resposta didáctica esperada: um desvio maior tende a melhorar a rejeição de ruído de amplitude em FM, mas também aumenta a largura de banda ocupada. O resultado depende das condições do sistema.

Erro comum: Escolher menor largura de banda por associar um desvio maior a uma transmissão mais concentrada.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 70

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Uma modulação de faixa lateral única, ou SSB, é um tipo de modulação

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: de amplitude
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: SSB é uma forma de modulação em amplitude em que se suprime a portadora e uma das bandas laterais.

Erro comum: Classificar SSB como FM por ocupar pouca largura de banda.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 71

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Na transmissão utilizando modulação em faixa lateral única, ou SSB, com portadora suprimida

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: há uma maior economia do espectro
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: ao transmitir uma única banda lateral e suprimir a portadora, a SSB usa menos espectro do que a AM de dupla faixa lateral.

Erro comum: Dizer que a portadora é transmitida ou que a desmodulação é mais simples do que em DSB.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 72

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Na comunicação utilizando modulação em faixa lateral única, ou SSB, com portadora suprimida

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: toda a informação é transmitida
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta esperada: numa SSB com portadora suprimida transmite-se toda a informação numa única banda lateral, embora não se transmitam todos os componentes da AM convencional.

Erro comum: Interpretar a supressão de uma banda como perda de metade da informação.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 73

Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer

No âmbito das radiocomunicações o que significa a sigla CW?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Continuous Wave
Porque é esta resposta?
A opção 3 significa Continuous Wave («onda contínua»). No radioamadorismo, CW identifica normalmente a comunicação por código Morse usando uma portadora comutada.

Erro comum: Escolher uma expansão literal em inglês sem relação com radiocomunicações.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 74

Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro

A largura de faixa ocupada por uma emissão

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: é sempre menor que a largura de faixa necessária para essa emissão
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 1 («é sempre menor que a largura de faixa necessária para essa emissão»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: A análise técnica anterior distingue largura ocupada e necessária: a largura ocupada contém uma percentagem especificada da potência média (habitualmente 99%), pelo que não engloba toda a potência radiada. Essa análise favorece a opção 2 e contesta o «sempre menor» da opção histórica 1. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.

Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 75

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Uma emissão em dupla faixa lateral é:

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Resposta de referência
Opção C: uma emissão em modulação de amplitude
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma emissão em dupla faixa lateral (DSB) é uma emissão em modulação de amplitude que conserva as duas bandas laterais.

Erro comum: Confundir DSB com FM ou PM por todas usarem uma portadora RF.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 76

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Qual das seguintes afirmações é verdadeira no que respeita à modulação de voz em banda lateral única?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: É um tipo de modulação em amplitude que suprime uma banda lateral e a portadora
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: SSB é uma modulação em amplitude que suprime a portadora e uma das bandas laterais.

Erro comum: Confundir a supressão de componentes da SSB com uma modulação de frequência.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 77

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Qual das seguintes afirmações é verdadeira no que respeita à modulação de voz em banda lateral única?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Transmissão de uma banda lateral; supressão da outra banda lateral e da portadora.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: em SSB transmite-se uma única banda lateral e são suprimidas a outra banda lateral e a portadora.

Erro comum: Confundir SSB com DSB e manter a portadora ou as duas bandas laterais.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 78

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Como se designa o processo de alteração do ângulo de fase de uma onda de RF para transmissão de informação?

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Resposta de referência
Opção B: Modulação de fase
Porque é esta resposta?
A opção 2 («modulação de fase») é correcta: a informação é transportada pela variação do ângulo de fase da onda de RF. Não se trata de uma convolução.

Erro comum: Confundir modulação de fase com modulação de frequência; são relacionadas, mas a grandeza directamente alterada é diferente.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 79

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Que tipo de transmissão provoca variação do nível instantâneo de potência do sinal de RF para transmissão de informação?

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Resposta de referência
Opção D: Modulação de amplitude
Porque é esta resposta?
A opção 4 («modulação de amplitude») é correcta: numa AM a informação altera a amplitude instantânea e, portanto, o nível de potência do sinal RF.

Erro comum: Confundir variação de amplitude com variação de frequência ou fase.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 80

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Qual das seguintes emissões de fonia usa uma largura de banda mais estreita?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Banda lateral única
Porque é esta resposta?
A opção 1 («banda lateral única») usa a largura de banda mais estreita entre as emissões de fonia listadas, porque transmite uma só banda lateral e suprime a portadora.

Erro comum: Escolher FM apenas porque a sua amplitude é constante, ignorando a largura de banda ocupada.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 81

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Qual das seguintes emissões utiliza menor largura de banda?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: Banda lateral única
Porque é esta resposta?
A opção 1 («banda lateral única») utiliza, em geral, menor largura de banda do que DSB, FM e PM nas condições introdutórias da pergunta.

Erro comum: Confundir menor largura de banda com menor complexidade de desmodulação.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 82

Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro

Qual das seguintes emissões utiliza, duma forma geral, menor largura de banda?

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Resposta de referência
Opção B: CW
Porque é esta resposta?
A opção 2 («CW») é a resposta esperada: o CW tende a ocupar a menor largura de banda das opções introdutórias, pois a portadora é comutada segundo o código Morse.

Erro comum: Escolher SSB por ser estreita sem comparar a largura ainda menor do CW neste contexto.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 83

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Qual é o índice de modulação de um sinal de fonia FM com um desvio máximo da portadora de ± 6kHz, quando modulada com uma frequência de modulação de 2kHz?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 3
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: \(β = Δf/fₘ = 6 kHz / 2 kHz = 3\).

Erro comum: Responder 6000 por não dividir o desvio pela frequência de modulação, ou usar 12 por multiplicar os valores.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 84

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Qual é o índice de modulação de um sinal de fonia FM com um desvio máximo de frequência de 3000 Hz de cada lado da frequência da portadora, quando a frequência de modulação é 1000 Hz?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: 3
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o índice de modulação é \(β = 3000 Hz / 1000 Hz = 3\).

Erro comum: Confundir o desvio de 3000 Hz com o índice adimensional.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 85

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Num emissor de FM, cujo desvio máximo de frequência é de 5 kHz e a frequência máxima de modulação 3 kHz, qual é o indice de modulação?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: 1,67
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: \(β = 5 kHz / 3 kHz ≈ 1,67\).

Erro comum: Inverter a divisão e obter 0,6, que é fₘ/Δf e não o índice de modulação.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 86

Electricidade básica · 8. Potência eléctrica

Qual a potência associada a um sinal sinusoidal que faz passar uma corrente eficaz de 2 A numa resistência de 10 Ohm?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: 40 W
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: usando \(P=I^2R\), \(P = 2² \times 10 = 40 W\).
Raciocínio passo a passo
  1. Aplicar a relação de potência com a corrente eficaz: \(P=RI^{2}\).
  2. Substituir os valores: \(P=10\times2^{2}=40\,\mathrm{W}\), opção 3.

Erro comum: Usar \(P = I\times R\) ou esquecer de elevar a corrente eficaz ao quadrado.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 87

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Por precaução teve que se pôr um atenuador de 10 dB entre um pré-amplificador e um amplificador. Sabendo que o valor máximo na saída do pré-amplificador é de 50 W, qual a potência máxima à entrada do amplificador?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: 5 W
Porque é esta resposta?
A opção 4 («5 W») é correcta: uma atenuação de 10 dB reduz a potência por um factor 10; \(50 W / 10 = 5 W\).
Raciocínio passo a passo
  1. Uma atenuação de 10 dB divide a potência por 10.
  2. A potência à entrada do amplificador é 50 / 10 = 5 W.

Erro comum: Subtrair 10 W ou aplicar a relação de tensão a uma potência sem converter o factor.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 88

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

O sinal na entrada de um amplificador é de 1 V rms e à saída de 10 V rms. Este amplificador tem um ganho de:

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Resposta de referência
Opção D: 20 dB
Porque é esta resposta?
O ganho de tensão é a razão entre as tensões eficazes de saída e de entrada: \(A_v=10/1=10\). Em decibéis de tensão, \(G_v=20\log_{10}(10)=20\,\mathrm{dB}\). Av não tem unidade; Gv exprime-se em dB. Para interpretar esse número também como ganho de potência, as impedâncias de entrada e saída têm de ser consideradas.
Raciocínio passo a passo
  1. Calcular a razão de tensões eficazes: 10 / 1 = 10.
  2. Aplicar a relação de tensão: \(G_v=20\log_{10}(10)=20\,\mathrm{dB}\).
  3. Uma razão de tensão de 10 não corresponde a 10 dB; o factor é 20 na expressão de tensão.

Erro comum: Usar 10 logaritmos para uma razão de tensões ou responder 10 dB sem converter a grandeza.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 89

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Qual das seguintes frases é verdadeira?

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Resposta de referência
Opção C: Um amplificador é tanto mais eficiente quanto menor for o consumo para uma dada potência de saída
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: para uma dada potência RF de saída, um amplificador é mais eficiente quando consome menos potência DC de entrada, porque a eficiência é \(\eta=P_{\mathrm{saída}}/P_{\mathrm{entrada}}\).

Erro comum: Confundir potência de saída com eficiência e ignorar a potência consumida e dissipada em calor.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 90

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Um aumento de potência para o dobro ou a redução da mesma para metade resulta na variação de quantos dB?

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Resposta de referência
Opção B: 3 dB
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: duplicar a potência ou reduzi-la para metade corresponde a uma variação de \(10 \log_{10}(2) ≈ 3 dB\), com o sinal a depender de ser aumento ou redução.

Erro comum: Responder 6 dB, que corresponde aproximadamente a quadruplicar a potência, ou usar a fórmula de tensão.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 91

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Dois amplificadores com ganhos de 10 dB e de 40 dB estão ligados em cascata. O ganho do conjunto é de

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Resposta de referência
Opção C: 50 dB
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: ganhos em dB ligados em cascata somam-se, portanto \(10 dB + 40 dB = 50 dB\).

Erro comum: Multiplicar os valores em dB ou confundir 400 dB com o produto dos números escritos.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 92

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Qual a resistência total de duas resistências de 12,5 Ohm cada, quando ligadas em série?

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Resposta de referência
Opção B: 25 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: em série as resistências somam-se, logo \(12,5 Ω + 12,5 Ω = 25 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Em série, a resistência equivalente é a soma das resistências.
  2. 12,5 + 12,5 = 25 Ω.

Erro comum: Aplicar a fórmula de paralelo a uma associação em série.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 93

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

A associação que resulta numa resistência equivalente de 600 Ohm é a série das seguintes resistências

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Resposta de referência
Opção C: 200 Ohm, 200 Ohm, 200 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: \(200 Ω + 200 Ω + 200 Ω = 600 Ω\) em série.
Raciocínio passo a passo
  1. Em série, a resistência equivalente é a soma das resistências.
  2. 200 + 200 + 200 = 600 Ω.

Erro comum: Escolher três resistências de 600 Ω ou somar uma combinação que não totaliza 600 Ω.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 94

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

A associação que resulta numa resistência equivalente de 200 ohms é a série das seguintes resistências:

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Resposta de referência
Opção A: 100 ohms, 80 ohms, 20 ohms.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: \(100 Ω + 80 Ω + 20 Ω = 200 Ω\) em série.
Raciocínio passo a passo
  1. Em série, a resistência equivalente é a soma das resistências.
  2. 100 + 80 + 20 = 200 Ω.

Erro comum: Confundir o resultado da soma com a associação de 200 Ω, 150 Ω e 50 Ω, que totaliza 400 Ω.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 95

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Para obter uma resistência equivalente de 62,5 Ohm é necessário associar

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Resposta de referência
Opção B: 4 resistências de 250 Ohm em paralelo
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: quatro resistências iguais de 250 Ω em paralelo têm equivalente \(250/4 = 62,5 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências iguais em paralelo, dividir o valor de uma pela quantidade de resistências.
  2. 250 / 4 = 62,5 Ω.
  3. Esta simplificação exige resistências de igual valor.

Erro comum: Somar resistências em paralelo ou confundir 62,5 Ω com o resultado de quatro resistências de 250 Ω em série.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 96

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Para obter uma resistência equivalente de 1 kohm é necessário associar:

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Resposta de referência
Opção C: 5 resistências de 200 ohms em série.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: cinco resistências de 200 Ω em série dão \(5 \times 200 Ω = 1000 Ω = 1 kΩ\).

Erro comum: Confundir kilo-ohm com 100 Ω ou usar a associação em paralelo.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 97

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Para se obter uma resistência equivalente de 4 ohms devem ser associadas:

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Resposta de referência
Opção B: 4 resistências de 16 ohms em paralelo.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: quatro resistências de 16 Ω em paralelo dão \(16/4 = 4 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências iguais em paralelo, dividir o valor de uma pela quantidade de resistências.
  2. 16 / 4 = 4 Ω.
  3. Esta simplificação exige resistências de igual valor.

Erro comum: Escolher quatro resistências de 8 Ω em série ou confundir o valor de cada resistência com o equivalente.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 98

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Para se obter uma resistência equivalente de 8 ohms devem ser associadas:

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Resposta de referência
Opção A: 4 resistências de 32 ohms em paralelo.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: quatro resistências de 32 Ω em paralelo dão \(32/4 = 8 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências iguais em paralelo, dividir o valor de uma pela quantidade de resistências.
  2. 32 / 4 = 8 Ω.
  3. Esta simplificação exige resistências de igual valor.

Erro comum: Escolher 16 Ω em paralelo, que daria 4 Ω, ou somar as resistências.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 99

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Se duas resistências de igual valor, estão associadas em paralelo, a resistência total será

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Resposta de referência
Opção C: metade de cada uma delas
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: duas resistências iguais R em paralelo têm equivalente R/2, isto é, metade do valor de cada uma.

Erro comum: Escolher um quarto, que só surgiria com quatro resistências iguais em paralelo.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 100

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

A resistência equivalente a uma associação de 10 resistências de 100 Ohm cada uma, em paralelo, é de:

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Resposta de referência
Opção B: 10 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: dez resistências iguais de 100 Ω em paralelo têm equivalente \(100/10 = 10 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências iguais em paralelo, dividir o valor de uma pela quantidade de resistências.
  2. 100 / 10 = 10 Ω.
  3. Esta simplificação exige resistências de igual valor.

Erro comum: Somar os 100 Ω ou usar 1 Ω, que resultaria de dividir por 100 em vez de pelo número de resistências.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 101

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

A resistência equivalente a uma associação de 100 resistências de 100 Ohm cada uma, em paralelo, é de:

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Resposta de referência
Opção A: 1 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: cem resistências iguais de 100 Ω em paralelo têm equivalente \(100/100 = 1 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências iguais em paralelo, dividir o valor de uma pela quantidade de resistências.
  2. 100 / 100 = 1 Ω.
  3. Esta simplificação exige resistências de igual valor.

Erro comum: Dividir pelo valor errado ou somar as resistências como se estivessem em série.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 102

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Aplicando um sinal sinusoidal a uma resistência ideal

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Resposta de referência
Opção D: a tensão e a corrente estão em fase
Porque é esta resposta?
Numa resistência ideal, a tensão é proporcional à corrente em cada instante, pela Lei de Ohm. Por isso, os máximos e as passagens por zero das duas sinusóides coincidem: tensão e corrente estão em fase. O desfasamento de 90° pertence aos modelos puramente capacitivos ou indutivos.

Erro comum: Aplicar a regra ELI/ICE de circuitos reactivos a uma resistência pura.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 103

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Qual das igualdades é verdadeira?

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Resposta de referência
Opção C: 0,01 µF = 10 000 pF
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: \(0,01 µF = 0,01 \times 10⁻⁶ F = 10⁻⁸ F\) e \(10 000 pF = 10 000 \times 10⁻¹² F = 10⁻⁸ F\). As duas expressões representam a mesma capacidade.

Erro comum: Confundir micro (10⁻⁶) com nano (10⁻⁹) e deslocar a vírgula três casas a mais ou a menos.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 104

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Numa associação de condensadores em paralelo, a capacidade resultante é igual

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Resposta de referência
Opção B: à soma das capacidades
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: em paralelo, a capacidade equivalente é a soma, \(C_{\mathrm{eq}}=C_1+C_2+\cdots+C_n\).

Erro comum: Usar a fórmula de série, que envolve os inversos das capacidades.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 105

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Qual a vantagem de um condensador eletrolítico?

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Resposta de referência
Opção C: Capacidade elevada para um volume determinado
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um condensador electrolítico oferece capacidade elevada para um volume determinado, embora tenha polaridade e limitações de tensão, ripple e ESR.

Erro comum: Escolher «não ter polaridade»; electrolíticos e tântalo têm polaridade.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 106

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Qual a vantagem de um condensador electrolítico?

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Resposta de referência
Opção C: capacidade elevada para um volume determinado.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a vantagem típica do electrolítico é obter capacidade elevada para um volume determinado; não é um componente não polarizado.

Erro comum: Confundir capacidade elevada com elevada precisão ou baixa tolerância.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 107

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Como se comporta um condensador num circuito de corrente contínua?

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Resposta de referência
Opção D: Comporta-se como um circuito aberto
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta em regime DC estabilizado: um condensador ideal comporta-se como circuito aberto depois de carregar. Durante o arranque existe corrente de carga.

Erro comum: Dizer que o condensador é sempre circuito aberto e esquecer o transitório de carregamento.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 108

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Como se comporta uma bobina num circuito de corrente contínua?

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Resposta de referência
Opção C: Comporta-se como um curto-circuito
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta em regime DC estabilizado: uma bobina ideal comporta-se como curto-circuito. No instante de ligar, opõe-se à mudança de corrente.

Erro comum: Aplicar o comportamento de alta impedância da bobina em RF a um circuito DC já estabilizado.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 109

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Como se costuma designar a bobina usada para estabilizar a corrente contínua de saida de um retificador ligado a uma fonte de energia comum?

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Resposta de referência
Opção D: Bobina de filtragem
Porque é esta resposta?
A opção 4 («bobina de filtragem») é a designação esperada para a indutância usada para reduzir a ondulação da saída de uma fonte. «Bobina de choque» descreve uma função relacionada, sobretudo quando se enfatiza a impedância elevada à RF.

Erro comum: Tratar «bobina de choque» e «bobina de filtragem» como termos sempre intercambiáveis, sem considerar a função descrita.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 110

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Qual das igualdades é verdadeira?

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Resposta de referência
Opção B: 1 mH = 0,001 H
Porque é esta resposta?
O prefixo mili, m, significa um milésimo. Logo, \(1\,\mathrm{mH}=10^{-3}\,\mathrm H=0,001\,\mathrm H\). A unidade continua a ser o henry: a conversão altera a representação numérica da mesma indutância.

Erro comum: Confundir mili com micro ou aceitar a igualdade duplicada da opção 1.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 111

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Qual das igualdades é verdadeira?

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Resposta de referência
Opção D: 1 µH = 0,000 001 H
Porque é esta resposta?
O prefixo micro, µ, significa um milionésimo. Logo, \(1\,\mathrm{\mu H}=10^{-6}\,\mathrm H=0,000001\,\mathrm H\). Não confundir micro com mili, que é mil vezes maior.

Erro comum: Confundir µH com mH e perder três ordens de grandeza.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 112

Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento

Qual das afirmações é verdadeira?

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Resposta de referência
Opção C: As frequências das ondas no primário e no secundário dum trasnformador são iguais
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: num transformador ideal a frequência do sinal no secundário é a mesma que no primário. O transformador altera tensão, corrente ou impedância e não converte DC constante.

Erro comum: Pensar que o transformador rectifica AC ou eleva directamente uma tensão contínua.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 113

Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento

Um transformador com o primário ligado à rede elétrica, apresenta nos terminais do secundário em vazio o valor de 5,2 V

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Resposta de referência
Opção B: de tensão alternada
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o secundário de um transformador ligado à rede fornece tensão alternada. A rectificação ocorre num estágio posterior, se existir.

Erro comum: Confundir o transformador com o rectificador que pode aparecer depois dele numa fonte.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 114

Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento

Um transformador, projectado para o efeito, com o primário ligado à rede eléctrica, apresenta nos terminais do secundário em vazio 5,2 V

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Resposta de referência
Opção B: de tensão alternada
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: em vazio, o secundário do transformador apresenta tensão alternada; a rectificação e a filtragem são etapas posteriores.

Erro comum: Chamar rectificada à tensão apenas porque o transformador pertence a uma fonte de alimentação.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 115

Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento

Qual das seguintes afirmações é verdadeira?

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Resposta de referência
Opção A: Um transformador é constituído em geral por dois enrolamentos, separados galvanicamente, aos quais se dão os nomes de primário e secundário
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um transformador tem, em geral, enrolamentos primário e secundário galvanicamente separados, ligados por acoplamento magnético.

Erro comum: Afirmar que o transformador transforma tensões contínuas ou que só funciona acima de 1 kHz.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 116

Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento

Qual das seguintes afirmações é verdadeira?

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Resposta de referência
Opção B: Um transformador além de transformar tensões e correntes alternadas, também é utilizado em aplicações de tansformação de impedâncias
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um transformador trabalha com tensões e correntes alternadas e também pode adaptar impedâncias através da relação entre enrolamentos.

Erro comum: Aceitar a opção sobre correntes contínuas; fluxo constante não produz a transferência normal entre enrolamentos.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 117

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Qual razão para a existência de tensão no secundário de um transformador quando está ligada uma fonte de tensão alternada ao primário do transformador?

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Resposta de referência
Opção C: Indutância mútua
Porque é esta resposta?
A tensão no secundário resulta da indutância mútua: a corrente alternada no primário cria um fluxo magnético variável comum aos enrolamentos, induzindo tensão no secundário. Não é uma ligação eléctrica directa entre os dois enrolamentos.

