Categoria 1 · Circuitos
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
1. Kirchhoff e Ohm
- Nó → soma algébrica das correntes nula. Malha fechada → soma algébrica das tensões nula. São duas leis: correntes e tensões.
- Série → mesma corrente; somam-se tensões. Paralelo → mesma tensão; somam-se correntes.
- Ex.: entram 2 A e 0,5 A; saem 2,5 A. Não somar apenas módulos numa malha.
\(V,V_k\): tensão; índice k identifica cada ramo/percurso (V); \(I,I_k\): corrente; índice k identifica cada ramo (A); \(R\): resistência (Ω); \(P\): potência dissipada (W). Sentidos e sinais definidos; potência em carga resistiva.
Exemplos: cat1-1, cat1-2, cat1-3, cat1-4, cat1-294, cat1-296
Sebenta · módulo 012. Associações R, C e L
- C em série: somam-se os inversos. Em paralelo: somam-se capacidades. N iguais em série → C/N.
- L e R: série soma; paralelo soma dos inversos. N bobinas iguais em paralelo → L/N.
- Ex.: 20 µF e 50 µF em série → 14,3 µF; três bobinas de 10 mH em paralelo → 3,33 mH.
\(R\): resistência (Ω); \(C\): capacidade (F); \(L\): indutância (H); \(\mathrm{eq},1,2,k\): índices: equivalente, componentes 1 e 2, componente genérico k; \(N\): número de componentes iguais (sem unidade). Componentes ideais; bobinas sem acoplamento mútuo.
Exemplos: cat1-70, cat1-71, cat1-72, cat1-73, cat1-74
Sebenta · módulo 013. Reactância e fase
- C ideal → corrente adianta 90°. L ideal → corrente atrasa 90°. R ideal → tensão e corrente em fase.
- ↑ f: ↓ XC e ↑ XL. ↑ C: ↓ XC. ↑ L: ↑ XL.
- Quadratura = 90°; oposição = 180°; em fase = 0°. Reactância ideal armazena/devolve energia; perdas resistivas dissipam.
\(f\): frequência (Hz); \(C\): capacidade (F); \(L\): indutância (H); \(X_C\): reactância capacitiva (Ω); \(X_L\): reactância indutiva (Ω); \(R\): resistência (Ω). Referência de fase: tensão.
Exemplos: cat1-15, cat1-16, cat1-17, cat1-33, cat1-34, cat1-35, cat1-37, cat1-328
Sebenta · módulo 014. Impedância e ressonância
- Ressonância → XL = XC; parte reactiva total nula. RLC série: impedância mínima, igual a R no modelo.
- RLC paralelo: comportamento na ressonância depende da topologia e das perdas; não aplicar a expressão série à bobina com perdas em paralelo.
- Para tornar uma impedância resistiva, compensar a sua componente reactiva.
\(Z,\lvert Z\rvert\): impedância complexa e respectivo módulo (Ω); \(R\): resistência (Ω); \(X_L,X_C\): reactâncias indutiva e capacitiva (Ω); \(L\): indutância (H); \(C\): capacidade (F); \(f_0\): frequência de ressonância (Hz); \(\varphi\): fase da tensão relativamente à corrente (rad ou °); \(j\): unidade imaginária, j² = −1 (sem unidade). Modelo RLC série.
Exemplos: cat1-83, cat1-85, cat1-91, cat1-93, cat1-94, cat1-95, cat1-250
Sebenta · módulo 015. Condensadores reais e RF
- ↑ área ou permissividade → ↑ C; ↑ separação → ↓ C.
- Modelo real: capacidade + resistência série (ESR) + indutância parasita (ESL). Em RF, um condensador pode deixar de se comportar capacitivamente.
- Acoplamento: passa variação e bloqueia DC. Desacoplamento: desvia RF/ruído para a referência; filtragem reduz ondulação.
\(C\): capacidade (F); \(\varepsilon\): permissividade do dieléctrico (F/m); \(A\): área de sobreposição das placas (m²); \(d\): separação entre placas (m). Modelo de placas paralelas.
Exemplos: cat1-75, cat1-329, cat1-330
Sebenta · módulo 016. Bobinas, Q e acoplamento
- ↑ N, µ ou área → ↑ L. Menor resistência de perdas → maior Q.
- Eixos perpendiculares reduzem acoplamento. Toroide confina grande parte do fluxo; material, frequência e saturação limitam o modelo.
- Capacidade entre espiras causa auto-ressonância. Efeito pelicular aumenta a resistência AC em RF.
\(L\): indutância (H); \(\mu\): permeabilidade do núcleo (H/m); \(N\): número de espiras (sem unidade); \(A\): área da secção (m²); \(\ell\): comprimento do solenoide (m); \(Q\): factor de qualidade (sem unidade); \(X_L\): reactância indutiva (Ω); \(R_s\): resistência de perdas em série (Ω). Modelo de solenoide; perdas representadas em série.
Exemplos: cat1-36, cat1-38, cat1-39, cat1-40, cat1-41, cat1-76, cat1-77, cat1-279
Sebenta · módulo 01Categoria 1 · Circuitos
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
7. Transformadores ideais
- Tensão acompanha espiras; corrente varia inversamente. A frequência mantém-se. Transferência por indutância mútua e fluxo variável.
- Ex.: 120 V × 500/2250 → 26,7 V. 10 A × 100/1000 → 1 A.
- Adaptação de 15 Ω para 50 Ω: Ns/Np = √(50/15) ≈ 1,83. Modelo despreza perdas e magnetização.
\(V_p,V_s\): tensões eficazes do primário e secundário (V); \(I_p,I_s\): correntes eficazes do primário e secundário (A); \(N_p,N_s\): números de espiras do primário e secundário; \(Z_p,Z_s\): impedâncias vistas no primário e secundário (Ω); \(P_p,P_s\): potências no primário e secundário (W). Modelo ideal; índices p/s: primário/secundário.
Exemplos: cat1-42, cat1-43, cat1-44, cat1-46, cat1-47, cat1-48, cat1-49, cat1-171
Sebenta · módulo 018. Díodos e polarização
- Directa: ânodo mais positivo; inversa: cátodo mais positivo. Bloqueio real conserva fuga e tem limite de tensão inversa.
- Dois díodos semelhantes em série e em condução → aproximadamente o dobro da queda de um.
- Rectificador: verificar tensão inversa de pico, corrente média, impulsos e dissipação. Em paralelo, resistências individuais ajudam a repartir corrente.
\(V_{\mathrm{queda}}\): queda total de tensão (V); \(V_D\): queda directa num díodo (V); \(n\): número de díodos em série (sem unidade). A: ânodo; K: cátodo. Quedas dependem da corrente e temperatura.
Exemplos: cat1-52, cat1-54, cat1-78
Sebenta · módulo 019. Qual díodo escolher?
- LED → luz em condução directa; limitar corrente. Display de sete segmentos pode usar LEDs.
- Varicap → capacidade da junção varia com tensão inversa; sintonia. Zener → referência/limitação em ruptura inversa controlada.
- Schottky → junção metal-semicondutor, comutação rápida; confirmar limites. Optoacoplador → informação por luz e isolamento galvânico.
Identificar a função antes de escolher o dispositivo.
Exemplos: cat1-50, cat1-51, cat1-53, cat1-98, cat1-355, cat1-356
Sebenta · módulo 0110. BJT: terminais e ganho
- β é ganho de corrente, dependente do dispositivo e do ponto de funcionamento; não é ganho de tensão.
- Junção base–emissor de silício em directa: tipicamente 0,6–0,7 V. Uma leitura isolada não certifica o transístor.
- Símbolo: seta no emissor. NPN aponta para fora; PNP para dentro. As letras de uma figura podem ser marcadores e não nomes dos terminais.
\(\beta\): ganho de corrente em emissor comum (sem unidade); \(I_B,I_C,I_E\): correntes de base, colector e emissor, respectivamente (A). B: base; C: colector; E: emissor. Região activa.
Exemplos: cat1-57, cat1-58
Sebenta · módulo 0111. Emissor comum e seguidor
- Emissor comum: entrada B–E; saída C–E. Em funcionamento linear típico inverte a tensão e pode ter ganho superior a um.
- Colector comum / seguidor de emissor: ganho de tensão próximo de 1; entrada elevada, saída baixa; útil como buffer.
- Resistências de polarização fixam o ponto de repouso. Capacitores de acoplamento separam níveis DC. Identificar no esquema, não pela posição na página.
B: base; E: emissor; C: colector. Comparar ponto comum em AC e terminais de entrada/saída.
Exemplos: cat1-62, cat1-63, cat1-114, cat1-115, cat1-116
Sebenta · módulo 0112. FET, MOSFET, CMOS e válvula
- FET: elevada impedância de entrada DC. No MOSFET a porta está isolada por camada fina; sensível a ESD. Zener de protecção limita sobretensão.
- CMOS = Complementary Metal-Oxide Semiconductor. Consumo estático tipicamente baixo face a TTL; comutação também consome.
- Grelha de blindagem de uma válvula reduz capacidade/acoplamento entre grelha de controlo e placa.
MOSFET: porta, dreno e fonte. BJT: base, colector e emissor.
Exemplos: cat1-55, cat1-56, cat1-59, cat1-60, cat1-61, cat1-64
Sebenta · módulo 01Categoria 1 · Circuitos
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
13. Fontes: cadeia e regulação
- Linear: elemento de controlo varia condução para estabilizar saída; dissipa a diferença de tensão. Zener pode fornecer referência.
- Comutada: comutação a frequência elevada permite magnetismos menores; pode ser eficiente, mas gera ruído/EMI e exige filtragem.
- Condensador electrolítico filtra ondulação. Uma carga mínima pode ser necessária à regulação; não confundir regulador com rectificador.
Seguir alimentação → rectificação → filtragem → regulação → carga.
Exemplos: cat1-96, cat1-97, cat1-98, cat1-99, cat1-100, cat1-102, cat1-103, cat1-105
Sebenta · módulo 0114. Ondulação, arranque e segurança
- Meia onda: fr = frede. Onda completa: fr = 2 frede; ponte tem duas quedas de díodo no percurso de condução.
- Step-start limita corrente inicial de carga. Bleeder / resistência de drenagem descarrega condensadores após desligar.
- Desligar, descarregar e verificar tensão com instrumento. C3 de estabilidade e supressores de transitórios exigem leitura do esquema concreto.
\(V_{\mathrm{p}},V_{\mathrm{rms}}\): tensões de pico e eficaz (V); \(f_r,f_{\mathrm{rede}}\): frequências da ondulação e da rede (Hz); \(\Delta V\): ondulação de tensão pico a pico (V); \(I\): corrente da carga (A); \(C\): capacidade do condensador de filtro (F). Rectificação de onda completa; aproximação de pequena ondulação.
Exemplos: cat1-45, cat1-101, cat1-104, anacom-cat1-005
Sebenta · módulo 0115. Classes A, B, AB e C
- A → 360°, todo o ciclo: baixa distorção, menor eficiência. B → cerca de 180°, meio ciclo.
- AB → entre 180° e 360°: compromisso de linearidade/eficiência. C → menos de 180°: elevada eficiência, forte distorção.
- Classe C serve sinais sintonizados de envolvente constante; AM/SSB exigem cadeia linear para preservar a envolvente.
Classe descreve a fracção do ciclo em que o dispositivo conduz.
Exemplos: cat1-106, cat1-107, cat1-108, cat1-109, cat1-110, cat1-111, cat1-175, cat1-178, cat1-179, cat1-182
Sebenta · módulo 0116. Push-pull e AMPOP

- Push-pull equilibrado pode cancelar harmónicas pares. Zona morta em classe B provoca distorção de cruzamento.
- AMPOP: amplificador diferencial de elevado ganho; realimentação negativa define o ganho útil. Entrada ideal de impedância muito elevada.
- Inversor: sinal no terminal −; saída com sinal oposto. Ex.: 0,23 V e Rf/R1 = 10 → −2,3 V. Verificar alimentação, saturação e banda.
\(A_v\): ganho de tensão saída/entrada (sem unidade); \(R_f\): resistência de realimentação (Ω); \(R_1\): resistência de entrada no inversor ou à referência no não inversor (Ω). Modelo ideal, em regime linear.
Exemplos: cat1-65, cat1-66, cat1-67, cat1-68, cat1-69, cat1-112, cat1-274, cat1-364, cat1-365
Sebenta · módulo 0117. Detectores e áudio
- AM: detector de envolvente → díodo rectifica, RC retira RF e acompanha áudio. Detector de produto mistura com oscilação local, útil em SSB/CW.
- FM: discriminador, detector de razão ou quadratura converte frequência em áudio; envolvente isolada não é detector de FM ideal.
- Limitador restringe amplitude. Pré-ênfase realça agudos na emissão; de-ênfase atenua-os na recepção para restaurar resposta.
\(R\): resistência (Ω); \(C\): capacidade (F). Detecção / desmodulação recupera a informação do sinal RF modulado.
Exemplos: cat1-120, cat1-121, cat1-123, cat1-124, cat1-125, cat1-137, cat1-154, cat1-164, anacom-cat1-007
Sebenta · módulo 01Categoria 1 · Circuitos · Antenas e propagação
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
18. Blindagem e parasitas
- Gaiola de Faraday: envolvente condutora; continuidade, juntas e aberturas contam. Coaxial combina retorno e blindagem.
- Reflexão e absorção contribuem. Alumínio/aço são condutores usados; campos magnéticos de baixa frequência podem exigir alta permeabilidade.
- Ligação de baixa impedância à referência ajuda no contexto adequado; não basta qualquer fio de terra. Em RF, considerar parasitas dos componentes.
\(S_E,S_H\): eficácia de blindagem eléctrica e magnética (dB); \(E_i,E_t\): campos eléctricos incidente e transmitido (V/m); \(H_i,H_t\): campos magnéticos incidente e transmitido (A/m). Índices i/t: incidente/transmitido; comparar amplitudes na mesma unidade.