Erro comum: Confundir a transferência magnética com acoplamento capacitivo entre os enrolamentos.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 118

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Um díodo de junção é constituído por

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Resposta de referência
Opção A: uma junção entre duas substâncias semicondutoras
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um díodo de junção resulta de uma junção entre duas regiões semicondutoras, uma do tipo P e outra do tipo N.

Erro comum: Confundir a junção P-N com uma junção entre condutor e semicondutor.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 119

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Um díodo de junção ideal inserido em série num circuito de corrente alternada comporta-se, num determinado ciclo da corrente como um

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Resposta de referência
Opção A: interruptor
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um díodo ideal comporta-se como interruptor — conduz num sentido e bloqueia no outro, conforme o semiciclo e a polaridade aplicados.

Erro comum: Dizer que um díodo ideal funciona como resistência ou condensador independente da polaridade.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 120

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Num díodo de junção, chama-se tensão de Zener

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Resposta de referência
Opção C: ao valor de tensão inversa que produz um aumento significativo da corrente inversa
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a tensão de Zener é a tensão inversa na região de ruptura, onde a corrente inversa aumenta significativamente e deve ser limitada.

Erro comum: Confundir ruptura Zener com tensão de polarização directa ou com saturação de um transistor.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 121

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Qual a principal característica de um díodo Zener que trabalhe na zona de disrupção?

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Resposta de referência
Opção B: Tensão constante sob condições de variação da corrente
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: na zona de disrupção, o díodo Zener mantém aproximadamente tensão constante enquanto a corrente varia, dentro dos limites do componente.

Erro comum: Trocar tensão constante por corrente constante ou esquecer a necessidade de limitar a corrente.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 122

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Os portadores maioritários num material tipo P são

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Resposta de referência
Opção A: as lacunas
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: num material do tipo P, os portadores maioritários são as lacunas.

Erro comum: Inverter os portadores maioritários dos materiais P e N.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 123

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Os portadores maioritários num material tipo N são

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Resposta de referência
Opção B: os eletrões
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: num material do tipo N, os portadores maioritários são os electrões.

Erro comum: Confundir portadores maioritários com portadores minoritários ou escolher lacunas por associação à junção P-N.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 124

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

No díodo apresentado na figura, o valor da máxima tensão inversa é aproximadamente

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
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Resposta de referência
Opção D: 141V
Porque é esta resposta?
A imagem original mostra uma fonte de 100 V RMS, um díodo ideal D1 e a carga. O pico da sinusóide é \(V_{\mathrm{p}} = V_{\mathrm{rms}} \times \sqrt{2} = 100 \times \sqrt{2} ≈ 141 V\); nesse modelo, a máxima tensão inversa aproximada do díodo é 141 V, opção 4.

Erro comum: Confundir 100 V RMS com o valor de pico de 141 V ou tratar a figura como se o valor indicado fosse já o pico.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 125

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Na figura, identifique o símbolo que representa o díodo Zener:

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: D4
Porque é esta resposta?
Na imagem original image-49.png, o símbolo identificado como D4 é o díodo Zener; portanto, a opção 4 é a correcta. A identificação depende da figura e não deve ser inferida apenas pela letra D4.

Erro comum: Assumir que D4 é Zener só pela posição da opção, sem observar a barra de cátodo característica do desenho.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 126

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

O símbolo indicado na figura como D4 representa um:

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: díodo Zener
Porque é esta resposta?
Na imagem original image-49.png, o símbolo D4 é um díodo Zener, não um transístor nem um díodo túnel. A resposta é a opção 3.

Erro comum: Confundir o desenho estilizado do Zener com o símbolo de díodo túnel ou escolher pelo gabarito de outra figura.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 127

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Os díodos de junção não ideais quando polarizados diretamente têm tipicamente uma queda de tensão aos seus terminais

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Resposta de referência
Opção C: entre 0 V e 1 V
Porque é esta resposta?
Para os díodos de junção usuais considerados na pergunta, a queda em condução directa fica tipicamente na gama de 0 a 1 V: cerca de 0,3 V no germânio e 0,6 a 0,7 V no silício, em condições correntes. Não é um limite universal: corrente, temperatura e tipo de díodo alteram a queda, e um LED pode exigir mais de 1 V.

Erro comum: Usar uma queda negativa, própria de polarização inversa, ou assumir que 0,7 V é universal para todos os díodos.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 128

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Uma ponte retificadora é constituída duma forma geral por

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: díodos
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma ponte rectificadora é, em geral, constituída por quatro díodos que realizam rectificação de onda completa.

Erro comum: Confundir a ponte com o condensador que reduz a ondulação depois da rectificação.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 129

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Um transístor PNP pode ser formado por

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Resposta de referência
Opção B: uma lâmina muito fina de germânio de tipo N colocada entre duas lâminas espessas de germânio de tipo P
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um transistor PNP tem estrutura P-N-P, com uma região N fina entre duas regiões P mais espessas.

Erro comum: Inverter a estrutura PNP com a NPN ou descrever apenas dois terminais.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 130

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Na figura 8, identifique o terminal base

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: A
Porque é esta resposta?
Na imagem original image-50.png, a letra A aponta para o terminal ligado à região central do transístor, a base. A opção 1 é a correcta.

Erro comum: Confundir a posição gráfica do terminal com a letra C de colector ou memorizar a resposta sem observar image-50.png.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 131

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Na figura 7, identifique o terminal colector

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: C
Porque é esta resposta?
Na figura original tran_fig_7.jpg, a letra C identifica o terminal superior ligado ao colector. A opção 3 é a correcta; A é a base e B é o emissor.

Erro comum: Trocar colector e emissor por posição no desenho ou assumir que C é apenas uma abreviatura sem confirmar a figura.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 132

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Na figura, a que terminais correspondem as letras indicadas no seguinte transístor:

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: A – base, B – emissor e C – coletor
Porque é esta resposta?
Na imagem original image-50.png, A corresponde à base, B ao emissor e C ao colector. A opção 3 é a correcta.

Erro comum: Aplicar a ordem convencional B-C-E sem verificar a marcação específica A/B/C da figura.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 133

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Os circuitos com transístores podem ser utilizados como

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Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: um transistor pode funcionar como amplificador na região activa, como comutador entre corte e saturação e como elemento de um oscilador com realimentação adequada.

Erro comum: Assumir que um transistor tem apenas a função de amplificar.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 134

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Os transístores de junção bipolar são dispositivos

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Resposta de referência
Opção B: não linerares de três terminais
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um transistor de junção bipolar é um dispositivo não linear de três terminais — emissor, base e colector.

Erro comum: Classificar o transistor como componente linear de dois terminais, como uma resistência ideal.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 135

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Um transístor de junção bipolar, a funcionar num circuito lógico em que zonas de funcionamento deverá operar

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Resposta de referência
Opção C: Na zona de corte e na zona de saturação
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: num circuito lógico, o transistor bipolar trabalha idealmente entre corte, que representa desligado, e saturação, que representa ligado.

Erro comum: Escolher a região activa, usada para amplificação linear, como se fosse o regime lógico principal.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 136

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Duma forma geral considera-se que os transístores de junção bipolar têm as seguintes três zonas de funcionamento:

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Resposta de referência
Opção C: corte, ativa e saturação
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a simplificação didáctica esperada: corte, activa e saturação. Em classificações mais completas pode distinguir-se também a região activa inversa, mas ela não é separada nesta pergunta.

Erro comum: Tratar a lista simplificada como se fosse a única nomenclatura possível ou esquecer que a região inversa pode ser distinguida.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 137

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Em que zona de funcionamento deverá trabalhar um transístor de junção bipolar que é o único elemento ativo num circuito amplificador?

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Resposta de referência
Opção A: Na zona ativa
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: quando o transistor bipolar é o elemento activo de um amplificador, deve operar na região activa para obter amplificação aproximadamente linear.

Erro comum: Escolher saturação ou corte, que são regimes de comutação e não de amplificação linear.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 138

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

A polarização de um transístor corresponde

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Resposta de referência
Opção D: à determinação das tensões e correntes contínuas (DC) que garantem o funcionamento do transístor na zona ativa
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: polarização é a definição das tensões e correntes contínuas que colocam o transistor no ponto de funcionamento desejado, aqui na região activa.

Erro comum: Confundir a polarização DC com o sinal AC que será amplificado.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 139

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Uma montagem de emissor comum, devidamente polarizada para garantir o funcionamento do transístor exclusivamente na zona ativa

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Resposta de referência
Opção A: duma forma geral, inverte e amplifica o sinal de entrada
Porque é esta resposta?
Na montagem de emissor comum, na região activa, aumentar a corrente de base aumenta a corrente de colector e a queda na resistência de carga. A tensão no colector diminui: a saída pode ter ganho de tensão e aparece invertida relativamente à entrada.

Erro comum: Confundir emissor comum com seguidor de emissor, que tem ganho de tensão próximo de um e não inverte a fase da mesma forma.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 140

Circuitos, fontes e componentes · 6. Válvulas termiónicas

Um tétrodo possui

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Resposta de referência
Opção B: 4 elementos
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um tétrodo tem quatro elementos funcionais — cátodo, ânodo e duas grelhas.

Erro comum: Contar apenas cátodo e ânodo, como numa válvula díodo, ou confundir tétrodo com tríodo.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 141

Circuitos, fontes e componentes · 8. Filtros e aplicações em radioamadorismo

Os amplificadores sintonizados

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Resposta de referência
Opção C: apresentam uma resposta tipicamente passa-banda
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 3 («apresentam uma resposta tipicamente passa-banda»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: As afirmações das opções 1, 2 e 3 descrevem amplificadores sintonizados no modelo didáctico usado pelo banco. A análise técnica anterior favorece a opção agregadora 4 («Todas as hipóteses estão corretas»); a opção histórica 3 descreve a resposta tipicamente passa-banda. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.

Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 142

Interferências e compatibilidade · Harmónicas, emissões fora de banda e espúrias

Num emissor que tipo de filtragem deverá estar à saida de um amplificador de potência

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Resposta de referência
Opção B: Filtro passa baixo
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o filtro de saída de um emissor de potência é normalmente passa-baixo, para atenuar harmónicas acima da faixa desejada.

Erro comum: Escolher passa-alto por pensar que o emissor deve reforçar as frequências altas, em vez de rejeitar harmónicas.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 143

Circuitos, fontes e componentes · 8. Filtros e aplicações em radioamadorismo

Um filtro passa baixo destina-se

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Resposta de referência
Opção B: a rejeitar as frequências mais altas
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um filtro passa-baixo deixa passar as frequências abaixo do corte e rejeita as frequências mais altas.

Erro comum: Confundir passa-baixo com passa-alto ou com passa-banda.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 144

Circuitos, fontes e componentes · 8. Filtros e aplicações em radioamadorismo

Um filtro rejeita banda destina-se

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Resposta de referência
Opção D: a deixar passar as frequências mais baixas e as frequências mais altas, rejeitando uma dada gama de frequências
Porque é esta resposta?
Um filtro rejeita-banda atenua uma faixa intermédia de frequências e deixa passar as regiões abaixo e acima dela. A faixa rejeitada pode ser larga; quando é muito estreita fala-se habitualmente de notch. Rejeita-banda não significa necessariamente rejeição de uma única frequência.

Erro comum: Confundir rejeita-banda com passa-banda, que faz o inverso na faixa seleccionada.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 145

Circuitos, fontes e componentes · 8. Filtros e aplicações em radioamadorismo

Um filtro passa banda destina-se

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Resposta de referência
Opção C: a rejeitar as frequências mais baixas e as frequências mais altas, deixando passar uma dada gama de frequências
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um filtro passa-banda rejeita as frequências abaixo e acima da faixa seleccionada e deixa passar essa gama.

Erro comum: Trocar a função de passa-banda com a de rejeita-banda.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 146

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Numa fonte de alimentação não comutada com transformador, a introdução de um díodo em série entre o secundário do transformador e um circuito de carga

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Resposta de referência
Opção A: faz uma retificação de meia onda que não é adequada se o circuito de carga necessitar de uma tensão contínua
Porque é esta resposta?
A opção 1 é o gabarito histórico esperado: um único díodo em série produz rectificação de meia onda, deixando passar apenas um semiciclo. A frase «não é adequada se necessitar de tensão contínua» precisa de ser qualificada: a saída é pulsante e pode exigir filtragem, enquanto uma ponte fornece onda completa.

Erro comum: Dizer que um único díodo não rectifica ou chamar onda completa à rectificação de meia onda.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 147

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Qual o número mínimo necessário de díodos para realizar um retificador de meia onda?

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Resposta de referência
Opção D: 1
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: o rectificador de meia onda precisa de apenas um díodo, que conduz num semiciclo e bloqueia no outro.

Erro comum: Confundir o número mínimo da meia onda com os quatro díodos de uma ponte.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 148

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

É possível fazer uma retificação de onda completa a partir de um sinal de corrente alternada, proveniente de um transformador, só com dois díodos?

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Resposta de referência
Opção B: Sim, se no secundário se tiver acesso a uma tomada central
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: com dois díodos e um secundário com tomada central, cada díodo conduz num semiciclo e obtém-se rectificação de onda completa.

Erro comum: Pensar que só uma ponte de quatro díodos pode fazer onda completa.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 149

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Uma ponte rectificadora efetua

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Resposta de referência
Opção D: uma retificação de onda completa
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma ponte rectificadora efectua rectificação de onda completa, utilizando os dois semiciclos da tensão alternada.

Erro comum: Confundir a ponte com um rectificador de meia onda de um só díodo.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 150

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Um condensador ligado ao secundário de um transformador, usado para absorver picos de tensão de curta duração, designa-se:

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Resposta de referência
Opção D: condensador supressor de picos
Porque é esta resposta?
A opção 4 («condensador supressor de picos») é correcta: esse condensador absorve ou limita transitórios de curta duração no secundário, conforme a aplicação e o circuito de supressão.

Erro comum: Confundir um supressor de picos com o condensador de filtro que reduz a ondulação DC.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 151

Circuitos, fontes e componentes · 9. Fontes, termístores e desacoplamento

Qual o fator de segurança que oferece uma resistência de drenagem da fonte de alimentação?

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Resposta de referência
Opção B: Descarrega o condensador de filtragem
Porque é esta resposta?
A resistência de drenagem fornece um caminho para descarregar o condensador de filtragem após desligar a fonte. A descarga demora um tempo dependente da resistência e da capacidade; uma avaria pode impedi-la. A sua presença não prova ausência de tensão nem elimina a necessidade de verificação antes de uma intervenção.

Erro comum: Confundir a resistência de drenagem com um fusível ou com um eliminador de corrente de terra.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 152

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Se num amplificador de emissor à massa, a corrente no coletor for de 45 mA e a corrente na base 1,5 mA, qual é o ganho de corrente em regime contínuo?

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Resposta de referência
Opção B: 30
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o ganho de corrente contínua é \(\beta=I_C/I_B=45\,\mathrm{mA}/1,5\,\mathrm{mA}=30\).

Erro comum: Subtrair as correntes ou esquecer de manter as duas na mesma unidade.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 153

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Diz-se que há amplificação de tensão

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Resposta de referência
Opção A: se a um certo valor de tensão alternada aplicado à entrada de um circuito, corresponde uma tensão, também alternada mas de maior amplitude, na saída do mesmo circuito
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: há amplificação de tensão quando uma tensão AC de determinada amplitude aplicada à entrada produz uma tensão AC de maior amplitude na saída.

Erro comum: Confundir amplificação de tensão com converter AC em DC ou com mudar a frequência do sinal.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 154

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Uma corrente de 20 mA circula entre a base e o emissor de um transístor que apresenta um ganho de 40.Em consequência, entre coletor e emissor circula uma corrente de:

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Resposta de referência
Opção D: 0,8 A
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: \(I_C\approx\beta I_B=40\times20\,\mathrm{mA}=800\,\mathrm{mA}=0,8\,\mathrm A\).

Erro comum: Multiplicar por 40 sem converter miliampere para ampere ou confundir ganho com resistência.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 155

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

A corrente que circula entre o colector e o emissor de um transistor é 8 mA, e a corrente que circula entre a base e o emissor do mesmo transistor é 400 µA. Qual é o ganho de corrente apresentado?

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Resposta de referência
Opção B: 20
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: \(\beta=I_C/I_B=8\,\mathrm{mA}/400\,\mathrm{\mu A}=8000\,\mathrm{\mu A}/400\,\mathrm{\mu A}=20\).

Erro comum: Dividir mantendo mA e µA sem converter as unidades.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 156

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Num transístor a corrente que circula entre o colector e o emissor é de 80 mA. Se entre a base e o emissor circular uma corrente de 400 µA, qual o seu ganho?

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Resposta de referência
Opção D: 200
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: \(β = 80 mA / 400 µA = 80 000 µA / 400 µA = 200\).

Erro comum: Obter 0,2 por inverter o quociente ou não converter mA para µA.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 157

Receptores e emissores · 4. Cadeia de transmissão

Qual das seguintes opções descreve um amplificador linear?

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Resposta de referência
Opção B: Um amplificador cuja saída mantém a forma de onda de entrada
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um amplificador linear procura manter, na saída, a forma de onda de entrada, alterando a amplitude dentro da sua faixa de funcionamento.

Erro comum: Confundir linearidade com classe C, multiplicação de frequência ou rectificação.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 158

Receptores e emissores · 4. Cadeia de transmissão

Num emissor de RF qual a função do amplificador linear de saída?

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Resposta de referência
Opção B: É um amplificador destinado a aumentar a potência de saída do emissor
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o amplificador linear de saída aumenta a potência RF disponível para a linha e a antena, preservando a envolvente quando necessário.

Erro comum: Pensar que o amplificador linear existe para eliminar por si só toda a distorção já criada na modulação.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 159

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

A potência de saída de um amplificador linear de um emissor SSB é definida pela

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Resposta de referência
Opção C: potência de pico da envolvente
Porque é esta resposta?
PEP é a potência média durante um ciclo de radiofrequência no máximo da envolvente de modulação, no ponto de saída considerado. É a grandeza usual para especificar a saída de fonia SSB. Não é a potência instantânea máxima da sinusóide RF nem a potência média de toda a fala.

Erro comum: Usar a potência de uma portadora não modulada, que não existe como componente transmitida numa SSB suprimida.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 160

Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura

Que circuito é usado para processar os sinais provenientes do amplificador de RF e do oscilador local e que depois os envia para o filtro de IF num recetor super-heterodino?

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Resposta de referência
Opção C: Misturador
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o misturador combina o sinal RF com o oscilador local e produz soma e diferença; a filtragem selecciona a frequência intermédia.

Erro comum: Confundir o misturador com o filtro de FI, que selecciona o produto mas não cria a soma e a diferença.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 161

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Que sinal ou sinais podem ser encontrados na saída de um modulador balanceado adequadamente ajustado?

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Resposta de referência
Opção A: Ambas as bandas laterais (superior e inferior)
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um modulador balanceado ajustado produz as duas bandas laterais com a portadora idealmente suprimida; um filtro posterior escolhe uma delas para SSB.

Erro comum: Incluir a portadora na saída ideal do modulador balanceado ou escolher uma única banda antes do filtro selectivo.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 162

Receptores e emissores · 1. Três arquitecturas de receptor

Que tipo de recetor é apropriado para a receção de CW ou de SSB mas que não necessita de um andar de mistura ou de um amplificador de IF?

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Resposta de referência
Opção D: Um recetor de conversão direta
Porque é esta resposta?
A resposta aceite no exame de Categoria 2 de 16.10.2026 é a opção 4, «recetor de conversão directa». É apropriado para CW/SSB e não usa uma frequência intermédia convencional: um misturador com oscilador local converte RF directamente para áudio ou banda-base. A frase «não necessita de um andar de mistura» é imprecisa, porque essa conversão exige mistura. Não se deve escolher TRF apenas por não ter FI; um TRF simples com detector de envolvente não recupera adequadamente SSB ou CW sem detecção adicional.

Erro comum: Escolher TRF só pela ausência de FI, ignorando a recepção de CW/SSB; ou concluir que conversão directa não usa misturador.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 163

Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura

Como se pode designar em alternativa a mistura de dois sinais de RF?

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Resposta de referência
Opção A: Heterodinagem
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: a mistura de dois sinais de RF também se designa heterodinagem, produzindo componentes de soma e diferença.

Erro comum: Confundir mistura com filtragem, que apenas selecciona componentes já produzidas.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 164

Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer

Os recetores de CW estão associados a que tipo de modulação?

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Resposta de referência
Opção A: A1A
Porque é esta resposta?
A1A é o designador de emissão usado aqui para telegrafia Morse por manipulação da portadora, sem subportadora de áudio. O designador descreve a emissão, não a arquitectura do receptor nem uma autorização para usar determinada faixa; as condições aplicáveis continuam a exigir consulta da fonte normativa.

Erro comum: Confundir A1A com A3E, J3E ou F3E, que correspondem a outros modos e características de emissão.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 165

Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer

Os receptores de FM estão associados a que tipo de modulação?

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Resposta de referência
Opção D: F3E
Porque é esta resposta?
F3E é o designador de emissão usado aqui para telefonia analógica com modulação de frequência. O designador descreve a emissão, não a arquitectura do receptor nem uma autorização para usar determinada faixa; as condições aplicáveis continuam a exigir consulta da fonte normativa.

Erro comum: Confundir F3E com J3E, que é uma designação de fonia em banda lateral única.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 166

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Num recetor de FM, qual a função do circuito designado como discriminador?

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Resposta de referência
Opção D: É um circuito de deteção de sinais FM
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: o discriminador é o detector que converte as variações de frequência do sinal FM em informação de áudio.