Exemplos: cat1-5, cat1-6, cat1-7, cat1-8, cat1-10, cat1-11, cat1-12, cat1-297, cat1-300, cat1-301
Sebenta · módulo 0119. Materiais e parasitas em RF
- Resistência bobinada pode introduzir indutância e dessintonizar LC. Em RF preferir construção de baixa indutância; carvão versus filme depende da construção, não só do nome.
- Ferro pulverizado e ferrite: comparar permeabilidade, perdas, temperatura e frequência. A vantagem térmica referida no banco é típica, não universal entre todos os materiais.
- Ferrite de maior permeabilidade pode exigir menos espiras para a mesma L. Confirmar saturação, estabilidade e gama de utilização.
\(L\): indutância (H); \(C\): capacidade (F). A construção do componente e o material do núcleo condicionam o modelo ideal.
Exemplos: anacom-cat1-001, cat1-36, cat1-337, cat1-343, cat1-345
Sebenta · módulo 0120. Transformador real e transitórios
- Mesmo sem carga, o primário absorve corrente de magnetização e perdas em vazio. Saturação torna o comportamento não linear e pode gerar distorção e harmónicas.
- Condensador supressor / snubber no secundário pode reduzir picos e oscilações parasitas. A função depende da ligação e do dimensionamento.
- Não confundir supressor de picos, filtro de ondulação e referência de regulação. Num esquema, seguir o componente e os nós a que está ligado.
O modelo ideal não inclui magnetização, saturação, perdas ou picos de comutação.
Exemplos: cat1-347, cat1-350, cat1-402
Sebenta · módulo 0121. Comprimentos e ressonância
- Dipolo de fio: 143/f é ponto de partida com encurtamento; a meia onda ideal usa 150/f. Ajustar por medição.
- À mesma frequência, alongar dipolo inicialmente ressonante → reactância indutiva; encurtar → capacitiva.
- Dipolo dobrado: dois condutores paralelos unidos nas pontas; extensão próxima de meia onda, não universalmente menor.
\(\lambda,\lambda_{\mathrm{m}}\): comprimento de onda (m); \(f_{\mathrm{MHz}}\): frequência em megahertz (MHz); \(\ell_{\mathrm{dipolo}},\ell_{\mathrm{m}}\): comprimento total do dipolo (m); \(\ell\): altura da vertical de quarto de onda (m). Comprimento do dipolo é total; aproximações para o ar.
Exemplos: cat1-185, cat1-186, cat1-187, cat1-197, cat1-395, anacom-cat1-003
Sebenta · módulo 0722. Tipos de antena
- Dipolo dobrado ideal de condutores iguais: impedância ≈ 4× a do simples; ordem de 300 Ω versus 75 Ω em referência.
- Yagi: reflector e directores; favorece frente e rejeita lados/trás. Vertical de ¼ onda beneficia de bons radiais.
- Loop de recepção: mais área/espiras pode elevar tensão; padrão bidireccional pode dar ambiguidade de 180°. Traps permitem multibanda, com perdas e limites.
\(Z_{\mathrm{dobrado}},Z_{\mathrm{simples}}\): impedâncias de alimentação dos dipolos dobrado e simples (Ω). Comparação ideal de dipolos de geometria equivalente.
Exemplos: cat1-184, cat1-188, cat1-190, cat1-200, cat1-207, cat1-272, cat1-273, cat1-286
Sebenta · módulo 07Categoria 1 · Antenas e propagação
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
23. Ganho, eficiência e área
- Resistência total = radiação + perdas. Ganho inclui eficiência; directividade descreve concentração espacial.
- Isotrópica: referência ideal sem existência física. Antena omnidireccional real pode sê-lo apenas num plano.
- Maior ganho tende a estreitar feixe em comparações equivalentes. Reciprocidade: características de emissão/recepção correspondem nas mesmas condições.
- dBi refere isotrópica; dBd refere dipolo. PIRE usa ganho dBi e desconta perda da linha; potências em dBW e perdas em dB na expressão.
\(\eta_{\mathrm{ant}},\eta\): rendimento da antena, entre 0 e 1 (sem unidade); \(R_{\mathrm{radiacao}},R_{\mathrm{perdas}}\): resistências de radiação e de perdas (Ω); \(G_i,D\): ganho referido à isotrópica e directividade, lineares (sem unidade); \(A_e\): área efectiva (m²); \(\lambda\): comprimento de onda (m); \(G_{\mathrm{dBi}},G_{\mathrm{dBd}}\): ganhos referidos à isotrópica (dBi) e ao dipolo (dBd); \(\mathrm{PIRE}_{\mathrm{dBW}}\): potência isotrópica radiada equivalente (dBW); \(P_{\mathrm{TX,dBW}}\): potência de saída do emissor (dBW); \(L_{\mathrm{linha}}\): perda na linha de alimentação (dB). Distinguir ganho linear, dBi e dBd.
Exemplos: cat1-192, cat1-193, cat1-194, cat1-195, cat1-196, cat1-198, cat1-199, cat1-202, cat1-411
Sebenta · módulo 0724. Ler um diagrama de radiação

- Localizar máximo do lóbulo principal. Ler níveis na frente e a 180° pela escala radial: a diferença dá frente/costas.
- HPBW: separação angular dos dois pontos a −3 dB do máximo. Não confundir raio em dB com ângulo em graus.
- Exercitar na figura original: cat1-201 (frente/costas) e cat1-396 (feixe). A folha não substitui essa leitura gráfica.
\(F\!B_{\mathrm{dB}}\): relação frente/costas (dB); \(G_{\mathrm{frente}},G_{\mathrm{costas}}\): ganhos nas direcções frontal e traseira, com a mesma referência (dB); \(\theta_1,\theta_2\): ângulos dos limites de meia potência (°); \(\mathrm{HPBW}\): largura angular do feixe a −3 dB (°). Ângulos medidos no mesmo plano do diagrama.
Exemplos: cat1-201, cat1-396
Sebenta · módulo 0725. Polarização e micro-ondas
- Propagação aproximadamente horizontal: H paralelo ao solo → E vertical; H vertical → E horizontal. Desalinhamento introduz perda.
- Parabólica: comum em SHF; mesma abertura e eficiência, duplicar f → ganho ×4, cerca de +6 dB.
- Guia de onda: abaixo da frequência de corte do modo não há propagação desse modo. Não aplicar directamente a regra do coaxial.
\(G_1,G_2\): ganhos lineares da mesma antena nas frequências f₁ e f₂ (sem unidade); \(f_1,f_2\): frequências comparadas (Hz); \(E\): campo eléctrico (V/m); \(H\): campo magnético (A/m); \(f\): frequência de trabalho (Hz). Comparação para a mesma abertura e eficiência. Polarização designada por E.
Exemplos: cat1-183, cat1-189, cat1-203, cat1-204, cat1-205, cat1-270, cat1-385
Sebenta · módulo 07Categoria 1 · Antenas e propagação
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
26. Linhas, balun e adaptação
- Coaxial não balanceado; dipolo balanceado. Balun interliga ambos; só transforma impedância se projectado com essa relação.