Erro comum: Confundir o discriminador com um filtro de canais adjacentes ou com o gerador de FM.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 167

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Num recetor, em que consiste o processo de deteção

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Resposta de referência
Opção B: Recuperação de informação de sinais modulados
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: detecção é a recuperação da informação transportada por um sinal modulado.

Erro comum: Confundir detecção com modulação ou com a simples extracção de ruído.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 168

Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura

Que parte de um recetor combina um sinal de entrada de 14,250 MHz com um sinal de um oscilador local de 13,795 MHz, para produzir um sinal de frequência intermédia de 455 kHz?

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Resposta de referência
Opção A: Misturador
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o misturador combina 14,250 MHz e 13,795 MHz; a diferença é 455 kHz, seleccionada como FI.

Erro comum: Escolher VFO ou BFO, que são fontes de referência, em vez do bloco que combina os sinais.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 169

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Quanto é que a potência de um emissor tem que reduzir para que num recetor distante a leitura do indicador de nível (unidades S) mude de S9 para S8?

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Resposta de referência
Opção B: Aproximadamente 4 vezes
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta no modelo S-meter usado: uma unidade S corresponde a cerca de 6 dB, e reduzir 6 dB significa dividir a potência aproximadamente por quatro.

Erro comum: Dividir por dois porque uma unidade S parece uma pequena alteração linear, ignorando a escala logarítmica.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 170

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Quanto é que a potência de um emissor tem que aumentar para que num receptor distante a leitura do indicador de nível (unidades S) mude de S8 ara S9?

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Resposta de referência
Opção C: Aproximadamente 4 vezes
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta no mesmo modelo: aumentar de S8 para S9 acrescenta 6 dB, aproximadamente quadruplicando a potência.
Raciocínio passo a passo
  1. A convenção de calibração considera 6 dB por unidade S.
  2. A razão de potências para 6 dB é \(10^{6/10}\approx3,98\).
  3. Assim, passar de S8 para S9 pede cerca de quatro vezes a potência, se as restantes condições forem constantes. Um indicador real pode não seguir exactamente a convenção.

Erro comum: Usar a relação de 3 dB, que duplica a potência, em vez dos 6 dB por unidade S adoptados na pergunta.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 171

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Onde se encontra de uma forma geral o “squelch”?

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Resposta de referência
Opção C: No recetor
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o squelch é uma função do receptor que mantém o áudio fechado quando o nível do sinal fica abaixo do critério definido.

Erro comum: Colocar o squelch no emissor ou confundi-lo com uma ponte de SWR.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 172

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

O circuito “squelch” de um recetor?

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Resposta de referência
Opção B: silencia o altifalante do recetor durante os períodos sem sinal de receção
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o squelch silencia o altifalante durante os períodos em que não há sinal suficiente, evitando ouvir o ruído de fundo.

Erro comum: Pensar que o squelch aumenta automaticamente o áudio ou elimina o ruído do sinal recebido.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 173

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

O que mede o medidor S?

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Resposta de referência
Opção C: Intensidade do sinal recebido
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta esperada: o S-meter indica o nível relativo do sinal recebido. Não é uma medição directa da potência do transmissor e a calibração varia com o equipamento.

Erro comum: Interpretar a unidade S como uma medição absoluta da potência radiada pelo emissor distante.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 174

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Num recetor, como funciona um detetor de díodo?

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Resposta de referência
Opção A: Pela retificação e filtragem de sinais de RF
Porque é esta resposta?
Num detector de envolvente AM, o díodo rectifica os picos da RF e a rede resistência–condensador acompanha a variação lenta da envolvente. A constante de tempo deve filtrar a RF sem impedir o seguimento do áudio; não se deve confundir este detector com um modulador por díodo.

Erro comum: Confundir um detector de díodo com um díodo Zener ou com um misturador de RF.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 175

Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura

Num recetor super-heterodino, o andar designado como “misturador”

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Resposta de referência
Opção A: combina sinais de duas frequências diferentes para obter uma frequência intermédia
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o misturador combina o sinal RF recebido com o oscilador local para produzir uma frequência intermédia que o filtro e os amplificadores seguintes tratam.

Erro comum: Confundir o misturador com o detector ou com o filtro de FI.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 176

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Num recetor super-heterodino, o BFO é um

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Resposta de referência
Opção C: oscilador de frequência de batimento
Porque é esta resposta?
BFO significa Beat Frequency Oscillator, oscilador de frequência de batimento. Na recepção CW, uma diferença entre o BFO e a portadora recebida produz um tom audível. Em SSB, fornece a referência local para recuperar o áudio pelo detector de produto; o ajuste errado desloca as frequências da voz. Não é necessariamente um oscilador de sintonia variável, VFO.

Erro comum: Confundir BFO (beat frequency oscillator) com VFO (variable frequency oscillator).

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 177

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Num recetor super-heterodino, o andar designado como (amplificador de FI)

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Resposta de referência
Opção D: amplifica a frequência intermédia
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: o amplificador de FI amplifica a frequência intermédia, normalmente fixa, depois da conversão e antes da desmodulação.

Erro comum: Confundir FI com frequência imagem ou interpretar «isolamento» como a expansão de IF.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 178

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Num recetor de FM, o andar designado por “limitador”

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Resposta de referência
Opção A: Limita o sinal a uma amplitude constante.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: no receptor FM, o limitador reduz variações de amplitude e entrega ao discriminador um sinal de amplitude aproximadamente constante.

Erro comum: Dizer que o limitador limita o desvio de frequência ou rejeita automaticamente modos SSB e CW.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 179

Receptores e emissores · 4. Cadeia de transmissão

Que circuito é usado para combinar os sinais do oscilador de portadora e do amplificador de voz e enviar o resultado para o filtro num emissor de banda lateral única de fonia?

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Resposta de referência
Opção D: Modulador balanceado
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: o modulador balanceado combina a portadora e o áudio, suprime idealmente a portadora e entrega DSB-SC ao filtro que selecciona uma banda lateral.

Erro comum: Escolher o misturador ou o detector, que pertencem a outras funções do emissor/receptor.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 180

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Uma malha de captura de fase que contém um oscilador controlado por tensão, está associada a um modulador de:

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Resposta de referência
Opção B: frequência
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma PLL com VCO é uma arquitectura associada à geração e controlo de frequência, podendo formar um modulador FM conforme o ponto de injecção da modulação.

Erro comum: Classificar a PLL como modulador de amplitude apenas porque contém um oscilador.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 181

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

O sinal na saída de um emissor de modulação de frequência resulta

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Resposta de referência
Opção B: da variação da frequência da portadora em função do sinal que a modula.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: em FM a frequência instantânea da portadora varia de acordo com o sinal modulante, enquanto a amplitude se mantém idealmente constante.

Erro comum: Escolher a variação de amplitude, que descreve AM, ou a variação de fase, que descreve PM.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 182

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

O sinal na saída de um emissor de modulação de frequência consiste

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Resposta de referência
Opção B: na variação da frequência da portadora em função do sinal que a modula
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: a informação em FM aparece na variação da frequência instantânea da portadora, não numa banda lateral única da AM/SSB.

Erro comum: Transportar a descrição de SSB para uma emissão FM.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 183

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

O sinal na saída de um emissor de modulação de amplitude resulta

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Resposta de referência
Opção A: da variação da amplitude da portadora em função do sinal que a modula.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: em AM a amplitude da portadora varia de acordo com o sinal modulante.

Erro comum: Confundir a grandeza que varia em AM com frequência ou fase.

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 184

Interferências e compatibilidade · Harmónicas, emissões fora de banda e espúrias

Num emissor, onde deve ser instalado um filtro para reduzir emissões espúrias?

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Resposta de referência
Opção C: A seguir ao andar de saída do emissor
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o filtro deve ficar a seguir ao andar de saída do emissor, no caminho RF, para atenuar harmónicas e outras emissões espúrias antes da linha e da antena.

Erro comum: Instalar o filtro no microfone ou no receptor, onde não remove os produtos RF já gerados pelo emissor.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 185

Receptores e emissores · 4. Cadeia de transmissão

O que é um “buffer”?

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Resposta de referência
Opção C: É um circuito que, de uma forma geral, serve de isolador.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um buffer funciona, em geral, como isolador entre estágios, reduzindo a influência de uma carga sobre o oscilador ou estágio anterior.

Erro comum: Confundir o isolamento funcional com uma fonte de alimentação ou com um filtro selectivo.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 186

Receptores e emissores · 4. Cadeia de transmissão

No emissor o que é VFO ?

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Resposta de referência
Opção D: É um oscilador de frequência variável
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: VFO significa Variable Frequency Oscillator, um oscilador de frequência variável usado para sintonia ou geração controlada de frequência.

Erro comum: Confundir VFO com oscilador de áudio, PLL ou «fase virtual».

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 187

Receptores e emissores · 5. Alimentação e estabilidade

Qual das seguintes afirmações descreve uma vantagem de uma fonte de alimentação comutada relativamente a uma fonte linear convencional?

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Resposta de referência
Opção C: A utilização de altas frequências de comutação permite a utilização de componentes mais pequenos
Porque é esta resposta?
A frequência de comutação elevada permite reduzir transformadores, bobinas e elementos de filtragem para uma dada aplicação, tornando a fonte mais compacta. A eficiência também pode ser elevada porque o elemento de potência alterna entre condução e corte; não é a frequência elevada, por si só, que elimina perdas. A dimensão real depende da potência, temperatura e projecto.

Erro comum: Escolher «todas», porque uma fonte comutada não necessita necessariamente de menos componentes e a frequência elevada não garante uma tensão de saída maior.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 188

Receptores e emissores · 4. Cadeia de transmissão

Qual é a vantagem de um emissor controlado por cristal?

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Resposta de referência
Opção A: Frequência de saída estável
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um emissor controlado por cristal beneficia da elevada estabilidade da frequência de referência do cristal.

Erro comum: Escolher facilidade de mudança de frequência, que é precisamente uma limitação de uma referência fixa por cristal.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 189

Receptores e emissores · 6. O que pode correr mal

O que acontece ao sinal de um emissor de banda lateral única de fonia se estiver sobremodulado?

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Resposta de referência
Opção D: Ficará distorcido e terá uma maior largura de banda
Porque é esta resposta?
Se a cadeia SSB for excitada além da sua região linear, os picos podem ser recortados ou comprimidos de forma não linear. Surgem distorção e produtos fora do espectro útil, alargando a emissão. A expressão «sobremodulação» refere-se aqui à sobreexcitação da cadeia; o limite de 100% da AM com portadora não se aplica directamente à SSB.

Erro comum: Pensar que sobremodulação melhora fidelidade ou reduz a largura de banda.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 190

Electricidade básica · 8. Potência eléctrica

A diferença entre a potência de entrada de RF e a potência de alimentação por um lado e a potência RF de saída de um emissor por outro

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Resposta de referência
Opção B: é dissipada como calor
Porque é esta resposta?
Num amplificador de RF, o balanço de potência inclui a alimentação DC e a potência RF de entrada. A parcela que não aparece como RF útil à saída é dissipada sobretudo como calor. A explicação não deve omitir a potência RF de entrada expressamente mencionada no enunciado; em muitos cálculos simples, ela é pequena face à alimentação.

Erro comum: Assumir que toda a potência não útil é radiada pela antena.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 191

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Por que razão não se deve usar a modulação de frequência em fonia abaixo dos 29,5 MHz?

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Resposta de referência
Opção C: A largura de banda excederia os limites de largura de banda regulamentares
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 3: em HF, a largura de banda de uma emissão FM de fonia pode exceder os canais/limites aplicáveis. Esta resposta não deve ser apresentada como regra actual sem confirmar a faixa, a classe de emissão e a regulamentação vigente.

Erro comum: Transformar uma justificação histórica de exame numa proibição universal sem indicar faixa, espaçamento e data.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 192

Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos

Qual a impedância de saída ideal de um emissor que se vai ligar a um cabo de alimentação de uma antena, se o referido cabo tiver uma impedância de entrada 50 Ohm?

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Resposta de referência
Opção B: 50 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 2 («50 Ω») é correcta no modelo de adaptação ideal: o emissor deve apresentar uma impedância de saída compatível com a impedância característica de 50 Ω da linha, reduzindo reflexões.

Erro comum: Tratar 50 Ω como resistência DC que se confirma simplesmente com um multímetro ou confundir impedância característica com resistência do condutor.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 193

Antenas, linhas e VSWR · Antena: transição entre circuito e espaço

O que é uma antena isotrópica?

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Resposta de referência
Opção C: E uma antena teórica usada como referência para a determinação do ganho de uma antena
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a antena isotrópica é uma referência teórica que radia igualmente em todas as direcções e serve para comparar o ganho de antenas reais.

Erro comum: Tratar a isotrópica como uma antena prática instalada ou como uma antena horizontal específica.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 194

Antenas, linhas e VSWR · Polarização

Como se designa uma antena que consiste num único elemento montado perpendicularmente à superfície da Terra?

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Resposta de referência
Opção C: Uma antena vertical
Porque é esta resposta?
A opção 3 («antena vertical») é correcta: um elemento perpendicular à superfície da Terra tem orientação vertical, isto é, polarização vertical no modelo simplificado.

Erro comum: Confundir a orientação do elemento com a direcção de máxima radiação ou com o tipo Yagi.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 195

Antenas, linhas e VSWR · Antena: transição entre circuito e espaço

Como deve variar o tamanho físico de dipolo de meia onda com a frequência de operação?

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Resposta de referência
Opção D: Deve tornar-se mais pequeno quando a frequência aumenta
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: o comprimento de um dipolo de meia onda é proporcional ao comprimento de onda; como \(λ = v/f\), o dipolo deve ser mais pequeno quando a frequência aumenta.

Erro comum: Assumir que uma frequência maior exige uma antena fisicamente maior.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 196

Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP

Diz-se usualmente que uma antena Yagi tem ganho de potência sobre uma antena dipolo para a mesma banda de frequências porque

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Resposta de referência
Opção C: concentra a radiação apenas numa direção
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma Yagi concentra a radiação numa direcção preferencial, aumentando o ganho nessa direcção sem criar potência total adicional.

Erro comum: Dizer que a Yagi radia globalmente mais potência ou que o ganho é simplesmente usar um emissor mais potente.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 197

Antenas, linhas e VSWR · Polarização

Como se designa uma antena que consiste num simples dipolo montado de forma que os elementos são paralelos à superfície da Terra?

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Resposta de referência
Opção B: Uma antena horizontal
Porque é esta resposta?
A opção 2 («antena horizontal») é correcta: se os elementos do dipolo são paralelos à superfície da Terra, a sua orientação é horizontal.

Erro comum: Confundir um dipolo horizontal com uma Yagi ou com a direcção de máxima radiação.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 198

Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP

No sentido de caracterizar o diagrama de radiação de uma antena, quando há dificuldade na sua representação tridimensional,

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Resposta de referência
Opção A: apresenta-se o diagrama de radiação vertical e o diagrama de radiação horizontal da antena
Porque é esta resposta?
Os diagramas nos planos horizontal e vertical são cortes da resposta tridimensional da antena. Mostram como o nível varia com a direcção nesses dois planos e permitem reconhecer lóbulos e nulos. Dois cortes são úteis, mas não descrevem necessariamente todos os detalhes do padrão no espaço.

Erro comum: Substituir o diagrama por fotografias ou por medições em alguns pontos, que não representam o padrão completo.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 199

Antenas, linhas e VSWR · Exemplo calculado

A potência isotrópica radiada equivalente (p.i.r.e.) emitida por uma antena de 20dBi de ganho (no máximo do seu diagrama de radiação) quando lhe é entregue uma potência de 10 dBW é

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Resposta de referência
Opção B: 30 dBW
Porque é esta resposta?
A potência entregue à antena já é dada no enunciado: 10 dBW. Somando o ganho de 20 dBi, obtém-se \(PIRE=10+20=30\,\mathrm{dBW}\), correspondente a 1000 W de potência isotrópica equivalente na direcção de máximo. Não se voltam a subtrair perdas da linha a uma potência já entregue à antena.
Raciocínio passo a passo
  1. Usar a referência isotrópica, com ganho em dBi.
  2. Como a potência indicada já é a entregue à antena, não subtrair novamente perdas da linha.
  3. Somar potência em dBW e ganho em dB: 10 + 20 = 30 dBW.

Erro comum: Somar dBi a watts directamente ou confundir PIRE com a potência entregue à antena.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 200

Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP

Qual o ganho teórico de um dipolo de meia onda relativamente a uma antena isotrópica?

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Resposta de referência
Opção C: 2,15
Porque é esta resposta?
Um dipolo de meia onda idealizado tem aproximadamente 2,15 dBi relativamente à antena isotrópica e é a referência de 0 dBd. As duas escalas diferem na referência: \(G(dBi) ≈ G(dBd) + 2,15 dB\), sem representar criação de potência.

Erro comum: Confundir ganho em dBd com ganho em dBi ou tratar 2,15 como watts ou como factor linear.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 201

Antenas, linhas e VSWR · Exemplo calculado

A potência aparente radiada (p.a.r.) emitida por uma antena de 10 dBd de ganho (no máximo do seu diagrama de radiação) quando lhe é entregue uma potência de 20 dBW é:

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Resposta de referência
Opção B: 30 dBW
Porque é esta resposta?
A PAR combina a potência entregue à antena com o ganho referido ao dipolo de meia onda. Em escala logarítmica, somam-se os valores: \(PAR=20+10=30\,\mathrm{dBW}\). O ganho é 10 dBd, não dBi; a potência já está referida à entrada da antena.
Raciocínio passo a passo
  1. Usar a referência dipolo, com ganho em dBd.
  2. Como a potência indicada já é a entregue à antena, não subtrair novamente perdas da linha.
  3. Somar potência em dBW e ganho em dB: 20 + 10 = 30 dBW.

Erro comum: Somar dBd a watts ou tratar o ganho directivo como potência total radiada.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 202

Antenas, linhas e VSWR · Exemplo calculado

A potência aparente radiada (p.a.r.) emitida por uma antena de 5 dBd de ganho (no máximo do seu diagrama de radiação) quando lhe é entregue uma potência de 10 dBW é

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Resposta de referência
Opção A: 15 dBW
Porque é esta resposta?
A potência entregue à antena é 10 dBW e o ganho na direcção indicada é 5 dBd. A potência aparente radiada é, portanto, \(PAR=10+5=15\,\mathrm{dBW}\). Usa-se a referência ao dipolo de meia onda e não se descontam novamente perdas anteriores ao ponto de entrega.
Raciocínio passo a passo
  1. Usar a referência dipolo, com ganho em dBd.
  2. Como a potência indicada já é a entregue à antena, não subtrair novamente perdas da linha.
  3. Somar potência em dBW e ganho em dB: 10 + 5 = 15 dBW.

Erro comum: Converter para watts antes de somar o ganho em dB ou escolher 15 W em vez de 15 dBW.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 203

Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP

O que significa relação frente/costas ruma antena Yagi?

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Resposta de referência
Opção C: A potência radiada no lóbulo principal de radiação comparada com a potência radiada na direção exatamente oposta
Porque é esta resposta?
A opção 3 define a relação frente/costas: compara a potência ou intensidade no lóbulo principal com a radiação na direcção exactamente oposta.

Erro comum: Confundir frente/costas com o número de directores e reflectores ou com ganho relativo a um dipolo.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 204

Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP

Qual das seguintes antenas não tem ganho em qualquer direção?

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Resposta de referência
Opção D: Antena isotrópica
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: a isotrópica é uma referência ideal com ganho 0 dBi em todas as direcções, não apresentando ganho directivo em nenhuma delas.

Erro comum: Confundir ausência de directividade com ausência de potência radiada.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 205

Antenas, linhas e VSWR · VSWR e ondas estacionárias

Qual o parâmetro que melhor descreve a interação de um cabo desadaptado com a carga a que é ligado?

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Resposta de referência
Opção B: A relação de onda estacionária
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: a VSWR descreve directamente o efeito de uma desadaptação entre a linha e a carga, através da reflexão que ela provoca.

Erro comum: Confundir VSWR com impedância característica, perdas do cabo ou constante dieléctrica.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 206

Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos

Em que se traduzem as perdas de atenuação numa linha de transmissão?

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Resposta de referência
Opção C: Num aumento de temperatura na linha de transmissão
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta esperada: as perdas de atenuação convertem parte da potência RF em calor, aumentando a temperatura da linha. A temperatura real depende da potência, do cabo, da ventilação e da duração.

Erro comum: Confundir perdas de atenuação com aumento de VSWR ou afirmar que a potência reflectida é causada necessariamente pela atenuação distribuída.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 207

Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos

Qual deve ser a impedância de um filtro passa-baixo relativamente ao de uma linha de transmissão a que esteja ligado?

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Resposta de referência
Opção B: Impedância relativamente idêntica
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o filtro deve apresentar impedância compatível, ou relativamente idêntica, à da linha para reduzir reflexões e transferir potência.

Erro comum: Escolher uma impedância muito alta ou muito baixa como se o filtro fosse uma carga desligada da linha.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 208

Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos

Qual é a impedância característica das linhas de transmissão habitualmente utilizada nas estações de amador para ligar o emissor à antena?

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Resposta de referência
Opção D: 50 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: 50 Ω é a impedância característica mais habitual das linhas coaxiais usadas entre emissor e antena em estações de amador.

Erro comum: Confundir impedância característica de RF com resistência DC do cabo.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 209

Antenas, linhas e VSWR · Processo de diagnóstico

Uma linha de alimentação degradada que liga a saída de um emissor a uma antena, apresentará uma impedância não adequada que poderá dar origem a

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Resposta de referência
Opção C: um aumento excessivo de temperatura no andar de saída do emissor
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma linha degradada ou desadaptada pode provocar reflexões e elevar o aquecimento do andar de saída do emissor, accionando protecção ou causando dano.

Erro comum: Atribuir a falha à modulação ou ao pré-amplificador sem verificar linha, conectores e carga.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 210

Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos

Uma linha de alimentação coaxial é constituída por

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Resposta de referência
Opção C: uma malha à volta do dielétrico que por sua vez envolve o condutor central
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o coaxial tem um condutor central, dieléctrico à volta e uma blindagem/malha exterior, além da capa.

Erro comum: Confundir a malha exterior com um segundo condutor exposto ou com uma linha paralela de dois fios.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 211

Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos

Verificou-se que uma linha de transmissão de 200 metros possuía uma atenuação total de 26 dB. Qual é a sua atenuação por metro?

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Resposta de referência
Opção A: 0,13 dB/m
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: \(26 dB / 200 m = 0,13 dB/m\).

Erro comum: Dividir 200 por 26 ou esquecer a unidade por metro.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 212

Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos

As linhas de condutores paralelos são linhas

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Resposta de referência
Opção B: simétricas
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma linha de dois condutores paralelos é normalmente equilibrada ou simétrica, ao contrário do coaxial, que é assimétrico/blindado.

Erro comum: Confundir o número de condutores com o equilíbrio eléctrico da linha.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 213

Antenas, linhas e VSWR · VSWR e ondas estacionárias

Qual o coeficiente de onda estacionária que resulta da alimentação com um cabo coaxial de 50 Ohms de uma antena vertical com uma impedância de entrada de 25 Ohms?

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Resposta de referência
Opção A: 2
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: \(|Γ| = |25−50|/(25+50) = 1/3\) e \(VSWR = (1+1/3)/(1−1/3) = 2\), ou 2:1.

Erro comum: Usar a diferença de impedâncias sem dividir pela soma ou trocar a fórmula do VSWR pelo coeficiente de reflexão.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 214

Antenas, linhas e VSWR · Linhas de transmissão e cabos

Porque é que o cabo coaxial é utilizado com maior frequência que outros tipos de cabos para alimentar antenas nas estações de amador?

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Resposta de referência
Opção A: Porque é mais fácial de utilizar e não necessita muitos cuidados na sua instalação
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a justificação didáctica esperada: o coaxial é blindado, prático e relativamente simples de instalar, desde que se respeitem conectores, dobras, água e impedância. Não tem necessariamente menos perdas ou mais potência que todas as outras linhas.

Erro comum: Transformar a praticidade do coaxial numa afirmação universal sobre perdas, potência ou preço.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 215

Antenas, linhas e VSWR · VSWR e ondas estacionárias

Diz-se que uma linha de alimentação está adaptada a uma antena quando a potência refletida pela antena

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Resposta de referência
Opção B: é quase nula
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: numa linha adaptada, o coeficiente de reflexão é idealmente zero e a potência reflectida é quase nula.

Erro comum: Escolher potência reflectida igual à transmitida, que corresponde a uma reflexão forte/desadaptação.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 216

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

O que pode estar a acontecer quando recebemos sinais de VHF provenientes de longas distâncias?

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Resposta de referência
Opção D: Ocorreu uma reflexão na camada esporádica-E da ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: a camada E esporádica pode reflectir/refractar sinais VHF e abrir percursos de longa distância de forma temporária e irregular.

Erro comum: Atribuir o fenómeno a tempestades locais ou a uma reflexão lunar sem evidência do percurso.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 217

Propagação HF, VHF e UHF · Linha de vista, relevo e difracção

O que poderá acontecer se as antenas duma ligação em linha de vista, na faixa de UHF, não tiverem a mesma polarização?

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Resposta de referência
Opção B: A ligação poderá ser várias dezenas de vezes mais fraca do que se tivessem a mesma polarização
Porque é esta resposta?
A opção 2 é a resposta esperada: polarizações diferentes podem causar forte perda de acoplamento e tornar a ligação muito mais fraca. A magnitude concreta depende do ângulo de polarização, do ambiente e do multipercurso.

Erro comum: Pensar que a polarização só altera o áudio ou que uma polarização diferente melhora sempre o multipercurso.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 218

Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera

O que devemos fazer se numa comunicação de UHF em portátil repararmos que o sinal que era recebido em boas condições fica, de um momento para o outro, fraco e com distorção?

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Resposta de referência
Opção D: Deslocarmo-nos uns metros para o lado, pois a perda de sinal pode ser devida a reflexões (multipercurso)
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: em UHF, reflexões e multipercurso podem criar reforços e cancelamentos a poucos metros; deslocar o portátil pode recuperar o sinal.

Erro comum: Ajustar o squelch ou trocar baterias sem primeiro testar a variação espacial do campo.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 219

Propagação HF, VHF e UHF · A banda orienta a pergunta

Qual gama de frequências adequada a comunicações por dispersão de meteoros?

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Resposta de referência
Opção C: 28 - 148 MHz
Porque é esta resposta?
A opção 3 («28–148 MHz») é a referência técnica didáctica usada para comunicações por dispersão de meteoros. Não é uma autorização contínua para toda a gama: a faixa e as condições legais têm de ser confirmadas.

Erro comum: Escolher 220–450 MHz por associar meteoros a frequências sempre mais altas ou interpretar a gama didáctica como licença.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 220

Propagação HF, VHF e UHF · Desvanecimento e relação sinal/ruído

As mudanças no nível do sinal recebido quando se usa propagação por onda ionosférica ('sky wave')chamam-se

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Resposta de referência
Opção C: desvanecimento ('fading')
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: as mudanças do nível recebido numa ligação ionosférica chamam-se desvanecimento, ou fading.

Erro comum: Confundir fading com perdas fixas da onda de terra ou com manchas solares.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 222

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

Embora os sinais de HF de uma estação distante possam ser recebidos via onda ionoaférica (sky wave) numa dada altura, isso pode não ser possível uma hora depois. Isto deve-se a

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Resposta de referência
Opção A: mudanças na ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: as condições da ionosfera mudam com hora, actividade solar e outros factores, podendo abrir ou fechar um percurso de HF.

Erro comum: Atribuir a interrupção a sombras de nuvens ou apenas à onda de superfície.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 223

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

O meio que reflete os sinais de onda curta de volta para a superfície da terra chama-se:

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Resposta de referência
Opção C: ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a ionosfera, especialmente as regiões E e F, pode refractar sinais de HF e devolvê-los para a superfície, permitindo percursos de onda celeste.

Erro comum: Escolher a troposfera, que está associada a propagação troposférica, ou imaginar uma reflexão geométrica simples num espelho.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 224

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

A posição da camada E da ionosfera é

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Resposta de referência
Opção B: abaixo da camada F
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: a camada E fica abaixo da camada F e acima da camada D na organização didáctica habitual da ionosfera.

Erro comum: Confundir a ordem vertical E/F com a classificação de E esporádica, que descreve um fenómeno irregular.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 225

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

As três camadas da ionosfera habitualmente consideradas no que respeita à sua influência na propagação dos sinais de radiocomunicações são as camadas

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Resposta de referência
Opção D: D, E e F
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: as camadas habitualmente consideradas são D, E e F; a região F pode ainda ser dividida em F1 e F2.

Erro comum: Inventar camadas A, B ou C na classificação ionosférica usada para propagação HF.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 226

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

A camada da ionosfera responsável pelas comunicações de longa distância é a camada

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Resposta de referência
Opção D: F
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: a camada F é a principal região associada a muitos percursos ionosféricos de longa distância em HF, embora a disponibilidade dependa das condições e da frequência.

Erro comum: Tratar a camada F como uma superfície fixa ou ignorar MUF, LUF, absorção e hora do dia.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 227

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

Qual das seguintes camadas ionosféricas está mais próxima da superfície terrestres?

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Resposta de referência
Opção A: A camada D
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: a camada D é a mais próxima da superfície entre D, E, F1 e F2, embora possa absorver HF inferior durante o dia.

Erro comum: Escolher E por ser a camada associada à refracção ou confundir F1/F2 com camadas inferiores.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 228

Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera

Ao nível da propagação de ondas eletromagnéticas nas faixas de frequências de radiocomunicações, o que se designa por 'ducto'?

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Resposta de referência
Opção B: É uma condição de propagação troposférica pouco comum
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um ducto é uma condição de propagação troposférica pouco comum em que gradientes atmosféricos podem guiar ou refractar as ondas para além do alcance normal.

Erro comum: Classificar ductos como propagação ionosférica de HF ou dizer que fazem a onda deixar de se propagar.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 229

Antenas, linhas e VSWR · VSWR e ondas estacionárias

Qual das seguintes medições descreve uma linha de transmissão desadaptada?

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Resposta de referência
Opção D: Relação de onda estacionária de tensão (VSWR) maior que 1
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: numa linha desadaptada, a VSWR é superior a 1; 1:1 corresponde à adaptação ideal.

Erro comum: Escolher VSWR menor que 1, o que não ocorre na definição usual de VSWR.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 230

Antenas, linhas e VSWR · VSWR e ondas estacionárias

Uma linha de transmissão que liga um emissor de RF à antena deve estar adaptada para

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Resposta de referência
Opção D: transferir a máxima potência para a antena
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: adaptar a linha e a antena reduz reflexões e permite transferir a máxima potência possível para a carga, dentro das perdas e limites reais.

Erro comum: Pensar que a adaptação corrige fading, frequência ou polarização.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 231

Antenas, linhas e VSWR · VSWR e ondas estacionárias

Porque é importante temos um baixo valor de VSWR na alimentação de uma antena por um cabo coaxial?

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Resposta de referência
Opção B: Para possibilitar uma eficiente transferência de energia
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma VSWR baixa indica menor reflexão e favorece uma transferência eficiente de energia entre linha e antena.

Erro comum: Afirmar que a VSWR baixa prolonga directamente a vida da antena ou evita despolarização.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 232

Medições e instrumentos · Erros frequentes

Pretende-se medir a potência aparente radiada de uma estação numa dada frequência. Que instrumento se deve utilizar?

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Resposta de referência
Opção D: A potência aparente radiada não pode ser medida de forma direta por nenhum equipamento
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no sentido da pergunta: a P.A.R./PIRE não é uma leitura directa de um único instrumento. Estima-se combinando potência entregue, perdas, ganho e direcção da antena, ou mede-se o campo por um método definido.

Erro comum: Tentar medir PIRE directamente com um voltímetro, frequencímetro ou amperímetro colocado na alimentação.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 233

Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia

Qual a vantagem do recurso a um wattímetro de leitura de pico para monitorizar a saída de um transmissor de fonia de banda lateral única?

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Resposta de referência
Opção B: Permite visualizar os valores de potência de pico envolvente à saída com maior precisão na presença de modulação
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um wattímetro de leitura de pico permite observar a potência de pico da envolvente da SSB durante a modulação, em vez de apenas uma média que pode esconder os picos.

Erro comum: Usar um medidor de SWR para medir PEP ou confundir potência média com potência de pico.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 234

Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro

O que signifia o processo (flat-topping) de uma transmissão de fonia de banda lateral única?

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Resposta de referência
Opção C: Distorção do sinal causado por saturação devido a um nível excessivo
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: flat-topping é o achatamento dos picos por saturação ou limitação excessiva, causando distorção e possíveis harmónicas.

Erro comum: Interpretar picos achatados como ALC correctamente ajustado ou como portadora bem suprimida.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 235

Medições e instrumentos · Escolher o instrumento

Para medir uma frequência pode ser usado

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Resposta de referência
Opção D: Todas as opções anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: um osciloscópio pode obter a frequência pelo período, um frequencímetro conta ciclos e um analisador de espectro mostra a componente no domínio da frequência.

Erro comum: Pensar que só o frequencímetro mede frequência ou ignorar a forma e os limites do sinal.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 236

Medições e instrumentos · Multímetro: três ligações que não se devem confundir

Para medir uma resistência deve ser usado

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Resposta de referência
Opção B: um multímetro
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: a resistência mede-se com um multímetro, com o circuito desligado e os condensadores descarregados.

Erro comum: Usar um analisador de espectro ou medir resistência num circuito energizado.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 237

Medições e instrumentos · Escolher o instrumento

Que equipamento mede com maior precisão uma dada frequência?

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Resposta de referência
Opção C: Frequencímetro
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o frequencímetro é o instrumento dedicado a medir uma frequência com elevada precisão, dentro dos seus limites e condições de entrada.

Erro comum: Confundir exactidão de leitura com o número de dígitos ou usar um voltímetro como instrumento principal de frequência.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 238

Medições e instrumentos · Multímetro: três ligações que não se devem confundir

Como se deve ligar um voltímetro num circuito (no qual se pretende efectuar a medida?

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Resposta de referência
Opção C: Em paralelo
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um voltímetro liga-se em paralelo com o elemento ou pontos cuja diferença de potencial se pretende medir.

Erro comum: Ligar o voltímetro em série, aumentando o risco de alterar o circuito ou provocar uma falha.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 239

Medições e instrumentos · Multímetro: três ligações que não se devem confundir

Como se deve ligar um amperímetro num circuito (no qual se pretende efectuar a medida)?

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Resposta de referência
Opção A: Em série
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um amperímetro liga-se em série, abrindo o circuito para que a corrente passe pelo instrumento.

Erro comum: Ligar um amperímetro em paralelo, o que pode criar um curto-circuito através da entrada de corrente.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 240

Medições e instrumentos · Multímetro: três ligações que não se devem confundir

Porque é desejável que um voltímetro tenha uma elevada impedância de entrada?

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Resposta de referência
Opção D: Porque apresenta um baixo efeito de carga no circuito a medir
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma impedância de entrada elevada reduz o efeito de carga do voltímetro e perturba menos o circuito medido.

Erro comum: Confundir impedância de entrada alta com maior resolução ou menor consumo da bateria.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 241

Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia

Qual das seguintes medições pode ser efetuada direta ou indiretamente com um medidor de potência direcional?

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Resposta de referência
Opção A: O coeficiente de onda estacionária
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um medidor de potência direccional separa potência incidente e reflectida; com essas grandezas pode calcular-se a VSWR.

Erro comum: Confundir VSWR com relação frente/costas, que exige caracterizar a radiação da antena em direcções diferentes.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 242

Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia

Que tipo de medidor deve ser usado para monitorar o sinal à saída de um transmissor modulado por voz de banda lateral única, de forma a assegurar que não se excede a potência máxima admitida?

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Resposta de referência
Opção D: Um wattímetro de potência de pico
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: em SSB a potência pode variar muito com a voz, por isso um wattímetro de potência de pico/PEP é o adequado para monitorizar o pico máximo da envolvente e não exceder o limite.

Erro comum: Usar um wattímetro de potência média, que pode subestimar os picos de voz, ou um medidor de SWR, que mede adaptação.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 243

Interferências e compatibilidade · Diagnóstico guiado: uma TV sofre interferência durante a transmissão

Que efeito pode ter a degradação numa linha de transmissão de um sistema de televisão por cabo numa estação de amador?

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Resposta de referência
Opção C: Além da possibilidade do amador interferir a receção de radiodifusão quando em emissão, pode também causar interferência na receção da estação de amador
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma degradação na rede de TV por cabo pode permitir interferência da estação de amador na recepção de televisão e também permitir que sinais do sistema afectem o receptor do amador.

Erro comum: Assumir que a falha só pode afectar a televisão ou que cria automaticamente tensões muito elevadas no cabo.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 244

Regulamentação · 5. UIT e Artigo 25

Onde se podem encontrar as definições que deverão ser consideradas como de referência para os vários tipos de interferências?

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Resposta de referência
Opção A: No Regulamento das Radiocomunicações da UIT
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a referência internacional correcta: as definições de interferência devem ser consultadas no Regulamento das Radiocomunicações da UIT. A aplicação portuguesa e os limites concretos devem ser confirmados na ANACOM e na regulamentação vigente.

Erro comum: Tratar o plano IARU ou uma página genérica da internet como substituto da fonte normativa.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 245

Interferências e compatibilidade · Interferência não é uma única falha

Do ponto de vista de interferências em equipamentos eletrónicos, quais as influências indesejadas que deverão ser consideradas?

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Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma interferência pode entrar pela antena, por radiação directa ou por outras ligações, como alimentação, áudio, dados, terra ou blindagem.

Erro comum: Procurar apenas a entrada da antena e ignorar caminhos conduzidos ou acoplamento radiado.

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 246

Interferências e compatibilidade · Interferência não é uma única falha

Do ponto de vista de interferências em equipamentos eletrónicos, como se designa a capacidade que um equipamento tem de ser robusto à radiação direta que sobre ele poderá ser exercida?

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Resposta de referência
Opção A: Imunidade
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: imunidade é a capacidade de um equipamento manter a função prevista perante perturbações electromagnéticas especificadas.

Erro comum: Confundir imunidade, que descreve a vítima, com emissão, que descreve a energia produzida pelo equipamento.

Categoria 2 · Módulo 03 · pergunta 247

Segurança RF e instalação · 6. Terra, equipotencialização e descargas atmosféricas

Num cabo de alimentação de rede de três condutores o fio verde e amarelo é

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Resposta de referência
Opção C: a terra
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta esperada: no código de cores habitual de instalações de baixa tensão, o condutor verde/amarelo identifica a terra de protecção. A identificação e intervenção na rede devem seguir a norma e ser realizadas por pessoa competente.

Erro comum: Confundir o condutor de protecção com neutro ou fase e tratar a cor como autorização para intervir numa instalação.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 03 · pergunta 248

Segurança RF e instalação · 4. RF e exposição durante a transmissão

Quais os fatores que afetam a maior ou menor exposição da população a campos eletromagnéticos perto de uma estação de amador?

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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: exposição junto de uma estação depende da frequência, potência emitida, distância, acessibilidade, ciclo de trabalho e diagrama de radiação da antena.

Erro comum: Considerar apenas a potência nominal e ignorar distância, ganho, direcção e tempo de emissão.

Categoria 2 · Módulo 03 · pergunta 249

Segurança RF e instalação · 4. RF e exposição durante a transmissão

Quais os fatores que afetam a maior ou menor exposição da população a campos eletromagnéticos perto de uma estação de amador?

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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão corretas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: potência emitida, distância às antenas e diagrama de radiação influenciam a exposição da população aos campos electromagnéticos.

Erro comum: Assumir que o diagrama de radiação não altera a exposição ou que a distância é irrelevante.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 250

Regulamentação · 1. A hierarquia que evita erros

De acordo com a regulamentação em vigor, é obrigatória a sinalização das estações individuais de amador, no âmbito da proteção da população em geral a campos eletromagnéticos?

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Resposta de referência
Opção A: Sim
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica «Sim» e a fonte aponta para a obrigação de identificação/sinalização prevista no regime então aplicável. Como o enunciado diz «regulamentação em vigor», a resposta precisa de ser confirmada na legislação oficial vigente e nas disposições transitórias antes de ser publicada como actual.

Erro comum: Memorizar o «Sim» histórico sem confirmar se a obrigação, o âmbito e a formulação legal permanecem iguais na data de estudo.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 251

Regulamentação · 1. A hierarquia que evita erros

De acordo com a regulamentação em vigor, é obrigatória a identificação das estações individuais de amador?

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Resposta de referência
Opção B: Não
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica «Não», mas a pergunta usa a expressão «regulamentação em vigor». A resposta só pode ser promovida depois de confirmar na fonte oficial actual o dever de identificação, o âmbito e eventuais condições.

Erro comum: Tratar um gabarito de exame antigo como regra actual sem indicar o diploma e a data.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 10 · pergunta 252

Operação · 9. Sinais de perigo e emergência

Qual a expressão usada em telefonia para sinal de perigo?

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Resposta de referência
Opção C: MAYDAY
Porque é esta resposta?
A opção 3 («MAYDAY») é a expressão internacional de perigo em radiotelefonia. Deve ser usada apenas perante perigo real e acompanhada de identificação, natureza do perigo e localização útil.

Erro comum: Usar MAYDAY para uma situação sem perigo real ou confundi-lo com SOS, que é a sequência de telegrafia.

Categoria 2 · Módulo 10 · pergunta 253

Operação · 9. Sinais de perigo e emergência

Qual a sequência de símbolos usados em telegrafia para sinal de perigo?

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Resposta de referência
Opção A: ...---...
Porque é esta resposta?
A opção 1 («...---...») é a sequência SOS em telegrafia. Deve ser usada apenas perante perigo real e de forma coordenada com a gestão da emergência.

Erro comum: Confundir SOS em Morse com MAYDAY em radiotelefonia.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 254

Regulamentação · 8. Indicativos e obrigações de operação

Qual o prefixo designado para as estações de uso comum das entidades com responsabilidade na proteção civil?

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Resposta de referência
Opção D: CR0
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 4 («CR0»), mas os prefixos de estações de uso comum são matéria regulamentar nacional. A resposta deve permanecer histórica até confirmação na versão vigente do plano e do regime de indicativos.

Erro comum: Memorizar um prefixo sem verificar a área geográfica, o tipo de estação e a data do regime.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 255

Regulamentação · Respostas de exame e aplicação prática

Não concordo com determinadas disposições regulamentares aplicáveis aos Serviços de Amador e de Amador por Satélite. O que é correto fazer?

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Resposta de referência
Opção C: Apresentar fundamentadamente a discordância à ANACOM, propondo alterações
Porque é esta resposta?
Se discordares de disposições regulamentares aplicáveis aos serviços de amador, a resposta correcta é apresentar fundamentadamente a discordância à ANACOM, propondo alterações. A discordância não dispensa o cumprimento das regras aplicáveis. Resposta aceite no exame de 16.10.2026 segundo o gabarito fornecido pelo candidato.

Erro comum: Tratar a discordância como autorização para não cumprir regras vigentes ou como motivo para incentivar incumprimento.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 256

Interferências e compatibilidade · Diagnóstico guiado: uma TV sofre interferência durante a transmissão

Uma vizinha minha diz que de vez em quando tem interferências na receção de televisão e veio perguntar-me se não seria das minhas emissões. O que é correto fazer?