- Atenuação aumenta normalmente com frequência e comprimento. VF < 1 torna o comprimento físico menor que o eléctrico no ar.
- Sintonizador transforma a impedância vista pelo emissor; não elimina perdas nem garante eficiência. Redes T/π e transformadores podem adaptar impedâncias.
- VSWR mede adaptação, não rendimento; perdas na linha podem esconder reflexão. Γ e VSWR referem o mesmo plano de medida.
\(\mathrm{VF}\): factor de velocidade, razão sem unidade; \(v_{\mathrm{linha}}\): velocidade de propagação na linha (m/s); \(c\): velocidade da luz no vazio, aproximadamente 3 × 10⁸ m/s; \(f\): frequência (Hz); \(\ell\): comprimento físico de linha de quarto de onda (m); \(Z_L\): impedância da carga (Ω); \(Z_0\): impedância característica da linha, aqui real (Ω); \(\Gamma,\lvert\Gamma\rvert\): coeficiente complexo de reflexão de tensão e seu módulo (sem unidade); \(\mathrm{VSWR}\): relação de onda estacionária de tensão (sem unidade). Modelo de linha com impedância característica real.
Exemplos: cat1-206, cat1-208, cat1-209, cat1-210, cat1-211, cat1-212, cat1-213, cat1-214, cat1-376, cat1-386, cat1-387
Sebenta · módulo 0727. Ionosfera: D, E e F
- D: absorção diurna importante em HF mais baixo. E/F podem devolver sinais à Terra por refracção; não são espelhos fixos.
- E esporádica: ionização ocasional na região E. foE e foF2: frequências críticas das respectivas camadas.
- VHF/UHF atravessam normalmente a ionosfera nas ligações a satélites; a descrição depende do mecanismo e frequência.
Condições dependem de frequência, hora, estação, actividade solar e trajecto. foE e foF2: frequências críticas das camadas E e F2 (Hz ou MHz).
Exemplos: cat1-9, cat1-217, cat1-218, cat1-222, cat1-228, cat1-383
Sebenta · módulo 0728. MUF, LUF, NVIS e grey-line
- LUF: menor frequência utilizável; MUF: máxima utilizável. Se LUF > MUF, não existe janela para esse percurso HF.
- Escolher banda abaixo da MUF com margem; estar abaixo não garante ligação. NVIS usa incidência quase vertical para alcance regional.
- Grey-line: região de transição dia/noite pode favorecer certos percursos. Ângulo crítico depende da ionização e da geometria.
\(\mathrm{LUF},\mathrm{MUF}\): frequências mínima e máxima utilizáveis no percurso e momento considerados; \(f\): frequência de operação; usar a mesma unidade para os três valores (Hz ou MHz). Limites dependem do percurso e do momento.
Exemplos: cat1-230, cat1-231, cat1-232, cat1-234, cat1-235, cat1-236, cat1-237, cat1-238, cat1-271, cat1-392
Sebenta · módulo 0729. Sol, geomagnetismo e aurora
- Fluxo solar F10.7: emissão solar medida a 2,8 GHz. Índice K: perturbação geomagnética em intervalos curtos; não é o fluxo solar.
- Partículas solares podem provocar actividade auroral; espalhamento auroral pode permitir ligações VHF.
- Distúrbios geomagnéticos podem degradar HF. Saltos curtos nos 28 MHz podem indicar possibilidades em 50 MHz, sem certeza de abertura.
Índices descrevem aspectos diferentes; não são uma garantia de propagação. K é um índice de perturbação geomagnética, sem unidade.
Exemplos: cat1-225, cat1-226, cat1-227, cat1-229, cat1-283, cat1-408
Sebenta · módulo 0730. Percursos, ecos e atmosfera
- Onda de superfície: eficácia geralmente diminui com aumento de frequência; depende do solo. Maior altura de antenas amplia horizonte rádio.
- Multipercurso: cópias com atrasos diferentes → eco e desvanecimento. HF scatter: dispersão pode produzir som oscilante e distorção.
- Inversões térmicas na troposfera afectam VHF/UHF. Chuva e gases podem causar perdas importantes em micro-ondas, sobretudo em certas faixas acima de 10 GHz.
Separar onda de superfície, linha de vista, ionosfera e multipercurso.
Exemplos: cat1-220, cat1-221, cat1-224, cat1-233, cat1-239, cat1-281, cat1-282, cat1-370, cat1-409
Sebenta · módulo 07Categoria 1 · Antenas e propagação · Digital
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
31. Espaço livre e margem
- Modelo: campo distante e caminho livre. Acrescentar cabo, terreno, polarização e desvanecimento. Fresnel desobstruída aproxima a hipótese ideal.
- Duplicar distância: densidade de potência ÷4, cerca de −6 dB; campo ÷2. Aumentar f aumenta perda entre ganhos fixos.
- Margem positiva é nível previsto acima da sensibilidade, não certeza de ligação.
\(L_{\mathrm{fs}}\): perda em espaço livre (dB); \(d_{\mathrm{km}}\): distância do percurso (km); \(f_{\mathrm{MHz}}\): frequência (MHz); \(P_{\mathrm{RX,dBm}},P_{\mathrm{TX,dBm}}\): potências recebida e emitida (dBm); \(G_{\mathrm{TX}},G_{\mathrm{RX}}\): ganhos das antenas emissora e receptora (dBi); \(L_{\mathrm{total}}\): soma de todas as perdas do percurso e instalação (dB); \(M\): margem da ligação (dB); \(P_{\mathrm{sens,dBm}}\): potência mínima correspondente à sensibilidade do receptor (dBm). Incluir a perda de espaço livre em Ltotal, sem a contar duas vezes.
Exemplos: cat1-219, cat1-240, cat1-241
Sebenta · módulo 0732. Reflexão lunar e revisão
- Baixo ruído do receptor, ganho de antena e poucas perdas ajudam. Perigeu → menor distância lunar, menor perda, mantendo outras condições.
- Antes de calcular: identificar mecanismo, hora/percurso, frequência, polarização e obstáculos.
- Rever no módulo os casos de foE/foF2, scatter e diagramas. O banco contém formulações históricas com ressalvas; não decorar uma opção contra a explicação.
EME = percurso Terra–Lua–Terra; perdas muito elevadas.
Exemplos: cat1-216, cat1-223, cat1-393
Sebenta · módulo 0733. Do analógico aos bits
- Três etapas: amostragem → quantificação → codificação. Ts = intervalo entre amostras (s); fs = amostras/s.
- Amostragem recolhe valores do sinal em instantes definidos. Quantificação escolhe um nível; codificação representa-o por bits.
- Formas de onda digitais podem transportar voz, imagem e dados; regeneração decide símbolos, mas erros podem ocorrer se a decisão falhar.
\(T_s\): intervalo entre amostras (s); \(f_s\): frequência de amostragem (amostras/s, Hz). ADC: conversão analógica/digital; DAC: digital/analógica.
Exemplos: cat1-23, cat1-24, cat1-30, cat1-312, cat1-313, cat1-314, cat1-322, cat1-323
Sebenta · módulo 0234. Nyquist e aliasing
- Amostragem insuficiente pode fazer frequências diferentes parecerem iguais: aliasing. Depois de sobrepostas, não se separam só por filtragem digital.