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Resposta de referência
Opção D: Investigar a situação e resolvê-la ou ajudá-la a resolver se o problema for da instalação de receção
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: deve-se investigar a interferência, confirmar se é causada pela estação e colaborar na resolução, incluindo ajudar a corrigir a instalação de recepção quando esse for o problema.

Erro comum: Ignorar a queixa por estar a operar na faixa correcta ou simplesmente transmitir a horas diferentes.

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 257

Interferências e compatibilidade · Harmónicas, emissões fora de banda e espúrias

Uma emissão fora de faixa

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Resposta de referência
Opção C: é uma emissão numa frequência ou em frequências fora da largura de faixa necessária, mas na sua vizinhança imediata, resultante do processo de modulação
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma emissão fora de faixa, no sentido de emissão fora da largura necessária mas imediatamente adjacente, resulta do processo de modulação e da forma como a emissão ocupa o espectro.

Erro comum: Confundir emissão fora de faixa com emissão espúria, que inclui harmónicas, intermodulação e oscilações parasitas mais afastadas.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 258

Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro

Uma emissão fora de faixa

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Resposta de referência
Opção C: é uma emissão numa frequência ou em frequências fora da largura de faixa necessária, mas na sua vizinhança imediata, resultante do processo de modulação
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a emissão fora de faixa fica imediatamente fora da largura necessária e resulta do processo de modulação; não é sinónimo de uma única harmónica ou de qualquer frequência fora da largura ocupada.

Erro comum: Classificar toda a radiação fora da largura ocupada como fora de faixa, sem distinguir espúrias e processo de modulação.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 259

Regulamentação · 7. QNAF, faixas e potência

Qual das faixas tem estatuto primário para o serviço de amador na Região 1?

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Resposta de referência
Opção B: 144 - 146 MHz
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 144–146 MHz, opção 2, mas o estatuto primário é uma condição de tabela nacional/regional que deve ser confirmado na edição vigente do QNAF e nas notas aplicáveis.

Erro comum: Usar uma faixa de exame antigo como se o estatuto primário não pudesse mudar por edição ou região.

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Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 260

Regulamentação · 7. QNAF, faixas e potência

Qual das faixas não tem estatuto primário para o serviço de amador em Portugal?

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Resposta de referência
Opção B: 1240 - 1260 MHz
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 1240–1260 MHz, opção 2, mas o estatuto não primário em Portugal tem de ser confirmado na edição vigente do QNAF e nas condições nacionais aplicáveis.

Erro comum: Confundir estatuto secundário com proibição absoluta ou usar a tabela de 2013 sem verificar actualizações.

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Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 261

Regulamentação · Respostas de exame e aplicação prática

Qual das seguintes afirmações é falsa?

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Resposta de referência
Opção B: As potências máximas das emissões das estações de amador são fixadas pelo Regulamento das Radiocomunicações da UIT
Porque é esta resposta?
Na pergunta sobre quem fixa as potências máximas das estações de amador, a afirmação falsa aceite no exame é a que atribui essa fixação directamente ao Regulamento das Radiocomunicações da UIT. A resposta distingue o enquadramento internacional das potências e condições concretas fixadas pelas administrações nacionais. Não fornece, por si só, um valor de potência autorizado em Portugal. Resposta aceite no exame de 16.10.2026 segundo o gabarito fornecido pelo candidato.

Erro comum: Confundir o enquadramento internacional da UIT com a fixação automática de todas as potências nacionais.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 262

Regulamentação · 6. CEPT e utilização temporária

Qual dos documentos não é considerado habilitante para a utilização de estações de amador, quando em estadas temporárias em Portugal?

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Resposta de referência
Opção D: Certificado internacional HAREC, nos termos da Recomendação CEPT T/R 61-02
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 4: o HAREC é um certificado, não uma licença habilitante por si só para uma estada temporária. O reconhecimento concreto de cada documento deve ser confirmado na recomendação e no regime português vigente.

Erro comum: Confundir certificado de exame com licença de estação ou assumir que todos os documentos estrangeiros têm o mesmo alcance.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3 · fonte de validação 4 · fonte de validação 5

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 264

Regulamentação · 4. Categorias e habilitação

Qual a potência de pico máxima permitida a um amador da categoria 2 que opere a frequência 14260kHz?

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Resposta de referência
Opção B: 200 W
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 200 W de potência de pico para a categoria 2 em 14260 kHz. Como potência, categoria e faixa são dados regulamentares, a resposta fica pendente da edição oficial vigente.

Erro comum: Memorizar 200 W como limite geral de categoria 2 para todas as faixas e classes de emissão.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 265

Regulamentação · 7. QNAF, faixas e potência

Se uma estação de amador interferir uma estação de pequena potência e de curto alcance na frequência 433,5 MHz, quem tem prioridade?

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Resposta de referência
Opção B: A estação de amador
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a estação de amador como prioritária na situação apresentada, mas a prioridade de serviços em 433,5 MHz depende do quadro nacional, das faixas e das condições de utilização vigentes.

Erro comum: Decidir prioridade pela potência emitida ou pelo tipo de utilizador, sem consultar o estatuto da faixa.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 266

Regulamentação · 4. Categorias e habilitação

Qual das afirmações está correta?

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Resposta de referência
Opção A: Um amador da categoria 2 poderá utilizar estações de outro amador de acordo com os privilégios da categoria 2
Porque é esta resposta?
O artigo 8.º, n.º 1, alínea c), permite utilizar estações individuais de outros amadores de acordo com a categoria do utilizador. Um amador da categoria 2 mantém os seus próprios privilégios; a estação de um amador de categoria superior não os amplia.

Erro comum: Adoptar os privilégios do dono da estação em vez dos do utilizador.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 267

Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera

Porque é que os sinais de VHF e UHF não se propagam a longa distância?

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Resposta de referência
Opção C: Porque, de uma forma geral, os sinais nestas gamas de frequências não se reflectem na ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a explicação geral esperada: VHF e UHF não usam normalmente a ionosfera como mecanismo estável de longa distância; dependem sobretudo de linha de vista, altura, terreno e mecanismos troposféricos, embora existam excepções como E esporádica.

Erro comum: Dizer que VHF/UHF nunca percorrem longas distâncias ou atribuir o limite à potência regulamentar indicada na opção 2.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 268

Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera

Porque é que duma forma geral os sinais de VHF e UHF não se propagam muito longa distância?

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Resposta de referência
Opção C: Porque, de uma forma geral, os sinais nestas gamas de frequências não se reflectem na ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta geral esperada: VHF e UHF não se reflectem normalmente na ionosfera como HF; o seu alcance é condicionado por linha de vista, terreno, altura e outros mecanismos de propagação.

Erro comum: Atribuir o alcance a uma suposta potência máxima universal ou a colisões com árvores.

Categoria 2 · Módulo 03 · pergunta 269

Segurança RF e instalação · 6. Terra, equipotencialização e descargas atmosféricas

O que está ligado ao fio verde (e amarelo) numa tomada tripla?

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Resposta de referência
Opção C: A terra
Porque é esta resposta?
Na convenção de identificação de condutores considerada na pergunta, verde/amarelo identifica o condutor de protecção, ligado à terra. Não é o neutro nem um condutor de fase. A cor identifica a função prevista; não constitui uma verificação de ausência de tensão nem substitui a identificação técnica de uma instalação real.

Erro comum: Confundir terra com neutro ou fase e testar a identificação tocando nos condutores.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 10 · pergunta 270

Operação · 9. Sinais de perigo e emergência

Existem frequências internacionais de emergência e de segurança no âmbito dos Serviços de Amador e de Amador por Satélite? Em caso afirmativo onde podem ser consultadas?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção B: Sim. No plano de frequências da IARU
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 2, plano de frequências da IARU. A existência, localização e estatuto de frequências internacionais de emergência devem ser confirmados no documento oficial aplicável; um plano IARU é recomendação e não substitui a regulamentação.

Erro comum: Confundir plano de banda recomendado com autorização legal ou usar uma frequência de emergência sem perigo real.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3 · fonte de validação 4

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 272

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

A energia eléctrica (E) é definida pelo

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção A: produto da potência (P) pelo tempo (t)
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: energia eléctrica é \(E = P \times t\), desde que se mantenham as unidades compatíveis.

Erro comum: Dividir potência pelo tempo ou confundir energia com potência instantânea.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 273

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

A associação em série de três resistências de 20 Ohm equivale a uma resistência de

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: 60 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: em série as três resistências somam-se, \(20 Ω + 20 Ω + 20 Ω = 60 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Em série, a resistência equivalente é a soma das resistências.
  2. 20 + 20 + 20 = 60 Ω.

Erro comum: Dividir por três como se fosse uma associação em paralelo.

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 274

Interferências e compatibilidade · Diagnóstico guiado: uma TV sofre interferência durante a transmissão

Que efeito pode ter um corte numa linha de transmissão de televisão por cabo numa estação de amador?

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Resposta de referência
Opção C: Além da possibilidade do amador interferir quando em emissão, pode causar interferência na recepção da estação de amador
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um corte ou degradação no cabo de TV pode permitir interferência do amador na recepção e também fazer com que sinais do sistema afectem a estação de amador.

Erro comum: Assumir que o cabo cortado só afecta a televisão ou que gera automaticamente tensões perigosas durante TX.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 275

Receptores e emissores · 1. Três arquitecturas de receptor

Qual a mais simples combinação de andares que permite a implementação de um receptor super-heterodino?

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Resposta de referência
Opção C: Oscilador de HF, misturador e detector
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a combinação mínima didáctica esperada: um oscilador local, um misturador e um detector. O receptor super-heteródino real acrescenta filtros, FI, ganho e outros blocos para selectividade e sensibilidade.

Erro comum: Confundir a combinação mínima com o diagrama completo ou retirar o oscilador local do processo de conversão.

Categoria 2 · Módulo 10 · pergunta 276

Operação · 2. Chamada e contacto

Numa comunicação senti-me ofendido pelas palavras que me foram dirigidas por um colega amador. O que é mais correcto fazer?

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Resposta de referência
Opção B: Numa futura comunicação em que esse colega intervenha, falar sobre o ocorrido num tom cordial, no sentido que situações semelhantes não voltem a acontecer
Porque é esta resposta?
A opção 2 é a conduta mais adequada: abordar o colega numa comunicação futura, em tom cordial, para evitar repetição do comportamento. Se houver ameaça ou situação grave, deve seguir-se o canal apropriado.

Erro comum: Responder com confronto, ignorar sempre o problema ou transformar uma questão de convivência numa emissão de retaliação.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 277

Medições e instrumentos · Multímetro: três ligações que não se devem confundir

Qual a vantagem de um voltímetro digital relativamente a um analógico?

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Resposta de referência
Opção C: Melhora significativamente a precisão na maioria das utilizações
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a vantagem didáctica esperada: um voltímetro digital oferece normalmente leitura mais precisa e repetível do que um analógico em muitas utilizações. Isso não significa que mais dígitos garantam exactidão; escala, detector, amostragem e calibração continuam a contar.

Erro comum: Confundir resolução do visor com exactidão ou afirmar que o digital é sempre melhor para RF e mais rápido.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 278

Medições e instrumentos · Escolher o instrumento

Qual dos seguintes instrumentos de ensaio pode ser utilizado para apresentar as condições dos pulsos num circuito digital?

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Resposta de referência
Opção A: Uma sonda lógica
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: uma sonda lógica indica estados digitais, impulsos ou actividade dentro dos limiares do circuito.

Erro comum: Usar um ohmímetro ou assumir que uma sonda lógica substitui um osciloscópio para observar a forma de onda completa.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 279

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Identifique uma vantagem da supressão de portadora numa emissão de banda lateral única de fonia.

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Resposta de referência
Opção C: Pode ser posta maior potência de emissão na banda lateral
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: ao suprimir a portadora, a potência do emissor pode ser concentrada na única banda lateral transmitida, em vez de ser gasta numa portadora que não transporta a informação de voz.

Erro comum: Dizer que a supressão melhora necessariamente fidelidade ou simplifica o receptor.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 280

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Qual a vantagem da supressão de portadora numa transmissão de fonia de banda lateral única?

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Resposta de referência
Opção C: A banda lateral restante pode receber mais potência de transmissão.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a banda lateral restante pode receber mais potência de transmissão porque a portadora foi suprimida e não consome potência útil de informação.

Erro comum: Confundir economia de potência com maior simplicidade do receptor ou maior fidelidade automática.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 281

Circuitos, fontes e componentes · 8. Filtros e aplicações em radioamadorismo

Um filtro passa alto destina-se

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Resposta de referência
Opção A: a rejeitar as frequências mais baixas
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um filtro passa-alto rejeita frequências abaixo do corte e deixa passar as frequências acima dele.

Erro comum: Confundir passa-alto com passa-baixo ou rejeita-banda.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 282

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Qual das seguintes afirmações é verdadeira?

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Resposta de referência
Opção A: A resistência parasita associada a uma bobina é tanto mais desprezável quanto maior for o seu coeficiente de auto-indução
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a leitura didáctica esperada quando «mais desprezável» significa menor em relação à reactância indutiva: para a mesma frequência, \(X_L=2\pi fL\) cresce com L, pelo que uma resistência parasita fixa pesa relativamente menos. Isto não afirma que a resistência física da bobina diminua com a indutância.

Erro comum: Interpretar a opção como se uma bobina com mais indutância tivesse necessariamente menor resistência óhmica.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 283

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Uma fonte de alimentação não comutada com entrada a partir da rede, para alimentar um circuito que trabalha com 12 Volt DC

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Resposta de referência
Opção D: tem que ter um circuito de rectificação
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma fonte linear a partir da rede que fornece 12 V DC precisa de um circuito de rectificação; normalmente inclui também transformador, filtragem e regulação conforme o projecto.

Erro comum: Dizer que basta um transformador ou que toda a fonte precisa obrigatoriamente de uma ponte de quatro díodos.

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 284

Interferências e compatibilidade · Harmónicas, emissões fora de banda e espúrias

Onde deve ser instalado um filtro par reduzir emissões espúrias?

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Resposta de referência
Opção C: No emissor
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o filtro para reduzir emissões espúrias deve ficar no emissor, preferencialmente no caminho RF de saída, antes da linha e da antena.

Erro comum: Colocar o filtro no microfone ou no receptor, que não eliminam os produtos RF já criados.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 285

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Qual das afirmações está correcta?

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Resposta de referência
Opção D: As linhas do campo magnético de um condutor onde flui uma corrente eléctrica, formam círculos concêntricos ao redor do condutor
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: à volta de um condutor rectilíneo percorrido por corrente, as linhas do campo magnético formam círculos concêntricos.

Erro comum: Afirmar que uma carga estática produz esse campo ou que as linhas são simplesmente paralelas ao condutor.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 286

Circuitos, fontes e componentes · 6. Válvulas termiónicas

Porque é que as válvulas têm vindo a perder terreno relativamente aos elementos designados como de estado sólido (por exemplo transístores), na electrónica de consumo?

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Resposta de referência
Opção C: Devido ao menor tamanho dos dispositivos de estado sólido
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: dispositivos de estado sólido são normalmente menores, mais leves e exigem menos aquecimento e alta tensão do que válvulas, favorecendo a electrónica de consumo.

Erro comum: Assumir que as válvulas são sempre não lineares ou necessariamente perigosas.

Categoria 2 · Módulo 03 · pergunta 287

Segurança RF e instalação · 3. Choque eléctrico e energia armazenada

Para que se usa um fusível num circuito eléctrico?

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Resposta de referência
Opção B: Para interromper a energia em caso de sobrecarga
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: o fusível interrompe o circuito quando a corrente excede as condições previstas, protegendo contra sobrecarga e falhas.

Erro comum: Substituir o fusível por um valor maior ou pensar que ele existe para evitar directamente interferências ou todos os choques.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 288

Regulamentação · 4. Categorias e habilitação

As estações de amador podem participar em exercícios de protecção civil?

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Resposta de referência
Opção C: Podem com o devido enquadramento das entidades com responsabilidade na protecção civil
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 3: as estações podem participar com o devido enquadramento das entidades de protecção civil. A autorização, responsabilidade e condições actuais devem ser confirmadas na regulamentação e nos procedimentos oficiais.

Erro comum: Participar autonomamente numa operação de emergência sem coordenação ou assumir que uma licença separada resolve todos os requisitos.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 289

Regulamentação · 4. Categorias e habilitação

Qual a potência de pico máxima permitida a um amador da categoria 2 que opere a frequência 14250 kHz?

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Resposta de referência
Opção B: 200 W
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 200 W de potência de pico para a categoria 2 em 14250 kHz. Como é um limite regulamentar dependente da faixa e da data, não deve ser publicado como actual sem confirmação oficial.

Erro comum: Aplicar o limite de 200 W a todas as frequências e classes de emissão da categoria 2.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 291

Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP

As antenas Yagi:

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Resposta de referência
Opção A: São muito directivas
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: uma antena Yagi é muito directiva, concentrando energia numa direcção preferencial através do elemento excitado, reflector e directores.

Erro comum: Chamar omnidireccional à Yagi ou confundir directividade com potência total adicional.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 292

Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP

O refletor e o(s) diretor(es) de uma antena Yagi designam-se por

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Resposta de referência
Opção C: elementos parasitas
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: reflector e directores são elementos parasitas, pois não recebem alimentação directa; o elemento excitado é o ligado à linha.

Erro comum: Chamar os elementos parasitas de osciladores ou de unidades de adaptação.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 293

Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP

Qual é um dos efeitos do aumento do comprimento do (boom) e da adição de directores a uma antena Yagi?

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Resposta de referência
Opção A: Aumento do ganho
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta em termos gerais: aumentar o boom e adicionar directores pode aumentar o ganho e a directividade, embora o resultado dependa do dimensionamento e da frequência.

Erro comum: Assumir que mais elementos garantem sempre um ganho específico ou menor resistência ao vento.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 294

Receptores e emissores · 4. Cadeia de transmissão

Num emissor qual a função dos multiplicadores de frequência

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Resposta de referência
Opção D: Servem para obter frequências de portadoras mais elevadas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: multiplicadores de frequência seleccionam um harmónico para obter uma frequência de portadora mais elevada.

Erro comum: Confundir multiplicação de RF com geração de frequências de áudio ou com divisão de frequência.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 295

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Que tipo de circuito é usado em vários receptores de FM para converter sinais provenientes do amplificador de frequência intermédia em áudio?

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Resposta de referência
Opção D: Discriminador
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: o discriminador converte as variações de frequência do sinal FM proveniente da FI em áudio.

Erro comum: Escolher detector de produto, usado sobretudo para CW/SSB, ou misturador, que faz conversão de frequência.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 296

Antenas, linhas e VSWR · Reflexão numa linha

Para que serve um circuito sintonizador de antena?

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Resposta de referência
Opção A: Para minimizar a potência reflectida
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um sintonizador de antena adapta a impedância apresentada ao emissor/linha, minimizando a potência reflectida no ponto de ligação.

Erro comum: Pensar que o sintonizador elimina todas as perdas do cabo ou filtra necessariamente emissões não desejadas.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 297

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Porque não são usadas bobinas em circuitos de corrente contínua?

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Resposta de referência
Opção C: Porque se comportam como um curto-circuito
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a resposta didáctica esperada: uma bobina ideal, depois de estabilizado um circuito DC, comporta-se aproximadamente como um curto-circuito. Isso não significa que bobinas não possam ser usadas em fontes DC; podem funcionar como filtros, choques ou indutores de armazenamento.

Erro comum: Interpretar a pergunta como proibição absoluta de usar bobinas em corrente contínua e esquecer o regime transitório ou a resistência real.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 298

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Onde se encontra, de uma forma geral, o indicador de nível (unidades S)

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Resposta de referência
Opção A: No receptor
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o indicador de nível em unidades S encontra-se normalmente no receptor e indica o nível relativo do sinal recebido.

Erro comum: Confundir S-meter com wattímetro do emissor ou com uma ponte de SWR.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 299

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

É típico nas fontes de alimentação não comutadas termos um condensador electrolítico de elevada capacidade com o objectivo de

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Resposta de referência
Opção A: filtrar o sinal que vem do circuito de rectificação
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o condensador electrolítico de elevada capacidade, colocado depois da rectificação, filtra a ondulação e suaviza a tensão DC da fonte.

Erro comum: Confundir o condensador de filtro com supressor de picos ou com um condensador de bypass de RF.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 300

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

O método de modulação por díodo:

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Resposta de referência
Opção D: é simples, mas só se aplica aos emissores com baixa potência de saída e com pequena profundidade de modulação.
Porque é esta resposta?
O modulador simples por díodo usa a não linearidade para combinar portadora e informação, produzindo componentes que precisam de filtragem. É simples, mas perdas, distorção e pouca linearidade limitam os níveis e a profundidade de modulação; não é um detector de envolvente nem um amplificador de potência.

Erro comum: Confundir um díodo modulador com um detector de envolvente ou concluir que a simplicidade permite qualquer potência.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 301

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

Para utilizar o díodo de forma a bloquear o fluxo de corrente no circuito, onde deverá ser ligado o fio do positivo do circuito?

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Resposta de referência
Opção B: Ao cátodo
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: para bloquear a corrente, o díodo deve ficar polarizado inversamente, com o positivo ligado ao cátodo e o ânodo a potencial mais baixo.

Erro comum: Ligar o positivo ao ânodo, que corresponde à polarização directa e à condução no modelo habitual.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 302

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Qual das afirmações está incorrecta?

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Resposta de referência
Opção B: A nossa voz é um conjunto de ondas electromagnéticas
Porque é esta resposta?
A voz humana é um conjunto de ondas acústicas: variações de pressão num meio material. Um microfone converte-as em sinal eléctrico, que pode depois modular uma emissão electromagnética. Por isso, a afirmação «a nossa voz é um conjunto de ondas electromagnéticas» é a incorrecta.

Erro comum: Confundir o sinal eléctrico ou RF usado para transmitir a voz com a onda acústica original.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 303

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

O que pode estar a acontecer quando recebemos sinais de VHF a longas distâncias?

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Resposta de referência
Opção D: Ocorreu uma reflexão na camada esporádica-E da ionosfera
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma abertura de E esporádica pode reflectir/refractar VHF e permitir recepção a longa distância de forma temporária.

Erro comum: Confundir E esporádica com reflexão lunar ou com propagação troposférica local.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 304

Regulamentação · 7. QNAF, faixas e potência

Como pode ser operada a faixa dos 7100-7200 kHz por um amador da categoria 2?

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Resposta de referência
Opção D: Respeitando as condicionantes expressas na regulamentação aplicável
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 4: a faixa 7100–7200 kHz só pode ser operada respeitando as condicionantes aplicáveis. Frequência, categoria, potência, largura e classe de emissão devem ser confirmadas no QNAF/regulamentação vigente.

Erro comum: Interpretar uma faixa atribuída como autorização sem condições ou operar sem verificar a categoria.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 305

Regulamentação · 6. CEPT e utilização temporária

A licença CEPT novice, permite

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Resposta de referência
Opção C: Utilizar estações de amador nos países cuja Administração tenha adoptado a Recomendação CEPT ECC/REC/(05)06
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 3: a licença CEPT novice permite utilização nos países cuja Administração tenha adoptado a Recomendação ECC/REC/(05)06, dentro das condições da recomendação. A lista e o regime actual devem ser confirmados na fonte oficial.

Erro comum: Assumir que a licença vale automaticamente em todos os países CEPT, independentemente de adopção nacional.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 306

Regulamentação · 7. QNAF, faixas e potência

Qual das faixas tem estatuto secundário para o serviço de amador por satélite na região 1?

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Resposta de referência
Opção C: 10,45-10,5 GHz
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica 10,45–10,5 GHz, opção 3, como faixa com estatuto secundário para amador por satélite na Região 1. O estatuto deve ser confirmado na edição vigente do QNAF e nas notas da faixa.

Erro comum: Confundir serviço de amador com serviço de amador por satélite ou transportar um estatuto de outra Região.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 307

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Qual a resistência total de duas resistências de 66 Ohm quando ligadas em paralelo?

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Resposta de referência
Opção A: 33 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: duas resistências iguais de 66 Ω em paralelo têm equivalente \(66/2 = 33 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências iguais em paralelo, dividir o valor de uma pela quantidade de resistências.
  2. 66 / 2 = 33 Ω.
  3. Esta simplificação exige resistências de igual valor.

Erro comum: Somar as resistências ou dividir por 33 em vez do número de ramos.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 308

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Qual a resistência total de duas resistências de 33 Ohm quando ligadas em paralelo?

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Resposta de referência
Opção D: 16,5 Ohm
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: duas resistências iguais de 33 Ω em paralelo têm equivalente \(33/2 = 16,5 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências iguais em paralelo, dividir o valor de uma pela quantidade de resistências.
  2. 33 / 2 = 16,5 Ω.
  3. Esta simplificação exige resistências de igual valor.

Erro comum: Escolher 33 Ω, que seria o valor de uma resistência isolada, ou somar em vez de dividir.

Categoria 2 · Módulo 03 · pergunta 309

Segurança RF e instalação · 7. Testar sem criar um perigo

Qual a melhor maneira de reduzir a possibilidade de causar interferências quando se testa um emissor?

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Resposta de referência
Opção B: Usar uma carga artificial
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma carga artificial/fictícia permite testar o emissor sem irradiar intencionalmente pela antena real, desde que suporte frequência, potência e duração.

Erro comum: Testar com uma pequena antena dentro de um edifício ou ligar o emissor directamente a um analisador.

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 310

Interferências e compatibilidade · Medidas de mitigação

O que é que poderá ser eficaz na redução de interferências de RF em circuitos de áudio?

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Resposta de referência
Opção B: Um condensador de (bypass) ou de desacoplamento
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um condensador de bypass/desacoplamento oferece um caminho de baixa impedância para RF e ajuda a impedir que perturbações RF entrem ou saiam de circuitos de áudio.

Erro comum: Escolher uma bobina sem considerar a função de bypass de alta frequência ou polarizar um díodo como solução genérica.

Categoria 2 · Módulo 09 · pergunta 311

Interferências e compatibilidade · Medidas de mitigação

Estou a ser interferido por outro amador. O que devo fazer?

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Resposta de referência
Opção A: Chegar a acordo com o outro amador, no sentido que as interferências não voltem a ocorrer
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a conduta inicial mais adequada: procurar acordo e corrigir a interferência com o outro amador, sem retaliar. Se não houver cooperação ou houver interferência prejudicial persistente, segue-se o procedimento formal competente.

Erro comum: Interferir deliberadamente o outro amador ou aumentar potência para o sobrepor.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 312

Regulamentação · 1. A hierarquia que evita erros

Tenho sido interferido de forma intermitente. Mas após aturada investigação, com a ajuda de outros colegas amadores, parece-me que a fonte interferente estará no prédio defronte de mim, onde não existe nenhuma estação de amador. O que é mais correto fazer?

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Resposta de referência
Opção B: Comunicar a situação à ANACOM, fornecendo toda a informação que tiver e solicitando a resolução do problema de acordo com os procedimentos definidos
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 2: comunicar a situação à ANACOM com a informação recolhida e pedir resolução segundo os procedimentos definidos. O canal e a tramitação devem ser confirmados na fonte oficial actual.

Erro comum: Aumentar potência para vencer a interferência ou apresentar uma queixa sem dados de frequência, horário, equipamento e evidência.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 313

Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer

Os receptores de SSB-SC estão associados a que tipo de modulação?

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Resposta de referência
Opção C: J3E
Porque é esta resposta?
J3E é o designador de emissão usado aqui para telefonia em banda lateral única com portadora suprimida. O designador descreve a emissão, não a arquitectura do receptor nem uma autorização para usar determinada faixa; as condições aplicáveis continuam a exigir consulta da fonte normativa.

Erro comum: Confundir J3E com A3E (AM) ou F3E (FM).

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 314

Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer

Os receptores AM estão associados a que tipo de modulação?

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Resposta de referência
Opção B: A3E
Porque é esta resposta?
A3E identifica telefonia analógica em modulação de amplitude de dupla banda lateral. A primeira letra descreve a modulação da portadora; o algarismo 3 indica um canal de informação analógica e E identifica telefonia. É uma classificação da emissão, não uma arquitectura de receptor nem uma autorização para usar certa frequência.

Erro comum: Confundir A3E com J3E de SSB ou F3E de FM.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 315

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Nas linhas de força de um campo eléctrico provocadas por uma carga eléctrica

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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão correctas
Porque é esta resposta?
As linhas de campo eléctrico não se cruzam e a tangente indica a direcção do campo num ponto. Ao seguir essa direcção, o potencial diminui. As linhas são uma representação do campo, não fios físicos; num ponto com campo não nulo existe uma direcção definida.

Erro comum: Dizer que linhas de campo se cruzam ou que o potencial aumenta no sentido do campo.

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 316

Antenas, linhas e VSWR · VSWR e ondas estacionárias

Qual o parâmetro que melhor descreve a interacção do lado da carga de um cabo desadaptado?

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Resposta de referência
Opção B: A relação de onda estacionária
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: VSWR descreve melhor a interacção da carga com um cabo desadaptado, porque deriva da reflexão causada pela desadaptação.

Erro comum: Escolher impedância característica, que é propriedade da linha, não o indicador directo da desadaptação da carga.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 317

Circuitos, fontes e componentes · 4. Díodos e rectificação

O simbolo indicado em D, na figura 6 (acima), representa

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Díodo Zener
Porque é esta resposta?
Na figura original diodos_1.jpg, o símbolo marcado D é um díodo Zener, reconhecido pela forma quebrada do cátodo. A opção 3 é a correcta.

Erro comum: Confundir o símbolo D com um díodo rectificador ou importar a identificação de uma figura didáctica diferente.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 318

Circuitos, fontes e componentes · 6. Válvulas termiónicas

Um pêntodo possui

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Resposta de referência
Opção C: 5 elementos
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um pêntodo tem cinco elementos funcionais — cátodo, ânodo e três grelhas.

Erro comum: Confundir pêntodo com tétrodo ou contar apenas os eléctrodos principais.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 319

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

A percentagem de modulação em FM é

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: o quociente entre o desvio instantâneo e o desvio máximo definido
Porque é esta resposta?
A fracção de utilização do desvio é a razão entre o desvio instantâneo, em módulo, e o desvio máximo definido, na mesma unidade. Para a exprimir em percentagem multiplica-se a razão por 100. Não é o índice de um tom FM, que divide o desvio de pico pela frequência modulante.

Erro comum: Confundir percentagem de modulação instantânea com índice de modulação ou com largura de banda.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 320

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

A percentagem de modulação da onda portadora de um emissor em modulação de frequência depende

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Da amplitude da tensão de modulação
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: a percentagem de modulação FM depende da amplitude da tensão modulante, porque essa amplitude determina o desvio instantâneo relativamente ao desvio máximo.

Erro comum: Escolher apenas a frequência da tensão modulante, confundindo frequência modulante com amplitude do desvio.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 321

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

A energia eléctrica (W) é definida pelo:

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Resposta de referência
Opção A: Produto da potência (P) pelo tempo (t).
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: energia eléctrica é o produto da potência pelo tempo, \(E = P \times t\).

Erro comum: Confundir a unidade W de potência com a energia total acumulada ao longo do tempo.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 322

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

O que sucede quando a impedância de uma carga eléctrica é igual à impedância interna da fonte de energia?

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Resposta de referência
Opção D: A fonte tem capacidade para fornecer o máximo de potência à carga.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no teorema de máxima transferência de potência para uma fonte resistiva: a carga iguala a resistência interna da fonte. Em circuitos AC deve considerar-se a adaptação conjugada das impedâncias; a condição é de transferência máxima, não de eficiência máxima.

Erro comum: Aplicar \(R_{\mathrm L}=R_{\mathrm i}\) sem distinguir fontes resistivas de impedâncias complexas ou dizer que a corrente deixa de existir.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 323

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Por que razão é importante haver uma boa adaptação de impedâncias?

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Resposta de referência
Opção A: Para que a fonte consiga fornecer o máximo de potência à carga.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta no modelo de adaptação: uma boa adaptação reduz reflexões e permite que a fonte transfira a máxima potência disponível para a carga, dentro do circuito e das perdas reais.

Erro comum: Escolher a semelhança vaga entre resistência e reactância como se substituísse a condição completa de impedância ou confundir potência máxima com eficiência máxima.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 324

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Diz-se que existe adaptação quando:

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Resposta de referência
Opção B: a transferência de energia é máxima.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta no modelo de adaptação: quando fonte, linha e carga estão adaptadas, a transferência de energia para a carga é máxima e as reflexões são mínimas.

Erro comum: Dizer que a energia é duplicada ou que a adaptação significa ausência de transferência.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 325

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Qual das afirmações está correcta?

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Resposta de referência
Opção D: As três afirmações são correctas.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: as três afirmações são verdadeiras — fonte ideal tem resistência interna nula, tensão terminal pode cair com carga e fontes compatíveis em série somam tensões.

Erro comum: Confundir tensão em vazio com tensão sob carga ou rejeitar a associação em série por causa da resistência interna real.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 326

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

Que nome recebe o processo pelo qual a luz solar é directamente convertida em energia eléctrica?

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Resposta de referência
Opção A: Conversão fotovoltaica.
Porque é esta resposta?
A conversão fotovoltaica transforma directamente energia luminosa em energia eléctrica numa célula ou painel solar. Distingue-se da fotossíntese e de processos que primeiro transformam a luz em calor; a saída real depende da iluminação, temperatura e carga.

Erro comum: Confundir conversão fotovoltaica com fotossíntese ou com emissão de fotões.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 327

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Como se relaciona a corrente total com a corrente individual em cada ramificação de um circuito em paralelo?

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Resposta de referência
Opção C: Corresponde à soma das correntes nas várias ramificações.
Porque é esta resposta?
Pela lei das correntes de Kirchhoff, a soma das correntes que entram num nó é igual à soma das que saem. Num circuito em paralelo, a corrente da alimentação é a soma das correntes dos ramos: \(I_{\mathrm{total}} = I_{\mathrm{1}} + I_{\mathrm{2}} + …\); não é a média das correntes.

Erro comum: Usar a fórmula de resistências em paralelo directamente para a corrente ou calcular uma média dos ramos.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 328

Electricidade básica · 9. Energia e capacidade de baterias

Em que circunstância se torna aceitável recarregar uma célula primária de carbono-zinco?

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Resposta de referência
Opção D: Nunca.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma célula primária de carbono-zinco não foi concebida para recarga; tentar recarregá-la pode causar fuga, aquecimento ou ruptura. Só se recarregam células explicitamente recarregáveis e com o método indicado pelo fabricante.

Erro comum: Assumir que qualquer célula de baixa tensão pode ser recarregada com corrente constante.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 329

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Uma carga eléctrica fixa num ponto do espaço cria em torno de si:

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Resposta de referência
Opção A: Um campo eléctrico.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: uma carga eléctrica fixa, mesmo sem corrente, cria um campo eléctrico à sua volta.

Erro comum: Associar sempre campo magnético a uma carga isolada ou confundir carga fixa com corrente eléctrica.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 330

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Em condições de propagação normais, a intensidade do campo eléctrico:

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Resposta de referência
Opção C: Decresce com o quadrado da distância.
Porque é esta resposta?
A fonte histórica indica historicamente a opção 3 («Decresce com o quadrado da distância»), e essa é a resposta que deve ser apresentada ao aluno como resposta da fonte. A ressalva teórica é essencial: em condições de campo distante, a amplitude do campo eléctrico E diminui aproximadamente como 1/r, enquanto a densidade de potência diminui como 1/r². Assim, a opção 3 corresponde à densidade de potência, não à intensidade do campo eléctrico tal como o enunciado a nomeia.

Erro comum: Ler «intensidade do campo eléctrico» como se fosse densidade de potência e aplicar automaticamente a lei do inverso do quadrado.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 331

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Uma bússola reage:

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Resposta de referência
Opção B: aos campos magnéticos.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma bússola alinha-se com o campo magnético local, principalmente o campo magnético da Terra.

Erro comum: Confundir a resposta da bússola ao campo magnético com uma medição de campo eléctrico ou tensão.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 332

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Em que consiste um campo magnético?

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Resposta de referência
Opção B: A região que rodeia um íman através do qual actua uma força magnética.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: campo magnético é a região em torno de um íman ou corrente onde pode actuar uma força magnética.

Erro comum: Confundir o campo com a corrente eléctrica ou com o campo entre placas de um condensador.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 333

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

As ondas electromagnéticas são produzidas por:

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Resposta de referência
Opção D: Corrente eléctrica oscilante.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: ondas electromagnéticas são produzidas por campos eléctrico e magnético variáveis, como os associados a uma corrente oscilante.

Erro comum: Afirmar que carga em repouso ou corrente contínua constante gera uma onda radiada da mesma forma.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 334

Propagação HF, VHF e UHF · Linha de vista, relevo e difracção

Qual a velocidade, aproximada, da propagação das ondas rádio no espaço?

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Resposta de referência
Opção A: 300 000 km/s
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: no espaço livre, as ondas rádio propagam-se aproximadamente à velocidade da luz, 300 000 km/s, ou \(3 \times 10⁸ m/s\).

Erro comum: Escolher 120 000 km/s ou confundir velocidade de propagação no cabo com a do espaço livre.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 335

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Qual o valor da tensão pico-a-pico de um sinal sinusoidal, se num voltímetro AC se obtiver uma tensão eficaz de 65 volt?

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Resposta de referência
Opção D: 184 V
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta para uma sinusóide: \(V_{\mathrm{pp}} = 2\sqrt{2} V_{\mathrm{rms}} = 2\sqrt{2} \times 65 V ≈ 184 V\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para uma sinusóide, o valor de pico é a tensão eficaz multiplicada pela raiz quadrada de 2.
  2. A tensão pico a pico é duas vezes o pico: \(2\sqrt{2}\times65\approx183,85\,\mathrm{V}\).
  3. Arredondar para a opção 184 V.

Erro comum: Usar \(V_{\mathrm{p}} = V_{\mathrm{rms}}/\sqrt{2}\) ou confundir valor de pico com pico-a-pico.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 336

Electricidade básica · 3. Campos eléctricos e magnéticos

Qual das seguintes opções descreve melhor a forma como as ondas electromagnéticas viajam em espaço livre?

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Resposta de referência
Opção D: A energia propaga-se pela alteração dos campos eléctrico e magnético.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: a energia electromagnética propaga-se através da variação acoplada dos campos eléctrico e magnético; os campos são transversais, não alinhados no sentido descrito na opção 1.

Erro comum: Imaginar que os campos E e H ficam paralelos entre si ou que a onda precisa de ser reflectida pela ionosfera para viajar no espaço livre.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 337

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

1 MHz equivale a:

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Resposta de referência
Opção D: 1 000 kHz
Porque é esta resposta?
Mega corresponde a 10⁶ e quilo a 10³. Assim, \(1 MHz = 10⁶ Hz = 1000 kHz\); converter o prefixo altera o número, mas conserva a mesma frequência física.

Erro comum: Confundir MHz com 1000 Hz ou deslocar apenas três casas entre MHz e Hz.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 338

Electricidade básica · 4. Tensão e força electromotriz

Qual das seguintes opções é equivalente ao valor quadrático médio de uma tensão AC?

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Resposta de referência
Opção C: A tensão DC que provoca a mesma quantidade de calor num dado resistência que a tensão AC RMS correspondente.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: o valor RMS de uma tensão AC é a tensão DC que produziria a mesma potência térmica numa resistência, nas condições equivalentes.

Erro comum: Confundir RMS com o valor médio ou com o pico da sinusóide.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 339

Medições e instrumentos · Multímetro: três ligações que não se devem confundir

Qual das seguintes opções é uma característica de um bom voltímetro DC?

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Resposta de referência
Opção C: Elevada impedância de entrada
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: um bom voltímetro DC tem elevada impedância de entrada para retirar pouca corrente e produzir baixo efeito de carga.

Erro comum: Escolher baixa impedância por analogia com um amperímetro ou confundir resolução com efeito de carga.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 340

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Em que consiste o período de uma onda?

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Resposta de referência
Opção A: O tempo necessário para terminar um ciclo.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: período é o tempo necessário para completar um ciclo, \(T = 1/f\).

Erro comum: Confundir período com frequência, número de graus ou amplitude.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 341

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Qual das afirmações está incorrecta?

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Resposta de referência
Opção B: A nossa voz é um conjunto de ondas electromagnéticas.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é a afirmação incorrecta: a voz humana é acústica e pode ser convertida em sinal eléctrico; o sinal electromagnético aparece depois, na transmissão, não como a voz original.

Erro comum: Confundir a onda RF que transporta a informação com a onda acústica produzida pela voz.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 342

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Qual das afirmações está correcta?

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Resposta de referência
Opção D: Todas as hipóteses anteriores estão correctas.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma onda quadrada pode ser decomposta em sinusóides, um passa-baixo pode deixar a fundamental e as ondas quadradas são importantes no processamento digital.

Erro comum: Dizer que a onda quadrada é uma sinusóide única ou que um filtro passa-baixo preserva todos os harmónicos.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 343

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Qual das afirmações está incorrecta?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Uma onda quadrada só tem a frequência fundamental, não tendo harmónicas.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a afirmação incorrecta: uma onda quadrada contém a fundamental e, em geral, harmónicas; não é apenas uma frequência.

Erro comum: Confundir a forma no tempo com uma única componente espectral ou esquecer os harmónicos ímpares da onda quadrada ideal.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 344

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Qual das afirmações está incorrecta?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção C: Uma onda quadrada só tem a frequência fundamental, não tendo harmónicas.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a afirmação incorrecta: uma onda quadrada não tem apenas a fundamental; contém harmónicas, que são múltiplos superiores da frequência fundamental.

Erro comum: Confundir uma onda quadrada filtrada, aproximada pela fundamental, com a onda quadrada original.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 345

Sinais, modulação e potência · 1. Sinais no tempo e na frequência

Que tipo de onda é produzido pela voz humana?

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Resposta de referência
Opção C: Irregular.
Porque é esta resposta?
A opção 3 («irregular») é a melhor resposta: a voz humana é um sinal complexo e variável, não uma sinusóide única nem uma onda trapezoidal ideal.

Erro comum: Representar a voz real como uma onda sinusoidal simples apenas porque pode ser analisada por componentes sinusoidais.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 346

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Em modulação de frequência, uma emissão em que o desvio de frequência máximo é de 15 kHz e em que num dado instante o desvio de frequência é de 3 kHz, tem nesse instante uma percentagem de modulação de:

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Resposta de referência
Opção B: 0,2
Porque é esta resposta?
A razão entre o desvio instantâneo de 3 kHz e o máximo definido de 15 kHz é \(3/15=0,2\). Essa fracção corresponde a 20%, não a 0,2%. A opção 0,2 apresenta a razão em forma decimal, apesar de o enunciado pedir uma percentagem.
Raciocínio passo a passo
  1. Comparar o módulo do desvio instantâneo com o desvio máximo: 3 / 15 = 0,2.
  2. Para apresentar uma percentagem, multiplicar a fracção por 100: 20%.
  3. A opção 0,2 exprime a fracção decimal; o enunciado pede percentagem, pelo que é preciso explicitar esta diferença.