- Filtro anti-alias analógico antes do ADC; margem de transição além do limite teórico. Reconstrução analógica depois do DAC.
- Sobreamostrar facilita filtragem/processamento; melhoria de SNR depende de ruído, conversor e tratamento.
\(f_s\): frequência de amostragem (amostras/s, Hz); \(f_{\max}\): maior frequência do sinal de banda base (Hz). Sinal de banda base limitado em frequência.
Exemplos: cat1-31, cat1-324, cat1-325, cat1-326
Sebenta · módulo 0235. Resolução e quantificação
- n bits → \(2^n\) níveis. Mais bits diminuem o passo para a mesma gama; resolução nominal não é exactidão garantida.
- Ex.: 8 bits numa gama de 0–5 V → 256 níveis; q ≈ 19,5 mV. Identificar se a gama é unipolar ou bipolar.
- Ruído, não linearidade e saturação também limitam a conversão. Não confundir gama de tensão com número de níveis.
\(n\): número de bits do conversor; \(N_{\mathrm{niveis}}\): número de níveis de quantificação; \(V_{\mathrm{FS}}\): gama total de tensão de entrada (V); \(q\): passo de quantificação (V). Conversor ideal; contagens n e N sem unidade.
Sebenta · módulo 0236. Bit/s, baud e símbolos
- Ex.: 9600 bit/s e 4800 baud → 2 bits/símbolo. Bit rate e baud rate só coincidem com um bit por símbolo.
- Para técnica comparável, aumentar taxa tende a exigir mais banda; não existe igualdade universal entre Hz e bit/s.
- Cabeçalhos, sincronização e protecção contra erros reduzem a taxa útil face à taxa transmitida.
\(R_b\): débito binário (bit/s); \(R_s\): taxa de símbolos (símbolos/s, baud); \(M\): número de estados distintos de modulação; \(b\): número de bits transportados por símbolo (bit/símbolo). Distinguir bit/s de símbolos/s.
Exemplos: cat1-25, cat1-28, cat1-29
Sebenta · módulo 02Categoria 1 · Digital · Receptores/emissores
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
37. Reconhecer a modulação
- ASK: amplitude; FSK: frequência; PSK: fase; QAM: amplitude e fase. FM e PM são modulações angulares.
- PPM: varia o instante / posição do impulso, não necessariamente a sua altura ou duração.
- RTTY, Morse, PSK31 e packet são modos digitais. Morse usa elementos de durações diferentes; no osciloscópio um fluxo de dados aparece como padrão de impulsos.
Distinguir parâmetro que muda: amplitude, frequência, fase ou posição temporal.
Exemplos: cat1-21, cat1-26, cat1-172, cat1-173, cat1-280, cat1-306, cat1-307, cat1-308, cat1-315, cat1-316, cat1-317
Sebenta · módulo 0238. Códigos e erros
- ASCII representa caracteres, incluindo maiúsculas e minúsculas. Paridade detecta algumas classes de erro, sem detectar todos os padrões.
- CRC verifica integridade por redundância; FEC acrescenta redundância para permitir corrigir erros dentro dos limites do código.
- Convolução de dois impulsos rectangulares iguais → triangular. AMTOR = Amateur Teleprinting Over Radio; modo histórico de telegrafia de dados.
Distinguir representação de caracteres, detecção e correcção de erros.
Exemplos: cat1-27, cat1-32, cat1-318, cat1-319, cat1-320, cat1-415
Sebenta · módulo 0239. Cadeia de recepção
- Filtro RF → amplificação → misturador + LO → filtro/amplificação FI → detector → áudio.
- Mistura produz soma e diferença; seleccionar a componente pretendida. Conversão directa leva o sinal a banda base.
- Filtro de entrada rejeita sinais que poderiam converter-se para a mesma FI. Mais ganho global não torna, por si só, um receptor melhor.
\(f_{\mathrm{RF}}\): frequência do sinal de radiofrequência recebido (Hz); \(f_{\mathrm{LO}}\): frequência do oscilador local (Hz); \(f_{\mathrm{FI}}\): frequência intermédia (Hz). RF: radiofrequência; LO: oscilador local; FI: frequência intermédia.
Exemplos: cat1-161
Sebenta · módulo 0440. Imagem e ruído
- Frequência imagem: outra RF que gera a mesma FI. Identificar primeiro LO alto/baixo; não trocar o lado da imagem.
- Ruído térmico é aleatório. A potência disponível aumenta com temperatura e banda de ruído.
- Reduzir banda ao necessário reduz ruído integrado; cortar informação desejada também degrada recepção.
\(f_{\mathrm{imagem}}\): frequência imagem (Hz); \(f_{\mathrm{RF}},f_{\mathrm{FI}}\): frequências do sinal desejado e intermédia (Hz); \(P_n\): potência de ruído térmico (W); \(k\): constante de Boltzmann: 1,380649 × 10⁻²³ J/K; \(\Theta\): temperatura absoluta (K); \(B\): largura de banda equivalente de ruído (Hz). Imagem: oscilador local acima/abaixo do sinal desejado.
Exemplos: cat1-18, cat1-19, cat1-20, cat1-305
Sebenta · módulo 0441. Sensibilidade e selectividade
- Sensibilidade: receber sinais fracos segundo um critério de qualidade. Selectividade: separar sinal útil dos próximos em frequência.
- Gama dinâmica: intervalo útil entre sinal fraco e limitação por sinais fortes. Não é igual ao ganho.
- Menor factor de ruído tende a preservar melhor SNR, nas mesmas condições. NF é F expresso em dB.
\(\mathrm{SNR}_{\mathrm{in,linear}},\mathrm{SNR}_{\mathrm{out,linear}}\): relações sinal/ruído de potência à entrada e saída, lineares (sem unidade); \(F\): factor de ruído linear (sem unidade); \(\mathrm{NF}\): figura de ruído (dB). Converter SNR para razões lineares antes de calcular F.
Exemplos: cat1-158, cat1-159, cat1-160, cat1-162, cat1-407
Sebenta · módulo 0442. AGC, medidor S e captura
- AGC ajusta ganho para reduzir variações do nível de saída; não cria sensibilidade nem remove toda a interferência.
- Medidor S pertence ao receptor e indica nível de sinal conforme a calibração; não mede directamente a potência do emissor remoto.
- FM: efeito de captura pode favorecer o sinal mais forte na mesma frequência. Bloqueio/dessensibilização: sinal forte degrada a recepção; pré-selecção RF pode ajudar.
AGC: controlo automático de ganho; S: indicação de intensidade recebida.
Exemplos: cat1-147, cat1-151, cat1-155, cat1-156, cat1-165, cat1-166, cat1-258, cat1-260, cat1-261, cat1-290
Sebenta · módulo 04Categoria 1 · Receptores/emissores · Osciladores
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
43. AM, FM, PM e SSB
- AM varia amplitude; FM, frequência instantânea; PM, fase instantânea. Modulação transporta informação da banda base para a região da portadora.