Erro comum: Dividir pelo período ou confundir este quociente com o índice β de FM.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 347

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Em modulação de frequência, o índice de modulação:

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Resposta de referência
Opção B: É sempre menor que a largura de faixa ocupada.
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 2 («É sempre menor que a largura de faixa ocupada.»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: O índice de modulação FM \(β = Δf/fₘ\) é adimensional e está relacionado com a largura de banda. A análise técnica anterior favorece a opção 1; comparar directamente o índice com uma largura de banda em hertz, como faz a opção histórica 2, não é dimensionalmente rigoroso. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.

Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 348

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Numa emissão radiotelefónica deve utilizar-se a percentagem de modulação mais alta possível?

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Resposta de referência
Opção A: Sim, mas sem exceder os 100% para que, para a mesma potência da portadora, se obtenha maior nível sonoro.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta no modelo de AM: deve usar-se a maior modulação possível sem exceder 100%, porque sobremodulação provoca cruzamento da envolvente, distorção e energia fora da banda.

Erro comum: Afirmar que qualquer valor acima de 100% melhora o áudio ou que a antena é que fica saturada.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 349

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Qual o inconveniente da sobremodulação?

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Resposta de referência
Opção B: Provoca o aumento da largura de faixa ocupada pela emissão, o que poderá provocar interferências na recepção dos canais adjacentes.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: a sobremodulação aumenta a largura de banda ocupada e pode causar interferência nos canais adjacentes, além de distorção.

Erro comum: Dizer que a sobremodulação estreita a emissão ou satura fisicamente a antena.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 350

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Numa emissão em FM:

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Resposta de referência
Opção D: o número de frequências que constituem as faixas laterais é infinito.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no modelo teórico: uma emissão FM tem infinitas bandas laterais; na prática consideram-se apenas as componentes significativas dentro da largura de banda relevante.

Erro comum: Dizer que FM não tem bandas laterais ou que só existe a componente da frequência modulante de maior amplitude.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 351

Sinais, modulação e potência · 8. O que observar num espectro

A recepção em AM tem desvantagens em relação à recepção em FM em:

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Resposta de referência
Opção B: Maior sensibilidade aos ruídos interferentes.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: a AM é mais sensível a ruído de amplitude do que a FM, porque a informação está nas variações da amplitude.

Erro comum: Confundir menor largura de banda ou estabilidade com a desvantagem principal pedida.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 352

Receptores e emissores · 2. Super-heteródino e mistura

A conversão de frequência:

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Resposta de referência
Opção A: É a obtenção de uma certa frequência a partir da diferença de outras duas.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: conversão de frequência pode obter uma frequência de soma ou diferença a partir de outras duas, normalmente através de mistura.

Erro comum: Confundir conversão com multiplicação de frequência ou limitar a técnica a emissores.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 353

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Dá-se o nome de desmodulação (ou detecção):

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Resposta de referência
Opção A: Ao processamento de uma onda modulada de modo a recuperar o sinal modulante.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: desmodulação ou detecção é o processamento do sinal modulado para recuperar o sinal modulante/informação.

Erro comum: Confundir detecção com aplicar RF directamente ao altifalante ou apenas rectificar áudio.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 354

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Em modulação de amplitude, dupla faixa lateral, a largura de faixa necessária para uma emissão radiofónica é de:

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Resposta de referência
Opção B: 6 kHz
Porque é esta resposta?
A opção 2 («6 kHz») é correcta no modelo introdutório de AM DSB com áudio até 3 kHz: \(B\approx2f_{\mathrm{m,max}}=2\times3\,\mathrm{kHz}\).

Erro comum: Usar 3 kHz como largura total ou contar a portadora como uma terceira faixa lateral.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 355

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Além das interferências provocadas, a sobremodulação terá mais algum inconveniente?

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Resposta de referência
Opção B: Produz distorção.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: além de poder causar interferência, a sobremodulação produz distorção por cruzamento da envolvente e excesso de energia fora da banda.

Erro comum: Pensar que só a antena ou o receptor podem ser danificados e que o áudio fica apenas mais alto.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 356

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Em modulação de frequência, por cada frequência modulante, a antena emissora radia:

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Resposta de referência
Opção D: Um número infinito de frequências.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no modelo teórico: para cada frequência modulante, a FM pode produzir um número infinito de bandas laterais; na prática só se consideram as componentes significativas.

Erro comum: Dizer que FM só tem portadora e duas bandas laterais, descrição simplificada de AM DSB.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 357

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Em relação à modulação de amplitude (dupla faixa lateral), a modulação de frequência tem a seguinte vantagem:

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Resposta de referência
Opção A: Menos ruído.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é a vantagem didáctica esperada: em condições comparáveis, FM oferece melhor rejeição de certas variações de amplitude e ruídos. Essa vantagem costuma vir acompanhada de maior largura de banda.

Erro comum: Escolher menor largura de banda, que é normalmente a vantagem da SSB, não da FM.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 358

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Na transmissão pelo sistema SSB, com portadora suprimida:

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Resposta de referência
Opção D: há maior economia do espectro de frequência.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: SSB com portadora suprimida conserva uma só banda lateral e poupa espectro face à AM DSB.

Erro comum: Dizer que a portadora é transmitida ou que a maior potência fica na portadora suprimida.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 359

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Na comunicação pelo sistema SSB, com portadora suprimida:

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Resposta de referência
Opção C: para desmodular, o receptor deve restabelecer a portadora
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: com a portadora suprimida, o receptor precisa de inserir uma referência local — por exemplo, BFO/detector de produto — para desmodular a SSB.

Erro comum: Pensar que metade da informação se perde ou que o receptor DSB simples é suficiente.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 360

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Na comunicação pelo sistema faixa lateral única, em inglês SSB (single side band), transmite-se

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Resposta de referência
Opção C: apenas uma faixa lateral, com portadora completa ou reduzida, ou sem portadora.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: SSB transmite uma única banda lateral, podendo a portadora ser completa, reduzida ou suprimida conforme a classe de emissão.

Erro comum: Confundir SSB com AM convencional, que transmite portadora e duas bandas laterais.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 361

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

A largura de faixa necessária:

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Resposta de referência
Opção B: é, para uma dada classe de emissão, o valor mínimo da largura de faixa ocupada suficiente para assegurar a transmissão da informação à velocidade e com a qualidade requeridas em determinadas condições.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: largura de banda necessária é o valor mínimo de largura ocupada suficiente para transmitir a informação com a velocidade e qualidade requeridas, para uma classe e condições definidas.

Erro comum: Escolher o valor máximo ou dizer que não depende da classe de emissão.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 362

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Uma emissão de faixa lateral única é:

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Resposta de referência
Opção C: uma emissão em modulação de amplitude.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: SSB é uma emissão em modulação de amplitude, com a portadora e uma banda lateral suprimidas na variante de portadora suprimida.

Erro comum: Classificar SSB como FM ou PM por ser eficiente em largura de banda.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 363

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Que vantagem resulta da utilização da banda lateral única, em comparação com outros tipos de modulação de voz nas faixas HF de radioamador?

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Resposta de referência
Opção B: Menor largura de banda e elevada eficiência energética.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: em HF, SSB combina menor largura de banda com melhor aproveitamento energético, porque não gasta potência na portadora nem numa segunda banda lateral.

Erro comum: Escolher alta fidelidade ou sintonia mais simples, que não são as vantagens principais da SSB.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 364

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

Como se designa o processo de alteração de envolvente de uma onda de RF para transmissão de informação?

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Resposta de referência
Opção D: Modulação de amplitude.
Porque é esta resposta?
A opção 4 («modulação de amplitude») é correcta: alterar a envolvente/amplitude de uma onda RF para transportar informação é AM.

Erro comum: Confundir alteração da envolvente com modulação de frequência ou fase.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 365

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Como se designa o processo de alteração da frequência de uma onda de RF para transmissão de informação?

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Resposta de referência
Opção D: Modulação de frequência.
Porque é esta resposta?
A opção 4 («modulação de frequência») é correcta: alterar a frequência instantânea de uma onda RF para transportar informação é FM. Conversão de frequência é outra operação, normalmente de mistura.

Erro comum: Confundir modulação de frequência com conversão de frequência entre RF e FI.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 366

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

O que sucede ao sinal de um transmissor de fonia sobremodulado de banda lateral única?

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Resposta de referência
Opção D: Fica distorcido e ocupa maior largura de banda.
Porque é esta resposta?
Se a cadeia SSB for excitada além da sua região linear, os picos podem ser recortados ou comprimidos de forma não linear. Surgem distorção e produtos fora do espectro útil, alargando a emissão. A expressão «sobremodulação» refere-se aqui à sobreexcitação da cadeia; o limite de 100% da AM com portadora não se aplica directamente à SSB.

Erro comum: Pensar que a voz fica apenas mais sonora ou que melhora fidelidade e relação sinal-ruído.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 367

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Como se designa a razão entre o desvio de frequência de uma portadora de RF e a frequência modulada do sinal de fonia FM correspondente?

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Resposta de referência
Opção D: Índice de modulação.
Porque é esta resposta?
Para um tom sinusoidal, o índice de modulação FM é \(\beta=\Delta f/f_m\): Δf é o desvio de pico da portadora e fm é a frequência do tom, ambos em Hz. A razão não tem unidade. A frequência usada no denominador é a modulante, não a frequência RF da portadora; para uma faixa de áudio, a razão de desvio usa a maior frequência modulante.

Erro comum: Confundir índice de modulação com percentagem de modulação ou com a largura de banda em kHz.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 368

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Como varia o índice de modulação de uma emissão modulada em fase com a frequência da portadora de RF (a frequência modulada)?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: Não depende da frequência da portadora de RF.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta no modelo ideal de PM: o índice de modulação é determinado pelo desvio de fase produzido pelo sinal modulante e não depende directamente da frequência da portadora RF.

Erro comum: Confundir PM com FM e assumir que toda a variação de frequência da portadora altera automaticamente o índice de fase.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 369

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Qual a razão de desvio de um sinal de fonia FM com um máximo de frequência de oscilação de ± 5 kHz, assumindo uma taxa máxima de modulação de 3 kHz?

Ver resposta e explicação
Resposta de referência
Opção D: 1,67
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: razão de desvio: \(5/3\approx1,67\), com ambos os valores em kHz.

Erro comum: Inverter o quociente e obter 0,6 ou usar a frequência da portadora em vez da frequência modulante máxima.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 370

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Qual a razão de desvio de um sinal de fonia FM com um máximo de frequência de oscilação de ± 7.5 kHz, assumindo uma taxa máxima de modulação de 3.5 kHz?

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Resposta de referência
Opção A: 2,14
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: razão de desvio: \(7,5/3,5\approx2,14\), com ambos os valores em kHz.

Erro comum: Confundir 0,214 com 2,14 ou inverter numerador e denominador.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 371

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Em que consiste a razão de desvio?

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Resposta de referência
Opção B: A razão entre a frequência de máximo desvio da portadora e a máxima frequência áudio de modulação.
Porque é esta resposta?
A opção 2 define a razão de desvio: desvio máximo da portadora dividido pela máxima frequência áudio de modulação.

Erro comum: Dividir pela frequência central da portadora, que não é a frequência modulante.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 372

Sinais, modulação e potência · 3. AM, SSB e sobremodulação

As emissões SSB:

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Resposta de referência
Opção C: ocupam cerca de metade da banda de uma emissão AM.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta no modelo de fonia: SSB ocupa aproximadamente metade da largura de uma AM de dupla faixa lateral, porque conserva apenas uma banda lateral.

Erro comum: Dizer que SSB contém mais informação ou ocupa o dobro da AM.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 373

Sinais, modulação e potência · 2. A cadeia da comunicação

O processo de modulação permite:

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Resposta de referência
Opção A: colocar a informação na portadora.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: a modulação coloca a informação do sinal modulante numa portadora RF, alterando amplitude, frequência ou fase conforme o tipo.

Erro comum: Confundir modulação com demodulação, que recupera a informação da portadora.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 374

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Um amplificador tem um ganho de 20 dB Qual a potência na sua saída quando a sua entrada é excitada com 1 W?

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Resposta de referência
Opção A: 100 W
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: ganho de potência 20 dB significa \(P_{\mathrm{saída}}/P_{\mathrm{entrada}}=10^{20/10}=100\); com 1 W de entrada, a saída ideal é 100 W.
Raciocínio passo a passo
  1. Converter o ganho de potência: \(10^{20/10}=100\).
  2. Multiplicar a entrada pelo ganho linear: 1 W × 100 = 100 W.

Erro comum: Usar 20 vezes em vez de converter dB para razão de potência ou usar a fórmula de tensão.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 375

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Qual é a potência de pico envolvente à saída de um transmissor se um osciloscópio medir 200 V pico a pico numa carga fictícia de 50 ohms ligada à potência de saída?

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Resposta de referência
Opção B: 100 W
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: \(V_{\mathrm{p}} = 200/2 = 100 V\), \(V_{\mathrm{rms}} = 100/\sqrt{2} V\) e \(PEP = V_{\mathrm{rms}}^2/50 = 100 W\).

Erro comum: Usar Vpp directamente na fórmula de potência ou calcular 200²/50 sem converter para RMS.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 376

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Qual a relação entre a potência de pico evolvente e a potência média numa portadora não modulada?

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Resposta de referência
Opção B: 1
Porque é esta resposta?
A opção 2 («1») é correcta: numa portadora não modulada a envolvente é constante, pelo que a potência de pico da envolvente coincide com a potência média medida da portadora.

Erro comum: Aplicar a relação de uma sinusóide a uma portadora modulada ou confundir PEP com tensão de pico.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 377

Electricidade básica · 8. Potência eléctrica

Qual seria a tensão numa carga fictícia de 50 ohms que dissipasse 1200 watt?

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Resposta de referência
Opção B: 245 V
Porque é esta resposta?
A opção 2 («245 V») é correcta: \(V_{\mathrm{rms}} = \sqrt{P\times R} = \sqrt{1200\times 50} ≈ 245 V\).

Erro comum: Usar \(P/R\) em vez de \(\sqrt{PR}\), ou calcular a tensão de pico quando a pergunta pede o valor eficaz.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 378

Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia

Uma antena fictícia

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Resposta de referência
Opção D: simula as características de carga da antena sem radiar sinais
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: uma carga fictícia simula a impedância da antena e dissipa a potência sem radiar de forma significativa, permitindo testar o emissor com segurança.

Erro comum: Confundir carga fictícia com atenuador de sinal ou assumir que serve para adaptar áudio ao receptor.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 379

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Qual a percentagem de perda de potência que resulta de uma transmissão com perda de 1dB na linha

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Resposta de referência
Opção C: 20,5%.
Porque é esta resposta?
Uma perda de 1 dB corresponde a uma fracção transmitida de \(10^{-1/10}\approx0,7943\). Perde-se, portanto, \((1-0,7943)\times100\approx20,57\%\). A opção 20,5% é a mais próxima; não é o arredondamento decimal exacto de 20,57%, que daria 20,6%.
Raciocínio passo a passo
  1. Uma perda de 1 dB dá razão de potência de saída para entrada \(10^{-1/10}\approx0,79433\).
  2. A fracção perdida é 1 − 0,79433 = 0,20567, ou cerca de 20,57%.
  3. 20,5% é a opção mais próxima; não é o arredondamento exacto a uma casa decimal.

Erro comum: Tratar 1 dB como 10% exactos ou usar a fórmula de tensão numa pergunta sobre potência.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 380

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Qual é a potência de pico envolvente à saída de um transmissor se um osciloscópio medir 500 V pico a pico num resistência de 50 ohms ligado à saída do transmissor?

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Resposta de referência
Opção B: 625 W
Porque é esta resposta?
A opção 2 («625 W») é correcta: 500 V pico a pico correspondem a 250 V de pico e, para uma sinusóide, \(V_{\mathrm{rms}} = 250/\sqrt{2} V\). Assim, \(P = V_{\mathrm{rms}}²/50 = 625 W\).

Erro comum: Usar 500 V directamente como valor eficaz ou dividir Vpp² pela resistência sem converter para RMS.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 381

Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia

Qual é a potência de pico envolvente à saída de uma portadora não modulada se um wattímetro ligado à saída do transmissor indicar um valor médio de 1060 watt?

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Resposta de referência
Opção B: 1060 W
Porque é esta resposta?
A opção 2 («1060 W») é correcta: numa portadora não modulada a potência da envolvente não varia; por isso o valor médio indicado pelo wattímetro é também o valor de PEP.

Erro comum: Duplicar o valor médio por confundir potência de pico da envolvente com tensão de pico.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 382

Sinais, modulação e potência · 7. Potência activa, reactiva e aparente

Como se designa a energia fora de fase e não produtiva associada a indutores e condensadores?

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Resposta de referência
Opção D: Potência reactiva.
Porque é esta resposta?
Potência reactiva é a grandeza associada à troca periódica de energia entre a fonte e os campos de bobinas e condensadores. Mede-se em var e não representa energia consumida por unidade de tempo como calor no modelo reactivo ideal. O enunciado chama-lhe «energia», mas energia e potência são grandezas diferentes.

Erro comum: Confundir potência reactiva com potência activa ou com PEP, que é uma grandeza de RF diferente.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 383

Sinais, modulação e potência · 7. Potência activa, reactiva e aparente

Como se determina a potência activa num circuito AC em que a tensão e a corrente estão fora de fase?

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Resposta de referência
Opção A: Multiplicando a potência aparente pelo factor de potência.
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: a potência activa é o produto da potência aparente pelo factor de potência, isto é, \(P = S\times \cos\varphi\) quando o factor de potência é \(\cos\varphi\).

Erro comum: Dividir pela potência reactiva ou pela factor de potência, invertendo a relação entre potência activa e aparente.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 384

Sinais, modulação e potência · 7. Potência activa, reactiva e aparente

Que potência é consumida num circuito com um factor de potência de 0.2 se a entrada é de 100V AC a 4 ampere?

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Resposta de referência
Opção B: 80 W
Porque é esta resposta?
A opção 2 («80 W») é correcta: a potência aparente é \(100\times 4 = 400 VA\) e a potência activa é \(400\times 0,2 = 80 W\).

Erro comum: Responder 400 W, confundindo volt-amperes com watts, ou ignorar o factor de potência.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 385

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Num atenuador constituído por duas resistências de 100 ohms em série o sinal de entrada é aplicado no conjunto das duas e a saída é retirada do ponto médio. A atenuação da malha é de:

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Resposta de referência
Opção B: 6 dB
Porque é esta resposta?
A opção 2 («6 dB») é a resposta esperada para um divisor simétrico sem carga relevante: o ponto médio fornece metade da tensão, e \(20 \log_{10}(2) ≈ 6 dB\). A atenuação real depende da impedância da fonte e da carga ligada à saída.
Raciocínio passo a passo
  1. A razão entre tensão de entrada e de saída é 2. No divisor de resistências iguais, pressupõe-se uma carga que não altere sensivelmente a divisão.
  2. A atenuação de tensão é \(20\log_{10}(2)\approx6,02\,\mathrm{dB}\).
  3. A opção arredondada é 6 dB. A interpretação como perda de potência exige considerar as impedâncias.

Erro comum: Aplicar 6 dB sem verificar o efeito da carga ou calcular a razão de potências quando o enunciado dá uma razão de tensões.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 386

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Um atenuador tem 10 V rms aplicados à entrada obtendo-se 5 V rms na saída. A atenuação obtida é de:

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Resposta de referência
Opção A: 6 dB
Porque é esta resposta?
A tensão de saída é metade da de entrada: 5 V eficazes face a 10 V eficazes. A atenuação de tensão é \(20\log_{10}(10/5)\approx6,02\,\mathrm{dB}\), cerca de 6 dB. Para a interpretar como perda de potência, é necessário considerar também as impedâncias dos dois pontos.
Raciocínio passo a passo
  1. A razão entre tensão de entrada e de saída é 2. No divisor de resistências iguais, pressupõe-se uma carga que não altere sensivelmente a divisão.
  2. A atenuação de tensão é \(20\log_{10}(2)\approx6,02\,\mathrm{dB}\).
  3. A opção arredondada é 6 dB. A interpretação como perda de potência exige considerar as impedâncias.

Erro comum: Usar 10 log10 para uma razão de tensões ou inverter entrada e saída, obtendo um ganho positivo.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 387

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Um amplificador com um ganho de 20 dB tem a saída ligada a um atenuador de 10 dB O ganho do conjunto é de:

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Resposta de referência
Opção B: 10 dB
Porque é esta resposta?
A opção 2 («10 dB») é correcta: ganhos e perdas em cascata somam-se em dB, portanto \(20 dB − 10 dB = 10 dB\).

Erro comum: Multiplicar 20 por 10 ou tratar os dB como se fossem razões lineares.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 388

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Um amplificador com um ganho de 20 dB tem a saída ligada a um atenuador de 30 dB O ganho do conjunto é de:

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Resposta de referência
Opção C: -10 dB
Porque é esta resposta?
A opção 3 («−10 dB») é correcta: o ganho de 20 dB seguido de uma perda de 30 dB produz \(20 − 30 = −10 dB\).

Erro comum: Escolher +10 dB e ignorar que o atenuador tem uma perda maior do que o ganho do amplificador.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 389

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Cada um dos andares de um amplificador de três andares tem um ganho de 5 dB O ganho do amplificador é de:

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Resposta de referência
Opção B: 15 dB
Porque é esta resposta?
A opção 2 («15 dB») é correcta: três andares com 5 dB cada dão \(5 + 5 + 5 = 15 dB\) de ganho total.

Erro comum: Multiplicar \(5\times5\times5\) ou somar as potências lineares sem converter para dB.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 390

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Qual a resistência total de duas resistências de 25 ohms cada, quando ligadas em série?