- Carson: \(B_{\mathrm{FM}}\approx2(\Delta f+f_{m,\max})\), aproximação. Ex.: 3 kHz de desvio + 2,5 kHz de áudio → 11 kHz de banda.
- SSB: uma banda lateral; requer linearidade. O índice AM de 100% não é um limite universal de SSB.
\(m\): índice de modulação AM (sem unidade); \(V_{\max},V_{\min}\): tensões máxima e mínima da envolvente (V); \(\beta_{\mathrm{FM}}\): índice de modulação FM (sem unidade); \(\Delta f\): desvio de frequência de pico (Hz); \(f_m\): frequência modulante sinusoidal (Hz); \(f_{m,\max}\): frequência modulante máxima (Hz); \(B_{\mathrm{FM}}\): largura de banda FM estimada (Hz). Relações de AM e estimativa de Carson para FM.
Exemplos: cat1-167, cat1-168, cat1-169, cat1-170, cat1-176, cat1-278, cat1-321, cat1-372, cat1-399
Sebenta · módulo 0444. Emissão: níveis e linearidade
- Cadeia típica: áudio/dados → modulação → conversão RF → amplificação → filtragem → linha/antena.
- AM/SSB e sinais de envolvente variável precisam de amplificação linear; excesso de excitação produz distorção e ocupação de canais adjacentes.
- PSK31: ajustar níveis com atenção ao ALC e ao espectro. Multiplicar frequência FM multiplica também o desvio; verificar banda final.
\(f_{\mathrm{in}},f_{\mathrm{out}}\): frequências de entrada e saída (Hz); \(\Delta f_{\mathrm{in}},\Delta f_{\mathrm{out}}\): desvios de frequência de pico à entrada e saída (Hz); \(n\): factor inteiro de multiplicação (sem unidade). ALC: controlo automático de nível. Multiplicação ideal.
Exemplos: cat1-175, cat1-177, cat1-278, cat1-309
Sebenta · módulo 0445. Oscilação e realimentação
- Oscilador gera sinal periódico sem excitação periódica externa; requer energia da alimentação.
- Amplificador + rede de realimentação positiva selectiva. Arranque exige ganho suficiente; não confundir condição de regime com arranque.
- Num LC, L e C determinam a frequência; perdas, carga, alimentação e temperatura alteram o circuito real.
\(A\): ganho complexo do amplificador (sem unidade); \(\beta_{\mathrm{fb}}\): factor complexo de realimentação (sem unidade); \(\arg(A\beta_{\mathrm{fb}})\): fase do ganho de malha (rad); \(k\): número inteiro de voltas de fase (sem unidade); \(L\): indutância (H); \(C\): capacidade (F). Condição ideal em regime sustentado.
Exemplos: cat1-126, cat1-128, cat1-129, cat1-130, cat1-132
Sebenta · módulo 0346. Hartley, Colpitts e Pierce
- Hartley → divisor indutivo / bobina com tomada. Colpitts → divisor capacitivo.
- Pierce → cristal de quartzo na rede de realimentação. Osciladores RC com AMPOP limitados por resposta em frequência e ganho do dispositivo.
- Gunn: resistência diferencial negativa em semicondutor adequado. Exige distinguir o princípio da realimentação LC convencional.
\(f_0\): frequência de ressonância (Hz); \(L\): indutância equivalente do circuito ressonante (H); \(C\): capacidade equivalente do circuito ressonante (F). Identificar a topologia; usar L e C equivalentes do ressonador.
Exemplos: cat1-131, cat1-133, cat1-134, cat1-135, cat1-136, cat1-403
Sebenta · módulo 0347. VCO e blocos da PLL
- Comparador de fase/frequência → filtro da malha → VCO. Divisor no retorno compara saída dividida com referência.
- Correcção ajusta fase/frequência; detector de envolvente não é o comparador de fase da PLL.
- Gama de captura: desvios iniciais em que consegue adquirir sincronismo. Estar sintonizado perto não prova bloqueio da malha.
PLL = Phase Locked Loop; VCO = oscilador controlado por tensão.
Exemplos: cat1-138, cat1-140, cat1-141, cat1-152, cat1-276, cat1-380, cat1-406
Sebenta · módulo 03Categoria 1 · Osciladores · Medições
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
48. Síntese integer-N e ppm
- Em bloqueio ideal, frequência de comparação é ref/R e saída é N vezes essa frequência.
- Erro em ppm é relativo: 0,1 ppm de 146 520 000 Hz → 14,652 Hz; 1 ppm → 146,52 Hz.
- Estabilidade da referência, filtro, VCO e divisores condicionam resultado; não confundir passo de sintonia com exactidão.
\(N,R\): factores inteiros dos divisores de realimentação e referência (sem unidade); \(f_{\mathrm{PFD}}\): frequência no detector de fase/frequência (Hz); \(f_{\mathrm{ref}}\): frequência de referência (Hz); \(f_{\mathrm{out}}\): frequência de saída (Hz); \(f\): frequência nominal avaliada (Hz); \(p\): erro relativo de frequência (ppm); \(\lvert\Delta f\rvert\): módulo do erro absoluto de frequência (Hz). Síntese integer-N ideal; p expresso em partes por milhão.
Exemplos: cat1-153, cat1-244, anacom-cat1-002
Sebenta · módulo 0349. Ruído de fase e mistura recíproca
- Portadora real apresenta energia em redor da frequência central. Ruído de fase não é apenas erro fixo de frequência.
- No receptor, ruído de fase do LO pode misturar energia de um sinal forte próximo para a banda útil: mistura recíproca.
- Boa estabilidade média não garante baixo ruído de fase. Comparar medições com o mesmo afastamento e largura de referência.
Ruído de fase é habitualmente caracterizado em dBc/Hz, a um afastamento especificado.
Exemplos: cat1-139, cat1-180, cat1-413
Sebenta · módulo 0350. DDS: blocos e passo
- Referência/relógio → NCO (acumulador e síntese numérica) → DAC → filtro de reconstrução.
- Mais bits no acumulador reduzem o passo ideal. Frequência de saída e qualidade espectral dependem também do relógio, DAC e filtragem.
- Não confundir a resolução de sintonia com número de bits de amplitude do DAC; há imagens espectrais e espúrios reais.
\(f_{\mathrm{out}}\): frequência de saída (Hz); \(f_{\mathrm{clk}}\): frequência do relógio (Hz); \(n\): número de bits do acumulador; \(K\): palavra inteira de sintonia (sem unidade); \(\delta f\): passo de frequência (Hz). Acumulador de fase de n bits.
Exemplos: cat1-369
Sebenta · módulo 0351. Escolher o instrumento
- Osciloscópio → tensão ao longo do tempo; canais horizontal e vertical; forma de onda e fase. Analisador espectral → amplitude/potência versus frequência.
- Frequencímetro → frequência. Dip-meter usa oscilador variável e detecta ressonância por acoplamento.
- Analisador de antenas mede impedância/VSWR com fonte própria típica; ponte SWR simples usa RF externa.
Identificar primeiro a grandeza e o domínio de apresentação.
Exemplos: cat1-13, cat1-247, cat1-248, cat1-249, cat1-251, cat1-252, cat1-253, cat1-254, cat1-257, cat1-285, cat1-302, cat1-311
Sebenta · módulo 0652. Carga do instrumento e banda
- Voltímetro: em paralelo e impedância elevada. Amperímetro: em série e impedância baixa. Ohmímetro: circuito desligado e condensadores descarregados.
- Instrumento e sonda carregam o circuito. Para onda quadrada, medir eficaz exige banda para harmónicas relevantes, não só a fundamental.
- Confirmar tensão/corrente máximas, categoria de utilização, terminação e frequência antes de ligar.
\(V_{\mathrm{medido}}\): tensão indicada pelo voltímetro (V); \(V_{\mathrm{fonte}}\): tensão da fonte em vazio (V); \(R_m\): resistência de entrada do voltímetro (Ω); \(R_s\): resistência interna da fonte (Ω). Equivalente resistivo da fonte e do instrumento.
Exemplos: cat1-245, cat1-246, cat1-374
Sebenta · módulo 0653. Fase, pico e valor eficaz
- Comparar sinais de mesma frequência: desfasamento = fracção do período × 360°. Lissajous: modo XY permite observar relação de fase.
- Não usar Vp/√2 para qualquer forma de onda. Onda quadrada simétrica ideal ±Vp: Vrms = Vp.
- Ex.: senoide com Vp = 30 V numa carga de 50 Ω → P = Vp²/(2R) = 9 W.
\(\varphi\): desfasamento (°); \(\Delta t\): diferença temporal entre pontos homólogos dos sinais (s); \(T\): período do sinal (s); \(V_{\mathrm{p}},V_{\mathrm{pp}},V_{\mathrm{rms}}\): tensões de pico, pico a pico e eficaz (V); \(P\): potência média (W); \(R\): resistência da carga (Ω). Relações de tensão válidas para senoide centrada em zero.
Exemplos: cat1-14, cat1-242, cat1-246, cat1-303
Sebenta · módulo 06Categoria 1 · Medições · Filtros e DSP
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
54. dB, dBm e leitura S
- +3 dB ≈ potência ×2; +10 dB → ×10; +20 dB → ×100 em potência, ou ×10 em tensão com mesma impedância.
- dBm refere 1 mW; dBW refere 1 W. Cascata soma ganhos e subtrai perdas em dB.
- S9 + 20 dB: 100× a potência relativa a S9 se o instrumento estiver calibrado. Uma unidade S é convencionalmente cerca de 6 dB, não garantia do mostrador.
\(G,G_V\): ganhos de potência e de tensão (dB); \(P_1,P_2\): potências à entrada e à saída (W); \(V_1,V_2\): tensões à entrada e à saída (V); \(P_{\mathrm{dBm}},P_{\mathrm{dBW}}\): níveis de potência referidos a 1 mW (dBm) e 1 W (dBW). Comparar tensões em cargas de igual impedância para equivalência de potência.
Exemplos: cat1-157
Sebenta · módulo 0655. Potência e PEP
- Na carga, potência absorvida = incidente − reflectida, no mesmo plano. Ex.: 100 W − 25 W = 75 W.
- PEP: média num ciclo de RF no pico da envolvente. Wattímetro de pico acompanha melhor fonia SSB que leitura média.
- PEP/média de voz depende da forma de onda e processamento; o valor histórico típico não é uma constante universal.
\(P_i,P_r\): potências incidente e reflectida (W); \(P_{\mathrm{absorvida}}\): potência absorvida pela carga (W); \(\mathrm{PEP}\): potência de pico da envolvente (W); \(V_{\mathrm{p}},V_{\mathrm{pp}}\): tensões RF de pico e pico a pico no máximo da envolvente (V); \(R\): resistência da carga (Ω). Carga resistiva; RF sinusoidal no máximo da envolvente.
Exemplos: cat1-122, cat1-243, cat1-256, cat1-289
Sebenta · módulo 0656. Rendimento, duty e protecção
- Rendimento RF = saída RF / alimentação DC. Calor depende da diferença e da potência de entrada RF quando relevante.
- Impulsos rectangulares: potência média = D × potência activa. Emissão digital prolongada aumenta exigência térmica do andar final.
- Antes de ligar analisador à saída TX: carga/atenuação adequadas, limites de potência e bloqueio de DC quando necessário.
\(\eta\): rendimento, entre 0 e 1 (sem unidade); \(P_{\mathrm{RF,out}}\): potência RF de saída (W); \(P_{\mathrm{DC}}\): potência contínua de alimentação (W); \(D\): fracção activa do ciclo (sem unidade); \(t_{\mathrm{on}}\): duração activa de cada impulso (s); \(T\): período de repetição (s); \(P_{\mathrm{media}},P_{\mathrm{on}}\): potências média e durante o impulso (W). Impulsos de potência constante durante o intervalo activo.
Exemplos: cat1-22, cat1-255, anacom-cat1-006
Sebenta · módulo 0657. Passa-baixo, alto e banda
- Passa-baixo conserva frequências abaixo do corte; passa-alto acima; passa-banda uma faixa. Identificar componentes série e em derivação.
- FI demasiado larga deixa entrar mais sinais e ruído; demasiado estreita corta informação.
- Q maior → banda mais estreita para mesma f0. Ex.: 7,1 MHz / 150 ≈ 47,3 kHz.
\(B_{3\mathrm{dB}}\): largura de banda entre pontos de meia potência (Hz); \(f_0\): frequência central/de ressonância (Hz); \(Q\): factor de qualidade (sem unidade). Aproximação em torno de uma ressonância.
Exemplos: cat1-79, cat1-81, cat1-82, cat1-88, cat1-117
Sebenta · módulo 0558. Redes T e π
- π passa-baixo clássico: C em derivação à entrada + L série + C em derivação à saída.
- T com C nos dois braços série e L em derivação → passa-alto no modelo indicado. Redes também transformam impedâncias.
- Sintonizadores T e π têm no mínimo três elementos reactivos nas topologias de estudo. Confirmar figura; não decidir só pela letra T/π.
\(L\): indutância (H); \(C\): capacidade (F). Olhar entre entrada, saída e referência: série versus shunt (derivação).
Exemplos: cat1-89, cat1-215, cat1-397
Sebenta · módulo 05Categoria 1 · Filtros e DSP · EMC
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
59. Cristais e filtros activos
- Quartzo usa ressonância mecânica/electromecânica; elevado Q permite banda estreita. Filtros de cristal são usados na selectividade.
- AMPOP permite filtro activo com ganho; componentes LC passivos apresentam perdas de inserção. AMPOP tem limites de banda e excursão.
- RC: τ = RC (s); corte de primeira ordem = 1/(2πRC), com R em Ω e C em F.
\(\tau\): constante de tempo (s); \(R\): resistência (Ω); \(C\): capacidade (F); \(f_c\): frequência de corte do circuito RC (Hz); \(Q\): factor de qualidade (sem unidade). Relações de constante de tempo e corte para RC de primeira ordem.