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Resposta de referência
Opção C: 50 ohms
Porque é esta resposta?
A opção 3 («50 ohms») é correcta: resistências em série somam-se, logo \(25 + 25 = 50 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Em série, a resistência equivalente é a soma das resistências.
  2. 25 + 25 = 50 Ω.

Erro comum: Usar a fórmula de paralelo ou assumir que a resistência fica igual à de uma só componente.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 391

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Qual a resistência total de duas resistências de 33 ohms quando ligadas em paralelo?

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Resposta de referência
Opção D: 16,5 ohms
Porque é esta resposta?
A opção 4 («16,5 ohms») é correcta: para duas resistências iguais em paralelo, \(R_{\mathrm{total}} = R/2 = 33/2 = 16,5 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências iguais em paralelo, dividir o valor de uma pela quantidade de resistências.
  2. 33 / 2 = 16,5 Ω.
  3. Esta simplificação exige resistências de igual valor.

Erro comum: Somar as resistências como se estivessem em série ou escolher 33 Ω sem calcular o efeito da associação.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 392

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Qual a resistência total de duas resistências de 66 ohms quando ligadas em paralelo?

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Resposta de referência
Opção A: 33 ohms
Porque é esta resposta?
A opção 1 («33 ohms») é correcta: para duas resistências iguais em paralelo, \(R_{\mathrm{total}} = 66/2 = 33 Ω\).
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências iguais em paralelo, dividir o valor de uma pela quantidade de resistências.
  2. 66 / 2 = 33 Ω.
  3. Esta simplificação exige resistências de igual valor.

Erro comum: Somar 66 + 66 ou escolher 16,5 Ω, que resultaria de usar 33 Ω como valor de cada resistência.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 393

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Em que consiste a impedância?

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Resposta de referência
Opção C: Oposição ao fluxo de corrente num circuito de corrente alternada.
Porque é esta resposta?
A opção 3 é a definição introdutória esperada: impedância é a oposição que um circuito oferece à corrente alternada, incluindo o efeito resistivo e reactivo. Em termos completos, é uma grandeza complexa, não apenas uma resistência.

Erro comum: Dizer que impedância é o inverso da resistência ou esquecer a componente reactiva de bobinas e condensadores.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 394

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Qual a resistência total de 3 resistencias ligados em paralelo, um de 10 ohms, o segundo de 20 ohms e o terceiro de 50 ohms?

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Resposta de referência
Opção A: 5,9 ohms
Porque é esta resposta?
A opção 1 («5,9 ohms») é correcta: \(1/R = 1/10 + 1/20 + 1/50 = 0,17\); logo \(R ≈ 5,88 Ω\), arredondado para 5,9 Ω.
Raciocínio passo a passo
  1. Para resistências diferentes em paralelo, somar as condutâncias: 1/10 + 1/20 + 1/50 = 0,17 S.
  2. Inverter a condutância total: 1 / 0,17 ≈ 5,88 Ω.
  3. Arredondar para 5,9 Ω; o resultado é inferior à menor resistência, 10 Ω.

Erro comum: Somar os valores como se estivessem em série ou calcular a soma dos inversos sem voltar a inverter o resultado.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 395

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Que componente se deverá adicionar a um resistência de forma a aumentar a resistência do circuito?

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Resposta de referência
Opção B: Uma resistência ligado em série.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: acrescentar uma resistência em série soma esse valor à resistência existente e aumenta a resistência total.

Erro comum: Escolher paralelo, que reduz a resistência equivalente, ou usar um condensador sem considerar que o efeito depende da frequência.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 396

Circuitos, fontes e componentes · 9. Fontes, termístores e desacoplamento

Que tipo de componente é um termístor?

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Resposta de referência
Opção B: Dispositivo susceptível a alterações controladas de resistência provocadas por variações de temperatura.
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: um termístor é um componente cuja resistência varia de forma previsível com a temperatura; pode ser NTC ou PTC conforme o sentido da variação.

Erro comum: Confundir termístor com termopar, transistor ou condensador dependente da temperatura.

Categoria 2 · Módulo 01 · pergunta 397

Electricidade básica · 6. Unidades e prefixos

Exprima em microFarad uma capacidade de 470 pF (picoFarad):

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Resposta de referência
Opção A: 0,000 47 µF.
Porque é esta resposta?
A opção 1 («0,00047 µF») é correcta: \(1 µF = 1 000 000 pF\), portanto \(470 pF = 470/1 000 000 µF = 0,00047 µF\).

Erro comum: Mover a vírgula três casas, como se pF fosse nF, ou confundir 470 pF com 0,047 µF.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 398

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Qual das seguintes afirmações é falsa?

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Resposta de referência
Opção D: Os únicos condensadores que têm polaridade são os condensadores de mica.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é falsa: não são os condensadores de mica que têm polaridade; electrolíticos e tântalo são exemplos de condensadores polarizados, enquanto cerâmicos e muitos de filme não o são.

Erro comum: Memorizar «mica» como sinónimo de polarizado ou assumir que todos os condensadores podem ser ligados em qualquer sentido.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 399

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Qual é uma das principais vantagens dos condensadores cerâmicos?

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Resposta de referência
Opção D: Custo relativamente reduzido.
Porque é esta resposta?
A opção 4 é uma vantagem comum: condensadores cerâmicos são geralmente económicos, compactos e adequados a muitas aplicações de desacoplamento e RF. As restantes características dependem do tipo cerâmico e do valor escolhido.

Erro comum: Generalizar estabilidade elevada, tolerância reduzida ou grande capacidade para todos os condensadores cerâmicos.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 400

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Que dispositivo se utiliza para armazenar energia eléctrica num campo electrostático?

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Resposta de referência
Opção C: Um condensador.
Porque é esta resposta?
A opção 3 («um condensador») é correcta: o condensador armazena energia no campo eléctrico entre as suas armaduras; o indutor armazena energia no campo magnético.

Erro comum: Trocar condensador por indutor ou pensar que a bateria armazena energia especificamente num campo electrostático.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 401

Circuitos, fontes e componentes · 3. Condensador e bobina

Qual dos seguintes tipos de condensadores é mais apropriado para uso em circuitos com filtros activos RC ampop de elevada estabilidade?

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Resposta de referência
Opção C: Poliestireno.
Porque é esta resposta?
A opção 3 («poliestireno») é a mais apropriada entre as apresentadas para um filtro RC de elevada estabilidade: este dieléctrico é valorizado por estabilidade e baixas perdas em aplicações adequadas.

Erro comum: Escolher um electrolítico por ter capacidade elevada, esquecendo a estabilidade e as perdas exigidas num filtro de precisão.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 402

Regulamentação · Respostas de exame e aplicação prática

Qual das afirmações é verdadeira?

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Resposta de referência
Opção C: Aos amadores da categoria 2 são emitidas licenças CEPT novice nos termos expressos na recomendação CEPT ECC/REC/(05)06
Porque é esta resposta?
Na pergunta do exame de Categoria 2 de 16.10.2026 sobre licenças CEPT, a resposta aceite é «licenças CEPT novice», nos termos da ECC/REC/(05)06. Distingue essa resposta da licença CEPT da T/R 61-01. Para uma deslocação concreta, confirma os documentos, o reconhecimento e as condições aplicáveis no país de destino. Resposta aceite no exame de 16.10.2026 segundo o gabarito fornecido pelo candidato.

Erro comum: Tratar a categoria nacional ou a recomendação CEPT histórica como se fossem automaticamente equivalentes em qualquer data e país.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 06 · pergunta 403

Antenas, linhas e VSWR · Ganho, directividade e EIRP

Define-se potência aparente radiada (p.a.r.)

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Resposta de referência
Opção A: como o produto da potência entregue à antena pelo seu ganho relativamente ao dipolo de meia onda, numa dada direcção
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: PAR é a potência entregue à antena multiplicada pelo ganho da antena relativamente a um dipolo de meia onda, numa direcção definida. Quando a referência é isotrópica, a grandeza é PIRE/EIRP.

Erro comum: Confundir PAR com PIRE e trocar a referência dipolo de meia onda por antena isotrópica.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 404

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

Qual é a relação de potência entre a saída e a entrada de um amplificador cujo ganho de potência é de 14,1 dB?

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Resposta de referência
Opção A: 25,7
Porque é esta resposta?
A opção 1 («25,7») é correcta: a relação de potência é \(P_{\mathrm{out}}/P_{\mathrm{in}} = 10^{14,1/10} ≈ 25,7\).

Erro comum: Dividir 14,1 por 10 sem aplicar a exponencial ou usar a fórmula de tensão para uma relação de potência.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 405

Circuitos, fontes e componentes · 6. Válvulas termiónicas

As válvulas tipo díodo

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Resposta de referência
Opção B: têm dois elementos e podem ser utilizadas como elementos de rectificação
Porque é esta resposta?
A opção 2 é correcta: uma válvula díodo tem cátodo e ânodo, portanto dois elementos, e pode rectificar corrente alternada devido à condução preferencial num sentido.

Erro comum: Confundir a válvula díodo com tríodo ou pentodo, que acrescentam grelhas de controlo.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 406

Propagação HF, VHF e UHF · VHF e UHF: terreno e troposfera

Porque é que de uma forma geral os sinais de UHF (trabalham melhor) no interior de edifícios do que os sinais de VHF?

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Resposta de referência
Opção B: Porque o menor comprimento de onda dos sinais de UHF faz com que eles se propaguem melhor nos edificios e áreas urbanas
Porque é esta resposta?
Para o treino e a simulação, a resposta de referência é a opção 2 («Porque o menor comprimento de onda dos sinais de UHF faz com que eles se propaguem melhor nos edificios e áreas urbanas»), conforme o gabarito histórico. Observação técnica: A generalização do enunciado depende dos materiais, da geometria, da polarização e dos multipercursos. A análise anterior favorecia a opção 3, invocando penetração e difracção em VHF; essa conclusão não permite prever todos os interiores. A opção histórica 2 é mantida como referência do banco, sem transformar a sua justificação numa regra universal. Manter este gabarito no treino não confirma qual será a resposta aceite num exame futuro.

Erro comum: Confundir a resposta de referência do gabarito histórico com a conclusão da observação técnica.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 407

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

As bandas de VHF e UHF são muito frequentemente usadas para comunicações via satélite porque

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Resposta de referência
Opção A: as ondas destas frequências são pouco afetadas pela ionosfera no seu caminho de e para o satélite
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: VHF e UHF são, em geral, menos afectadas pela propagação ionosférica do que HF, o que permite ligações via satélite sem depender de reflexão/refracção ionosférica como mecanismo principal.

Erro comum: Dizer que o efeito Doppler desaparece ou que as ondas HF mudam espontaneamente para VHF/UHF.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 408

Regulamentação · 6. CEPT e utilização temporária

Sempre que um amador de categoria 2 pretenda exercer a actividade temporariamente num país cuja Administração tenha adoptado a Recomendação CEPT ECC/REC (05) 06 (licença CEPT novice)

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Resposta de referência
Opção B: Sem prejuízo de respeitar as condicionantes expressa na Recomefndação referida, deverá respeitar as condicionantes aplicáveis desse país
Porque é esta resposta?
A opção 2 exprime o princípio histórico esperado: ao operar temporariamente num país que adoptou a recomendação CEPT novice, o amador deve respeitar as limitações da recomendação e as condições aplicáveis desse país. A formulação precisa de confirmação oficial actual.

Erro comum: Assumir que a licença permite usar automaticamente as faixas portuguesas ou que basta cumprir a recomendação sem observar as condições do país visitado.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2 · fonte de validação 3 · fonte de validação 4

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 409

Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia

Para que serve uma carga artificial?

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Resposta de referência
Opção C: Para efectuar ensaios, sem que haja emissão significativa de campos electromagnéticos
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: uma carga artificial permite efectuar ensaios com a potência absorvida por uma carga conhecida, sem emissão significativa de campos electromagnéticos pela antena.

Erro comum: Pensar que a carga artificial aumenta a potência ou elimina todos os riscos eléctricos da estação.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 410

Circuitos, fontes e componentes · 9. Fontes, termístores e desacoplamento

Qual é a melhor razão para se utilizar uma fonte de alimentação estabilizada em equipamentos de radiocomunicações

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Resposta de referência
Opção A: Para proteger os equipamentos de flutuações na tensão
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: uma fonte estabilizada reduz variações da tensão de alimentação e protege o funcionamento do equipamento dentro dos limites previstos.

Erro comum: Confundir estabilização com dispensa de fusíveis ou escolher o custo como razão técnica principal.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 411

Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento

Se considerarmos um transformador, projectado para o efeito, com o primário ligado à rede eléctrica e apresentando nos terminais do secundário em vazio 12,6 V, qual das afirmações está correcta?

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Resposta de referência
Opção D: Todas as afirmações estão correctas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é correcta: um transformador mantém a frequência entre primário e secundário, a tensão secundária pode baixar ligeiramente com carga por causa das impedâncias internas e existem perdas que produzem aquecimento.

Erro comum: Assumir que a tensão em vazio se mantém exactamente sob carga ou que o transformador altera a frequência da rede.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 412

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

identifique o símbolo representado na figura 7:

Figura do enunciado, com as marcações originais.
Figura original do banco de perguntas.
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Resposta de referência
Opção C: transistor NPN
Porque é esta resposta?
Na figura original tran_fig_7.jpg, a seta do emissor aponta para fora, identificando um transístor NPN. A opção 3 é a correcta; A é base, B emissor e C colector.

Erro comum: Confundir NPN e PNP por não observar o sentido da seta do emissor ou por ignorar a figura específica.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 03 · pergunta 413

Segurança RF e instalação · 6. Terra, equipotencialização e descargas atmosféricas

Que precauções devem ser tomadas quando se prevê a ocorrência de uma trovoada?

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Resposta de referência
Opção D: Todas as respostas anteriores estão correctas
Porque é esta resposta?
A opção 4 é a resposta histórica esperada: as precauções incluem parar a operação, desligar a alimentação e isolar antenas apenas pelos pontos previstos. A execução deve ser preparada antes da trovoada; não se devem manipular cabos exteriores ou improvisar ligações durante a tempestade.

Erro comum: Interpretar «desligar os cabos» como autorização para subir ao telhado ou mexer numa antena exterior durante a trovoada.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 414

Circuitos, fontes e componentes · 5. Transístores bipolares

Um transístor NPN pode ser formado por?

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Resposta de referência
Opção A: uma lâmina delgadissíma de germâneo de tipo P colocada entre duas lâminas relativamente espessas de germâneo de tipo N
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um transistor NPN tem uma região P fina entre duas regiões N, isto é, a estrutura N-P-N; a base é a região P e o emissor/colector são regiões N.

Erro comum: Inverter NPN e PNP ou descrever o transistor sem o colector, que é um dos três terminais do BJT.

Categoria 2 · Módulo 11 · pergunta 415

Regulamentação · 5. UIT e Artigo 25

Nas definições do Reglamento das Radiocomunicações, além da definição geral de interferêncas são definidos quantos tipos específicos de interferências?

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Resposta de referência
Opção D: Três: interferência prejudicial, interferência permissível e interferência aceitável
Porque é esta resposta?
O gabarito histórico indica a opção 4: três tipos específicos — interferência prejudicial, permissível e aceitável — além da definição geral. A formulação deve ser confirmada directamente no Regulamento das Radiocomunicações da UIT antes de ser publicada como definição normativa actual.

Erro comum: Misturar a terminologia da UIT com categorias informais ou tratar «inadmissível» como o terceiro termo da lista histórica.

Fontes de validação: fonte de validação 1 · fonte de validação 2

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 416

Circuitos, fontes e componentes · 6. Válvulas termiónicas

Designa-se por efeito termoiónico

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Resposta de referência
Opção C: a emissão de electrões por um metal aquecido
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: efeito termoiónico é a emissão de electrões por um metal aquecido, normalmente o cátodo de uma válvula electrónica.

Erro comum: Confundir emissão termoiónica com emissão de protões ou com electrização de uma vareta isolante.

Categoria 2 · Módulo 08 · pergunta 417

Medições e instrumentos · Potência, VSWR e carga fictícia

Que grandeza poderá ser calulada com base nas medições efectuadas com um Wattímetro direccional?

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Resposta de referência
Opção A: Relação de onda estacionária
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: um wattímetro direccional separa potência incidente e reflectida; a partir dessas medições pode calcular-se a relação de onda estacionária, VSWR.

Erro comum: Confundir VSWR com relação frente-costas, que exige medir a radiação da antena em direcções diferentes.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 418

Circuitos, fontes e componentes · 2. Resistência e associações

Na sua representação gráfica, a característica corrente/tensão numa resistência é

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Resposta de referência
Opção C: uma reta
Porque é esta resposta?
A opção 3 («uma recta») é correcta: numa resistência óhmica ideal, a relação entre tensão e corrente é linear, \(V = R\times I\).

Erro comum: Escolher uma curva sinusoidal por confundir a forma temporal de um sinal AC com a característica estática do componente.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 419

Sinais, modulação e potência · 5. Classes de emissão a reconhecer

O sinal de um emissor CW consiste:

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Resposta de referência
Opção C: num sinal de RF que é ligado e desligado segundo as regras de um determinado código, nomeadamente o código Morse
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: em CW a portadora RF é ligada e desligada segundo a sequência do código Morse; não é necessário variar continuamente a frequência ou a fase para codificar os sinais.

Erro comum: Confundir CW com FM ou com uma portadora permanentemente modulada por um tom de áudio de 800 Hz.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 420

Propagação HF, VHF e UHF · A banda orienta a pergunta

O comprimento de onda exprime-se em

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Resposta de referência
Opção A: metros
Porque é esta resposta?
A opção 1 é correcta: o comprimento de onda é uma distância e exprime-se em metros. Relaciona-se com velocidade e frequência por \(λ = v/f\).

Erro comum: Escolher hertz, que é unidade de frequência, ou metros por segundo, que é unidade de velocidade.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 421

Sinais, modulação e potência · 4. FM e PM

Num emissor de FM a malha de captura de fase contém obrigatoriamente

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Resposta de referência
Opção C: um oscilador controlado por tensão onde entra o sinal modulante
Porque é esta resposta?
A fonte histórica indica historicamente a opção 3 («um oscilador controlado por tensão onde entra o sinal modulante»), e essa é a resposta que deve ser apresentada ao aluno como resposta da fonte. A ressalva teórica é que uma PLL clássica contém um VCO, mas a injecção do sinal modulante no VCO não é obrigatória em todas as arquitecturas de emissores FM: pode ser feita noutro ponto da malha ou da cadeia de geração.

Erro comum: Concluir que a presença de uma PLL prova sempre que o sinal modulante entra directamente no VCO. O VCO é um bloco da PLL; o ponto de injecção da modulação depende da arquitectura.

Fontes de validação: fonte de validação 1

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 422

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

A ionosfera

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Resposta de referência
Opção C: é formada por camadas de gases ionizados à volta da terra
Porque é esta resposta?
A opção 3 é correcta: a ionosfera é uma região da atmosfera constituída por gases parcialmente ionizados, organizados em camadas com comportamento variável. Não é uma cintura de radiação nem um conjunto de partículas magnetizadas.

Erro comum: Confundir ionização com magnetização ou tratar as regiões D, E e F como superfícies fixas e uniformes.

Categoria 2 · Módulo 05 · pergunta 423

Receptores e emissores · 3. Blocos de recepção

Que circuito é usado para processar os sinais provenientes do amplificador de IF e do BFO e os envia posteriormente para o amplificador de AF num recetor super-heterodino de fonia em banda lateral única?

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Resposta de referência
Opção D: Detetor de produto
Porque é esta resposta?
Na recepção SSB, o detector de produto combina o sinal de frequência intermédia com o oscilador de batimento, BFO, para recuperar a informação em áudio. A diferença de frequências fornece o sinal de baixa frequência.

Erro comum: Confundir detector de produto com detector de envolvente de AM.

Categoria 2 · Módulo 07 · pergunta 424

Propagação HF, VHF e UHF · HF, ionosfera e saltos

As mudanças regulares da ionosfera repetem-se aproximadamente a cada 11

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Resposta de referência
Opção C: anos
Porque é esta resposta?
O ciclo de actividade solar tem uma duração média de cerca de 11 anos e influencia a ionização e as condições de propagação HF. A duração e a intensidade variam; o ciclo não significa que todas as condições ionosféricas se repitam exactamente.

Erro comum: Assumir um ciclo solar exactamente periódico e condições de propagação idênticas.

Categoria 2 · Módulo 02 · pergunta 425

Circuitos, fontes e componentes · 7. Transformadores e acoplamento

Se considerarmos um transformador comercialmente disponível com o primário ligado à rede elétrica e apresentando nos terminais do secundário em vazio o valor de 12,6 V, qual das afirmações está correta?

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Resposta de referência
Opção D: Todas as afirmações estão corretas
Porque é esta resposta?
Um transformador mantém a frequência do sinal de entrada. Num transformador real, a tensão medida sem carga pode exceder a nominal e baixar com a carga devido às perdas e impedâncias internas; essas perdas também produzem aquecimento. A opção «todas» pressupõe funcionamento normal na carga prevista.

Erro comum: Tratar um transformador real como um modelo sem perdas e com tensão invariável.

Categoria 2 · Módulo 04 · pergunta 426

Sinais, modulação e potência · 6. Potência, PEP e decibéis

O que significa "peak envelope power"?

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Resposta de referência
Opção B: Potência de pico envolvente
Porque é esta resposta?
PEP é Peak Envelope Power, potência de pico da envolvente: a potência média durante um ciclo de radiofrequência no máximo da envolvente de modulação. Não é tensão pico a pico nem a potência média de toda a transmissão.

Erro comum: Confundir PEP com potência média da transmissão ou tensão pico a pico.