Exemplos: cat1-66, cat1-87, cat1-90, cat1-174
Sebenta · módulo 0560. FIR, IIR e resposta em fase
- FIR transversal típico: sem realimentação; pode ter fase linear com coeficientes apropriados. IIR típico: realimentação; verificar estabilidade.
- DSP permite mudar largura/formato do filtro e reduzir certas componentes de ruído; não recupera informação já perdida ou saturada.
- Fase não linear altera atrasos relativos das componentes; pode deformar impulsos e prejudicar modos digitais.
FIR: Finite Impulse Response; IIR: Infinite Impulse Response.
Exemplos: cat1-80, cat1-142, cat1-143, cat1-144, cat1-145, cat1-146, cat1-148
Sebenta · módulo 0561. Fourier, FFT e resolução
- Transformada de Fourier relaciona representação no tempo e na frequência. Sinal periódico ideal → linhas discretas nas harmónicas.
- FFT = Fast Fourier Transform, algoritmo de cálculo da DFT. Mais tempo de observação reduz espaçamento dos bins.
- Janela reduz fuga espectral mas altera largura dos picos; espaçamento de bins não é, sozinho, resolução de dois tons.
\(f_s\): frequência de amostragem (amostras/s, Hz); \(N\): número de amostras analisadas; \(T_{\mathrm{obs}}\): tempo de observação (s); \(\Delta f_{\mathrm{bin}}\): espaçamento entre bins da FFT (Hz). Espaçamento entre bins não garante separar dois sinais.
Exemplos: cat1-149, cat1-150, cat1-414
Sebenta · módulo 0562. Analisador: procedimento
- Definir frequência central, span, resolução de banda e nível de referência. Procurar fundamental, harmónicas e produtos de mistura.
- Usar atenuador/carga compatíveis; nunca aplicar potência TX directamente sem verificar o limite. Saturação do analisador pode fabricar espúrios.
- Comparar sinais com as mesmas unidades e banda de resolução. Filtro de FI, filtro de saída TX e janela FFT resolvem problemas diferentes.
Eixo horizontal: frequência; vertical: amplitude/potência, segundo configuração.
Exemplos: cat1-255, cat1-257, cat1-401, anacom-cat1-004
Sebenta · módulo 0563. Harmónicas e intermodulação
- Harmónicas: múltiplos de uma fundamental. Intermodulação: combinação de sinais distintos numa não linearidade.
- IM3 perto dos sinais úteis é difícil de filtrar. Misturador sobrecarregado também gera produtos espúrios.
- Bloqueio: sinal forte degrada sensibilidade. Não confundir emissão espúria do TX com produto criado no RX ou no instrumento.
\(f_1,f_2\): frequências dos dois sinais de entrada (Hz); \(f_{\mathrm{IM3,a}},f_{\mathrm{IM3,b}}\): frequências dos produtos de intermodulação de terceira ordem (Hz). Usar a mesma unidade para todas as frequências.
Exemplos: cat1-118, cat1-119, cat1-127, cat1-163, cat1-259, cat1-262, cat1-394
Sebenta · módulo 0864. Investigar interferência
- Comparar emissão ligada/desligada, potência, bandas e carga artificial. Confinar a RF ajuda a distinguir radiação da antena de fugas e condução.
- Inspeccionar fontes, cabos, ferrites, filtros, juntas e modo comum. Laços de terra podem captar/injectar ruído por caminhos múltiplos.
- Ouvir a queixa, investigar e colaborar. Não presumir culpa nem negar o problema sem ensaio.
Diagnóstico com condições controladas e segurança eléctrica/RF.
Exemplos: cat1-291, cat1-349, cat1-377
Sebenta · módulo 08Categoria 1 · EMC · Enquadramento · Circuitos · Osciladores
CAN | SebentasPrioridade temática pelo banco histórico; não prevê o exame. Cobertura individual por validar.
65. UIT, CEPT, HAREC e IARU
- UIT: quadro internacional de radiocomunicações. CEPT T/R 61-01: enquadramento da licença CEPT; T/R 61-02: certificado harmonizado HAREC.
- HAREC comprova qualificação segundo o enquadramento; não é, sozinho, uma autorização universal de emissão.
- IARU: coordenação/recomendações de utilização; plano de banda não substitui atribuição ou autorização nacional.
Mapa conceptual; confirmar condições aplicáveis na fonte oficial datada.
Exemplos: cat1-181, cat1-266, cat1-288, cat1-382
Sebenta · módulo 0966. Rede gama: compensar reactância
- Na rede gama, o condensador série compensa a componente indutiva. A sua função principal não é filtrar harmónicas.
- Ex.: \(f=14{,}2\,\mathrm{MHz}\), \(Z=50+j50\,\Omega\). Com \(X_C=50\,\Omega\), \(C\approx224\,\mathrm{pF}\): resulta \(50+j0\,\Omega\) no modelo série.
- É um exemplo de anulação de reactância, não o dimensionamento completo de uma rede gama; as perdas resistivas permanecem.
\(X_C\): reactância capacitiva (Ω); \(f\): frequência de trabalho (Hz); \(C\): capacidade de compensação (F); \(Z\): impedância complexa (Ω); \(j\): unidade imaginária, j² = −1 (sem unidade). Exemplo ideal de compensação série à frequência indicada.
Exemplos: cat1-92
Fontes: ARRL · E9E04
Sebenta · módulo 0167. Componentes: modelo e ficha técnica
- Schottky RF: comutação rápida; escolher baixa Cj verificando a ficha. Ser Schottky não garante capacidade inferior à de qualquer díodo PN.
- FET adequado a UHF/SHF: verificar ganho, potência e banda. Varicap controla capacidade; SCR/triac não substituem um amplificador RF.
- AMPOP ideal: entrada infinita, saída nula. No real, realimentação negativa reduz Zout; frequência, corrente e carga capacitiva limitam o comportamento.
\(C_j\): capacidade de junção (F); \(Z_{\mathrm{in}},Z_{\mathrm{out}}\): impedâncias de entrada e saída (Ω). Comparar à frequência e polarização de trabalho.
Exemplos: cat1-354, cat1-368, cat1-388
Fontes: Infineon · BAT15 · TI · AMPOP · Qorvo · FET RF
Sebenta · módulo 0168. VCO, PLL e modulação angular
- VCO: tensão varia a frequência; aplicar um sinal modulante pode produzir FM. A existência de PLL não significa modulação de amplitude.
- Numa PLL, o ponto de injecção e a banda da malha determinam como a modulação é seguida ou contrariada pela correcção.
- PM pode usar uma rede sintonizada cuja fase varia com a sintonia comandada pelo áudio. É uma implementação possível, não a definição de todos os moduladores.
\(\Delta f\): desvio de frequência de pico (Hz); \(f_m\): frequência modulante sinusoidal (Hz); \(\Delta\varphi_{\max}\): desvio de fase de pico (rad); \(\beta_{\mathrm{FM}},\beta_{\mathrm{PM}}\): índices de modulação FM e PM (sem unidade). Modulante sinusoidal; índices diferentes para FM e PM.
Exemplos: cat1-275, cat1-277
Fontes: ADI · PLL/FM · ADI · modulador de fase
Sebenta · módulo 03